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O mundo não será diferente como dizem

Esses dias andei sumido por que estava meio doente.

Foi a praga?

Provavelmente sim. Minha esposa testou positivo.

Mas estou me cuidando. Vou sobreviver. E tudo voltará ao normal.

Como eu acho que será.

Confesso que no início dessa pandemia cheguei a pensar que o mundo seria bem diferente a partir de agora.

(Na verdade eu pensei que seria o apocalipse zumbi)

Mas a verdade é que pouquíssimas coisas vão mudar.

Todo o resto continuará o mesmo.

Olhe à sua volta.

Talvez você até esteja se cuidando (o que eu recomendo) ms grande parte das pessoas está vivendo normalmente, fazendo as mesmas coisas.

Minha esposa é decoradora e cerimonialista de casamentos.

O negócio dela parou completamente com a quarentena. Mas ainda assim, toda semana ela recebe no mínimo 1 ligação de alguém querendo fazer uma festa.

Eu rolo a tela do facebook e vejo um cara anunciando um curso de palestrante. Um anúncio cheio de curtidas e comentários positivos – comprovando que está funcionando.

Vi também um monte de gente tentando vender curso pra empreendedores, tentando ensinar como eles se adaptarem… mas nenhum deles teve sucesso vendendo isso.

Por que?

Porque não existe novo mundo.

Com exceção das vítimas e dos amigos ou parentes das vítimas, a vida segue seu rumo normalmente.

Tem também os empreendedores que infelizmente quebraram.

Sim, é uma situação delicada e triste para muitos (E muito cuidado se for falar sobre isso em suas copys).

Mas não, não acredito que existirá um novo mundo.

Apenas o mesmo com poucas adaptações.

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Morto por mil cortes

Os antigos chineses criaram uma maneira macabra de torturar e matar seus inimigos chamada lingchi, que vagamente significa morte prolongada.

Eles amarravam o sujeito e faziam milhares de pequenos cortes nele… até que o acúmulo de danos o levasse à morte. 

Essa forma de execução foi proibida em 1905… mas ainda é muito praticada hoje.. de maneira diferente.

Eu mesmo estava sendo morto por mil cortes essas últimas semanas.

Como assim, Bruno?

Estou me isolando esses tempos num sítio no meio do mato. E quando eu sentava pra começar a trabalhar…

Um cano estourava e eu precisava consertar…

O cachorro se machucava e eu precisava ajudar..

A energia faltava…

A internet (que já é extremamente limitada) acabava…

Ou começava a chover tão forte que a casa começava a alagar, me forçando a ir pro meio da chuva cavar regos pra escoar a água…

E toda hora pipocava uma coisa que roubava minha atenção, meu tempo, e me tirava da zona (se não sabe o que é a zona, leia esse texto meu).

Dessa forma, eu estava sendo morto não por um grande problema… mas por milhares de pequenas coisas.

São pequenas coisas que não damos importância mas que fazem com que cheguemos ao fim do dia sem produzir praticamente nada.

O que não é nada bom.

Por isso precisamos sempre nos BLINDAR contra essas coisas.

Por mais duro que seja dizer não para os filhos (no meu caso, os cachorros) e a família, precisamos sim nos trancar no escritório e estabelecer regras firmes sobre os horários em que podemos ser incomodados.

Seu sucesso depende disso.

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82% Dos Empreendedores Caem Nessa Armadilha

Aqui vai um poderoso insight para você refletir sobre seu negócio esse domingo e começar do jeito certo amanhã.

Existe uma armadilha na qual grande parte dos empreendedores caem, especialmente quem vende serviços. Ela é silenciosa, se disfarça como “a coisa certa a fazer” e é mais mortal que o Corona vírus.

Mortal por que ela faz muita gente perder tudo e quebrar…

Eu mesmo já cai nela, mesmo acreditando estar no caminho certo… mesmo ouvindo todos dizerem que eu estava no caminho certo… quando na verdade estava andando em direção ao precipício com os olhos vendados.

Que armadilha é essa e como evitá-la? Você pergunta.

Ela está presente em praticamente todos os discursos dos gurus: “Você precisa encontrar as necessidades de seus clientes e vender o que eles precisam”

Na teoria faz sentido, não faz?

Se uma pessoa está doente, ela PRECISA de uma cura.

Mas e na prática?

Na prática nós vemos pessoas que PRECISAM parar de fumar urgentemente… fumando. Vemos empresas que PRECISAM de vendas urgentemente… investindo em identidade visual. Vemos empresários que PRECISAM investir em seu negócio… comprando carro novo.

Acho que deu pra entender que…

As pessoas não compram o que PRECISAM, elas compram o que elas QUEREM.

É no mínimo 100 vezes mais fácil vender algo para quem quer… do que para quem precisa.

Se você já tentou vender algo para alguém que apenas precisava (mas não queria), você sabe como é doloroso o sentimento de poder ajudar alguém mas ser brutalmente rejeitado pela pessoa.

Especialmente para serviços, esse simples conceito pode transformar completamente seu negócio:

Venda o que eles querem, entregue o que eles precisam.

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Se nem Deus agrada a todos, quem é você para pensar que pode?

Durante a conversa inicial com meus futuros clientes de consultoria de marketing ou copy, eu sempre pergunto:

Quem são seus clientes ideais?

E a maioria responde:

“Meu produto atinge todo mundo. Serve para crianças, homens, mulheres, idosos, empreendedores…”

Só que isso não existe.

Veja, até mesmo Água, um produto universal que todo ser humano consome…

…não é para todo mundo, em relação a marketing.

Por que todos consomem mas somente um parte é quem efetivamente compra.

E seu marketing sempre deve ser para as pessoas que possuem o poder de compra.

E o que eu vejo no mercado é que muitas empresas começam focando em certos públicos.

Mas quando ganham uma certa tração nas vendas, elas querem vender pra todo mundo.

E aí a coisa começa a perder força.

Por que ninguém vai agradar todo mundo.

E o novo marketing tentando falar pra todo mundo agora não fala mais para aqueles grupos iniciais que levantaram a empresa.

E aqueles clientes iniciais vão aos poucos migrando para os concorrentes.

Um belo exemplo disso é o Rock in Rio.

O Rock in Rio perdeu completamente o foco. Hoje é All in Rio.

E a única razão pela qual ele não caiu ainda é por que ele não tem concorrentes.

E por isso, as pessoas precisam se adaptar a ele e engolir a salada musical com nome de festival de rock.

Mas eu garanto que se uma empresa entrasse no mercado com um festival apenas de rock, eles tomariam grande parte (se não todos) dos clientes roqueiros do Rock in Rio.

Então fique muito atento ao seu marketing.

Sempre observe se ele está falando para seus clientes ideais ou se está tentando vender para todo mundo.

Por que ninguém vende pra todo mundo.

Nem a coca, nem a apple, nem microsoft, nem você.

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Onde se esconde o Ouro no Marketing Digital

Em toda corrida do ouro (incluindo a digital), quem ganha dinheiro de verdade são os que vendem mapas, ferramentas e serviços.

Enquanto os garimpeiros viviam “quebrados”, os vendedores de mapas, pás e picaretas faturaram muito.

Assim como os donos de bares, bordéis e outros serviços que são muito bem vendidos em garimpos.

E isso não acontece só em garimpos, isso acontece também no “marketing digital”.

Existem milhões de pessoas correndo atrás do ouro (ganhar dinheiro pela internet).

Mas aqueles que mais ganham são:

Os que vendem mapas (cursos, que nem sempre levam ao ouro).

Os que vendem ferramentas (plataformas digitais).

E os que vendem serviços (consultoria, agência copy, social media, etc).

Por que isso acontece?

É simples.

“Correr atrás” do ouro, é a maneira mais difícil de encontrar ouro.

99% dos que trabalham buscando ouro, nunca o encontram de verdade.

Por que o verdadeiro ouro não está escondido.

O verdadeiro ouro vem até você sem você ir atrás dele.

O ouro está, e sempre estará em Ajudar pessoas.

O ouro está em resolver problemas, prover soluções, satisfazer desejos, suprir necessidades.

Se você analisar, aqueles que vendem mapas, ferramentas e serviços estão fazendo isso.

Eles estão ajudando pessoas enquanto os garimpeiros estão tentando ajudar a si mesmos.

A moral da história é, nunca mantenha o foco no ouro.

Sempre tenha seu foco em ajudar pessoas.