Nesse vídeo analiso os emails de alguns gurus.
Estratégia. Copy. Links. Boas práticas. Assuntos toscos e por aí vai.
Nesse vídeo: Érico Rocha, Max Peters, Ícaro de Carvalho e Juliano Torriani
Assista abaixo (melhor em tela cheia)
Nesse vídeo analiso os emails de alguns gurus.
Estratégia. Copy. Links. Boas práticas. Assuntos toscos e por aí vai.
Nesse vídeo: Érico Rocha, Max Peters, Ícaro de Carvalho e Juliano Torriani
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Como assim você não sabia que eu era de uma seita satânica E que sacrifico crianças em nome do mestre das trevas?
Você nunca ouviu meu podcast de trás pra frente??
Ok. Eu jamais faria parte de uma seita, mas hoje vamos falar sobre o diabo assim mesmo.
Mais especificamente, sobre a série dele na Netflix:
Lucifer
Já assistiu? (sem spoiler, prometo)
Dá pra aprender muito com a série, principalmente sobre como contar histórias e como escrever emails (e até sobre questões religiosas).
Em relação a histórias, eles tem uma trama principal intrigante:
O diabo vai tirar férias em Los Angeles e acaba ajudando uma policial a solucionar crimes e punir criminosos.
Ele também aprende algumas preciosas lições de vida com humanos.
Dentro dessa grande trama existem pequenas histórias imprevisíveis que começam e terminam em cada episódio.
Tem também a construção e evolução de cada personagem que é fabulosa.
Por fim, tudo isso é apresentado com humor diabólico, ação e um suspense que prende sua bunda no sofá e deixa com vontade de ver o próximo episódio.
O que Lucifer nos ensina sobre emails?
Exatamente a mesma coisa.
Pois bons emails devem seguir exatamente o que foi dito acima:
Devem ter uma grande trama. Ter personagens. Ter episódios com início e fim. Devem prender as pessoas e deixá-las com vontade de ler o próximo.
Ou seja:
Não é sobre gatilhos dementais e promessas mirabolantes.
É sobre histórias intrigantes e conexão verdadeira com as pessoas, os 2 elementos que deixam qualquer venda fácil.
Bem, acho que é iss–
“eeeei, espere um minuto.”
No início desse email eu neguei fazer parte de uma seita… mas não neguei os sacrifícios de crianças inocentes… e mesmo assim você ainda continuou lendo…
Será que devemos esconder nossas crianças de você?
Veja o que vai acontecer se você ignorar meu aviso e sair de casa hoje:
Assim que você colocar o pé na calçada, uma van azul vai dobrar a esquina cantando pneus e acelerar em sua direção até subir o meio-fio e bloquear seu caminho.
Antes que você pense em correr ou gritar, a porta lateral vai se abrir e 3 homens encapuzados vão pular em você e puxá-lo pra dentro do veículo.
Você se debate mas leva uma coronhada na nuca e tudo fica escuro.
Quando a consciência retorna, você abre os olhos e percebe que está amarrado numa cadeira de ferro. O lugar fede a sabão vagabundo. Ao levantar a cabeça, você vê um grande espelho vertical em sua frente.
— Socorro! SOCORR–
— Não adianta gritar — Um dos bandidos lhe interrompe — Ninguém vai lhe ouvir aqui.
— O que você quer comigo??
— Acredite, eu só quero lhe ajudar. Diz o homem mascarado que se aproxima com uma seringa levantada. — Agora relaxe o braço enquanto lhe aplico o soro da verdade.
— Soro da verdade? O que… O que você quer de mim?!? Quem é VOCÊ??
— Tantas perguntas… Mas em alguns segundos você terá as respostas que precisa. O bandido sussurra em seu ouvido esquerdo — Agora olhe bem pra esse espelho e me diga: O que você vê?
— Hã? Como assim?
— O que você vê quando olha em seus próprios olhos?
— Eu não sei… Por favor, me deixe ir… você deve estar me confund–
— O QUE. VOCÊ. VÊ?? Grita o homem mascarado ao puxar seus cabelos e apontar sua cabeça pro espelho.
— EU.. Eu.. Eu vej.. eu…
— Ah… Eu desisto. Sabia que não ia dar certo. Diz o homem ao tirar o capuz, decepcionado.
Você olha pro espelho e reconhece o sequestrador atrás de você:
— Bruno?!? Mas que P…
— Quem mais seria… Papai Noel?
— Mas por que? Eu confiava em você. Eu lia seus emails. Às vezes até gostava deles.
— Porque… A lição de hoje é tão importante, e ao mesmo tempo tão simples, que precisava de contexto.
— Você tá louco. Dá pra me desamarrar? Eu quero ir pra casa.
— Dá pra me ouvir?? Já disse que a lição é de extrema importância.
Você: (¬_¬)
Continuo: O espelho, o soro da verdade e toda essa pressão foi apenas pra descobrirmos como você se vê verdadeiramente. Era um teste de auto-imagem.
(~_^)
Normalmente pensamos assim: Quanto eu tiver um grande cliente, eu farei grandes trabalhos, e serei um grande profissional. Ou seja: Ter > Fazer > Ser.
Mas pra conseguir tudo que quiser na vida, devemos pensar ao contrário. Primeiro precisamos Ser a pessoa certa, pra então Fazer as coisas certas, e finalmente Ter o que queremos. Ser > Fazer > Ter.
E tudo isso depende da sua auto-imagem. Depende de como você se vê diariamente. Do que você repete em sua mente sobre si mesmo.
Aqui está um belo exemplo do que estou falando. Veja a carta que Bruce Lee escreveu à mão (antes de se tornar mundialmente famoso):
MINHA PRINCIPAL META DEFINIDA
Eu, Bruce Lee, serei o o primeiro e mais bem pago Superstar Oriental nos Estados Unidos. Em troca disso, farei as performances mais entusiasmadas, e vou entregar o melhor da minha qualidade como ator. Começando em 1970 atingirei fama mundial, e a partir daí até 1980 terei em minha posse 10 milhões de dólares. Viverei do jeito que eu quero e atingirei paz interna e felicidade. Bruce Lee, jan. 1969
Sim, é o objetivo dele (outra coisa fundamental pro sucesso), mas percebe como ele tinha uma visão clara de quem ele ERA antes mesmo dele SER?
Como disse, é algo extremamente simples, e por ser tão simples, é extremamente ignorado.
Só que quando sua auto-imagem é ignorada, o sucesso não vem. E você fica confuso sem entender por que as coisas não dão certo quando, na verdade, você está se sabotando.
Bem, por hoje é só.
João vai lhe dar uma carona até sua casa.
Desculpe pela coronhada?
Parece que depois de todo esse tempo seu amigo aqui finalmente foi descoberto.
Lamentável.
Foi tudo muito rápido.
Esses dias eu estava escrevendo meus emails no notebook quando pula a mensagem de um cliente:
“Bruno, você precisa ver isso.”
Junto com a mensagem veio essa foto:

E assim seu amigo aqui foi pego com as teclas na mão.
Felizmente acabamos apenas dando boas risadas disso.
Mas não me entenda mal. Não estou lhe mostrando isso para me gabar.
(Ok… Só um pouquinho)
Existe um propósito maior:
Quero mostrar que você precisa construir sua lista e manter contato com seu pessoal constantemente.
De preferência diariamente.
Por que?
Porque essa é a melhor e mais simples maneira de conseguir excelentes clientes e conhecer pessoas incríveis (como você).
Não importa se você vende serviços, infoprodutos, produtos… ou seu corpo. (Bruna surfistinha se tornou a acompanhante nº 1 do Brasil escrevendo diariamente em seu blog).
Construir lista e se relacionar com as pessoas funciona há 42 anos (quando o email foi inventado) e continuará funcionando eternamente.
É também extremamente simples porque você não precisa de estrutura nenhuma digital nem física.
Por fim, é sempre bom lembrar quem são as pessoas que mais lêem email.
São aquelas que não trabalham e passam o dia coçando o saco?
Normalmente essas estão bem ativas nas redes sociais.
Quem costuma ler emails são pessoas mais sérias como executivos, CEO’s e afins.
Espero que tudo isso faça sentido e você coloque em prática.
Me agradeça depois.
Quando se trata de prospecção e vendas por email, muita gente pensa que o melhor caminho é usar uma linguagem “profissional”.
Eles escrevem como se estivessem num tribunal falando diante de um juiz:
Aqui é o {seu nome} da {sua empresa}. Nós trabalhamos com empresas como a {empresa do prospect} com {breve pitch da solução}.
Acredito que nossa solução possa lhes interessar. Blá Blá Blá…
Atenciosamente,
Profissional chato
Quantos problemas você vê apenas nesses 2 parágrafos?
Eu vejo no mínimo uns 4: Genérico, sem diferencial, impessoal, não desperta emoção… Enfim.
Que tipo de respostas emails como esse vão gerar (se gerarem alguma)?
Respostas genéricas, sem diferencial, sem emoção…
Emails que vendem têm personalidade, vida e emoção.
Por exemplo: Uma vez eu resolvi mandar um email para um guru inglês que é especialista em cold emails.
Como chamar a atenção de um cara desse?
Eu acabei enviando um poema pro cara onde um dos versos dizia que se ele não visse meu pitch ele era uma cadela.
Obviamente eu fiz isso por que sabia que o cara era bem humorado. (importante você pesquisar sobre os clientes com os quais quer trabalhar).
O resultado?
Nice poem 🙂 Got my attention. Good work, Bruno.
Poema legal 🙂 Conseguiu minha atenção. Bom trabalho, Bruno
Outro exemplo (mais leve).
Recentemente eu compartilhei aqui que tentei fechar com um dos tubarões do Shark Tank Brasil, o João da Polishop.
O que eu não disse é que no meu email inicial de prospecção eu chamei ele de LOUCO.
E ele curtiu 🙂
Agora, por que essas loucuras funcionam?
Porque são pessoais, são interessantes, são diferentes e despertam uma emoção nos caras.
E é assim que todo bom email deve ser.
Ninguém gosta de coisas chatas.
Diferente do que pregam por aí… quanto mais pessoal e íntimo forem seus emails, melhores eles serão.
Quando eu era pequeno, um dia eu tive uma ideia que me deixou saltitante de alegria.
“Mamãe, a gente vai pra praia no fim de semana?”
“Vai, meu filho. Por que?” Perguntou minha mãe intrigada.
“Nada não…” Respondi com um sorriso diabólico no rosto enquanto esfregava as palmas das mãos .
Sábado de manhã. Chegamos na praia e eu fui correndo executar minha brilhante ideia.
Corri por toda a areia e quando cheguei próximo do mar, corri ainda mais rápido… até entrar na água, levar uma queda e ficar frustrado.
Não funcionou.
Saí da água. Fui pra areia. E voltei correndo ainda mais rápido pro mar… pra levar uma queda ainda mais feia e ficar ainda mais decepcionado.
Minha brilhante ideia não funcionava.
Parece que mesmo correndo o mais rápido que eu podia… EU NÃO CONSEGUIA ANDAR SOBRE O MAR.
Sim, correr sobre as águas foi minha ideia incrível.
Só que aquela era uma batalha que eu SEMPRE iria perder.
Da mesma forma que acontece com quem usa o Instagram.
É uma batalha onde você sempre vai perder para o tal do algoritmo.
Hoje vi o André cia chateado e falando sobre uma porrada de conteúdo excelente que ele produziu… e quase nenhum dos 117 mil seguidores dele viu.
Em resumo: Muito tempo e trabalho investidos que foram pro ralo.
Pra mim, lutar contra o algoritmo do instagram é como tentar andar sobre a água.
Por outro lado…
Se aqueles 117 mil seguidores fossem 117 mil leads, e ao invés de posts e stories ele enviasse emails… cerca de 11 mil pessoas iriam ver aquele conteúdo se ele tivesse uma médias de abertura de apenas 10%.
As pessoas também iriam ver com mais atenção, já que a competição no email é menor que no insta.
Não estou dizendo que você deve parar de usar o instagram como eu.
(Na verdade eu ainda uso o insta, mas só para anúncios, onde eu pago pra ele trabalhar pra mim.)
O que quero dizer é que você deve sempre medir onde seus esforços estão gerando mais resultados… e investir mais energia lá.
Em outras palavras, sempre procure lutar as batalhas que você tem mais chances de vencer.
Por que às vezes você pode estar plantando muito num lugar… que gera poucos frutos (ou nenhum).
E se você estivesse se dedicando da mesma forma em outro lugar você iria colher muito mais, com menos esforço.
Não vá somente pelo que os outros dizem (incluindo eu). Vá pelos números e pelo que funciona melhor pra você.
Ontem eu abri um pouco as cortinas e comecei a falar sobre aquele canal empoeirado que ninguém usa mais…
Email.
Mas por que eu falaria sobre isso, já que email está morto e ninguém usa mais?
Seria email uma oportunidade lucrativa para copywriters que querem deixar de seguir a boiada em 2020?
Não sei.
Para encontrar essa resposta, precisamos analisar os fatos:
Fato 1
As redes sociais estão perdendo cada vez mais seu alcance.
A média de engajamento do instagram é de 1.60% (e caindo).
Isso significa que se você tem 10 mil seguidores, em média só 160 pessoas vão receber suas comunicações.
Mesmo assim, todo mundo está correndo para o instagram…
Fato 2
As taxas de abertura de email variam em média de 8% a 30% – ou seja, com uma lista de 10 mil pessoas, cada email é visto por pelo menos 800 pessoas.
Fato 3
Email pode ser automatizado e uma simples sequencia pode gerar vendas por semanas, meses e até anos.
Pode fazer isso com redes sociais?
Fato 4
Email é o canal mais usado pelas maiores empresas de marketing direto do mundo que vendem bilhões de dólares por ano.
Fato 5
Seus seguidores das redes sociais não são seus. São da rede. Você não pode levá-los pra outro lugar.
Mas sua lista de email é sua e pode ser levada para diversos outros lugares – incluindo as redes sociais.
Fato 6
Quanto pagam por aí para escrever para as redes sociais? 1k, 2k, 3k?
Para email você consegue contratos de 3k a 5k por mês
Conclusão
Não sei você, mas eu estou convencido.
Pra mim, escrever emails é a melhor (e mais lucrativa) maneira de ganhar a vida como copywriter em 2020.
E também uma grande oportunidade para pessoas que querem prosperar nesse mundo louco em que estamos vivendo.
Enfim.
Como tive respostas bastante positivas do email de ontem, vou falar mais sobre email marketing nos meus próximos textos.
De fato,
No email de amanhã vou analisar um email do líder supremo do marketing digital brasileiro e mostrar o que NUNCA fazer num email.
Em algum momento de 2011 (sou péssimo com datas) eu queria muito mudar de vida.
Na época eu era gerente de uma agência digital e até ganhava bem.
Mas todos os dias quando saia pra almoçar, eu voltava frustrado pra trabalhar.
Por que?
Porque eu passava por um calçadão e via pessoas que estavam fazendo atividades físicas, ou passeando com o cachorro, ou brincando com os filhos… enfim. Eu via pessoas que NÃO estavam trabalhando no horário comercial… e eram bem de vida (Pelo local onde moravam, carros, roupas, cachorros…)
E eu olhava pra elas e as via como LIVRES.
Ao mesmo tempo que me via como ESCRAVO.
Obviamente eu ficava me perguntando – o que será que eles fazem?
E o mais importante – Como EU faço isso também?
Na época eu não fazia ideia de como chegar lá. De como ter uma vida diferente da tradicional.
Mas… eu queria MUITO mudar minha vida, ser livre e ter grana – afinal, dinheiro faz parte da liberdade.
E aquele desejo de mudar me motivava a ficar até tarde fuçando coisas na internet ou lendo livros em busca de respostas.
Na época não existia o marketing digital como hoje. O Conrado Adolpho falava algumas coisas, acho que o Érico estava surgindo… mas era tudo muito novo.
O engraçado é que eu estava tão desanimado no trabalho que qualquer um que olhasse pra mim diria que eu estava em depressão. Mas ao mesmo tempo, dentro de mim tinha uma vontade incontrolável de mudar e ser livre.
E aquela vontade me fez descobrir que tinha uns caras nos EUA que ganhavam a vida escrevendo. E ganhavam muita grana e eram livres. Eles eram chamados de copywriters.
Veja, eu nunca tinha escrito nada em minha vida e não gostava nem um pouco de escrever. Eu também não sabia inglês.
Porém, eu queria TANTO mudar, e queria tanto aquele estilo de vida, que eu peguei os livros dos caras e ia traduzindo pedaço por pedaço no google tradutor e ia lendo e aprendendo.
Foi fácil? Não.
(Não é fácil pra ninguém)
Foi rápido? Não.
(principalmente por que tentei descobrir tudo sozinho).
Mas, motivado pelo meu desejo eu consegui a liberdade (e a grana).
As vezes você quer muito fazer algo mas nem tenta por que não sabe COMO fazer, ou COMO chegar lá.
É preciso mudar o foco (Viu como foco é sempre importante?).
Você precisa focar no POR QUÊ.
No que lhe motiva.
Quando o por quê é forte, o como é fácil.
É aquele velho ditado: Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, dá desculpa.
Quando você quer muito alguma coisa, as respostas aparecerão pra você e você será capaz de realizar.
O mais importante é sempre acreditar e manter acesa a chama do desejo ardente.
Estamos no melhor momento da história para freelancers.
Lembra alguns emails atrás quando falei que a pandemia me fez perder alguns clientes mas que depois isso acabou sendo melhor pra mim? (Se não viu, pode ver aqui)
Enfim, estou lhe escrevendo hoje para dizer que você pode ganhar R$ 16.050,00 por mês com apenas 1 cliente… trabalhando 1 hora por dia.
O que significa que você consegue facilmente atender 2 clientes… e embolsar 32 mil estalecas por mês trabalhando 2 horas por dia. Estourando 4.
Ok, um aviso importantes antes de continuarmos:
Se você já me acompanha há algum tempo, sabe que não trabalho com nenhum tipo de esquema e raramente falo sobre dígitos aqui.
Mas essa é uma oportunidade realmente única na história da humanidade na qual eu estou embarcando e na qual algumas pessoas podem surfar também.
Sim, infelizmente isso NÃO é para todo mundo.
PODE ser. Se a pessoa estiver bastante determinada a aprender o que é preciso (como euzinho aqui fiz).
Mas em geral, é um oportunidade para poucos.
De qualquer forma, eu gostaria de compartilhá-la com você, pois pode lhe servir.
OK.
Primeiro, o que é preciso saber (ou estar disposto a aprender) para poder entrar nessa?
Apenas 2 coisas:
1. Email Copywriting
2. Inglês
Como você já deve ter percebido, a oportunidade que estou me referindo trata-se de escrever copy de emails para empresas dos EUA.
Mais especificamente, apenas escrever emails diários para eles… e receber em dólar!
Atualmente eles pagam de 2 a 5 mil dólares por mês para copywriters por esse tipo de serviço.
Você pode facilmente abordar esses clientes (usando meu sistema que compartilhei no livro) e cobrar apenas 3 mil dólares por mês… o que dá R$ 16.050,00 REAIS… para escrever 1 email por dia.
Esse é o melhor momento porque o dólar bateu o valor mais alto da história, e hoje está em R$ 5,35. Não sei se ele vai subir mais, mas as previsões apontam que ele vai permanecer na casa dos 5 reais por no mínimo 2 anos (Veja a previsão aqui no fim da página).
Isso significa que mesmo que você não saiba copy, ou inglês, você tem tempo de sobra pra aprender e ainda aproveitar a super maré alta do dólar.
Você talvez não saiba, mas eu aprendi inglês sozinho cerca de 8 anos atrás (sou péssimo com datas – minha noiva odeia isso). Sabe por que? Porque eu queria muito aprender copy com os melhores do mundo, e os melhores falavam inglês.O google tradutor virou meu melhor amigo na época, e aos poucos eu fui entendendo, e começando a ler, e melhorando… e quando me dei conta eu já estava até falando!
E no fim, a dedicação funcionou pra mim e vai funcionar pra qualquer um que a use.
Você nem precisa aprender sozinho. Hoje existem diversos cursos de inglês “acelerado” por aí. Tudo vai depender da mesma coisa… sua dedicação, baby.
Sobre copy para emails, é diferente da copy tradicional mas é beeeeem mais fácil de aprender do que inglês, por exemplo (na verdade, nem precisa ser copywriter para escrever emails que vendem).
Mas enfim.
Essa é minha dica de ouro cravejado de diamantes pra você hoje e espero que você também possa surfar nessa onda comigo.
Se você quer continuar vendendo e se relacionando com seu público – pelos próximos meses e anos – a baixo custo, e de maneira bem mais simples do que ensinam por aí… então esse pode ser o post mais revelador que você já leu.
Veja por que.
Um silencioso (e mortal) fenômeno está se espalhando pelo mundo digital nesse momento. Mais especificamente, pelas redes sociais.
No passado, enquanto as plataformas sociais estavam crescendo, elas deram todo o alcance e engajamento que as empresas de todo o mundo precisavam para atingir mais pessoas e obter mais clientes.
Essas redes agiram como traficantes de drogas que fornecem gratuitamente as primeiras doses para viciar novos usuários.
Mas depois que esses usuários se tornam dependentes, o “período gratuito” caba, e e eles precisam pagar o preço para manterem o vício.
Obviamente, esse preço sempre é caro!
É exatamente isso que está acontecendo há algum tempo com as redes sociais.
Elas se espalharam pelo mundo gratuitamente, tornaram seus usuários dependentes, e agora elas cortaram a dose gratuita e estão aumentando drasticamente os preços da dose paga (anúncios).
Qualquer um que usa as redes sociais para fazer negócios, vem sentindo o alcance e engajamento orgânicos (gratuitos) caírem drasticamente.
E eles vão continuar a cair a cada mês.
Esse fenômeno está acontecendo com todas as redes sociais e sites geradores de tráfego: Facebook, Linkedin, Youtube e até com o Instagram (o antigo rei do engajamento).
Hoje, contas com 500 mil seguidores por exemplo, só conseguem atingir algumas centenas de pessoas com cada postagem.
É frustrante mas é a realidade atual.
A solução inicial foi migrar para o tráfego pago. Investir dinheiro em anúncios para continuar atingindo seu público a um custo baixo.
E novamente, as redes sociais deixaram os usuários ficarem viciados e dependentes do tráfego pago… para então começarem a diminuir o alcance e aumentar os preços dos anúncios.
O jogo mudou.
Antes, bastava você ter tempo pra investir que você conseguia tráfego e engajamento.
Hoje, todo o tempo do mundo não é suficiente.
Antes, bastava ter uma pequena verba para anunciar que você conseguia leads e vendas.
Hoje, é preciso ter uma grande verba, excelente conversão e uma esteira de produtos, para ter um negócio lucrativo de verdade.
Por que isso está acontecendo?
Primeiro, porque todas as grandes empresas do mundo, que antes investiam bilhões em mídias tradicionais com TV, revistas e jornais… Hoje estão rapidamente migrando seus orçamentos bilionários de marketing para as redes sociais.
E assim como aconteceu no passado, o pequeno não conseguirá mais competir financeiramente por espaço de mídia contra os grandes.
Será que Isso não é teoria da conspiração ou coisa de minha cabeça?
Não. Isso é a história que se repete.
Aconteceu a mesma coisa quando a TV surgiu. Era barato anunciar lá. E muitas empresas inteligentes se beneficiaram disso.
Mas a TV cresceu, se popularizou e os custos subiram a um nível que expulsou todos os pequenos e manteve apenas os grandes.
Exatamente da mesma forma que está acontecendo hoje com as redes sociais.
O que fazer então? Você pergunta.
A boa notícia é que, toda crise trás consigo oportunidades escondidas.
E nesse caso, existe uma excelente oportunidade escondida debaixo de nosso nariz.
Veja, enquanto o alcance e engajamento das redes sociais vêm caindo ano após ano, existe um canal em especial que continua funcionando… ano após ano.
Apesar desse canal ter sido abafado pelas redes sociais e desprezado por muitos, ele continua sendo o canal digital que possui o maior retorno de investimento com uma média de 3.800%.
Ou seja, para cada R$ 1,00 investido nesse canal, você consegue faturar cerca de R$ 38,00.
Muito bom, hein?
E enquanto novas redes, mídias e tecnologias surgem, crescem e morrem… esse canal continua firme, vivo e fazendo mais vendas que todos os outros.
E, segundo pesquisas, ele continuará assim por longos anos à frente.
Ele é também o mais simples de implementar e usar. Tudo que você precisa é de uma página de captura, uma página com uma oferta… e ele.
3 simples passos, e você será capaz de vender mais do que com todas as redes sociais juntas.
Eu mesmo confesso que nunca imaginei que esse simples canal tivesse tanto poder de venda, e por muitos anos deixei de aproveitar todo seu potencial.
Na verdade, eu não aproveitei por que não sabia usá-lo da maneira certa (bem diferente do que ensinam por aí).
Mas depois de aprender, eu passei a utilizá-lo para vender não só infoprodutos mas principalmente consultoria e outros serviços de alto valor, de uma maneira que eu jamais pensei ser possível (indo contra o que eu mesmo acreditava na época).
Veja, é justamente por ser tão simples e “antiquado”, que eu precisei reforçar todo o valor desse canal especial antes de revelá-lo a você.
Tudo isso para ter certeza que a partir de agora, você passe a enxergá-lo com outros olhos, e assim como eu, você possa vender seus produtos ou serviços da maneira correta, sem se preocupar com engajamento, custos absurdos ou toda essa complexidade que pregam por aí.
Então vamos à revelação.
Esse canal especial é nada mais, nada menos que o…
EMAIL!
Enquanto muita gente por aí anda complicando cada vez mais as coisas, dizendo que você precisa produzir toneladas de conteúdo… e estar nas redes sociais (mesmo com o alcance reduzindo e o preço dos anúncios aumentando)…
…o email continua sendo o canal que mais vende na internet! (e também o mais simples).
Email foi o passado, é o presente, e será o futuro.
Mas somente para aqueles que souberem usá-lo da maneira correta!
Concorda? Qual sua opinião sobre o futuro do marketing digital?