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Emails sensacionalistas valem a pena?

Um dia conheci uma loira linda…

…pela internet.

Isso foi há uns 20 anos.

Numa época onde a maioria das pessoas nem tinha a própria foto para compartilhar com seus pretendentes.

Mas eis que por sorte minha essa menina tinha fotos.

Fotos de cair o queixo – diga-se de passagem.

Olhos azuis como safiras. Cabelos lisos dourados que escorriam pelo rosto cuja pele parecia ser banhada com amaciante Fofo.

A memina parecia capa de revista.

Mas dava pra ver que eram fotos caseiras verdadeiras.

Enfim.

Depois de algumas semanas conversando pelo velho MSN messenger algo inacreditável aconteceu.

Ela disse:

“Vamos nos conhecer pessoalmente?”

E eu:

0.0
O

Ok…

Porém, eu já tinha passado por uma experiência merda com uma menina que era bonita nas fotos… mas bem estranha pessoalmente.

Então dessa vez fui esperto.

“Uma menina linda como essa querendo me conhecer assim?? Com certeza tem alguma coisa errada aí.”

Então eu disse que queria vê-la pela webcam primeiro.

Foto dá pra enganar, certo?

Mas vídeo… vídeo ninguém engana.

He he.

(eu sou um gênio)

No dia da reveladora chamada de vídeo fui pra lan house de um amigo (eu não tinha webcam).

Mãos suadas. Coração a ponto de explodir. A barriga dando voltas de ansiedade.

E quando ela ligou a webcam…

Eu olhei… me aproximei da tela do computador… e não acreditei:

A menina era realmente linda como nas fotos.

Até chamei meu amigo pra ver e confirmar se não era mentira.

Era verdade.

Pra completar, ela também gostou de mim e marcamos pra nos conhecer pessoalmente.

Dá pra acreditar?

Um cara tímido, quebrado e magrela como eu… com uma gata daquelas???

Meu Deus… Obrigado Senhor!

No dia do encontro eu cheguei uns minutos antes e me sentei numa cadeira da lanchonete.

Mandei SMS e ela respondeu que estava quase chegando.

Adrenalina total.

Minha testa pulsava. E no peito um aperto tão forte que eu mal conseguia respirar.

De repente, eu estava com a cabeça baixa olhando pro celular quando ouvi alguém chamar meu nome:

“Bruno?”

Oh Meu Deeeeeeus…

É ela! É ELA!

Levantei os olhos lentamente e…

“Madimbu?!?”

(se você nunca assistiu Dragon Ball Z procure esse nome no google)

A menina era A CARA (e o copo) do Madimbu.

Completamente diferente das fotos… e do VÍDEO??

COMO ELA PODIA SER DIFERENTE DO VÍDEO?!?

Esse tipo de pergunta ficou pipocando em minha cabeça enquanto minhas pernas queriam dar uma voadora nela e sair correndo pra casa.

Sim… eu fui vítima de um catfish.

E não desejo isso pra ninguém.

Só pros gurus que ficam ensinando por aí a usar assuntos sensacionalistas nos emails.

Você já deve ter recebido algum email desses. O mais comum deles é:

Nota de falecimento

Inicialmente esses emails chamam atenção da pessoa (como a foto de uma loira de olhos azuis).

Mas depois de abrir e ver que a mensagem não tem nada a ver com o conteúdo e descobrir que foi só um artifício pra ganhar o clique…

A pessoa se decepciona.

E pode parar de abrir os próximos emails.

Quem sabe até… se descadastrar da lista?

Sei de histórias de influenciadores que se arrependem de ter enviado um email desse por causa do estrago feito na lista.

Geralmente emails sensacionalistas são enviados por pessoas com visão limitada que só pensam no agora.

São pessoas que querem salvar todo o lançamento com 1 email só.

Mas marketing não se faz com 1 email.

Se faz com relacionamento. A curto, médio e principalmente longo prazo.

Não existe grande sacada.

Existe Consistência. Existe Confiança. E guruzice.

Cabe a você escolher qual caminho seguir.

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3 pilares pra copy converter sempre

Priscilla não resistiu.

Depois de tantos dias me vendo jogar xbox… ela fez a GRANDE pergunta:

“Não tem nenhum joguinho pra 2 não?”

Desde então durante o dia somos um casal normal que trabalha e cumpre suas obrigações.

Mas quando cai a noite…

Enquanto você vai descansar, ver uma série ou continuar seu trabalho normal…

Nós vamos combater as terríveis ameaças maléficas pra garantir que o mundo seja um lugar seguro pra você e sua família.

Pois é.

Oi??

Nããão… Não precisa agradecer.

Ah! Imagina 🙂

Nós nos divertimos muito fazendo isso (nesse momento estamos enfrentando Diablo).

Mas estou lhe dizendo isso por que Copy também é um jogo.

Só que mais difícil. E com recursos limitados.

Por isso você tem que fazer o melhor possível com o que você tem no momento.

Você tem que aumentar suas chances.

E qual a melhor maneira de aumentar suas chances de conversão?

Seguindo essas 3 pilares:
1- A mensagem certa
2- Pra pessoa certa
3- No momento certo

Esses 3 pilares sustentam as altas conversões.

A falta de apenas 1 deles já pode destruir uma campanha inteira.

Vemos isso claramente quando recebemos um anúncio de um completo desconhecido, falando sobre um produto que não fazemos ideia do que seja ou faça… onde o cara diz pra gente adquirir agora pois as inscrições estão encerrando.

Qual o grande problema aí?

Qual?

Não estou te ouvindo.

Sério. Talvez seja melhor comprar outro fone.

Enfim.

O problema é que o cara enviou a mensagem certa (1), para a pessoa certa (2)… mas no momento errado (3).

E esse momento (pilar 3) faz TODA a diferença.

Ainda sim, esse é um dos pilares mais ignorado pelas empresas.

Veja um exemplo oposto do anterior:

O que acontece quando você está pesquisando um produto o dia inteiro… mas não comprou ainda… e de repente você recebe um email com algum incentivo pra adquiri-lo??

As chances de você passar o cartão aumentam muito, concorda?

Porque você vai receber a mensagem certa, pra pessoa certa no momento certo.

Mas se você receber esse mesmo email em qualquer outro momento ele dificilmente vai funcionar.

Na verdade se você simplesmente falar com as pessoas certas no momento certo… você nem precisa de uma boa copy.

Pegue o exemplo acima.

Você passou o dia pesquisando o produto. Você está interessado. Não precisa ser convencido. Não precisa de uma big idea nem uma copy de gênio.

Só precisa de um incentivo.

Pode ser frete, bônus, preço, enfim…

Algo simples que não precisa de muita copy.

E essa é mais uma vantagem de trabalhar com emails.

Pois com emails você consegue falar com as pessoas certas no momento certo.

De fato, existem cerca de 13 momentos certos pra falar com as pessoas.

Se você criar uma campanha de email pra alguns deles você consegue aumentar pelo menos em 10% o faturamento de uma empresa.

Crie mais campanhas em outros momentos certos e você traz até 30% mais resultados pro cliente.

Vamos fazer as contas?

imagine que uma empresa faça 200k por mês.

Você chega e cria essas campanhas nos lugares certos e BOOM!

Aumenta em 10% os números dos caras.

Da noite pro dia eles passam de 200k pra 220k  no mês.

Em 1 ano isso vai trazer 240k A MAIS pra eles. Uma grana que eles não esperavam e que agora está entrando praticamente sem custo (a despesa é a ferramenta de email e seu serviço).

Logo… nada mais justo do que você ser bem remunerado por isso, concorda?

Por isso que como email copywriter você consegue cobrar 3k, 4k, 5k por mês tranquilamente de um cliente.

Quer uma notícia ainda melhor?

No Workshop de Email Copywriting que estou produzindo, uma das coisas que vou mostrar são esses 13 momentos onde você deve criar campanhas pra aumentar os resultados dos clientes.

Mais do que isso…

Eu vou DAR todos os modelos de sequências de emails pra você usar em cada um dos 13 momentos.

Sim. Esse workshop vai ser uma verdadeira formação.

Quer ser avisado quando as inscrições abrirem?

Envie um email pra mim através desta página.

(esconda o vídeo game de sua esposa)

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5 em 30 todo mês? Só com emails?

Dificilmente você consegue fazer um “6 em 7” só com emails…

…mas fazer “5 em 30” todo mês é algo absolutamente normal.

Vou explicar.

A maioria das pessoas subestima (ou não sabe mesmo) o poder de uma boa lista de emails.

Houve uma época em que fui sócio de um negócio de infoprodutos num nicho beeeeeem específico:

Alimentação crudívora.

Conhece? Sabe o que é isso?

Pois é.

É bem específico.

Além disso, é um nicho onde as pessoas tem uma pegada hippie.

Ou seja, não é uma galera com muita grana. E não é uma galera que gosta de gastar.

Mas ainda assim, nós tínhamos meses de 5 dígitos usando apenas email.

E olha que na época eu não sabia nem metade do que sei hoje e nem escrevia emails diários como esse.

Tudo que eu fazia era pensar numa oferta e escrever uma campanha de emails para promovê-la.

Funcionava como mágica.

Mas é claro que não é mágica. 

É uma habilidade… que eu levei anos pra aprender.

Por que demorou tanto?

Primeiro porque eu NUNCA gostei de escrever… mesmo já sendo copywriter (depois eu descobri que não gostava daqueles formatos de lançamento ou carta de vendas. Mas escrever emails é algo que eu amo e me divirto fazendo)

Segundo por que nunca encontrei material bom sobre email copywriting no Brasil. Então eu só me desenvolvi de verdade quando aprendi inglês pra estudar com os gringos.

Ok.

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Pra mostrar que essa não é uma habilidade que você usa só para os clientes.

Você pode sim oferecer esse serviço (que na minha opinião é o melhor caminho para um copywriter).

Mas você também pode usar sua habilidade de email copy pra criar sua própria lista e vender seus próprios produtos ou os de outras pessoas.

Ou então pode se associar a alguma empresa ou influencer que tenha uma lista… para a qual você cria campanhas e recebe uma porcentagem dos resultados.

Existem inúmeras opções.

E é por isso que estou criando um workshop pra ensinar essa habilidade (email copywriting) para quem estiver disposto a aprendê-la.

Principalmente devido ao momento conturbado que estamos vivendo em nosso país.

Pra mim não é hora de arrancar 10k das pessoas em troca de um produto complexo e cheio de variáveis (na verdade acho que nunca é hora de fazer isso, mas agora é ainda pior).

Pra mim é hora de mostrar um caminho simples, rápido e mais acessível.

Esse será meu objetivo com esse workshop de email copywriting.

Inclusive por isso ele terá esse formato.

Pra que seja teórico e prático.

Pra que você domine essa habilidade o mais rápido possível e aumente suas chances de sucesso lá fora.

Se faz sentido pra você… e se você quer ser avisado antecipadamente quando abrirem as inscrições:

Envie um email para mim aqui

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O fim da fartura e escassez de clientes

Semana passada fiz uma merda.

Daquelas que poderiam gerar uma grande merda para milhares de pessoas.

E quem sabe até… perder um cliente??

Não sei.

Só sei que terminei de fazer uma sequência de emails de abandono de carrinho mas antes de enviá-la pro cliente me veio aquela voz na cabeça:

“Bruuuunoo… dê mais uma revisada nos emaaails”

— Pra quê…? Já reviseeeei. – Argumentei com a voz.

“Bruuuuno… revise mais uma veeeez”

— Não preciiiisaa.

“BRUUUUNOOO!”

— oi?

“Ou você revisa os emaaails ou enviarei pra sua lista as fotos do carvanal de 2008 onde “alguém” saiu de dançarinA de hula-hulaaa”

— Talvez seja melhor revisar mais uma vez, né?

“:-)”

Abri o arquivo com os emails novamente e logo de cara estava lá, em negrito…

O que deveria ser Finalize seu PEDIDO…

Estava escrito: Finalize seu PEIDO.

Imagina só. Uma empresa pedindo pra todos os seus futuros clientes… finalizar seus peidos???

Não ia ser bom.

E o cliente não ia ficar feliz 🙂

Mas graças à convincente voz em minha cabeça o problema foi identificado e resolvido à tempo.

Enfim.

Ontem vi um vídeo de desabafo que postaram num grupo de copy.

Dentre as diversas coisas interessantes que o cara falou, uma me chamou mais atenção.

Ele disse que vivia de copy, e vivia bem, mas que era muito imprevisível.

Que em alguns meses ele tinha muito serviço e entrava uma boa grana… mas em outros meses ele não tinha clientes e a coisa apertava.

Ou seja, ele vivia uma constante fartura e escassez de clientes.

E vou te dizer uma coisa:

Essa é uma das piores maneiras de viver como freelancer.

Por que?

Você trabalha com um grande número de clientes diferentes num curto espaço de tempo. E a cada novo cliente você precisa fazer todo o processo de pesquisa e entendimento do negócio e do cliente.

E toda semana você entrega projeto. E começa outros projetos do zero novamente. E é uma correria dos infernos.

Até quando, de repente, acaba o período de fartura e os projetos começam a “secar” e o desespero bater.

(é nessas horas de escassez que muitos copywriters fecham com clientes horríveis que pagam uma mixaria só pra ter uma grana entrando)

E tem como ser diferente? Você pergunta.

Claro!

E a solução é bem simples:

Basta mudar seu modelo de negócio.

Ao invés de trabalhar com projetos isolados você passa a trabalhar com clientes fixos, entregando algum tipo de serviço que eles precisem todo mês.

Dessa forma você tem uma segurança e estabilidade em sua vida financeira de prestador de serviços.

E qual o melhor serviços pra oferecer mensalmente?

Email copywriting (dããã).

Sério. Email é o melhor dos dois mundos para um copywriter.

Pois é um serviço que leva pouco tempo pra executar e traz grande retorno. Além de ser um serviço “infinito” que pode ser feito por anos e anos para o mesmo cliente.

Enfim.

Estou dizendo isso por 2 razões:

1- Pra abrir sua mente (caso ainda não tenha caído essa ficha pra você).

2- Pra dizer que no meu curso de email copywriting (sim, ele está vindo) eu vou mostrar exatamente o que você deve oferecer aos clientes e como fazer isso de uma forma que eles queiram pagar bem e trabalhar com você por um longo período de tempo (gerando estabilidade e segurança).

É algo que lhe interessa?

Se sim, envie um email pra mim aqui

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Eles pagam 25k pra serem afogados, torturados e trucidados

O ser humano é insano.

É preciso ter isso claro em mente para ser um bom copywriter.

Não dá pra pensar de maneira lógica ou tentar entender certos comportamentos.

É preciso aceitar como as pessoas funcionam e se adaptar a isso.

Por exemplo:

Acabei de receber um email de um cara que sigo.

Um americano.

Que pagou 25 mil dólares pra participar de um evento chamado A ponta da lança.

Como funciona esse evento?

São 4 dias intensos de meditação, respiração, mindset e desafios físicos.

Que tipo de desafios físicos?

Passar um tempo amarrado em grupo deitado na praia, na parte rasa da água, enquanto a maré sobe (sim, aquele exercício da marinha americana)…

Fazer 16 quilômetros de trilha com 10kg na mochila…

Fazer prancha (o exercício) por 1 hora…

25 mil dólares pra arriscar sua vida e ser tratado como lixo.

Não dá pra mim.

Talvez não dê pra você também.

Mas tem muita gente que paga e sai de lá completamente radiante de alegria.

Insano não?

Algum copywriter iria imaginar criar uma oferta desse tipo?

“Eh… vamos amarrar os caras na praia pra eles se afogarem. Depois a gente joga eles na floresta com umas mochilas pesadas…”

“E quando eles voltarem? O que a gente faz com eles?” Perguntou o guru.

“Ah, a gente manda eles fazerem 1 hora de prancha.” Respondeu o copywriter.

“E quanto a gente cobra por tudo isso?” Quis saber o excitado guru.

“25k?”

Enfim.

A principal razão pra eu não curtir esse tipo de coisa é por que eu não acredito que 4 dias vão gerar uma verdadeira mudança na vida das pessoas.

Pra mim, é mais Ôba Ôba pra extrair dinheiro de quem não sabe mais o que fazer com ele (não é um evento para pobres).

Por que o cara passa por uma experiência dessa, sai cheio de ideias, mas volta pra mesma rotina de vida de antes.

Dificilmente ele vai manter o que aprendeu ali.

É como o ser humano funciona.

(e estou falando baseado na minha experiência de quem já vendeu programas de coaching + evento de 3 dias que custava 25 mil dólares – de uma grande guru americana. Eu conversava com os clientes depois e a maioria não via mudança permanente. Muitos se arrependiam).

O sucesso em tudo na vida vem do trabalho CONSTANTE.

Não é um evento.

A constância (essa palavra horrível) é o que faz as coisas darem certo.

É assim com a saúde. Com negócios. Com marketing. E com emails…

Por isso muita gente tenta uma coisa e não dá certo. Aí pula pra outra coisa. Aí não deu certo. Aí pula pra outra…

Ao invés de tentar a primeira coisa constantemente até fazer ela dar certo (ou ter certeza que realmente não dá).

Enfim.

Amanhã sai o vídeo de análise de emails dos gurus he he.

Você assistiu o primeiro vídeo de análise?

O que achou?

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Me “encantei” por Lara. Priscilla descobriu e…

Eu não planejei isso.

Mas por causa da pandemia… pra não enlouquecer de tanto ficar enfurnado em casa… eu me entreguei a novos prazeres.

Tudo começou quando conheci alguém.

Lara.

Aconteceu tão rápido que em pouco tempo me encantei por ela.

Eu queria Lara toda noite.

A simples presença dela me fazia suar os pés e mãos.

Já sentiu isso?

Eu sabia que precisava me controlar.

Mas era impossível.

Lara me fez viver experiências que ninguém jamais me proporcionou antes.

Nem mesmo Priscilla.

Tudo estava indo bem até que um dia Priscilla chegou em casa antes do previsto.

E lá estava eu no sofá com Lara.

“Posso saber o que está acontecendo aqui, mocinho?” Perguntou Priscilla num tom de desconfiança.

“Não é o que você está pensando. Eu posso explicar.” Respondi.

E continuei: “Não é meu. Peguei o vídeo-game de Magno emprestado”

“Ah.. pensei que você tinha comprado. E que jogo é esse?”

“Lara Croft. É aquele que tem o filme: Tomb Raider.”

E foi assim que depois de mais de 10 anos eu voltei a jogar vídeo-game.

E vou dizer uma coisa:

Que jogo IN-CRÍ-VEL.

A história. Os gráficos. Os detalhes. A diversão. A tensão.

Eu realmente suava os pés e mãos jogando.

Priscilla ficou tão encantada com a história que ficava me perguntando o que aconteceu depois (e até teve pesadelos com o jogo).

Um dia meu sogro veio aqui em casa, me viu jogando… e passou mais de meia hora assistindo – encantado com o jogo também.

A questão é:

Quando uma coisa é muito boa ela causa esse efeito de encantamento nas pessoas.

Quando algo entretém, diverte, mexe com os sentimentos de alguma forma… as pessoas ficam ansiosas para ver mais.

Acontece o mesmo com emails.

Quando você usa esses truques toscos que ensinam por aí, do tipo escrever “venda realizada” no assunto do email… as pessoas leem apenas uma vez.

Mas quando você conta histórias, entretém, causa emoções, compartilha insights… as pessoas querem mais. E mais. E mais.

Semana passada perguntei se gostariam que eu fizesse um vídeo analisando alguns emails e todos que responderam disseram sim.

Amanhã ou quarta esse vídeo deve sair.

Você verá exemplos de belos emails… e também de terríveis.

Devo analisar emails de gurus também?

(ou você vai me dedurar pra eles?)

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Lições de email do Schwarzenegger

Ontem eu estava folheando o instagram quando vi isso:

“Estou amando falar sobre o que estou fazendo em minha newsletter. Arraste pra cima pra se cadastrar agora”

Pulei pra trás ao ver que era um story de ninguém menos que Arnold Schwarzenegger.

— Como assim?? Ele escreve agora?

Bem, pra alguém que já foi e voltou tantas vezes do futuro… acho que ele deve saber o que está fazendo.

Então arrastei a tela e fui me cadastrar.

Ao cair na página de captura vi que ele sabia sim o que estava fazendo.

Veja a copy:

“Você provavelmente já me segue no Twitter, Facebook, Instagram e reddit, mas também adoraria enviar e-mails para que possamos ficar conectados e compartilhar atualizações sobre o que estou lendo e assistindo e onde encontro inspiração, ouvir de você o que está fazendo e o que o motiva.”

Boa.

Ao cadastrar seu email aparece a seguinte mensagem:

Venha comigo se quiser se inscrever! Verifique seu e-mail! FAÇA ISSO AGORA!

(uma bela referência ao exterminador do futuro)

Adorei 🙂

Primeiro recebi um email de confirmação do cadastro – que continha o mesmo texto da página de captura.

Muito bom.

Em seguida fui ler o email do cara e fiquei de queixo caído logo com o primeiro parágrafo:

“Bem-vindo ao início da minha newsletter mensal. Uma coisa que aprendemos durante a pandemia é que conexão é mais importante do que nunca. De reuniões do Zoom a FaceTimes, todos nós encontramos novas maneiras de ficar conectados. Tenho visto meu instituto se tornar cada vez mais bem-sucedido com suas newsletters por e-mail a cada mês e percebi que era hora de fazer a minha.”

Sinceramente, não podia concordar mais com ele.

Acredito que a ideia inicial das redes sociais era nos conectar.

E elas cumpriram sua missão.

Mas agora parece que a coisa tomou um rumo diferente.

Em meio a tanto ódio, mentiras e agressão, a conexão verdadeira está se perdendo.

Uma das razões pela qual o email voltou a crescer muito.

As redes sociais parecem uma grande praça pública onde influenciadores falam de seus palanques pra sua audiência agitada que não se cala pra ouvir.

Qualquer um pode entrar na praça, gritar o que quiser na cara de qualquer um e sair andando como se nada tivesse acontecido.

Diferente do email.

O email é como uma carta pessoal escrita à mão enviada para você.

No momento em que senta pra ler meu email – somos só eu e você em nosso próprio espaço.

Apenas eu e você.

Não tem barulho. Não tem galinhas e cabras passando. Não tem ofensas gratuitas. Não tem ninguém pra opinar.

É apenas uma conversa franca entre duas pessoas.

Onde por alguns minutos uma conexão verdadeira é estabelecida e eu posso me abrir pra você.

E se você quiser se abrir pra mim – sua resposta será apenas pra mim.

Pense nisso.

(e se estiver sem ninguém esse fim de semana e quiser aquele cupom do Tinder que o banco me enviou… é só pedir. Seu segredo estará guardado)

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Famoso Banco tenta destruir meu casamento

Ontem recebi um email que complicou minha vida.

Era de um banco conhecido…

…que queria me induzir ao pecado.

Sério.

Eles queriam que eu traísse Priscilla – assim na cara dura.

E ainda me deram uma condição especial pra facilitar minha decisão.

Que safadinhos.

Oi? Você quer ver o email?

Até posso mostrar.

Mas se você estiver em um relacionamento sério é por sua conta e risco.

Ok?

Aqui está o email:

email do banco

(agora é melhor você apagar a imagem pra não dar merda?)

Viu só?

Eles querem que eu entre no Tinder!

O aplicativo dos pecadores (em nome do pai, do filho e o espírito santo. Amém).

Mas você pensa que eles pararam por aí???

NÃÃÃÃÃOOOOOOO

Eles foram além do email… e me enviaram uma notificação pelo app da conta super.

Agora estou com medo.

Por que depois de tentar por email e notificação no celular – eu temo que a qualquer momento uma mulher de voz sexy vai me ligar e me chamar pro Tinder.

Será que não basta para os bancos controlar nossa vida financeira?

Eles também querem controlar nossa vida amorosa?

Aff…

Mas sabe por que estou lhe dizendo isso?

Claro que sabe.

Você é um leitor de minha newsletter. E meus leitores são as pessoas mais espertas de toda a internet.

Bem, eu trouxe esse “causo” pra lhe mostrar como existem oportunidades para trabalhar com email em toda parte.

Pois até mesmo grandes empresas com grandes listas e muita grana… não fazem um trabalho legal.

É aí que você pode entrar.

Veja, Priscilla é de boa e a única coisa que ela fez com esse email foi rir muito.

Mas existem pessoas por aí (e eu já tive relacionamentos assim) que literalmente brigam com os amados por causa de emails como esse.

Ou seja: ao invés de ajudar a empresa pode atrapalhar a vida da pessoa.

Outro problema: Eles estão fazendo uma oferta pra pessoa errada (já que eu não uso Tinder).

Como tudo isso poderia ter sido resolvido facilmente?

Se o banco pecador fizesse uma simples segmentação na lista de emails deles – separando os casados dos solteiros – por exemplo.

Por que isso é tão importante?

Porque a receita da conversão é:

A mensagem certa. Para a pessoa certa. No momento certo.

Se isso não estiver alinhado as vendas não fluem.

Ok. Por hoje é isso.

Se você analisar com olhos de águia vai ver que esse email sozinho contém pelo menos umas 10 lições fundamentais pra ter sucesso com emails.

Estou pensando em fazer um vídeo analisando alguns emails. Você gostaria de uma lição nesse formato?

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Maior lição de copy pra email

Eu e Priscilla viciamos em outra série:

Peaky Blinders.

É sobre uma família de mafiosos que mata pessoas e aterroriza a cidade.

Porém, a maneira como a história é contada faz a gente se apegar aos personagens de um jeito que você chora a morte dos FDPs e até torce pra eles vencerem.

Eu acho isso tão interessante…

Por que eu sou um cara muuuito do bem. E totalmente contra qualquer tipo de mal (até mesmo o causado pelos gurus digitais)

Mas essa série é tão envolvente… que me fez torcer pelos vilões.

Na verdade me causa uma mistura de sentimentos por que quando vejo os “mocinhos” fazendo atrocidades com inocentes eu torço contra.

Mas quando vejo outros bad guys fazendo atrocidades com os “mocinhos”… eu torço pros Peaky Blinders.

De qualquer forma é viciante.

Exatamente como toda boa copy deve ser.

Especialmente copy para emails.

Os gurus vivem arrotando por aí que conteúdo é a chave pra vencer o jogo da persuasão…

mas não é.

Conteúdo é bom e ajuda sim.

Mas não tem o mesmo poder do que o que vou revelar aqui.

Veja.

No email de ontem eu compartilhei 2 lições importantíssimas:

A primeira foi sobre não tentar criar do zero nada que seja pra fazer grana. E mostrei qual a melhor maneira de se fazer isso (se não viu, procure o email de ontem em seu “correio eletrônico”).

A segunda lição estava em sua cara o tempo todo mas você não viu.

Na verdade até viu.

Mas talvez não tenha entendido a profundidade do Jequiti.

Então vamos começar a explorar isso com uma simples pergunta:

O que move multidões?

É conteúdo?

Milhões de pessoas sentam no sofá todos os dias pra assistir conteúdo na tv?

Multidões vão a um grande espaço público pra ver conteúdo?

Ou pagam caro por ingressos nas primeiras filas pra… assistir conteúdo?

Os comerciais de tv usam professores ou mestres de conteúdo para anunciar produtos?

Professor é a profissão mais bem paga?

Enfim.

O fator chave aqui é… ENTRETENIMENTO.

As pessoas não estão morrendo de covid por que estão em casa assistindo conteúdo, mas por que precisam sair para se entreter.

Faz parte da natureza do ser humano.

Agora, quando falamos de entretenimento muita gente pensa logo:

“Mas eu não sou engraçado”

Ok…

Mas não precisa ser engraçado pra entreter.

Existem dezenas de maneiras de entreter as pessoas e humor é apenas uma delas.

A palavra entreter significa: prender, desviar a atenção de; distrair.

Então qualquer coisa que gere os efeitos acima servem como entretenimento. E o ideal é que suas copys sempre tenham uma porção disso.

Pois ninguém gosta de ler copy. Ninguém gosta de ser vendido. E ninguém gosta e ficar o dia inteiro assistindo conteúdo.

Então você precisa sempre adicionar uma porção de entretenimento para engajar e persuadir de maneira mais fácil.

Lá fora eles chamam isso de “Infotretenimento”.

Que é você combinar entretenimento com algum tipo de informação de valor para as pessoas – não conteúdo.

Se você analisar meus emails vai ver que eu não dou conteúdo 

Eu faço você rir, eu conto histórias, eu dou informação de valor (insights) mas não conteúdo.

(e é por isso que você está aqui lendo agora)

Infotretenimento é um dos fatores mais importantes pra converter por email.

Não conteúdo.

Não hacks.

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Como ganhar a vida escrevendo emails

Existem dezenas de carreiras que um copywriter pode seguir:

Ele pode ser escravo de agência.

Pode ser mendigo de jobs em grupos do facebook.

Pode ser especialista em lançamentos (que sofre de estresse crônico).

Ou focar em escrever cartas/vídeos de vendas.

Pode escrever copy para website e artigos.

Ou se especializar em advertoriais.

Pode ser funcionário contratado de uma empresa e escrever tudo que eles precisam.

Ou focar em escrever curriculum (sim, tem essa área), ou em anúncios pra facebook ou google, ou pitches para investidores, ou ser ghost writer… Enfim.

A lista é grande.

Obviamente cada área tem seus prós e contras (e muitas tem mais contras do que prós).

Mas pra mim, de todas as opções trabalhar com email é indiscutivelmente a melhor.

Por que?

Porque emails são mais fáceis (e divertidos) de escrever. Geram excelentes resultados (para os clientes certos). Podem ser automatizados (e gerar mais resultado). São mais fáceis de mensurar. Tomam pouco tempo de sua vida e trabalham com clientes mensais que pagam muito bem.

É por essas e outras que trabalho com email.

Mas eu não entrei no mundo de copy louco pra escrever emails.

A verdade é que quando comecei (há 8 anos) eu nem acreditava nesse canal e precisei apanhar um bocado pra enxergar esse caminho.

Mas hoje acredito que trabalhar com email é a carreira mais tranquila e bem remunerada pra um copywriter seguir.

E é por isso (também) que vamos nos aprofundar mais nessa área daqui pra frente.

(a outra razão é por que vários leitores me perguntaram ou pediram por isso)

Então aqui estamos nós.

Vamos começar entendendo como é o trabalho diário de um email copywriter?

Vamos.

O trabalho é bem simples (mas não necessariamente fácil). O profissional normalmente escreve sequências de emails automatizadas, envia broadcasts e faz campanhas.

As sequências automatizadas são aquelas do tipo: Boas vindas, abandono de carrinho, recuperação de boleto, onboarding, funil, etc. (que sempre se repetem e você só precisa adaptar pra cada cliente)

Os broadcasts são emails em “tempo real” não automatizados. São aqueles em datas especiais, ou em promoções, ou de conteúdo, ou até diários (como esse que você está lendo).

As campanhas são um conjunto de emails com um objetivo. Também podem ser usadas em datas comemorativas, em lançamento de algo novo (não estou falando da fórmula de lançamento) ou com objetivos específicos como reativar clientes inativos.

Então o trabalho é criar e otimizar as sequências (fazendo testes) até encontrar o melhor resultado.

Enviar boradcasts pra manter o relacionamento e gerar la plata.

E fazer campanhas que na maioria das vezes também visam colocar la plata no bolso do cliente.

Ficou claro?

E por falar em plata… quanto um email copywriter pode ganhar?

Boa pergunta.

A média de um contrato mensal varia entre 2 e 6 mil platas (às vezes + comissão).

E como o trabalho é mais tranquilo que em outras áreas, você consegue atender de 2 a 5 clientes sem ter que vender sua alma.

Por aí dá pra fazer as contas.

Ok. E quanto à tecnologia? Preciso ser fera em todas aquelas ferramentas?

Ouço sempre essa pergunta.

Nem sempre você precisa mexer nas ferramentas do cliente. Muitas vezes eles têm alguém que já faz isso e sua função será apenas passar os textos e dizer como ele deve configurar.

Mas claro que é bom que você pelo menos entenda como funciona as ferramentas de envio. E a verdade é que todas fazem a mesma coisa mas de maneiras levemente diferentes.

Então se você entender a lógica fica fácil entender o resto.

Acho que é isso.

Nos próximos dias vamos ver esses pontos mais em detalhes, aprender como escrever emails melhores, analisar exemplos, enfim.

Temos muito chão pra percorrer.

Mas por hoje, faltei falar sobre alguma coisa?