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Não venda sua mãe

Eu não bebo.

Vez ou outra tomo um coquetelzinho ou caipirosca com pouco ou nenhum álcool.

Mas ontem tomei 3 taças de vinho e levei 2 garrafas pra casa.

Por que?

Fui chifrado por Priscilla e precisava afogar as mágoas??

Não. (que eu saiba)

Foi porque caí na lábia de um vendedor.

Mas não uma lábia qualquer.

Digamos que eu fui vendido da maneira mais prazerosa que existe.

Na verdade, como não envolveu sexo, fui vendido da segunda maneira mais prazerosa que existe.

Cheguei na loja de vinhos e fui recebido como um rei por Cristiano, o dono do lugar.

Energia lá em cima. Sorriso radiante. E uma paixão tão grande por tudo que fazia que você podia senti-la transbordar em cada detalhe do lugar.

Imediatamente ele nos levou até uma mesa e nos serviu 2 taças de um vinho delicioso… de graça.

Sem nem saber se a gente ia comprar ou não.

Cristiano conversou com a gente naturalmente. Entendeu nosso nível de conhecimento de vinhos (que é zero) e foi trazendo alguns pra gente experimentar.

Um vinho melhor que o outro.

Então ele trouxe alguns petiscos maravilhosos e continuou conversando como se fôssemos melhores amigos – mas sempre de maneira natural.

No fim, ele nem precisou me vender.

Eu mesmo pedi pra comprar.

2 garrafas.

E agora estou aqui espontaneamente compartilhando tudo isso com você e fazendo planos pra levar minha mãe lá com o namorado.

Interessante, não?

Como em poucos minutos uma pessoa conseguiu mexer tanto comigo, além de me vender e me tornar um cliente-fã.

Isso é o que eu chamo de uma venda de alto valor.

Quando você chega nas pessoas gerando valor primeiro, tratando-as da maneira como você gostaria de ser tratado, e falando como se fosse amigo… as portas (e carteiras) se abrem pra você.

E é uma das melhores experiências do mundo. Tanto pra você quando pro cliente.

O mundo não seria um lugar melhor se mais empresas agissem assim?

Concordo.

Essa é uma das razões pra eu escrever esses emails.

Pra mostrar que existe um outro caminho.

E que você não precisa ser chato, nem mentir, nem “vender sua mãe” – como diz um popular anúncio de um “curso de copy”.

É possível criar uma experiência de alto valor usando copy.

Basta escolher seguir esse caminho.

Enfim.

Por menos Betinas e mais Cristianos no mundo.

Obs: Nas próximas semanas o primeiro parágrafo desse email pode deixar de ser verdade.

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Estranha maneira de atrair clientes melhores

Ontem terminei de assistir a série Bárbaros.

Ela conta a história real da grande batalha dos bárbaros germânicos contra o imenso exército dos gurus romanos.

Devo dizer quem venceu?

Ou é spoiler?

Ah, que se dane.

A batalha foi vencida pelo lado que foi mais estratégico… que talvez não seja quem você pense que é.

(melhor assistir pra saber)

Particularmente eu gostei de tudo na série, principalmente da maneira como eles contaram uma longa história em apenas 6 episódios (diferente dos mangás…) com bastante emoção e reviravoltas.

Também dá pra aprender várias formas de influenciar pessoas na série.

Algumas éticas. Outras nem tanto.

Mas por falar em influência, hoje quero falar sobre um conceito valoroso (acabei de aprender essa palavra) quando se trata de atração de clientes.

Não é algo tático.

Na verdade é algo bem esquisito… mas que funciona.

E por isso que quero compartilhar com você.

Bem, uma das coisas “ocultas” que influenciam diretamente no tipo de cliente que você atrai é… acredite ou não… o tipo de cliente que você é.

Por exemplo: Se você é uma pessoa que adora pechinchar… você vai atrair pessoas que gostam de pechinchar também.

Mas se você é uma pessoa que valoriza o trabalho dos outros… você tende a ser mais valorizado pelos outros também.

Parece a maior besteira do mundo. Eu sei.

Mas funciona!

E quem sou eu pra discutir sobre as leis o universo?

Sou apenas um mero mortal dotado de uma beleza divina e uma inteligência incomparável, forjado no mármore da humildade.

Enfim.

Na verdade acredito que isso funciona por que – ao valorizar o trabalho dos outros – você muda sua relação com o dinheiro.

E dinheiro é energia.

Mas isso é assunto pra um outro email.

(obviamente que SER o cliente ideal é apenas um dos vários requisitos para atrair seus clientes ideais – Os outros eu falarei em detalhes num dos Bônus do meu Workshop de Email Copywriting)

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Copy com sangue

Um dos maiores escritores de todos os tempos disse uma vez:

“Não há nada para escrever. Tudo o que você faz é sentar em uma máquina de escrever e sangrar.”

– Ernest Hemingway

O mesmo acontece com copy.

(não aquela feita por copywalters, baseada em gatilhos dementais)

Pra escrever boa copy você precisa sentar sua bunda na cadeira e sangrar no teclado do notebook.

Por que se escrever um livro de ficção, com histórias imaginadas, e o objetivo apenas de entreter, já é difícil… imagine escrever copy, baseada na verdade, com histórias reais e o objetivo de vender.

O raciocínio cerebral vai ao limite.

O subconsciente pira.

A mente do macaco grita por socorro.

Escrever copy é um sacrifício. E quanto maior a peça, mais você precisa sangrar pra produzi-la.

Como por exemplo: Lançamentos.

Você tem um trabalho do cacete, frita a mente pra encaixar todas as peças e transformar naquele loooooooongo script pra no fim… você ter apenas uma chance de dar certo… e centenas de chances de seu trabalho ir pro ralo.

Essa foi uma das razões pra eu migrar pro email.

Quando escrevia copys longas eu gostava apenas do resultado final.

Mas todo o processo de pesquisa, escrita e edição me deixavam doente (talvez por perder muito sangue??).

Ou seja: Eu passava mais tempo me sentindo mal do que bem com meu trabalho – a coisa que eu fazia várias horas por dia.

Aquilo me incomodava pra caramba.

Por que se você pegar o exemplo de músicos profissionais, ou skatistas, ou surfistas, ou fotógrafos… o processo deles é duro mas é agradável. Às vezes até prazeroso.

Ok. O cara tem que andar de patins 6 horas por dia. Mas ele faz isso com prazer na maior parte do tempo.

Mas quando eu escrevia copys longas eu sentia o contrário.

Era um sofrimento constante a maior parte do tempo.

Não sei se isso acontecia por que eu não sou um “escritor natural” e nunca gostei de escrever na vida.

Só sei que era ruim.

E eu acredito que estamos nesse mundo pra ser feliz.

Por isso fui em busca de alternativas e me encontrei no email.

Talvez seja pelo fato de ser algo menor, mais íntimo e pessoal. Não sei exatamente. Só sei que eu me divirto pra caramba escrevendo meus emails e dos clientes.

Fica ainda melhor por ser uma peça rápida de escrever, que gera resultados e que as pessoas pagam bem por isso.

Sem falar nas respostas carinhosas que recebo (tantos dos meus emails quanto dos clientes dos meus clientes)

Enfim.

Só quero que você saiba que existe um outro caminho no mundo da copy e da escrita.

Nos emails foi onde me encontrei (sem precisar sangrar nem mendigar trabalho).

Se você também quer entrar nesse mundo, a hora está chegando.

Estou terminando de escrever a página com todos os detalhes de meu Workshop online de Email Copywriting e vou começar a escrever (sem sangrar) os emails pra quem está na lista de espera 🙂

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Os novos ricos do email?

Por que Bruno não escreveu esses dias?

Será que foi covid de novo?

Será que acertou na mega e está dando a volta ao mundo?

Ou será que o incrível Dell Inspiron 5458 dele deu problema na pilha da Bios… depois no HD… depois no próprio windows?!?

Será???

Depois de enviar um email daquele “me expondo” meu notebook não faria isso.

Imagina…

Mas enfim.

Aqui estamos nós de novo 🙂

Pra falar de um fenômeno incrível que está acontecendo lá nos states e que, acredito eu, pode acontecer aqui no Brasil logo em breve.

Tem a ver com email… com grana… e com liberdade.

3 coisas que eu amo.

Bem, o fenômeno é a explosão do Substack – uma plataforma onde as pessoas criam suas próprias newsletters gratuitas e/ou pagas.

Isso fez surgir o que eu batizei de:

rufem os tambores

Os Novos Ricos do Email

Por que esse nome?

Porque tem gente lá fazendo 1k, 5k, 10k, até +80k por mês. Apenas. Escrevendo. Emails.

De onde sai essa grana?

Das pessoas que pagam para ler essas newsletters.

Imagine você acordar de manhã, escrever um email sobre um assunto que você adora, fechar o notebook e seu dia de trabalho acabou.

Eu seria mais feliz assim e você?

Claaaaaro que existem outras coisas evolvidas nisso.

Claro que muitas vezes é preciso fazer uma pesquisa antes de escrever o email… tem que responder as pessoas… mas é basicamente isso.

O próprio marketing e o próprio produto são a newsletter

O grande trunfo foi que o Substack transformou newsletters numa espécie de comunidade.

Isso facilitou para os criadores de conteúdo (vulgo escritores de emails) tanto na parte de ter sua newsletter encontrada pelas pessoas quanto na monetização da mesma.

E sobre o que são essas newsletters? Você pergunta.

Tem newsletter sobre tudo:

Política, mercado financeiro, esportes, tecnologia, negócios, ciência, saúde, música, religião, e uns nichos bem estranhos e diferentes.

Tem uma mesmo que está entre as top pagas com milhares de assinantes a 5 dólares por mês cuja descrição é:

“Uma newsletter sobre sentimentos difíceis de escrever.”

Enfim.

O mais interessante é que essas newsletters basicamente são de pessoas “comuns” que escrevem suas opiniões sobre algum assunto… e as pessoas pagam pra ler.

Pagam quanto?

Pouco. Bem pouco. A média é entre 1 a 15 dólares mensal.

Mas multiplique isso por milhares e milhares de leitores e você gera mais que muito guru por aí (ou você acredita que todos eles ganham o que dizem ganhar).

Tá gostando da ideia?

Sua mente tá fervilhando?

Então aqui vai mais uma informação interessante:

Somente de dezembro de 2020 até fevereiro de 2021 a plataforma saiu de 290 mil pra 500 mil assinantes pagantes (quase dobrando de tamanho).

É por causa desse crescimento que eu acredito que isso logo chegará no Brasil (mas nada impede que você escreva em inglês pra eles e receba em dólar).

E é por essas e outras que acredito que escrever bons emails é uma das melhores habilidades que alguém pode desenvolver na vida.

Pois ela abre um leque de possibilidades de trabalho (e de monetização).

“Coincidentemente” eu estou terminando de produzir meu workshop sobre escrita de email 🙂

(o qual QUASE foi perdido quando meu HD pifou)

Se você ainda não está na lista de espera pra ser avisado com antecedência quando as inscrições forem abertas, responda esse email.

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Maior erro pra conseguir clientes de copy

Semana passada um famoso guru de copy disse:

“A copy mais importante pra conseguir clientes é… sua própria copy.”

E ele continuou:

“Como o cliente espera que você escreva boa copy pra ele se você não escreve nem pra si mesmo.”

Na teoria isso faz total sentido.

Ou se você está em busca de pequenos clientes pra fazer projetinhos isolados, ou posts de redes sociais, ou uma landing page, enfim. Nesse casso isso deve funcionar.

Mas se você está em busca de clientes melhores, que pagam bem, valorizam seu trabalho e trabalham por muito tempo com você…

Então esse conselho pode destruir mais carreiras de copywriters do que ajudar.

Por que?

Vou explicar:

Primeiro Ponto

Os clientes não estão nem aí pra você, o que você fez ou quantas plaquinhas de lançamento você tem,

Você não faz ideia da quantidade de “copywriters premiados” que não sabem fazer um O com Copo.

São pessoas que conseguem os “resultados” e placas por conta do especialista e dos altos orçamentos das campanhas, não pela copy em si.

Mas uma vez com as plaquinhas em mãos, esses profissionais cobram valores absurdos pros novos clientes e:

Ou entregam uma copy porcaria.

Ou nem entregam a copy e desaparecem.

E isso (infelizmente) acontece tooooodos os dias nesse mercado.

E provavelmente já aconteceu com o cliente que você está interessado também.

Então como esse cliente vai reagir ao ver sua copy dizendo que você é o cara, que tem plaquinhas, que fez isso e aquilo… sendo que ele já foi enganado por copywriters que disseram isso antes?

Percebe o problema?

Segundo ponto

Os clientes (e todas as pessoas no mundo) só estão interessados neles mesmos e em seus próprios problemas.

É um dos primeiros princípios de copy que estudamos, certo?

Copy é sobre ELES. Não sobre nós.

E quando você faz uma copy sobre você… esse princípio é quebrado.

— Mas Bruno, eu posso escrever uma copy pra mim falando sobre os clientes que quero. Você diz.

Claro que pode. Mas você sabe exatamente qual o cliente que você quer? Em detalhes? Sabe exatamente quais problemas ele está enfrentando nesse momento?

Pois é.

A menos que sua copy tenha essa especificidade… não vai convencer ninguém.

Ou ela vai precisar ser vista por muuuuuitos possíveis clientes até um deles finalmente dizer sim.

Terceiro Ponto

A maioria dos copywriters que estão à procura de clientes estão no início da carreira. Muitos não possuem experiência nem portfolio.

Então como eles vão escrever sobre eles… se não tem sobre o que escrever?

É como o dilema do ovo e da galinha.

Então o que fazer pra conseguir clientes de copy?

A boa notícia é que existe uma maneira muito simples.

Já falei sobre isso em outros emails mas esse é o tipo de conhecimento que nunca é demais.

Ao invés de fazer copy sobre você… ou ficar postando conteúdo em redes sociais… ou ficar atirando mensagens e posts em grupos como uma metralhadora por aí…

…Você escolhe com quais clientes gostaria de trabalhar, dá uma boa olhada no trabalho que eles estão fazendo, e aí você envia um email com uma copy pra ELES.

Falando sobre o que você viu e como você poderia ajudá-los.

É infinitamente mais simples.

E infinitamente mais poderoso.

Claro que existem outras coisas por trás disso mas essa é a estratégia. É isso que eu faço há anos pra conseguir grandes clientes mensais de serviços.

Vou explicar essa estratégia de aquisição de clientes em detalhes no meu workshop de email copywriting que está por vir.

Esse será um dos bônus (afinal o objetivo do workshop é lhe dar o peixe e ensinar a pescar).

Se quiser entrar na lista de espera e ser avisado antecipadamente quando as inscrições abrirem, basta me enviar email aqui

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The Walking Delld

O terror continua em minha vida.

E parece que depois de vários dias de luta, tutoriais e testes de todos os tipos (inclusive com um técnico), descobri a causa do problema do meu notebook:

Ele é um zumbi.

Um morto-vivo.

Só pode… porque tem horas que vou ligá-lo e o bicho está completamente morto. Depois de um tempo eu tento de novo e ele volta à vida como se nada tivesse acontecido.

Enfim.

Mas nem só de notícias ruins é feito esse email.

Trago boas notícias sobre o workshop de email copywriting.

A primeira é que ele parece estar dando resultado antes mesmo de ser lançado?!?

Eu estava perambulando pelos grupos de copy do whatsapp e o Eros Rocha elogiou meus emails.

(por sinal um Salve pro Eros que sempre divulga meu trabalho por aí)

Aí o João Gabriel disse o seguinte:

“Não perco um email do Bruno. Inclusive, fui absorvendo algumas características deles na minha escrita e tive meu e-mail aprovado entre os finalistas pelo pessoal da Empiricus nesse concurso que teve recentemente.”

Não é novidade que eu não curto a Empiricus.

Mas se o João curte, quer trabalhar lá, e meus emails ajudaram de alguma forma o João, eu fico feliz.

A questão é:

Se apenas olhando o que eu faço já dá pra aprender algumas coisas boas… imagine o que é possível fazer depois de algumas semanas comigo ao vivo, aprendendo os métodos por trás de minha loucura, as estratégias pra melhorar os resultados de um negócio, e ainda ter seus emails revisados por mim.

Acho que dá pra alavancar uma carreira e adicionar alguns dígitos na conta.

Não sei.

Só sei que esse workshop está mais perto que nunca (com ou sem o Dell ele vai acontecer).

Se você tem interesse mas ainda não está na lista de espera, entre em contato comigo.

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Uma maneira de acelerar a venda

Hoje acordei inspirado.

Enquanto passeava com meus cachorros eu ouvia o doce som das harpas celestiais tocando em minha mente.

Novas ideias pro workshop de email copywriting fluíam sem parar como uma cascata furiosa no meio da selva.

“Branca, Moose, papai precisa voltar logo pra não esquecer esses insights.” Disse a meus cachorros.

Moose respondeu: “Tudo bem papai, a gente ent– ESQUILO!” e saiu descontrolado me puxando.

cachorros… (¬_¬)

Quando finalmente chegamos em casa, corri pro notebook pra colocar as ideias no documento do workshop.

Arrumei a mesa rapidinho. Pluguei a tomada (meu querido Dell não funciona mais sem tomada). E quando apertei o botão de ligar…

…a luz acendeu.

A máquina começou a funcionar…

Um sorriso de gratidão começou a se formar em meu rosto…

E tudo apagou de repente…

WTF???

Eis que o problema não era apenas o ferrinho que segurava o HD (como disse no email de ontem).

Parece que o problema é o famoso “junta”.

Enfim.

Antes de correr pro mercado livre quero falar mais sobre o email do RoboCopy Gay.

(Porque ELE foi a verdadeira lição de ontem – caso você tenha focado nos maravilhosos notebooks Dell).

Como disse, emails polarizadores como aquele funcionam muito bem mas é preciso ter cuidado ao enviá-los.

É preciso conhecer a lista e é bom ter aprovação do clientes antes (caso você escreva pra outros).

O outro ponto é que esse tipo de email não serve apenas pra engajar a lista.

Ele também gera vendas.

Por que cada lead tem seu “tempo” pra converter.

Alguns só precisam de dias. Outros semanas. Outros meses. E alguns, acredite, levam até anos.

Caso você esteja se perguntando se existe uma maneira de acelerar esse processo de decisão…

SIM. Existe.

Na verdade existem cerca de 10 maneiras diferentes de acelerar a venda (com verdade e ética).

Uma delas é enviar um email polarizador como esse pra dar uma “sacudida” e influenciar na decisão.

As outras 9 maneiras eu só vou revelar em meu workshop de email copywriting que está por vir 🙂

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Um veneno pra copy

Ontem descobri uma série insana.

A começar pelo nome:

Gokushufudou tatsu imortal

(duvido você pronunciar certo)

(duvido até você LER certo… tá doido)

A série é sobre o assassino mais perigoso da Yakuza que decide se aposentar pra ser… dono de casa.

Pois é.

Na verdade é baseada num mangá. E a série é feita como se você estivesse lendo um mangá.

O problema é que nem eu nem Priscilla gostamos de mangás…

…mas ainda assim demos boas risadas com a série.

Por que?

Porque se você tirar os óculos de copywalter e olhar com olhos de águia você verá que essa série carrega o antídoto pro grande veneno de copy.

Como assim “você não sabia que existe um veneno de copy”??

Caramba, uma coisa tão mortal dessas… e você aí com a cara pra cima…

Quem sabe até… já foi infectado e nem sabe??

Meu Deus.

Esse troço é tão perigoso que pode destruir até casamentos.

Sério.

O pior é que esse veneno está em toda parte.

Nas redes sociais. Nos emails que você recebe (não nos meus, é claro). Na TV. No carro de som que passa na porta. No supermercado.

Está no mundo digital e no físico também.

Que veneno é esse que destrói copys (e casamentos)?

É uma palavra difícil de dizer mas fácil de entender.

Chama-se Presiv– não.

É a Pre-vi-sil-li–

merda…

Pre vi si bi li DADE.

Isso lol Previsibilidade.

É essa coisinha aí que faz as pessoas virarem os olhos de seus anúncios, emails, vídeos e seja lá que copy for.

Por que quando alguém recebe uma mensagem (escrita, visual ou auditiva) e tem a sensação que já viu aquilo antes… ou que é mais do mesmo… o cérebro entende como algo sem importância que não merece atenção e simplesmente ignora.

Fato: Copy previsível é ignorada.

E o que é ignorado não converte. Dá prejuízo.

Dito isso, sua próxima pergunta deve ser:

Como criar copys diferentes que surpreendem, se destacam na multidão e (mais importante) mantêm o interesse da pessoa (da mesma forma como você está lendo esse email)?

Você pode fazer isso com humor. Com livros. Contraste. Histórias. Perguntas chave. Até com reclamações do próprio público.

Existem dezenas de maneiras de NUNCA MAIS escrever copy previsível.

E eu vou mostrar cada uma delas em meu workshop de email copywriting que está a caminho 🙂

Para entrar pra lista de espera e ser avisado antes de todo mundo quando abrirem as inscrições, clique aqui pra me enviar email.

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Uma letra diferente. O triplo de resultados

Se você conhece Dan Kennedy sabe que ele não sai por aí falando besteira.

(se não conhece, ele é um dos maiores e mais respeitados nomes de copy do mundo)

Em seu curso A clínica do Copywriting ele contou que anos atrás um pequeno erro ortográfico causou um aumento de 300% de resposta em um anúncio.

Veja como foi.

Era um anúncio de um conjunto de fitas K7 (aquelas que você rebobinava com a caneta bic) e foi veiculado numa revista.

O anúncio original foi publicado com esse título:

Put Music In Your Life
(Coloque Música Em Sua Vida)

Mas na hora da diagramação para impressão de uma nova edição da revista, alguém escreveu uma letra a mais e o anúncio saiu assim:

Puts Music In Your Life
(Coloca Música Em Sua vida)

Como uma simples letra foi capaz de causar tamanha diferença de resultados?

Vou explicar.

Quando você diz “coloque” música em sua vida… o leitor presume que vai ter trabalho (e as pessoas são preguiçosas).

“Coloque” é uma ação que precisa ser realizada pelo leitor, certo?

Mas quando você diz “coloca” dá a entender que o leitor vai apenas receber o benefício.

É pura psicologia.

2 grandes lições podem ser tiradas desse caso:

A primeira é um erro que vejo com frequência quando analiso copys de clientes.

O copywriter esquece de exaltar o benefício e fala sobre o processo (como no exemplo acima).

A segunda lição é mais importante e ao mesmo tempo a mais ignorada:

Teste.

A única maneira de saber se uma copy é realmente boa é testando.

Acredite. Diferenças de resultados como no caso acima são mais comuns do que você imagina.

Essa é uma das (inúmeras) razões pelas quais odeio lançamentos.

Pois com lançamento você só tem uma chance.

E a copy mais importante de todas (dos vídeos) não pode ser testada.

Por isso a maioria dos lançamentos bombam.

Diferente de emails, onde você pode fazer um teste com uma pequena porcentagem da lista e enviar a copy vencedora para o restante.

E essa é uma das várias razões pelas quais copywriters de email são mais felizes 🙂

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Como deixar de ser visto (pelos clientes) como mais um na multidão

Sabe o que está em alta nesse momento?

É um tipo de negócio que estourou em várias regiões.

Não sei se já chegou aí onde você mora.

Mas aqui está bombando.

E pela velocidade que isso cresceu eu penso que deve ser algo muito bom.

Melhor até que seguir carreira como copywriter??

Não sei.

Só sei que esse troço virou FEBRE.

Do que estou falando?

Do Carro Do Ovo

Caramba…

Toda vez que vou atravessar a rua e olho pros lados, 3 de cada 10 carros que passam são carro dos ovos.

Um dia desse pedi um Uber e quando entrei…

…era um carro do ovo.

Hoje eu tenho certeza que quem nasceu primeiro foi o OVO.

Enfim.

A verdade é que o carro do ovo se popularizou no Brasil (assim como copywriting) mas a maioria dos que fazem isso só ganha o suficiente pra sobreviver (assim como copywriting??).

Não por acaso.

Isso acontece principalmente por que ovo virou um commodity – um produto comum que se encontra em toda parte (assim como copywriting?!?).

Ok… mas como fugir disso?

Como deixar de ser visto (pelos clientes) como mais um na multidão?

A resposta é simples:

Se especializando

Ao se especializar em algo você se coloca “por cima da carne-seca”. Se destaca aos olhos dos clientes. E pode cobrar mais caro.

Isso não sou eu quem estou dizendo.

É o mundo.

Em toda parte especialistas são mais reconhecidos e mais bem pagos.

Clínico geral X Cardiologista.

Professor X Doutor

Restaurante Self Service X Restaurante Italiano

Dolly X Coca

Ao se especializar seu trabalho também se torna mais fácil.

Por que o cardiologista só vai resolver problemas do coração. Seu campo de atuação é limitado.

Mas um clínico geral vai pegar problemas de tudo quanto é tipo. Normalmente é um profissional que entende um pouco de tudo e muito de nada.

O mesmo acontece com copy

Você pode ser um copywriter genérico que trabalha com todo tipo de bucha– digo, de projeto… ou pode ser um copywriter especialista que só trabalha em sua área.

Se você pedir minha opinião sobre isso é óbvio que de todas as áreas de copy eu recomendo com todas as células de meu corpo que você se especialize em email.

Por que é um trabalho mais estratégico. Mais simples. Menos braçal. E mais valorizado.

Um copywriter genérico é como o soldado que está lá na frente da tropa no campo de batalha, lidando com todo tipo de coisa no meio da multidão enfurecida.

O copywriter de email é como um sniper que fica de longe, deitado, protegido, e só precisa dar alguns tiros específicos pra cumprir a missão.

Não quer dizer que você não trabalha e passa o dia coçando o saco.

Isso não existe.

Mas é uma área onde você consegue fazer mais… com menos (princípio de Pareto).

É por isso que em breve vou lançar um Workshop de Email Copywriter que vai ser uma verdadeira formação pra quem quer se especializar nessa área e seguir essa carreira.

Meu objetivo é lhe ensinar a pescar e lhe dar o peixe

Então além da teoria vai ter a prática com o tio Bruno passando dever de casa e analisando sua copy pessoalmente pra você saber onde melhorar…

E o peixe serão modelos de emails prontos, checklists, swipes, cheatsheet e outras coisinhas mais pra facilitar seu trabalho no dia a dia.

Vai ser bacana.

Se você se interessou e quer ser avisado antes de todo mundo quando as inscrições forem abertas, basta me enviar um email por aqui.