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Pequenas audiências, Grandes negócios

É engraçado como o mundo funciona.

Da mesma forma que existe uma porrada de empreendedores e experts que passam a vida correndo atrás de mais seguidores…

…existe uma porrada de empreendedores, experts e “influenciadores” que possuem audiências imensas – mas não fazem nem 1k por mês com elas.

Por que isso acontece?

Oi??

Não … não é porque a terra é plana…

???

Na verdade, isso acontece por que a chave pra um negócio crescer não é exatamente construção de audiência.

Qualquer tonto consegue construir audiência.

(uma rápida deslizada de dedo no celular mostra isso)

Basta produzir algum tipo de conteúdo diariamente e uma audiência será construída automaticamente.

Ou então, basta desembolsar uma grana pra ads e uma audiência é construída em poucos dias.

Mas e aí?

Você tem uma audiência.

Mas até onde eu sei, não dá pra pagar nenhuma conta com seguidores.

O que prova meu ponto.

Construir audiência não é o mais importante.

De novo, o mundo está cheeeeeio de pessoas, empresas e influenciadores que possuem grandes audiências… e contas bancárias vazias.

Isso porque a terra é plana mais importante do que ter uma audiência é…

É…?

Isso!

Saber monetizar uma audiência.

Isso sim faz toda a diferença num negócio.

A habilidade de transformar seguidores em verdinhas – de maneira ética.

É essa habilidade que transforma você num verdadeiro herói para os clientes ou co-produtores.

Assim como está acontecendo com um de meus alunos.

Ele começou a trabalhar com um cliente grande – que já investiu muito em mentorias e lançamentos – mas só conseguiu fazer 30 vendas durante todo o ano de 2021.

Quando questionava seus “mentores”, eles diziam pro cliente continuar martelando a oferta até ela dar certo.

Uau! Isso é que é conselho de especialista, hein?

Mas enfim.

O fato é que meu aluno chegou com um plano simples e sem custo, que quando executado pode até trazer mais resultados em 30 dias do que o cliente conseguiu durante o ano inteiro.

E tudo isso vai ser feito usando apenas emails e estratégia (o que deixa o cliente ainda mais feliz).

E… tudo isso (e muito mais) vai ser ensinado em minha formação de Email Copywriter 2.0 que está por vir.

Saber monetizar uma audiência é o tipo de habilidade que permite você – mesmo no início da carreira – conseguir trabalhar com seu ídolo (como está acontecendo com o aluno mencionado acima).

É também o tipo de habilidade que “bota comida na mesa” rápido.

Foi uma das coisas que me salvou quando eu quebrei e me afundei em 6 dígitos de dívidas, há alguns anos.

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4 a 5 dígitos por mês… sem clientes??

Nunca gostei de ter chefe.

Nem de cumprir horários.

E muito menos de ter que estar presencialmente num escritório pra fazer algo que eu poderia fazer de casa.

Essas foram algumas das razões que me fizeram largar os trabalhos tradicionais pra me aventurar no mundo freela.

Você sabe, eu queria ser meu próprio chefe.

Mas a verdade é que mesmo trabalhando por conta própria você ainda tem pessoas “mandando” em você.

Aqueles que chamamos de: Clientes.

Claro que, se você escolher corretamente seus clientes, é muuuuuuuuito mais tranquilo trabalhar com eles do que com um chefe mala tradicional.

Mas ainda assim, chega um momento que cansa também.

E aí, o que você faz?

Bem, aí vai depender do seu arsenal de habilidades.

Se for um copywriter tradicional, você provavelmente vai em busca de parceiros pra fazer lançamentos como co-produtor.

O que envolve muito muito muito muito trabalho, tempo e energia e as chances de ter retorno são baixas, já que a coisa depende de muitos fatores que você não tem controle (como o próprio especialista, por exemplo).

Mas se você for um email copywriter…

Você pode facilmente chegar nas pessoas ou empresas certas e propor gerenciar a lista de emails deles em troca de uma porcentagem dos resultados.

Dessa forma você tem mais controle sobre os resultados e o esforço pra conseguir esses resultados é infinitamente menor – afinal – você só precisa enviar 1 email por dia.

Dessa forma você deixa de ser um prestador de serviço pra se tornar um parceiro estratégico do negócio.

Também deixa de ter alguém mandando em você pra ser o conselheiro que diz ao cliente o que ele tem que fazer pra aumentar seus resultados.

E ainda pode escalar seu negócio de copy sem ter que trabalhar mais.

Mas pra isso, você precisa ter as habilidades certas.

E são essas habilidades que vou ensinar em meu novo treinamento de Email Copywriter que está por vir.

O objetivo é ajudar você a deixar de ser apenas um copywriter e se tornar um conselheiro estratégico de empresas e experts – que trabalha menos e ganha mais – de maneira inteligente.

Aguarde…

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Como ralar menos e conquistar mais

Você ia rir muito se visse isso.

Priscilla ri toda vez que me vê fazendo isso.

Isso o que?

Bem, eu realmente estou encantado (pra não dizer viciado) com o jogo Sekiro dies twice.

Encantado com a história, o mundo, a mecânica e principalmente o fato de ser um dos jogos mais difíceis da atualidade.

O grande problema – e aí é onde vem a graça da coisa – é que jogos difíceis me deixam nervoso e tenso.

E… quando fico nervoso… minhas mãos suam.

Mas elas não ficam apenas úmidas, como a de muitos por aí.

Não…

Minhas belas mãos suam como duas nascentes de rio que literalmente escorrem por meus braços e por qualquer coisa que eu toque.

Incluindo: Meu notebook – o qual uso pra jogar Sekiro.

Consegue imaginar o risco que cada partida representa??

Pois é.

Então, pra evitar que o suor escorra dos meus dedos, passe pelo teclado e chegue até à placa mãe do note (queimando o bicho)…

…eu “visto” minha mão com um saquinho plástico – que precisa ser esvaziado constantemente – mas que evita o pior.

Imagine você abrir a porta de meu escritório e dar de cara comigo no notebook, com a mão esquerda dentro de um saco… todo molhado??

É ridículo.

É humilhante.

Mas é tããããão bom jogar Sekiro 🙂

Mas enfim.

Constrangimentos à parte, o jogo realmente é difícil.

Difícil como a vida real.

Porém, até mesmo as maiores dificuldades do jogo (os chefes) possuem maneiras mais simples de serem superadas.

Na verdade, estratégias mais simples.

Então, você pode tentar derrotar os chefes sozinho e morrer, morrer, morrer e morrer até não aguentar mais de tanta humilhação (e ainda sofrer penalizações do jogo por morrer demais)…

Ou você pode ir em busca da estratégia mais simples pra superar aquele desafio.

O mais interessante é que SEMPRE existe uma maneira mais simples.

Até mesmo pra aquele desafio que já lhe espancou tanto até fazer você pensar em desistir.

O mesmo vale pra vida real.

E para os negócios.

É sempre uma questão de estratégia.

De pensar e fazer diferente.

Ontem mesmo ouvi uma história que é um excelente exemplo disso.

É a história real de um influenciador/expert de grande renome em sua área… que é membro do caríssimo marxtermind do guru “líder supremo”… mas que os resultados de seus últimos lançamentos foram um fracasso após o outro.

E (infelizmente) ele não é o único nessa situação.

Já vi outras histórias iguaizinhas a essa:

De pessoas que pagaram um rim por um curso de guru… depois pagaram um carro por uma mentoria/mastermind de um guru… depois investiram ainda mais em equipe, equipamento, anúncios e produção pra colocar em prática as estratégias mirabolantes dos gurus e… no final… NADA.

Zero resultados.

Ou então, resultados ridículos que não cobrem nem os custos.

ESSE é o jeito difícil de fazer negócios.

É o estilo Sekiro.

Mas assim como em Sekiro, existem maneiras mais simples de superar os desafios e conseguir excelentes resultados.

No caso desse mundo virtual, a estratégia mais simples que encontrei até agora foi usar emails diários.

(como esse que você está lendo)

Sim, tá todo mundo dizendo por aí que email já morreu e que tem que fazer lançamentos e blá blá blá…

E enquanto isso, existem pessoas usando simples emails como esse pra vender praticamente tudo: Produtos, serviços, cursos, mentorias, eventos, enfim…

Sem equipamentos.

Sem equipe.

Sem super produção.

Sem redes fossiais.

Sem seguir o caminho que os gurus pregam.

Apenas. Escrevendo. Emails.

Eu particularmente considero essa a habilidade mais valiosa que alguém pode ter nos dias de hoje.

Por que?

Porque você pode usá-la tanto pra monetizar sua própria audiência (caso tenha uma)…

Quanto pode usá-la como serviço para pessoas ou empresas que possuem uma audiência e não sabe como monetiza-la.

Por exemplo:

Um de meus alunos tem um cliente que paga 4k/mês pra ele escrever esses emails diários. No primeiro mês ele conseguiu fazer 22 vendas de um produto de 2.5k.

Ou seja: 55k em um mês e o cliente teve ZERO trabalho ou despesa.

Beeeeeem diferente de um lançamento tradicional, concorda?

Tanto pro cliente em si quanto pro copywriter.

Enfim.

O que quero dizer é:

Sempre existem maneiras mais simples de ralar menos e conseguir mais.

Mas pra isso você precisa sair da Matrix.

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Feliz Dia das Gruxas

Desde o início dos tempos…

Os Gruxas (gurus bruxas) já tentavam controlar as pessoas pelo medo.

Eles inventaram que no dia 31 de outubro os mortos voltavam para nosso mundo, e que era preciso fazer fogueiras imensas, queimar plantações e sacrificar animais para se proteger das coisas ruins.

Como se não bastasse, os gruxas aproveitavam esse dia pra fazer “profecias” do que ia acontecer (e o que as pessoas deveriam fazer para não sofrer o grande mal).

Milhares de anos se passaram e quase nada mudou.

O mundo continua cheio de gurus aterrorizando as pessoas pra que elas sigam seu “caminho sagrado”.

Pode parecer exagero meu, você pensa.

Mas se você pensa assim é por que você só conhece o nível superficial da guruzice.

Só vê o que está aparecendo “fora da água”.

Mas quando você vê os bastidores do show deles e, principalmente, a pilha de relatos de pessoas enganadas e até “quebradas” por dentro…

Você entende as consequências desse show de horrores.

Mas ei,

Não vim aqui pra estragar seu dia com coisas negativas.

Pelo contrário.

Eu vim aqui pra lhe dizer que você não precisa de guru nenhum pra encontrar seu caminho.

E que o mundo não é um lugar aterrorizante.

E que existem milhares e milhares de caminhos diferentes pra ter sucesso na vida.

(e que aquela condição especial única do guru vai continuar lá no mês seguinte. E no próximo. E no próximo…)

Em outras palavras:

Não tenha medo da vida.

Não tenha medo de fazer o que você sonha.

Mas pra isso, aqui vai outro conselho valioso:

Pare de ouvir os outros. Pare de ouvir os conselhos de internet. Pare de deixar que os outros digam como você deve viver.

A vida é sua.

Você tem seu próprio propósito nesse mundo.

Mas pra descobrir seu caminho e segui-lo você precisa parar de ouvir o mundo e ouvir apenas o que vem do seu coração.

Todas as respostas de sua vida estão em você.

Dentro de você.

Acredite.

Hoje, graças a internet, ficou mais fácil do que nunca criar seu próprio caminho.

Você gosta de pintar com o dedo?

Gosta de fazer armas de seus rpgs favoritos?

Gosta de criar bonsai?

Gosta de exibir seu corpo?

Gosta de cuidar de cascos de cavalos e gado?

Gosta de engraxar sapatos?

Gosta de escrever emails como esse?

Ótimo!

Porque em todos os casos acima são de pessoas que ganham a vida fazendo o que amam e compartilhando sua paixão com outros através do digital.

Não estou dizendo que é fácil.

Nada é fácil.

Estou dizendo que é possível.

E que é uma jornada incrivelmente maravilhosa quando você faz o que ama.

Completamente diferente de quando você faz algo só pela grana.

Ontem mesmo ouvi várias histórias de amigos de amigos que passaram em concursos mais desejados do Brasil, pra ganhar 40k e benefícios…

…mas que eram pessoas infelizes. Algumas até em depressão.

Por que?

A maioria foi condicionada desde pequeno a pensar que bastava passar num concurso e sua vida estaria “feita”.

Mas quando finalmente conseguem…

Estão morando numa cidade merda. Longe de todas as pessoas que amam. Fazendo algo que não nasceram pra fazer. E vivendo sob as rédeas do dinheiro.

Isso sem falar nos milhares que não conseguem ser aprovados e vivem em constante frustração.

Tudo isso por que eles resolveram ouvir as vozes exteriores ao invés de sua voz interior.

Enfim.

Nada me inspira mais do que ver pessoas apaixonadas pelo que fazem.

Seja cozinhando, engraxando sapatos, tirando fotos, empilhando dominós ou tocando baixo.

E nada deixa essas pessoas mais felizes do que fazer o que amam.

Pense nisso.

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Seus emails são um saco?

Ontem comecei com meus alunos o desafio:

3 em 30.

O objetivo (caso não tenha ficado claro) é fazer 3k (mensais) em 30 dias.

Ou seja,

Vou explicar mais uma v–

sacanagem.

Mas a ideia é conseguir pelo menos 1 cliente de email de 3k/mês.

Isso mesmo:

3k/mês pra escrever apenas emails como esse.

A ideia é que as próximas turmas sejam assim também – focada em resultados incríveis e rápidos (diferente das formações de gurus que existem por aí??).

Enfim.

O interessante é que quanto mais o tempo passa, mais a demanda por email aumenta.

Com as redes fossiais (por que só tem merda lá) reduzindo cada vez mais o alcance e engajamento – tem muita gente voltando a usar o bom e velho email.

O problema é que:

Ninguém sabe vender por email.

Veja, por exemplo, esse trecho do email que recebi essa semana.

É de uma especialista que nunca me enviou um email desde que me cadastrei, e do nada mandou um falando sobre sua nova mentoria.

No email ela falou (muito por alto) sobre essa mentoria e depois já mandou essa:

“E mais uma coisa: eu não vou mandar mais nenhum email sobre o lançamento da mentoria para quem só estiver inscrito na newsletter, porque eu não quero encher o saco de quem não está interessado.”

Ok…

Mas você nem enviou emails pra fazer as pessoas se interessarem…

E…

Se você mesma acha seus emails um saco, como esperar que as pessoas se interessem por eles?

Mas eu não a culpo ou critico por agir assim.

É normal.

Por que enviar emails é como fazer amor:

“Se você não está curtindo, provavelmente é porque está fazendo errado.”

E como disse, não tem quase ninguém fazendo certo por aí…

O que abre um oceano azul para quem escreve bons emails.

Se fizer sentido pra você, e você quiser aprender como fazer amor gostoso enviar emails que vendem, me envie um email.

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Ela engenhou meu reverso

Ok… talvez tenha ficado estranho.

Ou “mal colocado”.

Mas prometo que não tem nada a ver com 50 tons de cinza.

Tem a ver apenas com:

E-mail…

E…

Viver de email.

Semana passada recebi essa mensagem da Marcella:

Muuuuuuuito legal, não é?

Principalmente se você levar em conta que:

1- Ela fez isso sozinha apenas observando o que eu estava fazendo.

2- E que ela havia se inscrito em minha lista há apenas 1 semana.

Pois é.

Imagine você conseguir resultados assim todos os dias com apenas 1 email.

Imagine fazer 5 dígitos todo mês com apenas 1 email por dia.

Pra mim, esse é o melhor modelo de negócio que existe.

Não precisa aparecer, fazer stories ou nada do tipo.

A razão pela qual estou lhe dizendo isso?

Por que se você tem uma lista, em breve vou lançar algo pra lhe ajudar a monetiza-la todo dia (ou todo mês).

E acredite, é mais simples do que parece.

É tão simples que tem gente que só de olhar já consegue entender a “mecânica” da coisa e ter resultados (como o caso da Marcella acima).

Mais sobre isso nos próximos emails.

Agora continue com a programação normal – recebendo remkt de gurus chatos nas redes sociais 🙂

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Confissões de um email copywriter

Ontem morreu alguém que eu gostava muito:

Um dos personagens da série Lúcifer que DO NADA morre no último episódio!

(o que?? eu me apego a personagens sim, fazer o que)

Priscilla chorou… entrou cisco no meu olho…

Fui pesquisar o motivo da morte repentina do personagem e os escritores da série disseram que foi pra deixar a história mais intrigante.

Sério??

De fato, eles conseguiram.

A morte deve ter mexido muito com o público.

Mas eu não curti.

Sabe o que eu curti?

Os caras terem confessado que mataram o personagem pra deixar a história mais interessante.

Por isso – inspirado neles – hoje vou confessar o que EU faço pra deixar meus emails mais intrigantes (sem matar ninguém).

Diferente de certos gurus, eu não ameaço meus leitores dizendo que se eles não lerem meus emails – serão excluídos de minha lista.

Urgh…

Eu prefiro me dedicar a escrever os melhores emails que posso – pra que meus leitores QUEIRAM ler minhas loucuras.

Pra mim, isso aqui é relacionamento.

E eu não quero que Priscilla ou meus amigos fiquem comigo pelo medo.

Mas sim pelo amor.

O mesmo vale pra você e cada pessoa inscrita nessa lista.

Quero que você leia por que gosta e percebe o valor do que compartilho aqui.

E não é que isso funciona?

Tenho uma pasta no computador cheia de prints de mensagens que recebo de pessoas elogiando e até agradecendo por meus emails.

S2

E aqui vai um de meus segredos pra fazer isso.

Quando escrevo, eu não penso no meu “avatar” ou “persona”.

Isso é muito impessoal. Frio. Seco.

A boa escrita tem que ser pessoal. Quente. Molhada não. Mas envolvente.

Uma das coisas que mais me ajudam a conseguir isso é:

Pensar especificamente numa pessoa.

Mas não uma pessoa qualquer.

Penso numa das pessoas que mais curtem meus emails, interagem comigo, e que eu gosto.

Então – pode parecer meio gay o que vou dizer aqui mas – eu escrevo pensando no Luiz, no Eros, no Sandro, no Pedro…

(ok, eu também escrevo pensando na Karla, na Dani, na Karen…)

Enfim.

Cada um desses é uma pessoa real, que se inscreveu em minha lista, gostou de meus emails, interagiu comigo, e hoje são alunos e amigos.

Então, quando eu escrevo pensando especificamente neles, eles acabam gostando.

E quanto mais eu escrevo pensando neles, mais eu atraio outras pessoas legais como eles.

Essa é uma prática que funciona como mágica – e não apenas pra emails – mas pra todo e qualquer tipo de copy.

Mas pra isso você precisa literalmente conhecer seu público.

Por falar nisso,

Se ainda não nos conhecemos dessa forma, sinta-se à vontade pra responder esse email e me falar um pouco sobre você.

(ou então vou chutar você pra fora dessa lista??)

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Ping pong copy

Ontem fomos na casa de um casal amigo…

…tomar uma surra no jogo Uno.

Sério.

Ou eu sou muuuuito ruim em Uno ou… talvez… eles jogam roubando??

Não.

Quié isso?

Max e Iara?!?

Não…

Eles são super amigos. São adventistas. Gente boa demais… eles nunca fariam isso.

(Fariam?)

Enfim.

Conversa vai, conversa vem e Max – que está iniciando sua carreira como fotógrafo – estava me contando a visão dele como consumidor de cursos.

É sempre interessante conversar com pessoas que não entendem como esse mundo digital funciona.

Uma coisa que ele me disse (e que resultou nesse email) foi sobre o ping pong que estão fazendo com as pessoas.

Funciona assim:

A pessoa vê um anúncio e é jogado pra uma página, certo?

Certo.

Na página, ela cadastra o email pra receber emails, certo?

Aí começa o ping pong:

Os caras começam a jogar você pro telegram… pro whatsapp… pro insta… pro youtube… e pra tantos lugares diferentes que a pessoa fica sem saber qual o melhor lugar pra acompanhar.

Não estou dizendo que é errado fazer assim.

Ou que não funciona.

Mas pelo relato de Max, esse ping pong parecia que deixava ele mais confuso do que informado.

E não é legal deixar seu público confuso.

Por essa e por outras que eu prefiro a simplicidade.

Quer ouvir o que Bruno tem a dizer?

Se inscreva em minha lista e leia meus emails.

Ponto.

Sim, tenho um blog, um canalzinho no youtóba e até uns podcasts… mas são todos secundários.

Meu principal canal é minha lista.

Todos os outros funcionam para trazer as pessoas ou complementar o que acontece aqui nos emails.

Esse lance de ser onipresente e estar em todos os lugares não funciona pra mim.

Prefiro ser “o cara” do email.

E você?

Esse ping pong lhe incomoda?

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Copy que nasce torto, e nunca se endireita…

Guru que requebra, mãe, pega na carteira…🎵

É ao som do É o tchan que começamos o email de hoje.

Afinal:

Mas de fato, existe uma grande lição nessa paródia musical.

Existem centenas de copywriters por aí que nasceram tortos (graças aos gurus) e nunca se endireitam na vida.

Como assim?

Pra mim, começar torto é começar da pior maneira possível:

Trabalhando MUITO e ganhando NADA ou quase nada.

E tudo bem começar assim SE esse é o único caminho que você conhece.

Não estou criticando os copywriters.

Mas sim os gurus que os colocaram nessa Highway To Hell.

Por que a maioria dos copywriters começa assim… mas os anos passam… e eles continuam assim?!?

Tem algo errado aí.

Ontem por exemplo, vi um cara num grupo dizendo que é copywriter fixo numa empresa e, além de outras peças de copy, ele escreve pelo menos 7 emails por dia.

  1. Emails. Por dia.

Eu como email copywriter não escrevo tudo isso por dia.

Ou seja, o cara deve dar um pau do cacete todo dia pra ganhar bem menos do que poderia.

Por que isso acontece?

Porque esse copywriter é apenas Another Brick In The Wall.

É mais um entre os trocentos copywriters que existem por aí.

Não sei como você se sente quanto a isso mas…

…Se assim como eu, você é Born To Be Wild, então eu posso lhe mostrar a Stairway To Heaven.

Ou seja,

Logo vou abrir as portas para aqueles que querem trilhar o caminho do Email Copywriter.

Um caminho para quem deseja trabalhar apenas com seus clientes ideais, que lhe respeitam, e pagam bem todo mês pra você escrever apenas emails pra eles.

É para quem quer dar adeus a lançamentos, agências, produtores irritantes… e viver de email.

Enfim.

Se você hoje está Living On a Prayer e sendo tratado como um Hound Dog, então Don’t Stop Believin porque é possível mudar de vida, e é mais simples do que parece.

Jump nessa comigo e com a família de email copywriters, e We Will Rock You.

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Deu adeus a lançamentos e vive de emails

Esses últimos dias foram doentios.

Literalmente.

Primeiro meu cachorro ficou doente.

Depois Priscilla ficou doente. Depois meu irmão. Meu sogro. A mãe de Priscilla. E finalmente (assim espero) eu fiquei doente.

Cada um teve um problema diferente.

Mas graças a Deus (e aos gurus da medicina??) estamos todos melhores.

Ei, mas nem só de histórias ruins é feito esse email.

É que guardei o melhor pro final 🙂

Por isso fique agora com a história de um dos membros da família do email: o Luiz Baca.

Nesse vídeo rápido ele conta como disse adeus a lançamentos e se tornou um email copywriter de alto valor.

Assista aqui:
https://youtu.be/shKNV1qFCwU

Se você também quer ter a chance de entrar pra família (meu grupo fechado de amigos email copywriters) e viver de email (assim como o Luiz), me envie um email e pergunte sobre a próxima turma.

Mas por hoje, se inspire com a história do Luiz acima.