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Estratégia do desaparecimento

O que está acontecendo?

Onde está o Wally– digo, o Bruno?

Bem, nunca fiquei tanto tempo assim sem escrever.

E foi interessante.

Recebi vários emails de pessoas perguntando o que houve e desejando o melhor pra mim.

E até me perguntaram se meu desaparecimento era estratégia pra lançar o curso, ha ha.

Não.

Eu estava doente mesmo.

Tendo recaídas.

E se tem uma coisa que a gente aprende quando está doente é:

Valorizar a saúde e as coisas mais simples do mundo.

Coisas simples como sair com os cachorros pra caminhar lá fora.

Nada vale mais que nossa saúde.

É por isso que não podemos trocá-la por vagas arrombadas.

Putz, esses dias vi uma vaga que precisava de alguém pra fazer não 1, nem 2… mas 9 lançamentos em… 2 meses.

Por quanto?

1.5k por mês.

É desumano.

E ok, eu sei que existem momentos na vida que essa é a única opção e acabamos nos submetendo a isso.

Eu já passei por isso.

O grande problema é deixar essa escravidão se tornar seu normal.

Por que vagas assim: Detonam sua saúde. Não lhe deixa rico. E ainda lhe impede de ir em busca de algo melhor.

E infelizmente eu sei que tem vááááários copywriters presos nesse loop.

Mas enfim.

Não sou a Princesa Isabel mas estou criando algo que pode acabar com essa escravidão de uma vez por todas.

O que é?

Meu novo treinamento de email copywriter, é claro.

Meu objetivo é ajudar pessoas a criarem sua independência.

A serem livres.

A viverem nos seus termos.

A fazer como alguns de meus alunos que largaram os empregos pra viverem só de email.

Eu vou mostrar os caminhos mais simples pra fazer 3k, 5k, 10k ou mais como email copywriter.

Mas adivinha?

O treinamento sozinho não pode fazer NADA por você.

Se você não estiver disposto a colocar a mão na massa e fazer o que for preciso… nada acontece.

E os 3k, 5k ou 10k nunca cairão em sua conta.

A jornada de um email copywriter pode ser uma experiência maravilhosa, mas só para aqueles dispostos a dar os passos necessários pra chegar lá.

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Chute os textículos do mercado de copy e crie seu mini-império

Ontem me senti um Rock Star.

Priscilla fez uma comemoração com a equipe de cerimonial dela e…

Alugou um Karaokê!

O engraçado é que…

Eu já fui pra dezenas de karaokês na vida.

Mas nunca cantei.

Nunca gostei de cantar. Nunca tive vontade. E minha voz é horrível.

Mas ontem… ontem eu decidi cantar.

E eu não apenas cantei.

Arrisco a dizer que… eu dei um show he he.

Claaaaro que não foi do nível the voice.

Mas tudo mundo se divertiu pra caramba e… eu fui o único que conseguiu 2 notas máximas no Karaokê.

Yes baby.

2 notas 100 pro Rock Star aqui.

Quais foram as músicas que tirei 100??

Ha ha, a primeira foi We will rock you – do Queen.

E a segunda foi… eh…

I will survive.

Sim, o hino dos gays 🙂

Mas eu cantei na versão feito por Cake (pra tentar manter o mínimo de masculinidade)

Mas enfim.

A questão é que eu não tenho talento nenhum pra cantar.

Até mesmo quando toco violão… eu NÃO canto.

Então, o que me fez dar um show ontem?

Foi apenas uma coisa:

Atitude.

Quando eu estava no banho, me arrumando pra descer pro salão onde estava o pessoal, eu decidi que iria dar um show naquela noite.

Assim do nada.

Mas foi uma decisão verdadeira.

E eu fui com essa atitude pro salão.

Cheguei lá meio tímido, sem querer pegar o microfone.

Mas mantive a atitude, escolhi uma música e comecei a cantar.

De repente… eu não conseguia mais parar.

Cantei de Chopis Centis dos mamonas a What a wonderful world, de Louis Armstrong.

E por incrível que parece, eles gostaram.

Mas sabe por que?

Por causa de minha atitude.

Sua atitude é o que determina seus resultados em TUDO na vida.

E como no exemplo acima, sua atitude é mais importante do que seu conhecimento ou habilidade de fazer algo.

Minha atitude de querer cantar me fez cantar.

Minha atitude de querer trabalhar menos e fazer mais, me fez encontrar o caminho de email copywriter.

E isso é o que falta na maioria dos copywriters hoje:

Atitude.

Por essa razão que comecei falando sobre atitude na nova formação de email copywriter.

Mas obviamente, não vou apenas lhe dizer pra melhorar sua atitude.

Não…

Eu vou lhe mostrar na prática como ter uma atitude vencedora pra se tornar um copywriter de 6 dígitos.

Sabe por que essa formação está demorando tanto pra sair?

Porque não é um treinamento pra ensinar apenas copy pra email.

Isso é apenas a ponta do iceberg.

Vou lhe mostrar como ir de copywriter freelancer a copywriter empreendedor – dono do próprio negócio baseado em email.

Vou mostrar diferentes caminhos pra seguir no mundo do email – de acordo com seu estilo de vida.

O que você quer?

Quer ficar fixo numa empresa?

Ter seus clientes fixos mensais como freela?

Prefere ser sócio de uma empresa ou expert?

Ou quer ter sua própria lista e promover produtos dos outros?

Ou ter sua lista com seus próprios produtos?

Como dizia aquele antigo programa da Globo:

No final, você decide.

Meu objetivo é fazer você chutar os textículos desse mercado sanguinário de copy e criar seu próprio mercado.

Até seu mini-império, se quiser.

Eu vou mostrar os caminhos. O que fazer. E dar as ferramentas.

O céu é o limite.

Mas somente se você tiver a atitude certa.

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Teste: Você é um Copywalter?

Você gosta de testes?

Eu gosto.

Mas só quando eles são bem feitos.

Porque dá pra se conhecer melhor quando fazemos um teste (bem feito).

E ao se conhecer melhor, você é capaz de tomar decisões melhores na vida.

Por essa razão que hoje eu tenho um teste pra você 🙂

Um teste pra saber se você é um copywalter ou não.

Oi? Não sabe direito o que é um copywalter??

Eu explico.

Copywalter foi o termo que inventei pra nomear aqueles que ainda não saíram da Matrix do copywriting e vivem em função do que os gurus dizem.

Basicamente é isso.

Por que você deveria fazer esse teste?

Pra saber se nossa relação deve continuar… ou parar por aqui.

Sério.

Por que se você ainda for um copywalter, e não quiser mudar, o melhor a você fazer é se descadastrar de minha lista e ir em busca do caminho que você acha certo.

Porque TUDO que eu falo e ensino aqui é o oposto do que falam e ensinam por aí.

Não é que um é certo e o outro é errado.

São pensamentos diferentes.

E seguir o caminho de quem você não acredita é burrice niível hard.

Dito isso, aqui está o teste.

Oi??

Você não estudou??

Sem problemas… é de marcar X he he

Na verdade, é só pra dizer sim ou não.

Papel e caneta na mão (ou abra o bloco de notas se você for “moderninho”)

Pergunta 1

Você acredita que precisa ter um portfolio pra crescer e se dar bem como copywriter?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 2

Você acredita que precisa estudar mais e mais e saber tudo que existe de copy, storytelling, ads, funis, lançamentos e tudo mais… e continua adquirindo cursos sem parar?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 3

Você acredita que precisa estudar gramática pra ser um bom copywriter?
Sim ( ) Não ( )

Pergunta 4

Você vive em busca de vagas de copy e acredita que um dia vai encontrar uma vaga incrível numa empresa incrível – onde você vai se desenvolver como copy?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 5

Você acredita que ter uma formação de copy é importante para os clientes?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 6

Você acredita que lançamentos é o melhor caminho para um copywriter?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 7

Você aprende a ser copywriter com um expert que nunca foi copywriter na vida?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 8

Você acredita que o trabalho mais valioso do copywriter é escrever copy?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 9

Você acredita que a Big idea é a coisa mais importante de uma campanha?

Sim ( ) Não ( )

Pergunta 10

Você acredita que o preço de seus serviços depende dos resultados que você já gerou pra clientes no passado?

Sim ( ) Não ( )

É isso.

Não vamos estender demais esse quiz.

Só por essas perguntas já dá pra ter uma beeeela noção sobre você, .

Anotou as respostas??

Vamos ao gabarito.

Quero que você dê uma boa olhada em suas respostas e veja o seguinte:

Você respondeu SIM pra alguma questão?

Se você respondeu SIM pra apenas uma questãozinha….

…então o sangue de copywalter ainda corre em suas veias.

(o copywalter raiz respondeu SIM pra todas as 10 perguntas)

O que isso diz sobre você?

Que você é melhor ou pior que alguém??

Não.

Diz que você ainda pensa como os gurus e o mercado querem que você pense.

O que é totalmente diferente do que eu prego.

Assim sendo:

Se você está feliz com esse pensamento e, principalmente, com os resultados que esse pensamento está lhe proporcionando hoje…

Então sugiro fortemente que você vá até o final desse email e aperte em se descadastrar da lista.

Por que?

Porque você perdendo seu tempo comigo.

Sério.

De fato, você só vai se irritar mais e mais comigo.

Vamos nos poupar disso 🙂

Por outro lado.

Se você tem vestígios de copywalter masssssssssss

Quer seguir um caminho diferente, então continue comigo.

Você vai gostar mais e mais do que virá pela frente.

Por fim, se você respondeu NÃO para todas as perguntas:

Meus profundos parabéns 🙂

Você já pensa como um Copywriter de Alto Valor.

Com esse pensamento, basta seguir os passos certos e você será capaz de realizar os seus mais loucos sonhos.

Nos próximos dias sai do forno meu novo treinamento cujo objetivo é mostrar os passos para se tornar um Copywriter de alto valor.

Um copywriter que faz seu próprio mercado. Escolhe COMO e com QUEM trabalha.

E consegue fazer 4 ou 5 dígitos no mês de uma maneira tão simples que copywalter nenhum jamais entenderá e será capaz de fazer.

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Ok. Eu estava errado

E assumo isso.

Afinal:

Herrar é Umano.

Sobre o que eu estava errado exatamente?

O novo filme de matrix.

Oh boy…

Saiu um novo trailer que mudou totalmente minha opinião.

Sim, vai ter ligações diretas com matrix 1.

Sim, vai ser cheio de “loops”.

Mas parece que vai ser monstruoso como os filmes anteriores.

Pelo menos é o que nós fãs esperamos.

Mas não é fácil.

De fato, é muito mais difícil se manter no topo do que chegar lá.

A prova disso?

O mundo está cheio de filmes bons… cujas sequências foram um desastre.

(Star wars, velozes e furiosos, o exterminador do futuro, Venon, entre outros)

Cheio de bandas que estouraram uma música… mas não conseguiram emplacar nenhum outro hit.

E cheio de experts/empresas que conseguiram emplacar um lançamento ou uma campanha… mas não foram capazes de manter os números depois disso.

Por que isso acontece?

E mais importante:

Por isso NÃO acontece com a marvel???

A principal razão é uma só:

Estratégia.

“Em grego strateegia. Em latim strategi. Em francês stratégie… Você está anotando, ??”

Isso acontece por que a maioria das pessoas pensa de maneira tática.

Pensa só no agora.

Ou seja, elas trabalham em função apenas do próximo grande hit.

E elas enxergam cada hit como algo isolado – ao invés de como algo grande e interligado.

Isso é muito visível no mundo do marketching.

Eles ligam os motores e entram em modo de venda durante o lançamento (ou alguma campanha)…

Ddepois desligam tudo e ficam à deriva na maré.

Percebe o problema disso?

Liga motor. Desliga motor. Liga motor. Desliga motor.

Primeiro: Você não vai tão longe quanto poderia.

Segundo: Você precisa colocar quantidade absurda de energia num curto período de tempo – forçando o motor (seu, das pessoas e do negócio) ao limite

Terceiro: Você perde o embalo, e está sempre começando tudo de novo.

Por outro lado…

Se ao invés de ficar desligando e ligando o motor… você mantiver ele ligado:

Você gasta menos energia e vai mais longe com menos esforço.

Além disso, você mantém a consistência com seu público e se torna uma pessoa sempre presente (ao invés daquele expert que só aparece pra me vender alguma coisa)

E pra ficar ainda melhor – ao invés de ficar martelando o mesmo produto a cada 2 meses, você pensa de maneira estratégia em todos os passos dos clientes, e cria novos produtos que complementam uns aos outros.

Ou seja, ao invés de ter um produto isolado abrindo e fechando… você cria um grande ecossistema que gera receita todos os dias do mês.

Exatamente como a Marvel faz.

Como fazer isso?

Bem, existem várias maneiras.

Mas a mais simples que encontrei até aqui foi usando 1 email por dia.

E é isso que vou ensinar em meu novo treinamento que sai na próxima semana.

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Tentaram me copiar

Até que enFIIIMM.

Cheguei no último chefe de Sekiro 🙂

(aquele jogo de samurai que estou viciado)

Meu Deus… que-jogo-difícil.

E não, não é que eu seja horrível com vídeo-games.

Esse é considerado um dos jogos mais difíceis da atualidade.

Difícil ao ponto de um grupo de jogadores se juntar pra pedir pros criadores fazerem uma versão mais fácil…

…o que não foi atendido.

Não senhor.

Se você quer dominar Sekiro e se tornar um guerreiro imbatível, você precisa se dedicar a desenvolver suas habilidades.

Por essa razão, muita gente pagou caro no jogo e desistiu.

Mas alguns loucos (como eu) enfrentaram o desafio.

No começo você chora.

Sério.

O youtube tem vários vídeos de jogadores de Sekiro entrando em frenesi e quebrando tudo de raiva.

Masssss

Uma vez que você supera isso e foca em apenas desenvolver suas habilidades… você é capaz de fazer o que quase ninguém faz.

Você não se torna invencível.

Nada nem ninguém é invencível.

Mas você se torna confiante e encara qualquer desafio com a certeza que tem grandes chances de vencer.

O interessante é que:

Quando você assiste um jogador experiente de Sekiro em ação… a luta de espadas é fluida como uma dança.

E olhando assim de fora parece até… fácil.

Mas se você sentar pra jogar por 1 minuto… vai morrer em 10 segundos. Sem nem conseguir usar sua espada.

Por que quem vê de fora não sabe o que existe por trás do sucesso dos outros.

O mesmo vale pra tudo na vida.

Inclusive pro modelo de prospecção que eu uso.

Tá rolando por aí uma estratégia de prospecção de clientes muuuuuuito semelhante com a que eu ensino.

Provavelmente alguém que viu o que eu faço e pensou: “É fácil”??

Não sei.

Não dá pra afirmar isso.

Só sei que o modelo do email ensinado por aí possui algumas pequenas diferenças em relação ao meu.

Coisa pouca.

Do tipo que você olha e pensa: São apenas detalhes bobos.

Certo??

Errado.

Porque aqueles pequenos detalhes bobos da “modificação” é o que pode destruir a toda a estratégia.

Veja, num email de prospecção cada parágrafo é valioso.

E cada parágrafo tem o poder de fazer o cliente fechar o email e lhe ignorar pra sempre… ou continuar lendo e dizendo sim pra você.

Assim, quando você começa a injetar gatilhos dementais achando que está arrasando… na verdade você está apenas mostrando que é igual a todos os outros (e ainda fazendo seus emails caírem no spam).

Enfim.

Por isso a “simplicidade” do que eu ensino engana quem não enxerga o que está por trás.

E por isso eu puxo a orelha dos meus alunos que tentam desviar desse caminho.

Por que o que eu ensino não foi tirado da minha cabeça.

Nem foi algo que inventei apenas pra “tapar o buraco” em meu curso.

Não senhor.

Tudo que eu ensino foi construído em cima de anos estudando com gurus americanos e desenvolvendo minhas habilidades na prática.

Mas não foi só isso.

Esse ano meu modelo foi testado e validado por dezenas e dezenas de alunos.

Ou seja, é algo comprovadamente replicável por outras pessoas.

E acredito que por essa razão ninguém ensina o que eu ensino por aí.

Por exemplo:

Até onde sei o email foi abandonado pelos gurus e experts.

E os poucos que ainda ensinam, focam em templates, crm, tecnologia… e coisas completamente diferentes do que eu ensino.

(ou então prometem ensinar a vender por email – quando ironicamente nem eles mesmos vendem por email)

Não é que eu seja melhor ou pior que eles.

É que somos diferentes.

Eu dediquei anos a aprender e desenvolver a habilidade de conseguir clientes e monetizar listas de emails… enquanto os outros focaram em lançamentos, redes sociais e afins.

A razão pra eu me dedicar ao email foi justamente pra seguir um caminho diferente de lançamentos, redes fossiais e afins.

Não estou dizendo isso pra recriminar o que está rolando por aí.

No fim das contas, pelo menos é uma tentativa de ajudar as pessoas (diferente do que a maioria dos gurus fazem).

Mas é preciso tomar cuidado pra não seguir um caminho não validado, pois dificilmente ele vai lhe levar onde você quer chegar.

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Fazer MAIS não é a solução

Ontem vi algo que me deixou esperançoso.

Mark Zuckerberg e sua esposa (que por sinal também se chama Priscilla) têm um novo projeto incrível.

O objetivo é:

Encontrar cura para todas as doenças nos próximos 10 anos.

Já imaginou um mundo sem tantas pessoas morrendo de câncer e outras pragas?

Não sei o que você pensa disso mas vou lhe dizer uma coisa:

É totalmente possível.

De fato, a única razão para o mundo não já ter a cura de todas as doenças… é por que as grandes indústrias farmacêuticas não querem isso.

Elas ganham infinitamente mais com os “tratamentos” do que com a cura.

No passado isso não era possível.

Mas hoje nós temos recursos ilimitados pra fazer acontecer.

E agora, com um novo gigante entrando na luta, se aliando aos grandes cientistas do mundo e ainda trazendo a tecnologia pro jogo – tudo muda.

Vamos torcer por eles (e pras grandes indústrias não os matarem antes).

Mas enfim.

Eu não sou Mark Zuckerberg mas também vou iniciar uma nova missão em 2022.

Meu objetivo também é levar a cura para mais pessoas.

A cura do Copyroto, para os copywriters.

E a cura dos lançamentos arrombados, para os empreendedores.

Só que diferente de Mark, vou fazer isso com uma tecnologia arcaica de 1965:

O bom e velho email.

Isso porque, no nosso caso, a cura não depende da tecnologia.

A tecnologia é apenas uma ferramenta.

O que realmente faz a diferença é trabalhar de maneira estratégica.

É seguir uma direção oposta a que o mundo está caminhando.

Ao invés de viver de lançamentos – construir uma base sólida que gera resultados a curto, médio e longo prazo.

Ao invés de virar noites, perder a saúde e os preciosos momentos com a família – encontrar maneiras de colocar menos a mão na massa e ter mais resultados.

É parar de correr atrás do “sucesso” dos outros, e encontrar o seu equilíbrio e o seu estilo de vida ideal.

Vivemos num mundo de excessos. Onde tudo é mais, mais e mais.

Mas na maioria esmagadora das vezes, você não precisa do que o mundo diz que você precisa.

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Renda pazsiva com email

Bruno Sampiricus aqui.

Hoje vesti minha camisa polo rosa atochada pra lhe dar um alerta.

Mas você terá que agir rápido.

Ao longo dos últimos dias mostrei o mundo de possibilidades que o email proporciona para aqueles que sabem como operá-lo.

Nesse momento vivemos uma oportunidade única devido ao cenário atual do mercado – totalmente dependente de lançamentos e redes sociais.

Se você não viu, aqui estão algumas maneiras de aproveitar essa nova onda:

Você pode receber 2k, 3k ou até 4k mensal por cliente para escrever emails como serviço.

Pode fazer parcerias com experts e empresas e cuidar dos emails deles em troca de uma gorda fatia dos resultados.

(hoje mesmo conversei com um aluno que está em negociação com um palestrante e tem a possibilidade de fazer chover 36k pro cliente no primeiro mês… e levar entre 30% a 50% disso)

Pode também usar emails para fazer vendas em seu próprio negócio (como um outro aluno que conversei ontem) todo mês.

São excelentes caminhos que qualquer pessoa comprometida pode seguir.

De fato, é possível seguir até 2 ou os 3 caminhos ao mesmo tempo – se quiser (e estiver comprometido).

Mas hoje eu vim falar de algo ainda melhor e que nunca revelei antes.

Renda pazsiva com emails.

Imagine escrever uma sequência de emails uma única vez… e ter uma renda mensal, semanal ou até diária proveniente dos resultados gerados pelos emails.

Isso é o que pode acontecer quando você se torna parceiro de um expert/empresa em troca de uma fatia dos resultados.

Você pode criar sequências automatizadas de emails para alguns produtos perpétuos… e ter sua renda pazsiva.

Eu digo paz-siva porque você literalmente fica na paz.

Mas isso não é tudo.

Obviamente, você também pode fazer isso com seus próprios produtos.

E…

O que??

Você não quer fazer parcerias nem tem produtos próprios??

Sem problema.

Você ainda pode promover produtos de assinatura de terceiros (como software, por exemplo)… e receber sua fatia todo mês.

Como venho dizendo, as possibilidades são ilimitadas para quem é expert em email.

E na próxima semana você terá a chance de se tornar um expert desses – com o meu novo treinamento e o seu comprometimento (pois é, não é método mágico).

Bruno Sampiricus
Analista de eucaliptos em PDF

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Copy rico, copy pobre

Quem aí está ansioso pra ver Matrix 4???

🙂

Sem dúvida, essa foi uma das continuações que mais esperei na vida.

Porém…

Tenho a sensação que o filme não vai me agradar 🙁

Por que?

Primeiro porque eu sou chato pra caramba.

Segundo porque acredito que vai ser praticamente um remake do primeiro filme.

Onde dessa vez Neo já começa fodão.

Veremos…

Mas enquanto o filme não sai, eu tenho uma dica de livro pra você:

Copy rico, copy pobre – de Bruno Sampaiyosaki.

O autor, além de muito gato e gênio, é um poço de humildade.

E o livro em si tem váááárias lições.

A primeira delas é sobre a “corrida dos arrombados” – onde os copywriters ficam presos em lançamentos e vagas arrombadas.

Sampaiyosaki afirma que a verdadeira causa dessa prisão não é a falta de experiência. Nem falta de portfolio. Nem falta de resultados. Nem nada do que dizem por aí.

O que realmente prende os copywriters é:

A mentalidade deles.

A maneira como eles pensam sobre si mesmos, sobre o mercado, sobre o mundo.

Mas uma vez que eles mudam a mente, eles começam a mudar seus resultados também.

O autor também ensina sobre adquirir o conhecimento certo.

Ele alerta o copywriter sobre o perigo de ser possuído pelo Copyroto, e ficar viciado em adquirir cursos e estudar copy o dia inteiro.

É preciso ser muito seletivo com quem você aprende.

Pois enquanto o conhecimento certo pode lhe ajudar a rapidamente dobrar ou triplicar o que você ganha…

…o conhecimento errado pode fazer você andar pra trás, pra mais longe de seus objetivos.

É como seguir as direções em um mapa.

Imagine que o tesouro está escondido numa determinada coordenada.

Se você tiver a informação certa, será capaz de navegar em linha reta e chegar lá o mais rápido possível.

Mas com as informações erradas, você vai navegar pro outro lado do mundo, ou ficar preso em círculos, ou cair em águas perigosas.

Por fim, a principal lição que Bruno Sampaiyosaki mostra é sobre o Quadrante do copywriter que funciona assim:

1- O copywriter começa como arrombado empregado de agências ou empresas – trocando seu tempo por uma merreca fixa.

2- Ele cria coragem e vai trabalhar por conta própria como copywriter freela e tem a chance de ganhar mais e ser finalmente feliz.

3- Temos o copywriter empreendedor – que cria seus próprios produtos ou se torna sócio de uma empresa ou produtor – e assim se liberta da limitação de trocar o tempo por din din.

4- Por fim, o copywriter “investidorzeiro” que aprende a colocar la plata pra trabalhar pra ele.

Pois é.

Como você deve ter percebido, o livro acima não existe na vida real.

Mas existe algo melhor que está sendo criado nesse exato momento.

Meu novo treinamento de Email Copywriter – cujo objetivo é ajudar a construir a mentalidade certa e prover o conhecimento pra alcançar os quadrantes 2 e 3.

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O Copyroto

Você tem notado algo estranho?

Eu digo, com você. Não com o mundo.

Com o mundo está rolando a pandemia.

Mas existe um outro grande problema que está rolando no mundo dos copywriters.

Mais especificamente… com os próprios copywriters.

Que problema é esse?

É uma entidade das trevas conhecida há séculos como:

O Copyroto.

O Copyroto é um demônio malévolo que seduz copywriters e os levam ao caminho da desgraça.

Eu mesmo tive o copyroto em mim por vários anos.

É horrível.

O que ele faz?

O demônio fica noite e dia sussurrando ideias erradas em sua mente.

Mas a pior maldição dele é fazer você acreditar que escrever copy dá dinheiro…

E que se você quer ganhar mais, você precisa aprender mais e mais sobre copy… e escrever mais e mais.

O Copyroto cega os copywriters para a verdade que está bem diante dos olhos deles.

Que verdade?

Como disse, que escrever copy não dá diñero.

A verdade é que escrever copy só dá trabalho.

E trabalho duro por si só não dá grana.

Olhe ao seu redor e você verá quer as pessoas que trabalham mais duro no mundo são as que menos são recompensadas.

Garis, enfermeiros, policiais, professores, cortadores de cana, entre outros.

Escrever copy entra nessa mesma categoria.

A única diferença é que você escreve copy do conforto de sua casa.

Não acredita em mim?

Leia as biografias ou assista a entrevistas das pessoas mais ricas do mundo e você verá que NENHUM deles sabe copy.

Mas nem precisa ir tão longe.

Leia algo escrito pelos maiores gurus e você vai ver que eles não sabem copy de verdade.

Provavelmente você escreve copy melhor e sabe mais sobre mkt que a maioria deles.

Ainda assim, eles ganham mais que você.

E se por acaso você viu um guru/expert/empresário com a copy boa, saiba que aquilo não foi escrito por ele.

Foi escrito por um copywriter trabalhador… que ganha infinitamente menos que o expert/guru/empresário.

Entende meu ponto?

Aqui mais alguns exemplos.

Steve Jobs revolucionou o mundo da tecnologia, certo?

Mas ele era bom em que?

Steve não era programador. Nem designer. Nem copywriter. Nem engenheiro.

Outro exemplo:

Elon Musk.

No que Elon Musk é bom?

Bem, ele até é programador, mas a programação só o levou até o primeiro degrau.

Há muitos anos ele não programa. E foi essa mudança que o fez crescer.

O que estou mostrando é que:

Escrever copy em si é inútil.

Ok Bruno… mas então o que realmente faz a diferença em nossas vidas?

O que realmente faz a diferença é:

Fazer as coisas acontecerem.

Steve Jobs, Elon Musk, e até os gurus, não chegaram onde estão escrevendo copy.

Todos chegaram onde estão – fazendo as coisas acontecerem (seja de maneira honesta ou não).

Mas o que é fazer as coisas acontecerem?

É movimento. É atividade. É produção.

É toda atividade que lhe gera um retorno, que seja rápido, ou grande, ou constante (ou os 3).

Em outras palavras, é produzir ativos.

Exemplos:

Ter um produto rodando.

Ter vários produtos rodando.

Ter uma empresa rodando.

Ter uma fábrica e milhares de pessoas fazendo seus produtos saírem.

Enfim, é ter transações acontecendo.

De preferência, que elas aconteçam sem esforço nenhum de sua parte, ou, com o mínimo esforço possível.

Mas que tipo de transação acontece quando você está estudando ou escrevendo copy?

Nenhuma.

Na verdade, acontece uma sim.

Mas é uma onde você sai perdendo feio.

Pois toda vez que está estudando ou escrevendo copy, você está pagando com seu tempo, sua energia e sua vida.

Isso quer dizer que você tem que parar de estudar ou escrever copy?

Bem, se possível sim.

Se você puder parar de fazer isso e conseguir realizar apenas atividades que geram transações… ótimo!

Mas se não…

Sugiro que você sempre coloque suas atividades numa balança e se pergunte:

Vale a pena colocar minha vida nessa atividade? Qual o retorno que ela vai me dar?

Por que esse é o grande problema de copy:

No modelo tradicional, você tem muito trabalho e pouco retorno.

São copywriters escrevendo o dia inteiro para agências que pagam uma merreca.

São copywriters escrevendo o dia inteiro pra experts que pagam uma merreca.

E pior – praticamente toda copy que eles escrevem só é usada uma vez e descartada.

Tem aquele trabalho infernal pra fazer um lançamento… e daqui a 2 meses tem que fazer tudo de novo quase do zero.

Ou seja, a copy não é nem transformada num ativo.

Então, se você não pode ou não quer ter uma fábrica ou empresa rodando seus produtos, aqui vai um modelo de negócio ultra simples que permite você escalar seus resultados:

Vender por email.

Email é simples e rápido de escrever – o oposto de lançamentos.

Então mesmo que você trabalhe prestando serviço pra clientes, você consegue atender mais clientes, cobrar mais, e ter menos trabalho.

Os emails que você cria se tornam ativos, que podem ser reusados diariamente por meses e até anos.

É possível construir e crescer negócios inteiros apenas com emails.

Pois quando feitos da forma correta, emails podem gerar muito mais retorno que lançamentos ao longo do ano… com infinitamente menos trabalho.

Mas veja que eu não disse: Escrever emails.

Eu falei: Vender por emails.

São coisas diferentes.

Qualquer um consegue escrever um email.

Mas fazer 5 ou 6 dígitos com email todo mês requer algumas outras habilidades além de escrever.

E são essas habilidade que vou ensinar em meu novo treinamento de Email Copywriter.

O objetivo é matar o Copyroto.

É tirar copywriters do ciclo vicioso de estudo, agências e lançamentos arrombados, e mostrar um caminho simples e próspero pra eles seguirem.

É ajudá-los a conseguir clientes melhores, que pagam mais, apenas por emails.

É também ajudá-los a fazer co-produções lucrativas e duradouras, sem lançamentos tradicionais.

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O buraco dos gurus

O quão enfiado você está nesse mercado?

Você é alguém que só acompanha o que postam nas redes fossiais?

Ou…

É alguém que conversa de verdade com as pessoas nos bastidores e enxerga aquilo que ninguém mostra?

Pergunto isso pra saber se você está ciente do buraco dos gurus.

Não aquele que você pensou com sua mente suja…

Mas aquele que existe no mercado brasileiro e não para de crescer.

Funciona assim:

De um lado estão as pessoas “normais”.

Do outro estão os gurus.

Os gurus ficam de lá gritando e exibindo seus carros e viagens pra atrair as pessoas para seus métodos.

Alguns indivíduos conseguem atravessar o caminho e chegar lá.

Mas pra cada pessoa que chega, existem literalmente milhares que ficam presas no buraco que existe no caminho.

E esse buraco não para de crescer.

Mas que buraco é esse, afinal?

É a grande fatia do mercado formada por pessoas e empresas que fizeram tudo que os gurus ensinaram… mas não conseguiram os resultados que queriam.

Por exemplo:

Eles construíram audiência. Criaram produtos. Seguiram os scripts de lançamentos. Mas o resultado foi ruim… ou negativo.

Agora, aqueles produtores que não desistiram, estão lá frustrados, à espera de algo novo pra tentar.

Adicione a isso, todas as pessoas que conseguiram cruzar o caminho e fazer a coisa dar certo… mas que agora perceberam que esse modelo de negócio é uma furada e estão em busca de algo novo.

É aí onde você pode entrar e fazer a diferença.

E você tem basicamente 2 opções:

1- Você pode fazer como toooooodos os outros copywriters e chegar pro produtor decepcionado com lançamentos… e propor fazer mais um lançamento.

É tipo:

“Ei, você está endividado até o pescoço? Venha fazer mais uma dívida pra sair dessa ;)”

eh…

Não parece uma proposta irresistível pra mim.

Mas existe uma outra opção:

2- Você pode chegar num produtor desse e propor fazer uma campanha SÓ com email.

Onde ele não vai ter trabalho NENHUM. Nem vai ter que investir em NADA.

Tudo que você precisa é ter acesso a aquela ferramenta de email que ele nem usa mais…

E 21 dias depois vocês estão numa reunião no Zoom celebrando os frutos da parceria.

Mas não precisa parar por aí.

Vocês aproveitam a reunião para falar sobre como serão os próximos meses.

Sobre os próximos produtos a serem promovidos.

E sobre como vocês farão 5 dígitos todo mês com apenas 1 email por dia.

Sem guruzice.

Sem fórmulas mágicas.

Sem bruxaria (nem baixaria).

Apenas trabalhando de maneira estratégica e seguindo os princípios que comprovadamente funcionam.

Princípios e estratégias essas que serão ensinadas na nova formação de email copywriter que estou preparando.

Claro que você precisa saber identificar quem são os produtores certos para abordar.

Caso contrário, você entra no buraco também.

Mas adivinha?

Eu também vou mostrar quais são esses critérios… na formação 🙂

Tudo mastigadinho pra você assistir rapidinho e sair fazendo sozinho.