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Requisitos pra ser um Consultor de Backend de 6-7 dígitos

Você sabia que idade de notebook é igual de cachorro?

Esse mês meu notebook faz 4 anos e começou a apresentar uns problemas que me fez chegar nessa conclusão.

Do jeito que a tecnologia avança hoje em dia, 4 anos pra um eletrônico é como se fossem 60.

Pior…

Esse fenômeno não se limita apenas a notebooks, celulares e TVs…

Não senhor…

Essa corrida louca pelo “novo” também está presente em nosso mundo do marketcheng.

E diferente do que dizem por aí, isso destroi mais negócios do que salva.

Vou explicar:

Todo e qualquer negócio de sucesso passou por um período de luta até encontrar seu caminho pro crescimento.

E o crescimento só veio quando ele conseguiu alinhar sua mensagem, suas copys, seus produtos/serviços, seus clientes, o mercado e, claro, a órbita de saturno em relação à lua.

Ok.

Acontece esse alinhamento, a empresa cresce… e aí… começa a coçar uma pulga atrás da orelha do dono.

Ele vê novas tecnologias, novas estratégias, novas ferramentas, novas IAs…

Vê os concorrentes usando tudo isso, mudando seu design, seus vídeos, seu posicionamento…

E ele acredita que precisa fazer isso também pra não ficar pra trás.

Nesse momento que a merda começa a acontecer, pois ele começa a parar de fazer o que estava comprovadamente funcionando – e começa a seguir as tendências de mercado (criadas pelos gurus que se aproveitam desse sentimento de fomo e metem a mão no bolso dos desavisados).

De repende, os números começam a cair.

O dono se desespera, e acredita que precisa fazer ainda mais coisas novas e diferentes….

E os números pioram.

Se você olhar as redes fossiais desse cara, vai acreditar que ele está bombando, fazendo melhões.

Mas se olhar pros números, vai ver que ele está AFUNDANDO (mas mantendo as aparências).

E acredite, está cheeeeeeeeeeio desses empreendedores por aí.

Assim como…

Também está cheio de negócios que fazem até múltiplos 7 dígitos por ano…

Porém…

Ou ficam no zero a zero, ou no vermelho, ou o que vai pro bolso do dono é um valor tão minúsculo que ele já pensou várias vezes em largar tudo e arrumar um emprego.

Sério.

Em ambos os casos, um Consultor de backend pode ajudar esses clientes a fazer 6-7 dígitos com uma facilidade incrível.

Lembrando que estou falando de clientes com negócios de sucesso – não iniciantes, nem pequenos negócios, nem aspirantes, nem sonhadores.

E é aqui onde quero chegar:

Quais os requisitos pra se tornar um Consultor de backend, trabalhar com grandes clientes como esses… E… gerar grandes resultados pra eles?

Diferente do que talvez você pense…

NÃO É:

Conhecimento avançado de copywriting
Dominar ferramentas
Dominar tráfego
Dominar tecnologia
Dominar IA
Ter uma mente ultra afiada para big ideias
Ser um gênio do marketcheng
Enfim.

Não é naaaada disso.

Na verdade, é o oposto de tudo isso.

Tudo isso é complexidade.

E o grande poder do Consultor de backend é justamenta a SIMPLICIDADE.

É também abandonar a inovação…

E fazer O BÁSICO QUE FUNCIONA.

Não é criar novas estratégias milagrosas…

É descobrir o que funcionou no passado E FAZER DE NOVO.

O que eu quero dizer é:

Praticamente só existe 1 requisito pra se tornar um Consultor de backend:

Coragem.

Coragem de chegar lá e fazer o que é preciso.

Coragem pra ir contra o mercado.

Coragem pra se impor como especialista e dizer ao cliente: É isso que vamos fazer, confie em mim, é assim que eu produzo resultados incríveis. Então cale a boca e assista enquanto eu faço a mágica acontecer diante de seus olhos”

(ok, não precisa mandar o cliente calar a boca)

Coragem pra fazer o simples, mesmo quando parecer simples demais pra funcionar.

Coragem pra abordar os clientes, e oferecer esse serviço.

Coragem pra seguir esse caminho.

Você tem?

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Emails que salvam vidas

Hoje levamos Isabella no médico.

Só consulta de rotina pra ver os primeiros exames dela.

Graças a Deus a garotinha tem uma boa saúde, só precisa de zinco e beber mais água.

Engraçado foi que enquanto esperávamos a dotôra chegar…

Encontramos a médica que fez o parto de Isabella 🙂

(ela estava como paciente, também esperando pra ser atendida)

O interessante é que elas nunca se viram depois do dia do nascimento, e Isabella é bem fechada com pessoas desconhecidas… mas de alguma forma ela se conectou com a médica de um jeito que já tinha até intimidade pra chamar de tia.

O que me lembrou duma entrevista de Ryan Holyday com Matthew Mcconaughey (que nomezinho difícil de escrever, hein?) onde eles falavam sobre ter uma energia misteriosa no lugar onde você nasceu, e que quando volta lá depois de adulto você consegue sentir isso e experimentar algumas sensações.

Nunca experimentei isso, mas acredito muito em energia.

Foi uma das principais razões pra me mudar pro sítio.

Mas enfim.

Outra coisa interessante foi que conversando com a médica (que fez o parto de Isabella), ela nos contou sua rotina atual:

  • Trabalha em uma maternidade
  • Dá plantão em outra maternidade
  • Acabou de passar num concurso pra trabalhar em outra maternidade
  • E nas horas vagas, atende no seu consultório

Ela disse que de vez em quando dorme em casa.

Que vida, hein?

Que vida…

Não sei o que você pensa sobre isso, mas eu não acredito que essa seja uma maneira boa de viver a vida.

Até por que, a maioria das pessoas que entra nessa rotina… não consegue sair dela.

Médicos, empreendedores, experts, influenciadores, músicos…

O que mais tenho visto ultimamente são pessoas trabalhando demais – e vivendo de menos.

Pessoas com carreiras invejáveis – mas com família, coração e saúde quebrados.

Então será que esse é o melhor caminho a seguir??

Eu acredito que não.

E os números também provam isso.

Nunca houve tantas pessoas com burnout, ansiedade, depressão e tantos transtornos de saúde como hoje.

E a causa número 1?

Trabalho.

A corrida cega pelo ouro.

Custe o que custar.

Custe quem custar.

Mas eu??

Eu estou fora desse mundo.

Eu quero é acordar no meu momento, brincar com minha filha quando eu quiser, parar ou trabalhar quando achar melhor pra mim, viajar sem precisar me programar por meses, fazer o que gosto, com clientes que gosto de trabalhar e trato como amigos…

Enfim.

Essa é minha vida como Consultor de Backend e dono do meu próprio negócio enxuto – e eu faço isso basicamente… escrevendo emails.

Emails me salvaram dessa vida louca moderna e me ajudaram a chegar onde estou hoje.

Dito isso…

Se esse caminho faz mais sentido pra você, então você vai adorar meu mais novo super programa sobre isso.

Está demorando pra sair mas garanto que vai valer a pena.

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Pequenas listas grandes negócios

De vez em quando alguns clientes me dizem:

“Olha só esse números Bruno, acho que essa campanha vai dar boa hein?”

Os tais números que eles me mostram geralmente são aberturas dos emails, ou custo de captação das pessoas, CPM, enfim… números iniciais da campanha.

Mas quando chega o dia da abertura do carrinho, as conversões são horríveis e eles vem correndo (quase chorando) me perguntar o que houve, o que podemos fazer, pelo-amor-de-Deus-me-ajuuuudeeeeeeee…

Já aconteceu com você?

Infelizmente é muito comum.

E geralmente isso acontece por causa das 3 coisinhas do amor em marketcheng.

Que coisinhas são essas?

São as métricas que a maioria dos marketeiros focam quando criam suas campanhas:

  • Quantidade de pessoas atingidas (volume)
  • Engajamento
  • Baixo custo

São coisas que na teoria fazem total sentido…

Mas na prática geralmente não trazem os melhores resultados.

Por que?

Porque quando foca em atrair o máximo de pessoas, e em ter o máximo engajamento, e o mínimo custo…

Você tende a criar campanhas engraçadinhas, ou inteligentes, ou impressionantes, ou que de alguma forma geram entretenimento e causam engajamento e “performance” das campanhas.

Então inicialmente os números são lindos, CPM, CPC, aberturas e tudo lá em cima.

Mas no fim da campanha, na hora H…

As conversões são um lixo.

Por que?

Porque você trouxe as pessoas erradas.

Trouxe a galera da curtição, ao invés da ação.

Trouxe curiosos, ao invés de clientes.

Os que buscam informação, ao invés de solução.

Trouxe os que curtem e comentam mas não passam o cartão.

E de que um negócio vive?

Curtidas ou conversão?

“Mas Bruno, eu fiz conteúdo pro meu público certo, falando dos temas que eles mais gostam, mas mesmo assim não converteu bem”.

Certo, mas você caiu de novo na armadilha das 3 coisinhas do amor 🙂

Pois você provavelmente criou ads ou conteúdo baseados nos temas mais comuns, mais curtidos, mais falados, certo?

E adivinha quem é que fala, curte e engaja com esses temas mais populares?

Os curiosos, viciados em informação, a galera do fundão… que não gosta de passar o cartão.

O próprio Alex Hormozzi (que está em alta no momento) recentemente confessou que mudou o conteúdo do seu canal do youtube pois estava sofrendo com as 3 coisinhas do amor (muitas views, engajamento e volume, mas baixa conversão).

O que quero dizer é o seguinte:

É mais difícil vencer no Marketcheng quando você foca em volume e quantidade.

Custos maiores, estrutura maior, suporte maior, equipe maior, produção maior – mas os resultados tendem a ser menores já que a maioria das pessoas são curiosas.

Por outro lado, quando sua mensagem é específica pra os compradores, você atrai menos pessoas – porém – pessoas certas que passam o cartão.

Isso dá uma lucratividade absurda e mantém o negócio enxuto.

Eu já tive clientes com listas de 80 mil, 200 mil pessoas que não convertia praticamente nada. Não dava nem pra bancar a ferramenta de envio de emails.

Por que?

Porque eram 200 mil pessoas curiosas, que buscavam informação, entretenimento e qualquer outra coisa – menos soluções.

Por outro lado, já trabalhei com listas de 5 mil pessoas que fez 6 dígitos com uma única campanha.

5 mil pessoas qualificadas.

Mas ainda fica melhor.

Pois essas pessoas qualificadas tem um potencial lucrativo muuuuito maior do que você (e os donos de negócios) podem imaginar.

Você pode fazer 7 dígitos com essa mesma pequena (mas qualificada) lista – desde que saiba como explorar todo se potencial.

E isso é uma das coisas que vou ensinar em meu novo programa Copywriter Backend que está no forno.

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Experts arrancam os cabelos por copywriters de backend

Depois do email de ontem…

Os algoritmos me mandaram a notícia de que um dos maiores influenciadores do mundo, Whindersson Nunes, gravou um vídeo implorando pra Zuckerberg mudar o algoritmo.

Outros mega influenciadores se juntaram a ele na tentativa desesperada de mudar o imutável.

No vídeo, Whindersson diz que tem 57M de seguidores mas quando faz uma publi somente 200k no máximo recebem a postagem.

“Minhas postagens não alcançam as pessoas que já me seguem. É como fazer um show de stand-up num estádio e o microfone estar desligado.”

Só pra você ter uma ideia:

200k de 57M significa que apenas 0.3% dos seguidores recebem a postagem.

0.3%

É 3 vezes menos que 1%.

Mais ridículo que isso só os anúncios do phái no youtoba.

Mas enfim.

Essa é a realidade que os gurus não mostram.

Claro, eles não sabem como contornar isso.

Então ficam mentindo que seu engajamento é alto enquanto mentem pra seus clientes dizendo que eles estão fazendo a coisa errada (e se quiser aprender o que funciona hoje, adquira o mais novo curso deles).

É realmente triste pros experts e empresas que se dedicaram tanto pra construir suas audiências nas redes fossiais e agora estão aí mendigando engajamento.

(apesar da culpa der deles por construir no terreno dos outros)

Mas por outro lado…

Isso amplia as oportunidades para copywriters de backend como nunca antes na história.

Pois antes os experts sempre tinham as redes pra trabalhar, pra produzir, pra anunciar…

Mas hoje, com o engajamento no fundo do poço e os custos de anúncios na lua…

Eles estão arrancando os cabelos por uma solução.

E nós copywriters de backend somos (provavelmente) a melhor saída pra eles.

Por que?

Porque temos o poder de levantar múltiplos 5 ou 6 dígitos todos os meses, a custo zero, usando apenas os ativos que eles já possuem.

Ou seja:

Sem ter que fazer ads, nem produzir conteúdo, nem fazer lives, nem nada disso.

Apenas algumas campanhas estratégicas, no lugar certo, para as pessoas certas e a magia acontece.

E você não faz ideia do quanto o mercado está aquecido pra isso.

Nesse momento meus alunos estão tendo resposta de grandes players em questão de minutos.

Junte esse mercado pegando fogo com o fato de ter o Orákulum (minha IA que escreve os melhores emails que você já viu) e você tem o melhor trabalho do mundo em suas mãos.

Estou falando de fazer 6k, 12k, 20k por campanha, por cliente, trabalhando 4 horas por dia no máximo.

É isso que vou ensinar no novo programa Copywriter de Backend que está vindo por aí.

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Clientes semi-ideais de backend copy

Tinha uma loja de roupas que eu e Priscilla adorávamos.

Tinha um aniversário?

Corre pra nossa lojinha favorita.

Precisamos de roupa?

Vai pra lojinha.

O lugar já era grande.

Tinha muuuuitos clientes.

Toda vez que íamos tinha gente lá entrando e saindo, e as atendentes estavam nos atendendo e ao mesmo tempo atendendo outros pelo celular.

(por sinal, as atendentes eram muito boas no que faziam)

O negócio estava indo bombando.

Mas aí…

A dona resolveu inovar??

Comprou um terreno maior…

Gastou uma fortuna construindo um prédio maior (agora com andar) – com tudo do bom e do melhor – sistema de refrigeração central, acabamento de primeira… ostentação lá em cima.

Só que…

A loja antiga ficou fechada por um tempo, até a nova ficar pronta.

E nesse período…

A receita provavelmente caiu pra zero.

Enquanto os gastos com a construção foram pro céu.

As atendentes caíram fora (não iam ficar paradas).

E os clientes desanimaram (como aconteceu com a gente).

Quando a nova sede finalmente ficou pronta, fomos lá conhecer.

Ficamos impressionados com o que vimos:

O novo prédio era maior por fora… mas menor por dentro??

Não sei como fizeram isso, mas juro pra você, agora só tinha uns 10% de roupas à mostra, em relação ao espaço antigo.

Antes você entrava e via 1.000 peças de roupas espalhadas por cabides, araras, prateleiras e manequins…

Agora você só via 150… e nada mais.

O lugar estava vazio de produtos…

E de pessoas.

As atendentes foram embora, e ficaram umas doidas no lugar.

E como se não bastasse…

Mudaram o tipo de roupas que ofereciam (produto).

Em resumo:

Eles deixaram de fazer TUDO que foi responsável pelo crescimento do negócio.

O resultado?

Se não já quebrou… Vai quebrar.

Esse é um típico exemplo que acontece com muuuitos empreendedores.

Tanto no mundo offline, quando no digital.

Os mesmos erros se repetem.

Teve um negócio digital que fez muitos dígitos no passado, mas as coisas estavam de mal a pior agora.

O que o dono fez?

Foi atrás da inovação mortal.

E desembolsou quase 300 mil pra…

Adivinhe só…

Regravar tooooda a formação dele.

Cenário. Equipamento. Edição. Efeitos. Qualidade da Globo.

Por que na cabeça do cara os clientes sumiram por causa da qualidade dos vídeos… que eles só conseguem ver DEPOIS de adquirir o produto.

Pois é.

O resultado, claro, foi catastrófico.

Teve que demitir todo mundo e recomeçar do zero.

Erros assim acontecem todos os dias.

Empresas que deixam de fazer o que funciona, deixam de fazer o que os fizeram crescer… pra inovar, pra mudar, pra modernizar (e se ferrar).

Negócios assim não são os ideais para copywriters de backend…

Mas podem ser semi-ideais.

Por que?

Porque se você for nos clientes certos, que apesar de não ter receita entrando e estarem perdidos – eles tem uma boa esteira de produtos (ou dispostos a criar ou modificar um produto), uma boa lista, boa reputação e a mente aberta…

Basta você enviar alguns simples emails e os dígitos voltam a entrar.

Recentemente fiz consultoria pra um assim.

Grande expert. Grande reputação. Grande lista. Grandes produtos.

Mas ZERO receita.

Nós começamos com o feijão com arroz.

Enviamos 1 simples email…

Com 1 0ferta Mutante…

(essa você não conhecia, né?)

E em ao longo de 2 semanas retornou pouco mais de 110k em negócios fechados.

Legal, né? 🙂

Isso é possível porque:

Clientes assim (com os requisitos mencionados acima), basicamente estão em cima de um poço de petróleo (os ativos do negócio) mas não sabem como explorá-lo.

(às vezes até sabem, mas estão com o emocional abalado que não conseguem fazer sozinhos)

Nesses casos, o trabalho do copywriter de backend é apenas fazer um furo no chão e ver o petróleo jorrar na cara do cliente.

E só precisam de 1 email no lugar certo pra isso 🙂

Mas veja que não tem nada de mágico.

É escolher os clientes certos (com petróleo no quintal).

E trabalhar de maneira estratégica.

Exatamente como vou ensinar no meu novo programa sobre copywriter de backend.

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A inovação que mata conversão

A TV nova chegou hoje.

E uma das razões pra esse email estar indo tão tarde é:

Essa droga de tecnologia não devia tornar nossas vidas mais fácil??

Antigamente era só ligar a tv na tomada e pronto.

Mas hoje??

Nãããããõooo

Hoje eu ligo a tv, e ela manda eu usar o celular, baixar um app, ativar todas as permissões do mundo pra ela, escaner qr codes, e aí finalmente começar a…?

Configurar.

E eu nunca vi tanta configurações em minha vida.

Comecei configurando meu perfil.

Aí configurei um aparelho.

Criei a conta da minha casa (pois é).

Adicionei apps.

Aceitei termos de pricavidade e outros.

Configurei perfil de criança.

Configurei canais.

Configurei minhas contas nos apps.

Configurei o perfil de Isabella (na tv e no youtube).

Descubri que o perfil pra crianças tem uma caixa de marcar (que é obrigatória) dizendo que você conscente que a criança veja conteúdo não só pra criança, incluindo impróprio para menores. Sério! Qual a lógica disso??

Configurei modo de exibição.

Foi tanta configuração…

Que eu estava quaaaase devolvendo a televisão.

Sem contar que no meio da configuração pelo celular, o app não reconheceu alguma merda lá e eu tive que fazer tudo de novo pela TV… manualmente… usando o controle remoto.

Muuuuuito massa digitar pelo controle da tv.

Estou até escrevendo esse email usando esse controle 🙂

Mas tudo isso nos mostra algo interessante:

Como o mundo ficou mais tecnológico e tão mais complicado (até por que ninguém usa a maioria daqueles recursos, e eles mais atrapalham do que ajudam).

E no mundo dos negócios não é diferente.

Tem tanta empresa e expert por aí complicando o negócio, usando mil ferramentas, aumentando os processos, criando fuinis mais e mais complexos…

Só que na prática…

Muitas dessas coisas acabam matando a conversão.

Pois é.

Elas atrapalham as pessoas de comprar.

Por exemplo:

Quando a pessoa já está pronta, e só quer passar o cartão… mas não pode ver o preço, tem que fazer uma call, ou assistir um vídeo (que não adianta) de 40 minutos.

Ou funis que entopem a pessoa de conteúdo… ao ponto dela nem saber que tem algum produto que pode ser adquirido.

Enfim.

Tem muita coisa desse tipo sendo feita.

O que é péssimo pros donos de negócios…

Mas excelente pro copywriter de backend 🙂

Por que nosso trabalho com clientes assim é tããããão fácil…

É, literalmente, só fazer o mais absoluto básico.

É tirar toda a complicação da frente e falar para as pessoas de maneira direta:

“Ei, eu tenho esse produto aqui, você quer?”

E magicamente elas dizem sim e passam o cartão.

Aí você continua:

“Que bom que gostou, eu também tenho esse outro aqui, você quer?”

E assim nós recolhemos todos aqueles grandes dígitos que os negócios deixam na mesa por que estão ocupados demais inovando.

Parece absurdo.

Mas é a realidade do mercado.

Os clientes enchem os olhos com o novo, com objetos brilhantes, com inovação, com IA…

Complicam a própria vida…

Param de fazer o básico que funciona…

A receita cai, cai cai…

E nós chegamos pra salvar o dia 🙂

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Nutrissaum de Lídis Ainnnnnnnnnnnnnn

Eu ODEIO esse termo:

Nutrição de lídis.

E não se engane:

Esse termo pode parecer inofensivo…

Mas é o que impede vários negócios de trazer múltiplos 5 ou 6 dígitos todos os meses…

E é também onde se escondem os grandes dígitos para os copywriters de backend.

Veja:

Em primeiro lugar…

Que diabos é “nutrir seus lídis”?

Você por acaso dá comida pra seu público?

Ou suco verde??

Pois é.

E ao tratar seu público com termos como esse (nutrir), você para de enxergá-los como pessoas, e enxerga-os como dados numa lista.

Você para de fazer as coisas que mantém um relacionamento entre pessoas…

E passa a fazer coisas técnicas para tratar os dados.

Assim não existem mais pessoas com interesses, medos, desejos, necessidades e histórias de vidas.

Tudo se torna cliques, aberturas, e um engajamento medido por ferramentas que nunca foram tão imprecisas como são em 2025.

No fim…

A tal nutrição na verdade mata a lista…

E toda a capacidade de monetização dela.

A maneira que os experts e empresas tratam suas listas de emails é como se tivessem um Mustang GT com 492 cavalos de potência… mas só andassem na primeira marcha.

Digo isso por que o bom e velho email ainda é o canal com maior ROI do digital…

Desde que você saiba como utilizá-lo.

E a maioria não sabe.

Ou faz o oposto do que deveria dazer.

O que favorece demais a vida do Copywriter de Backend 🙂

Não tem nada melhor do que trabalhar com bons clientes que tem listas subutilizadas.

O trabalho do copywriter de backend é simples como pisar na embreagem e passar as próximas marchas do Mustang.

(ou enviar um email de 9 palavras)

É parar de trabalhar com dados e nutrição…

E trabalhar com pessoas e relacionamento.

Parar de enviar conteúdo, emails que parecem panfletos digitais e todas essas “boas práticas” do mercado…

E contar histórias, falar com as pessoas, criar demanda, e convertê-las.

É assim que nossas simples campanhas trazem 30k, 50k, 100k, 150k, 200k todo mês e deixam os clientes de boca aberta (e colocam uma fatia disso em nosso bolso).

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Copywriters mortos-vivos

As vezes quando falo de trabalhos infernais…

Da vida do copywriter tradicional de lançamentos e afins…

E do quanto é importante fugir dessas coisas…

Tem gente que acha exagero.

Ou que “é assim mesmo, tem que se acostumar e ralar duro calado”.

Só que a coisa está ficando mais séria do que parece.

Só nos últimos dois anos o número de afastados pelo INSS por conta de saúde mental subiu 135%, de 201 mil pra 472 mil pessoas.

E além desses dados serem de 2024…

Não levam em conta as pessoas que sofrem, mas não se afastaram.

Ou seja:

O número de pessoas que sofrem por conta do trabalho é muito maior.

Só no meu ciclo de amizades conheço vários que vivem assim.

E vou lhe dizer uma coisa:

Só quem passa por um burnout (como eu) sabe como é.

E é um problema que não fica só no trabalho.

Ele se extende por toooda sua vida.

Acaba afetando sua saúde física, seus planos de vida, seu casamento, seus filhos, seus amigos, TUDO.

Pois você não tem vontade de fazer NADA.

Eu vivia em modo zumbi.

Só queria ficar em casa, quieto, torcendo pras horas não passarem e eu não ter que voltar pra aquele trabalho horrível.

E durante todo que passei como morto-vivo, eu só andei pra trás na vida.

Nem aproveitava as coisas boas que eu tinha…

Nem corria atrás de meus objetivos.

Ficava só lá, reclamando pra todo mundo como meu trabalho era horrível, como meu chefe era injusto, como eu ganhava pouco…

Mas não fazia nada pra mudar aquilo.

Sabe o que é mais hilário?

É que comigo esse inferno profissional aconteceu quando trabalhei numa agência digital (presencial).

Porém…

2 anos antes eu sonhava em trabalhar numa agência como aquela.

A vida é muito louca.

Pior que tem muita gente que sonha com alguma coisa, como passar num concurso, ou trabalhar numa empresa, ou num ramo específico…

E depois que consegue, o sonho se torna pesadelo.

É exatamente o que acontece com os copywriters.

No início é tudo muito lindo, vou viver de minha escrita, sou o rei da persuasão, vou fazer melhões…

Aí eles começam a fazer lançamentos…

A trabalhar em agências…

A fazer direct response (golpywriting)…

A fazer co-produção…

E a escrita deixa de ser uma atividade prazerosa e se torna uma obrigação horrorosa.

Eles se tornam mortos-vivos como eu.

Enfim.

Não sei como é sua vida profissional hoje mas…

Se você sonha em viver de sua escrita…

Trabalhar em projetos excitantes…

Com clientes ideais…

Enquanto tem controle total de sua agenda…

E é muito bem pago por isso…

Então você vai adorar atuar como copywriter de backend.

É a melhor maneira que eu conheço pra embolsar 10k, 20k, 30k por uma única campanha de emails.

Foi o que trouxe independência pra minha vida.

Foi o que me fez voltar a amar o copywriting.

Foi o que me permitiu morar no campo, ter qualidade de vida, fazer o que eu quero, quando eu quero.

É o que me permite aproveitar todos os dias com Isabella.

Se você busca algo assim pra sua vida, não perca meus próximos emails.

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A verdade sobre Alex Hormozi

Depois de muito tempo…

O mercado digital mundial parou pra observar o lançamento de um grande player.

Seu nome?

Alex Hormozi.

Segundo os números dele mesmo, foram mais de 3 melhões de livros em 48 horas…

Os “espertinhos” que fizeram as contas acreditam que ele colocou 90 melhões no bolso…

Mas será que foi isso mesmo?

Será que é uma boa ideia copiar o lançamento dele?

E como esse bombadão bigodudo criou demanda para copywriters de backend?

Isso e muito mais é o que vamos descobrir no email de hoje 🙂

🎵 música de abertura 🎵

Alex Hormozi surgiu como o primeiro bombadão inteligente da internet (brinks) e aos poucos foi ganhando espaço no mercado digital mundial.

Já o acompanho há anos e a primeira coisa que lhe digo sobre o sujeito é:

Os números que ele alega ter feito com o negócio de academia dele (como ele começou a crescer) foram verdadeiros.

Porém…

A história foi diferente.

Em seus livros ele se coloca como o cabeça que por tentativa e erro descobriu e criou tudo…

O que é não é a pura verdade.

Sozinho ele não estava indo muito longe.

E Alex só começou a crescer quando conheceu o pessoal do Russell Brunson e eles o aconselharam a sair do negócio de ter academia e entrar no negócio de mastermind pra donos de academia – onde ele ajudaria os caras a crescerem suas academias.

Ainda assim, ele tentou, tentou e tentou e não conseguia escalar.

Então ele contratou um cara chamado Joel Erway, e foi ele quem o ajudou a criar tooooodo o marketcheng que fez Hormozi decolar com o GymLaunch.

Mas isso ele não conta em lugar nenhum e eu acho muita sacanagem e ingratidão não reconhecer as pessoas que lhe ajudaram a crescer pra que você pareça um gênio??

Enfim.

Depois ele lançou uma empresa de suplementos, e seus clientes eram os donos de academia de seu mastermind.

E dos melhões de negócios de suplementos que existem, você sabem quantos são verdadeiros e entregam o que prometem?

São tão poucos…

Que até marcas gigantes sempre são reprovadas nos testes da anvisa.

Não sei se o PrestigeLabs de Alex era fraude ou verdadeiro, só sei que ele se meteu num negócio onde a maioria é fraude.

Depois ele montou uma agência digital pra ajudar os donos de academia.

E depois essas 3 empresas foram adquiridas por alguns melhões.

Aí ele fundou o Acquisition.com, onde supostamente adquire empresas ou entra como sócio e as ajuda a crescer (tipo um shark tank).

E hoje ele produz uma tonelada de conteúdo pra ajudar empreendedores a crescerem seus negócios e chegar até ele no Acquisition.com.

Essa é a história e os fatos conhecidos.

Cabe a você julgar como bem entender.

Quanto ao lançamento dele:

Foram (supostamente) 3 melhões de cópias de livros + 12 playbooks e outros produtos e 90M, certo?

Aí você tira:

Impressão
Tráfego
Afiliadus
Plataforma de pagamento
Impostos
Equipe e ferramentas
Sobra uns 30M.

Não dá pra saber exatamente.

Mas as coisas nunca são o que parece nesse mundo digital dos grandes gurus.

E não estou dizendo tudo isso pra tirar o brilho do Hormozi…

Apenas pra abrir seus olhos.

Porque a maioria das pessoas assistem um lançamento como esse, olham pra aqueles números, acham tudo incrível e ficam hipnotizados, aí querem copiar acreditando que vão se dar bem…

O que quase nunca acontece.

Por que?

Várias razões.

Porque o Alex trilhou um longo caminho pra chegar até ali.

Porque ele botou muitos melhões em tráfego.

Porque ele construiu uma reputação mundial que quase ninguém tem.

Porque ele teve um exército de pessoas promovendo-o.

Porque ele tem a equipe e a logística.

Como você vai reproduzir tudo isso?

Isso não significa que não dá pra aprender com o cara.

E aqui é um ponto interessante nisso tudo.

Enquanto a maioria dos gurus ensina coisas que parecem inteligentes mas não passam de fugazzi…

As coisas que Alex ensina são muito boas.

São estratégias, fundamentos de negócios, coisas práticas que você pode e deve aplicar em seu negócio (ou de seus clientes).

Os workshops que ele faz presencialmente no Acquisition.com são excelentes, sem guruzice, sem motivacional, apenas duras verdades sobre negócios.

Por fim, já vi ele fazendo consultorias 1 a 1 e essa é uma das melhores maneiras de saber se alguém realmente sabe o que faz ou só enrola, e Hormozi entrega muito no 1 a 1.

Mas agora vem o melhor de tudo:

O novo livro dele é sobre algo que eu falo muito por aqui:

Modelos de negócios.

O livro é sobre como:

Conseguir mais clientes
Fazê-los comprar mais
Fazê-los ficarem por mais tempo (LTV)
E adivinha só o que é isso?

É trabalhar no Backend do negócio.

Ou seja:

Todo esse hype vai ajudar absurdamente a criar demanda para o copywriter de backend.

Pois não existe ninguém especializado nisso hoje em dia.

Então Alex está fazendo um trabalho de conscientização nos nossos clientes que nós jamais seríamos capazes de fazer sozinhos (por não termos a estrutura dele).

Obrigado Hormozi 🙂

— Vai [FIRST NAME GOES HERE], agradece a ele também (eu falo dando um tapa em sua nuca)

Isso.

Agora aguarde mais um pouquinho pois em breve você vai me agradecer também…

Depois que eu lançar meu novo programa que vai lhe transformar num:

Copywriter especialista em Backend 🤠

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Humilhei o GPT publicamente

Nem tudo são flores quando se mora na roça.

Fa uns 2 meses uma lagartixa está morando no meu carro.

Eu só a vi 1 vez.

Mas sei que a desgraçada está viva porque sempre encontro seus cocozinhos pelo painel.

Pois é.

Mas hoje o reinado dela em meu carro chegou ao fim.

Não da maneira que eu queria mas…

Acabou.

Quando fui entrar no carro me deparei com ela imprensada entre a porta e o assoalho.

Eca…

Como disse, nem tudo são flores aqui.

Assim como com os GPTs nos dias de hoje.

As pessoas estão usando essas IAs pra TUDO.

Pra fazer terapia.

Pra se entender.

Se descobrir.

E até pra tomar decisões de negócios.

E sabe qual o perigo disso?

Vou explicar através dois causos que aconteceram essa semana.

Primeiro:

Um aluno do grupo de mentoria mandou um texto do que seriam os melhores clientes pra ele abordar, com os motivos e explicações de cada um.

Eu li tudo e disse:

“Não concordo com nada disso. Está tudo errado”

Continuei:

“De onde você tirou isso, do GPT?”

“É, foi. Pedi pra ele me ajduar.” Respondeu ele.

Ainda bem que ele me perguntou antes de seguir aquilo, pois ia afundar a carreira dele.

Por que?

O GPT disse exatamente o oposto do que ele devia fazer pra conseguir bons clientes.

Então eu mandei um áudio explicando cada ponto e por que estava errado – humilhando o GPT diante de todos no grupo.

Segundo:

Outra aluna disse que passou quase 2 horas conversando com o GPT sobre por que ela não estava conseguindo clientes, e ele chegou numa conclusão lá que ela compartilhou em nossa call.

Adivinha só?

Mais uma vez o GPT veio com uma coisa que ia levá-la pra uma direção totalmente errada que ia atrapalhar muito mais que ajudar.

E lá fui eu explicar os porquês.

Dito isso…

Chegamos no grande perigo de confiar sua vida e negócio ao GPTs:

O grande perigo é que:

Todas as coisas que o GPT falou faziam total sentido na teoria…

Mas na PRÁTICA…

Era o oposto do que eles deviam fazer.

E se não tivessem alguém com experiência real pra ajudá-los (noc aso, eu)… eles iam se ferrar.

Se-fer-rar seguindo o GPT.

Mas não me entenda mal.

Acho o GPT incrível pra resolver coisas lógicas e tarefas que envolvem lógica como mexer em ferramentas, códigos, planilhas, fórmulas…

Mas pra coisas abstratas e ilógicas como negócios?

Eles ainda não estão preparados.

E sempre vão trazer coiceitos perigosos baseados em senso comum e artigozinhos da internet (que é a base de conhecimento deles).

(e pra constar, a aluna do segundo caso tinha subido alguns dos melhores livros de marketcheng no GPT pra usar como base de conhecimento, mas eles não lêem os livros por inteiro e entendem os conceitos, só usam snippets, e por isso não entendem os conceitos e ferram com você)

Mas o caminho pro sucesso quase sempre é o oposto do senso comum.

É contraintuitivo.

É ilógico.

É até… louco.

E isso os GPTs ainda não entendem.

Nesses casos, só uma pessoa com experiência é capaz de ajudar de verdade.

Enfim.

É por essas e outras que o que vou trazer no meu novo treinamento para Copywriter Backend você não vai encontrar em nenhum outro lugar por aí.

Fique ligado por que está quase saindo do forno 🙂