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Como converter quem disse “Não”

Seu amigo aqui esteve adoentado esses dias.

De que?

Só Jesus sabe.

Só sei que ficar doente é um grande problema pra mim… que sou alérgico a todo tipo de remédio (incluindo anti-alérgicos).

Mas aí recentemente eu fui num alergologista (médico de alergias) pra descobrir exatamente a que eu tenho alergias, e principalmente, pra saber que remédio eu poderia tomar e quais devo evitar se não quiser morrer de choque anafilático.

O que ele me disse foi pavoroso

Veja: Não é novidade que a maioria dos médicos (e de todos os profissionais de todas as áreas) não estão nem aí pro paciente (ou cliente).

Mas esse alergologista parecia se importar. A consulta levou um tempo, ele me fez várias perguntas e meio que deu um pré-diagnóstico, e uma lista do que evitar e o que eu teoricamente poderia tomar.

Aí veio a parte assustadora:

Eu disse: “Doutor, meu medo é sofrer um acidente e quando chegar na mesa de cirurgia eu tomar uma droga proibida pra mim e morrer por causa do remédio – ao invés do acidente. Não dá pra passar um exame pra fazer testes de medicamentos?”

E ele respondeu seguro:

“Não existe esses testes. Pra medicamentos, a única maneira de saber se você tem alergia ou não.. é tomando”

Depois disso só me restou ficar olhando nos olhos dele com cara de mosca morta.

Putz… sério??

A única maneira de saber se uma medicação vai me matar… é tentar me matar com ela??

Não me parece naaaada inteligente.

E assim eu sigo minha saga da cura através dos chás, da fé e outras coisas “alternativas”.

Mas enfim.

Por falar em práticas nada inteligentes, existe uma muito comum entre empreendedores e marketeiros, que é a de conduzir negócios como se fosse um jogo de poker… onde eles só realizam uma única e perigosa jogada que se chama:

ALL IN

Em outras palavras, eles jogam no tudo ou nada.

É assim que eles tratam seus leads, ou tudo ou nada.

Ou seja:

Ou aquela pessoa compra agora… ou ela não presta e vou jogá-la fora pra ir em busca de quem presta.

Quem é craque nisso é os lançadores.

Eles botam uma grana em tráfego, constroem lista, aí quem converteu fica… mas quem disse “não” cai fora.

E no próximo lançamento começa tudo de novo… do zero.

Como disse, não é algo inteligente de se fazer.

Especialmente num momento em que o alcance das redes fossiais é quase zero, e o custo dos anúncios é o mais alto da história.

Em momentos assim, mais do que nunca, é fundamental aprender a converter quem disse não.

Ok, e como converter quem disse não? Que bom que perguntou 🙂 Mas antes de lhe dizer, eu preciso que você entenda algumas coisas:

Marketcheng não é preto e branco

Não é 0 e 1.

Não é sim ou não.

Na prática, isso significa que se alguém disse não agora… não quer dizer que ela não está interessada ou que não é seu cliente ideal.

Na verdade, esse não pode significar… dezenas e dezenas de coisas.

Por exemplo…

Pode significar:

  • Que as pessoas tem uma vida corrida e a maioria nem conseguiu ver sua campanha de vendas (e logo é impossível dizer “sim” ao que ela nem sabe que existe)
  • Que algumas pessoas vão se interessar mas não vão dizer sim por que têm outras coisas acontecendo no momento (mas nada impede que elas digam sim num outro momento, se você fizer isso acontecer)
  • Que algumas vão se interessar mas… a sua mensagem daquela campanha não foi suficiente pra convencê-las naquele momento (mas nada impede que elas sejam convencidas depois)
  • Que algumas vão se interessar… mas… sua mensagem simplesmente não foi clara o suficiente pra elas entenderem o que exatamente era sua solução
  • Que algumas vão se interessar… mas não vão achar aquela sua 0ferta atraente pra elas (mas nada impede que você reformula sua proposta de uma maneira mais atraente pra esse público)
  • Que algumas vão se interessar… mas esquecer de você… e perder o prazo.

Enfim. Enfim. Enfim.

Apenas alguns exemplos das dezenas de coisas que acontecem no dia a dia de todo público – e que jamais pode ser ignorado em seu negócio.

“Ok… mas e como converter quem disse não?” Você pergunta (de novo).

Bem, existem várias maneiras… e eu já dei algumas acima (nos parênteses).

Mas a mais simples de todas é:

Com 1 email de 9 palavras (ou menos)

É tão simples, mas tão simples…

…mas TÃO SIMPLES…

Que a maioria das pessoas simplesmente não acredita que esse email funcione… e por isso não o envia… e por isso não converte uma fatia de pessoas que poderiam ter sido convertidas com esse email.

Digo isso por experiência própria.

Quando aprendi sobre esse email, eu achei ridículo.

“Não tem como isso funcionar” eu repetia pra mim mesmo.

E aí, adivinha?

Nunca usei.

E sabe quanto tempo eu levei pra entender a profundidade da sofisticação desse email e finalmente usá-lo?

Anos e anos e anos.

Sério.

Quando finalmente entendi, percebi que o ridículo não era aquele email tão simples… mas sim minha maneira de pensar sobre ele (e nem mesmo testar antes de falar).

Dito isso…

Se você quer saber que email é esse e, mais importante, como entendê-lo e usá-lo pra converter quem disse não…

Meu email de amanhã será inteirinho sobre ele 🙂

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Como vencer o Golias do seu nicho

Você já ouviu aquela história?

De Davi e Golias?

Eu nunca li a Bíblia… mas conheço a história.

(histórias têm esse poder de se espalhar)

Davi era um cara “comum” que conseguiu derrotar Golias, um GIGANTE do exército inimigo que já tinha destroçado dezenas de adversários.

O interessante é que Davi não era um soldado, muito menos um lutador.

Mas ainda assim, foi capaz de derrotar o gigante numa batalha.

Como??

Como um pastor derrotou um guerreiro gigante e imbatível?

E a resposta é:

Davi lutou de maneira inteligente.

Ele percebeu que era impossível derrotar o gigante em seu próprio jogo (numa batalha corpo a corpo).

Então Davi decidiu jogar um jogo diferente.

Ao invés de fazer como todos os outros guerreiros que partiram pra luta física contra Golias, Davi lutou de longe, arremessando pedras no gigante.

Até que uma das pedras acertou a testa de Golias, fazendo o gigante cair morto.

Mas por que estou lhe contando essa velha história?

Pra tentar lhe convencer a assistir as novelas da Record??

Não exatamente…

Mas pra llhe mostrar como vencer os “Golias” de seu nicho, usando a mesma estratégia de Davi.

Digo isso por que em todo nicho que você atuar, vai existir um gigante (ou vários) que domina grande parte do mercado.

E isso desanima e até desencoraja muita gente nesse mundo digital, pois é fácil pensar:

“Como vou competir com fulano, que tem todos aqueles títulos, faz melhões, tem milhares de alunos, é conhecido no mercado… eu não sou ninguém”.

Não é esse o pensamento?

Pois é.

E o que fazem os que pensam assim??

Tentam lutar com o gigante… jogando o jogo… do próprio gigante.

Ou seja:

Se o gigante faz vídeos no youtube – você tenta fazer vídeos melhores.

Se o gigante se arruma todo pra postar todos os dias – lá vai você se emperequetar também pra postar sua vida.

Se o gigante faz lives no insta 19:58 – você inventa de usar horários quebrados.

Se o gigante inventa expressões como “virada de chave” – você usa as expressões do gigante.

Se o gigante faz um desafio – você faz um desafio.

Se o gigante lança produto de IA – você cai no mundo de IA.

E sabe qual o resultado disso?

É você gritando pra todo mundo que é apenas mais um seguidor do gigante.

Afinal de contas, todo mundo está vendo o gigante ditar as regras… e você jogando o jogo dele.

Entende como isso é profundo?

Pois é.

Mas então o que fazer?

Bem, a primeira coisa (como você já deve saber) é não tentar vencer seu Golias jogando o jogo dele – pois você sempre vai perder.

Ou seja:

Você precisa criar seu próprio jogo. Com suas regras. Suas expressões. Suas estratégias. Sua visão. E sua maneira única de fazer as coisas.

É assim que você finca sua bandeira e conquista seu espaço no mercado.

A segunda coisa é:

Faça como Davi.

Descubra onde o gigante mora (hoje em dia com a internet não é difícil), junte algumas pedras e, quando o gigante sair de casa, taque pedras na cabeça dele até o bicho cair no chão morto.

“MORRE DESGRAÇA” Você grita batendo no peito e uivando pra lua.

Se bem que… acho que o contexto hoje é um pouco diferente da época de Davi e usar pedras pode acabar mal pra você também.

Ok… Então aqui vai uma estratégia melhor:

Use emails.

Mas não emails qualquer.

Emails com pequenas histórias.

Dessa forma, enquanto o gigante está lá inacessível em seu palácio de cristal, apenas compartilhando ostentações duvidosas nas redes fossiais…

Você estará próximo de seu público, mantendo relacionamentos verdadeiros com as pessoas e atuando como um conselheiro estratégico.

E assim, email a email, história a história, você vai construindo sua pequena e unida tribo de fãs – que vale mais que os seguidores do gigante.

E tudo isso, sem fazer lançamentos, sem produzir toneladas de conteúdo, e sem nem mesmo mostrar a cara (se não quiser).

Apenas contando histórias em emails.

E usando um dos modelos de negócios mais simples do mundo: 1 email por dia.

Por falar nisso, eu tenho um curso com esse nome (e talvez até você já tenha ele).

A diferença do desafio 1 email por dia pra esse workshop de storytelling?

O workshop é 100% focado na escrita dos emails (uma das maiores dificuldades de quem tenta implementar esse modelo de negócio).

Emails que vendem produtos, serviços e até alto ticket – usando apenas pequenas histórias do seu dia a dia.

Aproveite o preço especial até amanhã:
https://www.brunosampaio.com/email-storytelling

Depois disso, vai dobrar.

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Como sobreviver ao apocalipse IA

Ontem li algo interessante e aterrorizante ao mesmo tempo.

A NetDragon, uma empresa de Hong Kong que faz 2 Bi por ano, contratou uma nova CEO que em pouco tempo fez a empresa performar melhor que as outras empresas do mercado nacional deles.

O que tem de interessante e aterrorizante nisso?

A nova CEO era nada mais, nada menos que:

Uma Inteligência Artificial.

Pois é.

A IA não está roubando apenas o trabalho da base da pirâmide, mas também os cargos do topo.

Não por acaso.

Apesar de na teoria os CEOs serem pessoas inteligentes e capacitadas pra fazer as empresas progredirem, na prática a coisa é diferente.

Depois de trabalhar ou conhecer centenas e centenas e centenas de CEOs das mais diversas indústrias… eu garanto que a maioria deles são… digamos, incapazes de realizar o trabalho.

Alguns até começam bem, mas logo desviam totalmente do caminho inicial que fez a empresa crescer, e começam a buscar inovações e outras coisas estúpidas que fazem o barco afundar. Ou então, quando chega o momento em que inovar é obrigatório, os CEOs decidem continuar fazendo o mesmo feijão com arros até morrerem de fome.

E quase sempre essas decisões estúpidas são movidas por ego, política ou achismos.

Então é óbvio que uma IA focada em analisar fatos e tomar decisões baseadas em lógica vai gerar resultados melhores e mais rápidos do que CEOs estúpidos.

O mesmo está acontecendo com outros profissionais.

Tem uma galera grande de tecnologia sendo demitida toda semana – uma parte delas por causa de IA.

E obviamente chegamos ao nosso mercado de marketcheng onde as demissões por IA vão começar a acontecer em breve.

Quando ficar mais claro para empresas e experts que eles podem demitir seu designer demorado, seu copywriter de textinhos e scripts batidos de lançamento, e seu social midia de posts fru fru – e trocar todos esses por um único (e mais barato) operador de IA… essa galera já era.

É só uma questão de tempo.

Sério. Olhe pras redes fossiais. 90% do conteúdo ali é superficial, tosqueira ou baboseiras que podem ser facilmente criadas por IA (e ainda melhor do que o feito pelos humanos).

Afinal, tudo ali é descartável. É tudo feito apenas pra conseguir alguns cliques ou segundos de visualização.

Enfim.

Caso ainda não tenha ficado claro, aqui está o que fazer pra sobreviver ao apocalipse da Inteligência Artificial:

Não seja descartável.

Não seja criador de superficialidades.

Não faça o que todo mundo está fazendo.

Se você é copywriter, não seja o copy que escreve posts, textinho s de blog e copys que seguem os mesmos scripts batidos e superficiais que a maioria.

Tudo isso aí a IA vai tirar de letra.

Faça diferente.

Seja alguém o mais insubistituível possível.

Seja o profissional diferente, que cria coisas únicas.

Crie dependência de você.

Meu conselho?

Aprenda a cuidar de listas de email e a trazer grandes resultados pra seus clientes todo mês a custo zero.

Quando a foice da IA passar, você acha que qual cabeça tem mais chance de rolar:

A do copywriter que faz textinhos e copys scriptadas… ou o copywriter que faz 30k, 40k, 50k todo mês usando apenas emails?

“Ah Bruno, mas eu não faço isso, eu crio VSL matadoras de alta conversão.”

Ótimo. Mas eu garanto que em poucos meses a IA já será capaz de estudar todas as VSLs do mundo, aprender os padrões e criar VSLs completas, com texto, voz, leganda e imagens em questão de minutos. Você será capaz de competir contra isso?

“Ah Bruno, mas se a IA faz isso com vsl também vai conseguir fazer com emails”

Vai sim. Ela vai ser capaz de estudar zilhões de emails lixo de todo o mundo… e criar novos emails lixo que não vendem.

Pois é.

O trabalho de um email copywriter vai muito além da escrita. É algo estratégico, filosófico e totalmente humano que IA ainda não consegue reproduzir. E talvez nunca consiga, já que ela depende de prompts humanos e os humanos do marketcheng estão tomando um caminho totalmente diferente do que o que seguimos aqui na família do email.

Pense nisso.

E se quiser dar o primeiro passo no caminho de monetização de listas de emails, experimente isso:
https://web.brunosampaio.com/desafio-trabalhe-1-email-por-dia

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Produtos High TChicken 🐔

A maneira mais fácil de fazer dígitos extras…

É criar um produto de alto ticket.

Por que?

Porque um negócio não é um jogo de copy, funil e anúncios…

É um jogo de matemática.

Você pode criar as melhores copys e funis do mundo, mas se no fim do mês as contas não fecharem positivas e você não tiver uma boa margem de sobra…

Todo seu trabalho foi praticamente em vão.

É aí que um produto de alto ticket pode fazer toda a diferença entre um negócio próspero e um que mal consegue sobreviver.

Pois ele possui margens altíssimas e o custo é praticamente zero.

Por exemplo:

Se o expert ou empresa só tem produtos de 20 a 1.000 reaus, quando a coisa começa a escalar as margens vão afinando, afinando e afinando até que começa a sobrar menos no bolso dele do que quando a operação era menor.

Mas se você pegar essa lista de clientes existentes e oferecer um produto de 3k, 5k ou 10k pra eles, é possível fazer 30k, 50k, +100k tran-qui-la-mente. (apenas com alguns emails).

E como disse, é uma quantia que vai praticamente toda livre pro bolso do dono.

Até aí nenhuma novidade??

Pois é. Mas muitos são os que sabem disso, mas pouquíssimos são os que conseguem emplacar esse tipo de produto.

E a razão pra não conseguirem NÃO é:

  • O funil que usam
  • A copy
  • Falta de autoridade
  • Falta de conteúdo
  • A estratégia
  • O expert

Todos esses são fatores secundários. Alguns aí nem diferença fazem.

O grande problema é porque eles criam o que eu chamo de produtos “High Tchicken”.

Ou seja: Produtos desengonçados, nada atraentes, que mais assustam as pessoas do que encantam… como o próprio nome diz, como se fosse uma galinha gigante 🐔.

E quem em sã consciência vai dar 2k, 5k, 10k numa monstruosidade dessas?

Não importa qual boa seja sua copy, funil, autoridade ou sei lá o que.

Simplesmente não rola, pois as pessoas botam na balança o que você está oferecendo X o suado din din delas… e você sempre vai perder se vier com uma High Tchicken.

Por outro lado…

Quanto mais atraente, único e bom for o seu produto, mais fácil as pessoas dirão SIM.

Mesmo sem funil nenhum. Com copy ordinária. Sem autoridade nem conteúdo.

Em outras palavras, o que eu estou querendo dizer é:

O segredo pra produtos desse tipo é sempre a OOOOO…

…Ferta 🙂

Quanto melhor ela for, mais simples e fácil será o SIM.

É assim que eu converto tranquilamente produtos de 2k, 3k, 5k usando nada além de emails (e às vezes algumas linhas de chat).

Sem funil. Sem closer. Sem formulário. Sem autoridade. Sem live. Sem papagaiada.

Porém, com um produto altamente atraente pro público.

Isso tem a ver com o que falei no email de ontem.

No fim, é sempre uma questão de escolha:

Seguir o caminho mais difícil dos hacks, táticas, funis, copys e automações complicadas…

Ou a preocupação com a experiência e o melhor pra ajudar seus clientes a conseguirem o que querem.

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O mercado de copy em 2023

Estamos amando assistir:

The last of us.

Nossa… que série bem feita do cacete.

É impressionante como eles conseguem nos prender com pequenas histórias e dramas do dia a dia de um mundo pós apocalíptico.

Me lembra um pouco do trabalho que fazemos com email 🙂

Enfim.

Num mundo destruído como aquele, totalmente escasso de recursos, commodities como pilhas, remédios, livros, água e comida – são as coisas mais valiosas que existem.

Um simples pirulito que você encontra em qualquer esquina hoje, é o grande sonho das crianças daquele mundo.

É interessante como o cenário determina os valores das coisas, não é?

Isso acontece com tudo.

Até mesmo com copywriting, é claro.

Assim que copy estourou no Brasil, tudo era novidade e o mercado estava mais favorável.

Mas hoje o cenário é diferente.

Copy virou commodity.

Pra toda esquina digital que você olha, tem um grupo de copywriters desesperados por emprego e projetos.

E as vagas?

Há 3 anos as vagas pagavam mais e exigiam menos.

Mas hoje, com copywriters mendingando trablaho, qualquer post de vaga arrombada (que trabalha muito e ganha quase nada) chove de pretendentes que estão dispostos a tudo pra serem aceitos.

Além disso, copywriter não é mais copywriter.

Hoje ele é mais designer, editor de vídeo, webdesiger, produtor de conteúdo e social media – do que copywriter em si.

As funções aumentam, mas a recompensa qu é bom…

Outro ponto:

Olhe pros próprios gurus que fizeram copy explodir aqui no Brasil.

Pelo pouco que vejo, parece que:

O Evaldo surgiu como um fenômeno, criou cursos e tal… e agora sumiu.

Albertoni pulou fora de sua própria sociedade brasileira de copy.

Roberta vende cursos de copy como Bizopp. E parece que baixou os preços.

O “pai” parece ter enterrado sua formação de copy bem “deep”.

Roberto da Empiricus vem baixando o preço de seu curso ano após ano.

Acho que só o Paulo Macedo continua aí?? Não sei pois não acompanho, mas parece que sim.

Enfim.

Quando você olha pra essa galera, o grande foco deles sempre foi lançamentos.

Mas hoje lançamentos estão mais difíceis que nunca de funcionar (coincidentemente o próprio Érico baixou drasticamente o preço).

E parece que na prática, salvo algumas exceções, os únicos que fazem alguma grana com copy são os que trabalham em mercados duvidosos como PLR, suplementos, investimentos e guruzices.

Tirando esses, os copywriters hoje vivem basicamente de 3 maneiras:

  • Ou trabalham muito e ganham pouco, pra agências e clientes arrombados
  • Ou vivem da sorte de conseguir projetinhos isolados
  • Ou vivem só estudando, sonhando em um dia entrar no mercado

Por que isso acontece?

Eu acredito que existe uma grande razão pra isso.

Assim como a maioria das faculdades não preparam seus alunos pra ter sucesso no mundo lá fora, o mesmo parece acontecer com os cursos e formações de copy.

No fim das contas, eles só ensinam copy, copy e mais copy.

Porém, uma coisa é saber escrever copy…

Outra coisa completamente diferente é saber ganhar dinheiro escrevendo copy.

Entende a diferença?

Saber copy não tem valor nenhum.

A prova disso são as vagas e oportunidades arrombadas que o mercado oferece pra quem sabe copy.

Como se não bastasse, o chatGPT chegou como uma tempestade – escrevendo copy melhor que muitos copywriters, em questão de segundos.

Enfim.

Copy virou commodity.

E se você quer de fato, ganhar bem e viver de copy, eu sugiro encontrar maneiras de aumentar seu valor no mercado.

O primeiro passo é se especiar em alguma área.

Em todo mercado, os especialistas sempre recebem mais que generalistas.

Por exemplo: Clínico geral X Cardiologista.

O segundo passo, é se especializar em algo que gere mais retorno, com menos trabalho. (afinal, copywriter vende seu tempo, e o tempo é limitado).

Terceiro passo: Aprenda a ser independente.

Na prática isso significa não depender do mercado, nem de vagas, nem da sorte pra conseguir projetos e clientes.

Um profissional de sucesso precisa ser capaz conseguir bons clientes a qualquer momento (sem depender de sorte, indicações ou networking).

Quarto passo: Saiba se vender

50% do seu sucesso depende de trabalhar com os clientes certos e fechar bons contratos com eles (caso contrário você vai se matar de trabalhar em troca de uns trocados).

Quinto passo: Tenha um modelo de negócio recorrente

Não dá pra construir uma vida e família se você não sabe de onde virá o próximo pagamento.

Ou seja: não dá pra crescer fazendo projetinhos isolados ou lançamentos.

É preciso ter um modelo onde você receba todo mês de maneira previsível.

Por último mas não menos importante: É preciso gostar do que faz.

Trabalhar só pela grana cria pessoas infelizes e frustradas. Por outro lado, quanto mais você gosta do que faz, mais você quer fazer aquilo ainda melhor – o que aumenta seu valor. E isso cria um clico de positividade incrível.

Enfim.

É isso.

Obviamente, minha opinião sobre o que fazer quanto a tudo isso é seguir o caminho do email.

Pois eu meu programa de Email copywriter você vai passar por todos os passos acima:

1- Vai se espacializar em uma área (email)
2- Área essa que gera muito retorno com pouco trabalho
3- Vai ser independente e conseguir clientes rápido
4- Vai saber como fechar clientes e bons contratos
5- Vai ter um modelo de recebimento recorrente
6- Vai se divertir muito escrevendo emails com infotretenimento

É por essas e outras que, diferente das formações dos gurus, o preço do meu programa só aumenta e aumenta.

Porém, o preço aumenta por que o valor aumenta.

Eu estou sempre melhorando-o e desenvolvendo novas maneiras dos alunos terem melhores resultados mais rápido.

Para mais detalhes sobre o programa, me envie um email 🙂

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Hora de se encarar no espelho

Amanhã a família do email vai estar aberta pra novos membros.

E como sempre, vai ter pessoas respondendo meu email dizendo:

“Bruno, eu queria muito entrar no seu programa mas agora não dá.”

E eu sempre digo:

“Ok fulano. Sem problemas.”

Veja: Eu não estou aqui pra convencer ninguém a vender suas coisas, pegar empréstimo ou usar auxílio pra entrar em meu programa.

Não mesmo.

Se você está numa situação difícil, se apertar ainda mais não costuma ser a melhor solução.

Porém, chega uma hora em que você precisa se encarar no espelho e decidir tomar uma atitude pra sair dessa e mudar de vida.

Digo isso porque normalmente são as mesmas pessoas que sempre me respondem dizendo “agora não dá”.

E 2 meses depois…

“Agora não dá”

6 meses depois…

“Agora não dá”

1 ano depois??

“Agora não dá”

E ok. Não tenho problema nenhum quanto a isso.

O problema que eu vejo é essa pessoa não enxergar que um ano se passou e ela continua no mesmo lugar.

Sem poder comprar as coisas que ela quer.

Veja: Não tem nada de errado em estar numa situação difícil.

Todo mundo já entrou e/ou vai entrar numa fria algum dia.

Faz parte da vida.

A questão é:

O que você vai fazer pra sair dela?

Qual sua atitude?

Porque ATITUDE é o que faz toda a diferença.

Falo isso com experiência de quem já passou por sérias dificuldades.

Há muitos anos eu era sócio de um belo negócio que estava crescendo ano após ano.

Tudo estava indo bem… e eu estava 100% focado nisso.

Porém, a sociedade começou a ruir.

E você sabe. Apesar dos sintomas, a gente nunca acha que as coisas vão piorar. Somos sempre otimistas nessas horas. Nos forçamos a ver somente o lado bom.

Até que um “belo” dia, a coisa estourou.

Num dia eu era sócio, no outro eu não tinha nada.

Zero negócio.

E obviamente, zero grana entrando.

Pra piorar, essas coisas só acontecem quando você já está num momento difícil.

Então o que eu tinha no banco só dava pra me manter por 2 meses.

Nessa hora, nenhum hack nem fórmula é capaz de lhe salvar.

A única coisa capaz de lhe salvar é sua atitude.

No meu caso, meu pensamento foi o seguinte:

Eu precisava fazer alguma coisa pra entrar grana rápido.

Então pensei em oferecer algum serviço. Mas tinha que ser algo que desse um grande retorno rápido pro cliente e pra mim.

Então pensei em vendas de alto ticket, pois era algo que estava bombando nos EUA.

O grande problema… é que eu sabia ler em inglês (pois tinha aprendido sozinho) mas nunca tinha falado inglês com ninguém. Como se não bastasse, eu nunca fui vendedor de nada em minha vida.

Mas coincidentemente(?) eu já estava estudando sobre isso e começando a criar produtos de alto ticket no meu antigo negócio.

Foi nesse momento que, mesmo com a corda no pescoço e com grana pra 2 meses de sobrevivência, eu resolvi investir não 2k nem 4k… mas 12k num curso em inglês sobre alto ticket (passei em 3 cartões e rezando).

Meu plano?

Assistir as aulas o mais rápido possível, e desenvolver minha habilidade todos os dias ao mesmo tempo em que buscava clientes (pra esse serviço).

Deu certo?

Bem, exatamente 32 dias de angústia depois que iniciei meu plano, consegui um grande cliente… que mudou minha vida naquele momento.

Sim, foi loucura.

Muita loucura.

E não, eu não recomendo que você nem ninguém faça isso.

Mas existem momentos na vida em que precisamos dar um passo maior que nossa perna pra conseguir pular um abismo.

É preciso fazer o que os americanos chamam de “salto de fé”.

Um salto de fé é acreditar 100% em você e se comprometer a fazer dar certo.

O combustível disso?

ATITUDE.

Veja: no meu caso, o curso caríssimo apenas me ensinou a habilidade de vender… e nada mais.

EU tive a atitude de me dedicar a aprender. De assistir e reassistir as aulas todos os dias, o dia inteiro, de domingo a domingo.

A atitude de PRATICAR todos os dias pra desenvolver essa habilidade.

A atitude de ir em busca dos clientes todos os dias durante 32 dias (e o curso nem ensinava a fazer isso).

A atitude de me manter firme, focado em meu objetivo mesmo depois de cada NÃO que recebia de prospectos (e foram dezenas de NÃOs) .

E no fim, foi essa atitude que me trouxe o sucesso.

Coincidentemente (só que não), o cliente que fechei me disse que eu o conquistei por causa de minha atitude.

Enfim.

Quando criei o programa de formação de email copywriter, criei pensando em ajudar aquele Bruno que estava na situação mais difícil de sua vida.

Se eu estivesse numa situação daquela de novo, o que eu precisaria saber, ter, ver e fazer pra conseguir meu primeiro cliente de alto valor o mais rápido possível?

Que serviço eu ofereceria? O que eu diria? Como abordaria? Como fecharia o cliente? Como traria os resultados? E como seria bem pago por isso?

Então fiz tudo planejado, mapeado, “templatizado” e simplificado pra qualquer pessoa seguir o plano e fazer acontecer.

Como se não bastasse o conhecimento e estratégia, ainda ajudo pessoalmente 1 a 1 de maneira que meu professor de 12k jamais me ajudou.

Mas ainda que tudo isso seja maravilhoso…

Sem a atitude certa não vai servir de nada pra você.

É por isso que eu não deixo qualquer pessoa entrar nesse programa.

Você não ver link de inscrição abertas amanhã.

Não.

Pra entrar pra minha família do email é preciso ser aceito.

É preciso mostrar atitude.

Enfim.

É isso por hoje.

Todos os detalhes amanhã.

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Escolha: Contratado VIP ou Sócio

Diferente da maioria dos copywriters…

Nós EMAIL copywriters temos o poder de ESCOLHA.

Enquanto os copywriters comuns vivem desesperados, aceitando todo tipo de trabalho que aparece, e qualquer vaga que diga sim pra eles…

Nós email copywriters ESCOLHEMOS com quem queremos trabalhar.

Não por que “eu escrevo email copywriter no meu perfil do linkedin e chove propostas”. Isso é guruzice.

Nós escolhemos com quem trabalhamos porque… como eu posso dizer… nós literalmente escolhemos com quem trabalhamos.

É isso.

A gente não fica refém do mercado, buscando vagas em grupos nem sites de freela.

Nós pensamos em possíveis empresas ou experts com quem gostaríamos de trabalhar e simplesmente vamos até elas.

Como?

Primeiro nós verificamos se eles atendem aos nossos critérios de clientes ideais. Se sim, nós enviamos o email cavalo de troia com nossa proposta (cada vez mais irresistível pra clientes).

E normalmente eles respondem querendo saber mais e querendo conversar.

Aí, se tudo se encaixar, nós passamos pra próxima fase onde ESCOLHEMOS como vamos trabalhar.

Pois é.

Enquanto os copywriters tradicionais precisam se submeter aos termos dos clientes ou vagas arrombadas – o que normalmente se resume a escrever todo tipo de copy pra múltiplos projetos ao mesmo tempo num ritmo de produção frenético – pra receber apenas 2k a 3k em média, como PJ…

Nós emails copywriter ESCOLHEMOS se queremos ser:

Contratado VIP ou Sócio dos clientes.

Vejamos cada uma dessas opções.

Como Contratado VIP – Nós recebemos de 2k a 5k fixo por mês pra escrever apenas emails e nada mais.

(Nenhum outro contratado deles recebe tanto pra trabalhar tão pouco, por isso o nome VIP. Porém, só recebemos muito porque nosso trabalho gera muito mais. Ou seja, nós nos pagamos com muita sobra)

Como Sócio – Recebemos uma porcentagem dos resultados que nós mesmos geramos usando apenas emails e nada mais.

É tudo uma questão de ESCOLHA.

Os mais conservadores escolhem o fixo mensal.

Os mais obstinados escolhem receber porcentagem.

E esse, , é o caminho mais simples que eu encontrei pra se fazer os tão sonhados 10k por mês como copywriter com apenas 2 a 3 clientes, com liberdade e paixão no trabalho.

Porém…

Nem tudo são flores por aqui.

A má notícia é que não existe fórmula mágica pra se tornar um email copywriter de sucesso.

Pra tornar esses 4k, 8k ou 10k por mês uma realidade, também é preciso fazer uma ESCOLHA.

É preciso ESCOLHER sair do mercado tradicional, abandonar os hacks, fórmulas e guruzices… e se aprofundar nos princípios de copy, marketing e negócios.

Princípios que vão lhe transformar num especialista em monetizar listas de email – e levar à sua liberdade como copywriter.

Princípios tão robustos que podem até transformar copywriters normais em contratados VIPs ou até sócios das empresas/clientes para os quais eles já trabalham – como já aconteceu com alguns alunos meus que se especializaram em email, geraram grandes resultados e renegociaram seus termos e contratos pra uma nova posição onde eles ganham mais e trabalham menos.

Enfim.

Se fizer sentido, e você quiser entrar pra família do email, não perca meus próximos emails.

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Você com a corda no pescoço??

Um grave problema do nosso mercado hoje é:

A falta de conhecimento profundo das coisas.

Tudo hoje é raso.

É conhecimento aprendido em stories, lives, cursos rasos e até em eventos e masterminds rasos.

Ontem vi um grande exemplo disso.

De um cara que estudou, treinou e dedicou sua vida ao Aikido por 14 anos.

(Aikido é um estilo de arte marcial considerada de alto nível)

Ele não apenas se tornou mestre, como abriu sua própria escola onde dava aulas a várias turmas há anos.

Um dia, esse mestre de Aikido resolveu testar suas habilidades e desafiou um lutador de MMA.

O resultado?

O mestre de aikido foi hu-mi-lhado.

A luta foi tão ridícula, mas tão ridúcila, que o cara entrou numa deprê, acreditando que seus 14 anos de dedicação foram em vão.

Sério.

Ele fechou a escola e até parou de lutar.

Nem consigo imaginar o que se passou pela cabeça dele ao descobrir que o trabalho de sua vida era uma farsa??

Alguns disseram que o mestre dele era fake.

Outros disseram que o aikido realmente não serve pra uma luta de verdade.

Mas não importa.

Meu ponto aqui é que ele dedicou 14 anos de sua vida a um conhecimento raso, quase inútil.

E ainda que com esse conhecimento ela tenha conseguido abrir sua escola e viver de suas aulas… ele jamais conseguiria realizar seu grande sonho (ser o lutador número 1 em seu país – acho que ele é da Lituânia)

Histórias como essa se repetem em todas as áreas.

Inclusive em nosso mundo digital.

Acontece com “grandes” copywriters americanos da Agora (a mãe da empiricus, que ensinou tudo que ela sabe) que fizeram múltiplos 7 dígitos com aquelas copys mentirosas… aí saíram da empresa pra seguir carreira solo… mas não conseguiam criar nenhuma grande campanha no mundo real (fora dos esquemas da Agora).

Acontece também com copywriters brasileiros que fazem certificações caríssimas de gurus… mas na hora de gerar receita e fazer um negócio crescer eles não sabem fazer nada além de lançamentos.

E acontece também com uma porrada de empreendedores que passam anos estudando cursos, indo a eventos, palestras e masterminds… mas no fim não entendem absolutamente nada sobre marketing nem como construir um negócio sólido.

Por que isso acontece?

Quase sempre acontece pela mesma razão:

Conhecimento raso.

Eles sabem um pouco de tudo, e muito de nada.

O problema é que conhecimento raso vem embalado num lindo papel de presente e rodeado de depoimentos de sucesso que fazem ele parecer o grande segredo que faltava pro seu sucesso.

Fica ainda pior pelo fato desse conhecimento não ser totalmente inútil.

Pois normalmente ele é o que eu chamo de “esquema”. É alguma tática ou estrategiazinha que gera algum resultado e faz a pessoa sentir que está vencendo… sem saber que na verdade ela está amarrada a esse esquema e só consegue ir até onde a corda estica.

E quando a corda estica, o próprio esquema os enforca de algum jeito.

No caso do mestre de aikido, a corda esticou e o enforcou quando ele desafiou outro lutador… resultando em depressão, fechament de sua escola e desgosto pela sua arte.

No caso dos copywriters americanos, a corda esticou quando eles foram pro mundo real – resultando em fracasso pra seus clientes e a incapacidade de se manter como freelancer (obrigando muitoa a voltar pra seus empregos)

No caso de copywriters brasileiros e empreendedores, a corda enforca quando os lançamentos não dão mais certo e eles não sabem o que fazer – resultando em copywriters se tornando escravos de agências e empreendedores desesperados por conversões pra pagar as contas.

Enfim.

No fim, o grande problema costuma ser aprender o conhecimento raso sobre as coisas.

Ou seja:

Ao invés de se aprofundar nos princípios e fundamentos, as pessoas aprendem esquemas que funcionam (até onde a corda estica).

O grande problema é que ninguém realiza algo grande (de maneira ética) usando esquemas.

Messi, Jobs, Schwarzenegger, Nadal, Tolkien, Spielberg, Musk… nenhum deles se tornou grande usando esquemas – mas sim se aprofundando em sua área.

E ainda que talvez você não queira ser grande como esses nomes, e só queira ter uma vida confortável fazendo o que gosta… nenhum esquema vai lhe proporcionar isso a médio e longo prazo.

É por isso que meus cursos e programas não são pra todo mundo.

Eu não ensino esquemas.

Apenas conhecimento profundo e fundamentos validados.

É por isso que meus alunos conseguem gerar 5, 6 e até 7 dígitos pra seus clientes usando “apenas email”.

Porque no fim, não são apenas emails.

Existem princípios e fundamentos por trás dos emails que escrevemos – e por isso conseguimos realizar o que ninguém mais faz no mercado.

Enfim.

Se você de alguma forma se sente enforcado como copywriter, sem saber como crescer e talvez até andando em círculos…

Eu tenho um programa que talvez possa lhe ajudar.

Mas só se você estiver disposto a mergulhar fundo pelo seu sucesso.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Experts enforcados em praça pública

Bom dia, direto de minha caverna.

Olhando daqui de cima, as coisas parecem que não param de melhorar pra nossa tribo de email copywriters.

De fato, como já disse antes:

Esse é o melhor momento da história
pra especialistas em email

Por que?

Porque onde existem problemas, existem oportunidades.

E de problemas o mercado digital está CHEIO.

Talvez você não saiba mas…

Por trás de muitos posts de “sucesso” no instagram de experts, se escondem um profundo desespero e a incerteza se a grana virá no mês seguinte.

Ou seja:

Uma boa parte dos experts estão vivendo com a corda no pescoço.

Como eu sei disso?

Eu ouço da boca deles próprios quase todos os dias, em respostas a meus emails, em grupos de empreendedorismo e em conversas com outros profissoinais de bastidores.

Além disso, as demissões em massa de grandes gurus e empresas estão mais frequentes do que nunca.

E a razão é quase sempre a mesma:

A insistência de conduzir seus negócios totalmente dependente de lançamentos ou tráfego direto.

Isso já funcionou maravilhas no passado.

Mas hoje se paga o maior custo de anúncios da história, pra ter o menor retorno de investimento de todos os tempos.

E negócio é pura matemática

No fim das contas, não importa se você faz milhões (e posta fotos disso).

O que realmente importa é o quanto daquilo realmente entrou no seu bolso livre.

E é aí que a corda está apertando pra muitos experts.

Por isso está ainda mais difícil
viver de copy

Se olhar pras vagas do mercado (que já eram ruins), vai ver que estão ainda piores. Exigindo mais trabalho e atividades em troca de uma remuneração menor (e PJ).

Tudo porque neócio é matemática.

Se a margem deles é baixa, não tem como eles pagarem muito pra um copywriter.

Muito menos pagar 5k ou 10 por mês pra um copywriter… pra ele fazer a mesma coisa que eles já estão fazendo (lançamentos) e que não está dando tão certo.

Então de um lado ficam os experts se virando em 1000 pra fazer os lançamentos darem certos (ou pelo menos pagarem as contas)…

E do outro copywriters recebendo merrecas trabalhando em agências terceirizadas que fazem copy de baixo custo pra esses experts.

E assim eles vão levando até onde conseguem.

Mas como eu disse, onde existem problemas, existem oportunidades.

E é aí onde existe uma grande
oportunidade pra tribo do email

Por que?

Porque muitos desses experts possuem vários produtos e uma lista de email que está lá parada mofando (ou apenas recebendo lembretes de lançamento).

Nosso trabalho é chegar nos experts certos, e fazer nossa proposta irresistível:

“Posso tirar sua corda do pescoço e lhe servir um delicioso jantar em bandeja de prata?”

Ou, em outras palavras:

“Posso pegar essa sua lista parada e transformá-la numa nova fonte de receita que faz 10k, 20k, 30k todo mês a custo zero? Você só me paga uma fatia dos resultados que eu mesmo gerar”

Como aconteceu com um membro da tribo ontem:
(ver imagem abaixo)

Pois é.

Mas pra isso dar certo, não basta copiar e colar meu email cavalo de tróia e sair mandando por aí pra todo expert que encontrar.

Não mesmo.

Primeiro é preciso identificar quem são os experts certos. Os que vão lhe trazer grana e paz de espírito ao invés de muito trabalho e problemas.

Segundo, é preciso saber como abordá-los corretamente, afinal, na cabeça deles email não funciona e eles não vão acreditar num completo desconhecido com uma promessa louca dessas.

E terceiro, é preciso saber realizar o trabalho. É preciso saber como estrategicamente enviar emails que geram dezenas de milhares de reais todo mês.

Coisas que um simples curso
jamais vai lhe ensinar como fazer

Muito menos uma mentoria onde você tira dúvidas 1 vez por semana no meio de uma multidão.

Nope.

Pra tudo isso dar certo, e pra alguém de fato começar a fazer seus 5k, 10k ou mais como email copywriter – é preciso ter ajuda de perto 1 a 1.

É preciso ter alguém pra analisar seu cliente com você.

Alguém que analise os emails de sua campanha, sua página e sua oferta e grave um vídeo dizendo exatamente o que deu errado e como melhorar.

Alguém tão comprometido com seu sucesso como você.

Enfim.

Pra 71 pessoas da tribo, hoje eu sou esse alguém. E todo o conhecimento sobre gerar resultados por email eu forneço em minha formação email copywriter.

E se você também quiser fazer parte dessa tribo, semana que vem será o melhor momento.

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Como escrever emails pra clientes

Recentemente recebi essa pilha de questões:

“1 email por dia, durante 30 dias? Como ter tanta criatividade pra escrever tantos emails pra clientes? E se for clientes diferentes? O que tem pra dizer em tantos emails assim?

Acho que é mais fácil escrever pra você contando suas histórias, mas como fazer isso pros clientes? E se for uma empresa sem uma pessoa?”

Ok ok.

Como diria Elize Matsunaga, vamos por partes:

(o que? você acha que Jack estripador não era um assassino?? Ele matou mais pessoas que Elize, Hellooo)

Antes de começar a responder, preciso destacar uma coisa importante:

Você conhece muito sobre uma pessoa de acordo com as perguntas que ela faz.

E pPelas perguntas do sujeito acima, ele claramente ainda tem uma visão imatura de marketcheng, copy e negócios.

Mas ok, tudo isso será levado em conta e explicado nas respostas também.

Então se você também tem essas mesmas dúvidas, aperte os cintos porque o piloto sumiu, digo, vamos começar 🙂

Vou enumerar pra facilitar:

1- 1 email por dia, durante 30 dias? Como ter tanta criatividade pra escrever tantos emails pra clientes?

Primeiro que não é apenas 1 email por 30 dias.

Isso aí é boom boom ciao. Fazer um trabalho pro cliente e cair fora??

Não é assim que chega aos 10k por mês como copywriter.

Pra isso você precisa de clientes fixos. Logo, não se trata de 1 email por dia, durante 30 dias…

É 1 email por dia durante 365 dias por ano.

E como ter tanta criatividade pra escrever tantos emails??

Copy não é sobre criatividade.

É 80% transpiração e 20% inspiração (criatividade).

Os 80% de transpiração é principalmente estudar, entender e ouvir o público, estudar e entender o mercado, e estudar e entender a soluções que você oferece (produtos).

Quando você faz esse trabalho de maneira correta, você vai ter mais ideias de emails do que consegue escrever GARANTIDO.

Agora,

Se você acha que fazer pesquisa é ir no chatGPT e fazer perguntas sobre o público….

Se você acha que estudar o mercado é apenas olhar os funis dos maiores players de seu mercado…

E se você acha que estudar os produtos é ler a página de vendas…

Você tem muito que amadurecer nessa carreira.

Segundo ponto (ainda sobre escrever tantos emails).

Você não vai escrever emails de conteúdo como se fosse o expert.

Emails que vendem, não são emails de conteúdo. São emails de infotretenimento.

Ou seja, você vai falar sobre o que está acontecendo no mercado, sobre situações do público, sobre histórias, sobre suas soluções, sobre filmes, música e praticamente qualquer coisa que você consiga relacionar com sua solução – menos conteúdo.

(se você ainda não entende isso, recomendo fortemente esse curso)

Próxima pergunta:

2- E se for clientes diferentes? O que tem pra dizer em tantos emails assim?

Essa já foi respondida acima.

3- Acho que é mais fácil escrever pra você contando suas histórias, mas como fazer isso pros clientes? E se for uma empresa sem uma pessoa?

Não sei, mas eu acho que eu não sou a única pessoa do mundo a ter histórias.

Todo mundo tem histórias.

E se você olhar pra minhas histórias, vai ver que não tem nada de especial nelas.

Eu não vivo viajando o mundo, nem salvando pessoas na guerra, nem nada do tipo.

Porém…

Eu uso infotretenimento pra transformar histórias ou fatos ordinários em copys extraordinárias.

Porém, indo mais à fundo na psicologia por trás dos emails, você vai ver que não é sobre mim.

É sempre sobre o público.

Minhas histórias são apenas a cobertura. Toda a massa do bolo é formada pelas histórias do público, do mercado, do mundo.

Ou seja, sobre os 80% de transpiração que falamos anteriormente.

Se isso ainda estiver confuso em sua mente é por que você ainda não aprendeu a escrever na forma de infotretenimento como eu ensino aqui.

Por sim, ele continua com:

E se for uma empresa sem uma pessoa?

Então, né…

Até hoje eu nunca vi uma empresa no mundo sem uma pessoa, e você? 🙂

De novo, tudo tem a ver com sua maturidade de copy e negócios.

Mas vamos lá.

Empresas são formadas de pessoas.

Então você simplesmente vai escrever por alguém da empresa.

Pode ser o dono, o diretor ou até o estagiário que cuida do email.

Na verdade, pode ser até com o próprio nome da empresa, por que o que vai fazer toda a diferença é a maneira como você escreve e dá personalidade ao seu texto.

E não importa se for na voz da empresa ou de alguém, você vai falar exatamente sobre as mesmas coisas mostradas acima:

Sobre o mercado, sobre o público, sobre sua soluções, sobre o mundo – menos sobre conteúdo.

Ficou claro?

É por essas e outras que eu volto a repetir:

Pra se destacar nesse mercado e ganhar a vida escrevendo apenas emails, você precisa sair dessa bolha guruzística e se aprofundar em marketcheng e copy.

Pode até parecer algo mais difícil olhando de fora, mas eu garanto que quando você entender os fundamentos, tudo vai se tornar mais claro e simples de fazer.

É aquela mesma sensação que Neo teve a enxergar a Matrix pela primeira vez.

Se estiver pronto pra “acordar” e conquistar sua liberdade como email copywriter, semana que vem será o melhor momento pra isso.