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Oportunidade de trabalhar com Evaldo Albuquerque (da Agora)

O que eu ensino em meu livro sobre – Como conseguir grandes clientes de copy – é o mesmo processo que eu sigo para conseguir MEUS clientes de copy.

Uma vez, usando esse processo, eu estava em contato com um grande especialista em vendas do Canadá.

Enviei meu email “Cavalo de Tróia” com algumas ideias e ele respondeu no mesmo dia dizendo que estava impressionado, e que iria conversar com o time de marketing dele e me daria retorno.

Fiquei bem feliz pois não trabalho com qualquer um.

Ou eu busco trabalhar com pessoas/empresas que já sigo e admiro, ou pesquiso bastante sobre eles até admirá-los de alguma forma.

Esse especialista era alguém que eu admirava e que acreditava que iria gostar de trabalhar com ele.

*Lição rápida: É você quem deve escolher com quem trabalhar – ao invés de ser escolhido pelos clientes e o dinheiro deles

Bem, dias se passaram e não recebi resposta do cara.

Somente depois de quase 2 meses e vários emails de follow up… ele respondeu. E respondeu de forma bastante grosseira, dizendo que estava feliz com o copywriter dele e que eu deveria parar de entrar em contato.

Foi muito estranho. Eu realmente não esperava por aquele tipo de reação.

Na verdade nunca tinha acontecido antes.

Mas aconteceu.

Ok.

Tenho compartilhado gratuitamente meu livro (com meu sistema de aquisição de clientes) com algumas pessoas e semana passada recebi uma mensagem no whatsapp do William que me deixou bastante feliz.

Ele disse:

“Fala Bruno. Graças a seu livro eu tomei coragem pra falar com o mestre Evaldo Albuquerque. E adivinhe só? Vou fazer uma seleção pra fazer parte dos copywriters da Agora.”

Trabalhar na Agora é o sonho de muitos copywriters (não o meu) e espero do fundo do coração que William consiga.

Mas obviamente, pode ser que ele não consiga.

Da mesma forma que deu errado pra mim com o cara do Canadá.

O importante aqui é entender que a rejeição faz parte do processo. Todo mundo vai receber mais NÃO do que SIM na vida.

O segredo é não se apegar ao clientes com os quais você quer trabalhar. E, ao invés, se apegar ao processo (de conseguir clientes).

Se eu tivesse me apegado ao fato que o canadense me disse não, eu teria ficado realmente frustrado. E era muito fácil isso acontecer, por que eu queria muito trabalhar com ele (já que era alguém que eu admirava).

Da mesma forma, o William quer muito trabalhar com o Evaldo… mas ele pode receber um não.

Se ele se apegar ao não, ele vai sofrer.

Mas se ele se apegar ao processo… que deu certo e criou essa oportunidade… ele pode facilmente repetir isso e criar novas oportunidades com outros grandes clientes.

E cedo ou tarde, ele vai receber um SIM.

E apenas um SIM de um grande cliente pode mudar completamente sua vida e sua carreira de freelancer.

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Feche mais clientes oferecendo menos

Há 7 anos, quando saí da agência que trabalhava, fui correr atrás de meus próprios clientes como se estivesse totalmente pronto pra isso.

Como gerente da agência digital, eu trabalhava com grandes clientes como a Vale, Governo do Estado, prefeitura, grandes construtoras, entre outros…

E eu achava que ia lidar numa boa com clientes menores, atendendo como freelancer.

Pobre Bruno.

Eu tinha bons contatos na agência, e fui em busca de ex-clientes deles inicialmente.

Pra que?

Pra burramente… Oferecer um serviço melhor, cobrando menos. Eu me vendi como se fosse, digamos… uma agência de um homem só!

Eu ganhava R$ 2.500 na agência onde trabalhava.

Fechei meu primeiro cliente de freelancer por R$ 350,00 mensal…

Mas eu estava feliz. Era o que importava pra mim. Eu acreditava naquilo. Sabia que todo começo é difícil. E segui com um sorriso no rosto.

Mas 3 meses depois, aquele sorriso tinha dado lugar a uma expressão que misturava desespero, infelicidade e incerteza.

Eu estava atolado de trabalho com o primeiro cliente.

O cliente não estava satisfeito.

Eu não estava satisfeito.

Pra piorar, eu não conseguia fechar novos clientes. Mas mesmo que conseguisse, quantas empresas eu conseguiria atender oferecendo tudo aquilo?

Foi quando comecei a me sentir um merda. Um incompetente. Um fracassado.

Não tinha mais dinheiro pra sair com a namorada. Pra comprar minhas coisas. Pra nada.

Foi muito mais difícil do que eu conseguia imaginar.

Mas foi também quando conheci o copywriting. E caí de cabeça naquilo.

Comecei estudando os livros clássicos americanos.

Coincidentemente, o Conrado Adolpho começou a falar sobre copy e logo lançou seu curso: Copy samurai.

Eu fiz. O curso era bonzinho. Mas eu estava mais ligado na comunidade.

Comecei a postar alguns textos sobre copy (baseados no que eu estava aprendendo nos livros) e logo consegui meu primeiro cliente… que me pagou R$ 1.200 por uma sequência de emails.

Aquilo foi um divisor de águas pra mim.

Eu estava cobrando 350 reais pra fazer o serviço de uma agência… E um cara tinha me pago 1.200 pra escrever 15 e-mails.

Foi quando aprendi que não era a quantidade de coisas que eu oferecida para os clientes que determinava meu preço… mas sim o valor que eu gerava.

A partir daquele momento, passei a buscar formas de aumentar meu valor, e reduzir minha entrega.

Hoje eu vejo o quanto isso é importante pra quem vende serviços.

Nosso tempo é limitado.

Precisamos estar sempre procurando formas de aumentar nosso valor e reduzir nossa entrega.

Obviamente isso não acontece da noite pro dia.

É um processo.

Houve um tempo que enjoei de copy e ofereci dezenas de serviços diferentes ligados a marketing digital (Facebook ads, design, construção de páginas, produção de vídeos…) em busca da combinação perfeita.

Mas no fim, acabei me encontrando com consultoria + email copywriting.

Em resumo.

Você não precisa oferecer tudo pro cliente. Você não precisa cuidar de todo o negócio do cliente. Descubra em que parte você atua melhor e foque só nela.

Procure o foco também dentro de seu serviço.

Só por que você escreve copy não significa que você precisa escrever todas as copys dos clientes.

Como disse, hoje eu foco apenas em email copywriting. E às vezes crio algumas peças de campanhas, algo que também curto e sou bom.

Mas não tente fazer tudo.

Seja um cardiologista ao invés de um clínico geral.

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Não ouça o que clientes dizem. Veja o que fazem

Essa é uma armadilha bem comum (que eu já caí muito).

Você encontra um cliente super legal, que combina com você, que tem uma boa reputação, e que compartilha bons planos para vocês (trabalhando juntos).

Quando falo bons planos, não falo daquela velha conversa de : “Vou lhe apresentar a muitos clientes…”

Falo do cliente concordar com suas ideias para o futuro.

Pois bem.

A relação se inicia e tudo é uma maravilha (como num casamento).

Mas em pouco tempo surge uma oportunidade do cliente colocar em prática uma de suas ideias e o que ele faz?

Nada.

Ele não faz o que vocês tinham combinado.

Ele não cumpre com a palavra.

“Ok. Dessa vez passa. Tem várias outras oportunidades” – Você pensa.

Passa o tempo.

Você continua fazendo seu melhor, dando o máximo… E surge uma nova oportunidade do cliente executar uma das coisas que vocês combinaram no início.

E o que ele faz dessa vez?

A mesma coisa que fez antes: Nada.

E não faz nada na próxima oportunidade. Nem na seguinte, nem na outra…

Enfim.

Porém, esse tipo de cliente normalmente adora trazer uma nova oportunidade pra ele… a qual ele quer que VOCÊ execute.

Mas mesmo depois de você ter ajudado ele com as oportunidades dele… Ele não lhe ajuda nunca.

Moral da história:

Não ouça o que eles dizem. Veja o que eles FAZEM.

Ações falam mais que palavras.

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Como pescar clientes Baleias

Hoje estou aqui para lhe ensinar a pescar.

(Afinal, foi pra isso que você se inscreveu em minha lista, não?)

Bem, pescar é como vender serviços.

E apesar de não ser bom em pescar (e nem gostar), eu sou muito bom em vender serviços.

Não porque eu nasci com um dom ou talento pra isso.

Pelo contrário.

Eu sou um cara tímido e introvertido.

Mas eu PRECISAVA ficar bom em me vender… para não passar fome.

Pois é.

Quando seu amigo aqui QUEBROU, o dinheiro foi acabando… a comida foi acabando… as contas se acumulando… as pessoas me cobrando…. e eu precisava fazer alguma coisa RÁPIDO.

Mas o que fazer sem grana pra investir, sem lista, sem recursos, sem networking (como disse, sempre fui introvertido), e sem saber nem por onde recomeçar?

Bem, você se vira com o que tem.

E o que eu tinha era meu conhecimento.

Eu não era o número 1 em nada, não tinha depoimentos de ninguém, mas eu tinha uma certa experiência com copy e marketing digital e eu conseguia ajudar outros a terem resultados.

Baseado nisso, lá fui eu com a cara e a coragem entrar em contato com as empresas para vender meus serviços.

Foi duro, apanhei muito e perdi a conta de quantos milhares de “nãos” eu ouvi.

Mas eu estava realmente determinado, e aos poucos fui fechando contratos, fazendo o dinheiro voltar a entrar… e aprendendo a fazer aquele negócio de serviços dar certo.

Com o tempo eu investi em cursos caríssimos do exterior que me ajudaram a ver o mundo de serviços com outros olhos.

Foi uma longa (e dolorosa) jornada, que poderia ter sido bem mais curta se eu soubesse exatamente o que fazer desde o início, ao invés de aprender na tentativa e erro (ou de seguir conselhos de gurus que nunca venderam seus próprios serviços).

Enfim.

Uma das lições que fizeram a maior diferença pra mim foi o fato de escolher cuidadosamente com quais clientes você vai trabalhar.

Sim, escolher.

Por que você precisa escolher com quem vai trabalhar. 50% do seu sucesso como profissional de serviços depende das pessoas com quem você trabalha.

E quando se trata de clientes, existem basicamente dois tipos deles:

Os peixes pequenos… e as baleias.

Você pode escolher trabalhar com peixes pequenos. Eles vão lhe alimentar pouco, talvez alguns dias ou semanas. E por conta disso, você precisa se manter sempre pescando novos clientes.

E você pode pescar baleias. Uma baleia provê alimento pro ano inteiro (com fartura) sem se preocupar em pescar novamente.

Não vou afirmar que uma maneira é melhor que a outra… mas minha vida mudou pra melhor em todos os sentidos quando decidi trabalhar APENAS com clientes baleias.

Eles pagam mais, pagam mensalmente, e é um trabalho a longo prazo com uma excelente relação.

Mas as vantagens de trabalhar com baleias não param por aí.

Os clientes baleias são seres de sucesso que se mantém conectados a outras baleias, ou seja, eles podem lhe abrir muitas portas e lhe ajudar a fechar outros clientes baleias.

(diferente de peixes pequenos que vão lhe apresentar aquele amigo querendo fazer “só um servicinho” por um preço camarada)

Ok. Agora vejamos como pescar clientes baleia.

A principal coisa que você precisa saber é que pescar baleias é diferente de pescar peixes pequenos.

Pra pescar peixes pequenos você vai até a margem do rio, joga um anzol com isca e torce pra eles morderem.

Em outras palavras, você fica postando conteúdo nas redes sociais e sites esperando as pessoas entrarem em contato com você.

Mas você não vai pescar baleias assim.

Pra pescar uma baleia você precisa ir até ela, no ambiente dela, e usar um arpão afiado e preciso.

(Ei, eu amo os animais e essa é uma razão pelas quais nem gosto de pesca. Isso aqui é apenas um exemplo para a ideia entrar melhor em sua cabeça)

Ou seja, você vai diretamente falar com o cliente, e envia mensagens personalizadas que chamem sua atenção.

É mais difícil?

Pra mim é muito mais fácil enviar uma mensagem pra alguém do que ficar fazendo stories e postando conteúdo novo todo dia fazendo marketing de esperança.

E isso funciona?

Funciona. E não só pra mim. Todas as pessoas que leram meu livro e colocaram essa estratégia em prática, conseguiram fechar clientes ou marcaram reuniões.

Depende apenas de você colocar em prática.

Pois como disse Morpheu para Neo, em Matrix:

Eu só posso lhe mostrar a porta. Você tem que atravessá-la.

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Faça Conteúdo E Os Clientes Virão?

Se eu ganhasse 1 real toda vez que ouvisse um guru dizendo isso… eu provavelmente não precisaria mais trabalhar (o que seria excelente!).

Você já deve ter ouvido isso também:

“Você precisa fazer conteúdo. Gravar vídeos, fazer stories todos os dias, postar como um louco no instagram, linkedin… e aí, com o tempo, você vai começar a chamar atenção das pessoas… blá, blá, blá”

Se você vende infoprodutos isso pode até funcionar…

Mas pra serviços… é como plantar e cuidar da plantação o ano inteiro e no fim colher apenas o suficiente pra 1 ou 2 meses (no máximo).

Imagine quantas coisas você poderia fazer se não precisasse criar todo esse conteúdo.

É muito esforço pra pouca recompensa.

Como se isso não bastasse… a maioria das pessoas ainda faz marketing de conteúdo da maneira errada.

Elas fazem conteúdo simplesmente pelo objetivo de ser conteúdo… ao invés de fazer conteúdos estratégicos focados em VENDER para seus CLIENTES IDEAIS.

Por fim, que tipo de clientes você atrai com esse marketing conteúdo que ensinam por aí?

Peixes pequenos.

E quando se trata de serviços, é muuuuuito melhor trabalhar com peixes grandes que pagam mensalmente a você.

Enfim, amanhã falarei sobre como pescar clientes baleias.

Até lá, gostaria de saber que tipo de marketing você faz para vender seus serviços hoje (E como isso está funcionando pra você)?

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O que lhe impede de conseguir grandes clientes de copywriting

Quando Steve Jobs tinha apenas 12 anos, ele fez uma coisa extremamente simples mas que mudou sua vida por completo.

Ele queria montar um contador de frequência (nem me pergunte o que é isso, mas não importa). O problema é que ele não tinha todas as peças.

O que ele fez?

Bem, a HP produzia essas peças. Então Steve pegou a lista telefônica, procurou pelo nome de um dos fundadores da empresa (Bill Hewlett) e ligou diretamente pra ele.

“Alô” – Disse Bill.

“Meu nome é Steve Jobs, sou estudante do ensino médio e quero construir um contador de frequência. Queria saber se você teria alguma peças de reposição que poderia me dar.” Respondeu Steve

Depois de rir muito, Bill enviou as peças pra Steve e ainda chamou ele pra trabalhar na HP, ajudando a construir contadores de frequência.

Lá na HP, Steve conheceu as maravilhas da tecnologia e teve insights que o levou ao início de sua grande jornada.

Por que estou lhe contando essa história e como ela pode transformar sua carreira de serviços?

Porque quando falo de trabalhar com grandes clientes, muita gente não acredita ser possível para eles.

Eles pensam:

– Um cara desse tamanho não vai querer trabalhar comigo. Não sou conhecido.

– Não sou tão bom pra trabalhar com um cliente grande assim. Eles devem ter uma equipe incrível.

Ou…

– Eles não vão nem me responder

Enfim. As razões são muitas.

E é normal pensar isso. Eu pensava assim e tive muita dificuldade pra vencer isso.

Mas a verdade é diferente.

Só por que você pensa assim… não quer dizer que o mundo seja assim.

A verdade é que grandes clientes estão abertos e precisam de você sim. Você só precisa mostrar algum valor pra eles. Ser diferente.

Assim como Steve ligou para Bill e falou algo diferente pra ele.

Funciona.

Você só precisa perguntar.

A principal diferença entre fechar clientes grandes e pequenos é uma só:

O tempo.

Normalmente clientes grandes demoram um pouco mais para a venda ser fechada. De 1 a 2 meses em média.

Mas uma vez o contrato firmado, você pode trabalhar com eles por anos.

Alguns emails atrás eu comentei que estava em busca de trabalhar com grandes clientes do exterior, pra receber em dólar.

Apesar de não estar sendo muito ativo com isso, eu enviei 3 “mensagens propostas” para 3 grandes empresas e recebi… 3 respostas!

Quem diria… eles respondem.

Enfim. Desses 3, um disse não e 2 estão em conversação. 

Se eu fosse um pouco menos preguiçoso e enviasse, sei lá, 1 “mensagem proposta” por dia, ou a cada 2 dias… com certeza eu já teria conseguido mais clientes do que posso atender.

(Fica a dica aí pra mim).

Em resumo:

Se você quer trabalhar com menos clientes, pagando mais… comece a escolher com quem você gostaria de trabalhar e… envie uma mensagem pra eles.

Você pode se surpreender com as respostas.

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Cliente fácil, vida difícil

Não sei por que isso acontece.

Mas tem gente que depois de um tempo trabalhando com serviços começa a esquecer que o relacionamento com os clientes segue os mesmos princípios de um relacionamento tradicional amoroso.

Principalmente em relação à oficialização do relacionamento (ou à venda).

Você já se envolveu com pessoas “fáceis”?

Aquelas que mal lhe conhecem mas estão totalmente abertas a tudo… como se o mundo fosse acabar amanhã?

Normalmente é muuuuuito difícil manter um relacionamento feliz e duradouro com uma pessoa assim.

O mesmo acontece com clientes.

Aqueles clientes mais fáceis de conseguir, tendem a ser mais difíceis de trabalhar.

E aqueles mais difíceis de conseguir, tendem a ser muito mais fáceis (e lucrativos) de trabalhar.

Por que isso acontece?

Por que os melhores clientes são pessoas de sucesso. Pessoas que possuem uma mentalidade mais aberta, que valorizam você e seu trabalho, e que tem grana pra lhe pagar o quanto você merece.

Mas pessoas de sucesso não saem por aí contratando qualquer um.

Por isso a conquista é mais difícil.

Mas uma vez iniciado o relacionamento, eles tendem a ser fiéis e excelentes parceiros.

Hoje eu consigo ganhar muito bem, trabalhando menos que no passado, porque decidi trabalhar apenas com pessoas de sucesso.

E se você está em busca de uma vida mais feliz e rica como prestador de serviços, eu sugiro que você também faça o mesmo.

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As 2 maneiras de fazer marketing

Seus clientes determinam seus resultados.

60% do seu sucesso depende das pessoas com as quais você trabalha.

E o que faz com que você trabalhe com o tipo A ou B de cliente?

Seu marketing.

E quando se trata de marketing você tem basicamente 2 caminhos a seguir:

1. Você pode fantasiar para pesssoas quebradas, dizer que não é culpa delas e vender a pílula mágica…

2. Ou você pode falar a verdade para pessoas comprometidas e dizer que você tem um plano a ser seguido.

A diferença de trabalhar com um desses dois grupos é enorme em todos os sentidos.

E é você quem escolhe.

Se hoje você não está atraindo o tipo de cliente ideal… Mude seu marketing… E você mudará seus seus resultados.

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O que aprendi em Dubai hoje

Uma das vantagens de ser um guru digital e ter seu próprio jatinho, é poder ir tomar café em Dubai e estar à noite no Brasil, mesmo na pandemia.

(Como você pode ver na imagem 100% real abaixo)

Enfim. Durante esse café da manhã aconteceu uma coisa bem interessante, e que mostra o quanto os compradores são seres totalmente emocionais… e nada lógicos.

É o seguinte:

Um estimado membro de minha família há muito tempo vivia querendo um celular novo. Ele é um adulto com 57 anos. Que na época em que estava trabalhando, não conseguia comprar o tão desejado celular por que as finanças estavam sempre apertadas no fim do mês.

Hoje, ele está desempregado devido à pandemia… e conseguiu receber uma parcela do “auxílio” do governo semana passada apenas.

Bem, lá estava ele hoje de manhã… zapiando no celular… deitado na rede… até que de repente ele levanta e joga o celular com tudo na parede.

PLAFT!

Pedaços de telefone pra todo lado.

“Quero um celular novo!” Grita ele.

No mesmo momento a esposa começou a brigar com ele. A filha começou a brigar com ele. E eu apenas disse: “Fez merda, hein?”

O que aconteceu a seguir?

Logo após o almoço ele pegou o carro, saiu para pegar o cartão de crédito do filho emprestado… e voltou com um celular novinho de R$ 1.100,00.

O que leva uma pessoa desempregada, em meio à pandemia, tomar uma atitude dessas?

Não, ele não tem alguém que sempre paga as coisas quando ele faz isso (na verdade ele nunca fez algo assim antes).

A resposta é: EMOÇÕES

As emoções fazem nós seres humanos tomarmos atitudes estúpidas que nenhum animal “irracional” tomaria.

Por que isso é importante pra você?

Porque se hoje você tem uma bom produto ou serviço… que não está vendendo como gostaria… pode ser que o problema seja apenas um:

Você não está atingindo a emoção certa de seu comprador.

Não estou dizendo pra você manipular as pessoas como os pastores da igreja universal.

Estou dizendo que toda compra tem um apelo emocional dominante, e enquanto você não atingi-lo em seu marketing, você nunca atingirá todo seu potencial de vendas.

Vou repetir uma coisa importante.

Eu disse TODA compra. E é toda compra mesmo.

A simples compra de um picolé pode ser para satisfazer a emoção de refrescância num dia ensolarado… ou a emoção de relembrar dos momentos da infância em que aquela pessoa tomava aquele picolé junto com seu pai…

Qual a emoção predominante que seus clientes ideais estão buscando satisfazer?

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R$ 16.050 por mês. Com 1 cliente. Trabalhando 1 hora por dia

Estamos no melhor momento da história para freelancers.

Lembra alguns emails atrás quando falei que a pandemia me fez perder alguns clientes mas que depois isso acabou sendo melhor pra mim? (Se não viu, pode ver aqui)

Enfim, estou lhe escrevendo hoje para dizer que você pode ganhar R$ 16.050,00 por mês com apenas 1 cliente… trabalhando 1 hora por dia.

O que significa que você consegue facilmente atender 2 clientes… e embolsar 32 mil estalecas por mês trabalhando 2 horas por dia. Estourando 4.

Ok, um aviso importantes antes de continuarmos:

Se você já me acompanha há algum tempo, sabe que não trabalho com nenhum tipo de esquema e raramente falo sobre dígitos aqui.

Mas essa é uma oportunidade realmente única na história da humanidade na qual eu estou embarcando e na qual algumas pessoas podem surfar também.

Sim, infelizmente isso NÃO é para todo mundo.

PODE ser. Se a pessoa estiver bastante determinada a aprender o que é preciso (como euzinho aqui fiz).

Mas em geral, é um oportunidade para poucos.

De qualquer forma, eu gostaria de compartilhá-la com você, pois pode lhe servir.

OK.

Primeiro, o que é preciso saber (ou estar disposto a aprender) para poder entrar nessa?

Apenas 2 coisas:
1. Email Copywriting
2. Inglês

Como você já deve ter percebido, a oportunidade que estou me referindo trata-se de escrever copy de emails para empresas dos EUA.

Mais especificamente, apenas escrever emails diários para eles… e receber em dólar!

Atualmente eles pagam de 2 a 5 mil dólares por mês para copywriters por esse tipo de serviço.

Você pode facilmente abordar esses clientes (usando meu sistema que compartilhei no livro) e cobrar apenas 3 mil dólares por mês… o que dá R$ 16.050,00 REAIS… para escrever 1 email por dia.

Esse é o melhor momento porque o dólar bateu o valor mais alto da história, e hoje está em R$ 5,35. Não sei se ele vai subir mais, mas as previsões apontam que ele vai permanecer na casa dos 5 reais por no mínimo 2 anos (Veja a previsão aqui no fim da página).

Isso significa que mesmo que você não saiba copy, ou inglês, você tem tempo de sobra pra aprender e ainda aproveitar a super maré alta do dólar.

Você talvez não saiba, mas eu aprendi inglês sozinho cerca de 8 anos atrás (sou péssimo com datas – minha noiva odeia isso). Sabe por que? Porque eu queria muito aprender copy com os melhores do mundo, e os melhores falavam inglês.O google tradutor virou meu melhor amigo na época, e aos poucos eu fui entendendo, e começando a ler, e melhorando… e quando me dei conta eu já estava até falando!

E no fim, a dedicação funcionou pra mim e vai funcionar pra qualquer um que a use.

Você nem precisa aprender sozinho. Hoje existem diversos cursos de inglês “acelerado” por aí. Tudo vai depender da mesma coisa… sua dedicação, baby.

Sobre copy para emails, é diferente da copy tradicional mas é beeeeem mais fácil de aprender do que inglês, por exemplo (na verdade, nem precisa ser copywriter para escrever emails que vendem).

Mas enfim.

Essa é minha dica de ouro cravejado de diamantes pra você hoje e espero que você também possa surfar nessa onda comigo.