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3 Passos para 6 dígitos como freelancer

É muito mais fácil bater os 6 dígitos como freelancer do que como infoprodutor, por exemplo.

A razão é simples:

Como freelancer nós estregamos o que o cliente mais deseja: A coisa feita para ele.

Enquanto num infoproduto o cliente tem que aprender e fazer sozinho.

Bem, é muito mais fácil na teoria, não é?

Na prática a gente se embanana todo… não sabe cobrar… não sabe o que oferecer… não sabe com quem trabalhar.

Eu mesmo, nos últimos 10 anos, já tentei chegar na casa dos 10k/mês prestando uma porrada de serviços diferentes.

Como webdesigner. Designer gráfico.  Agência digital. Gestor de tráfego. Vendedor…

Pois é. Eu não segui uma linha reta como copywriter.

Por que?

Porque no início eu não sabia que podia vender esse tipo de serviço de maneira recorrente.

Se hoje ninguém fala sobre isso… imagine há 8 anos – quando comecei a aprender copy.

Sem uma recorrência, eu vivia meses de fartura – quando conseguia clientes – e meses de completa escassez – quando não conseguia clientes.

Essa imprevisibilidade financeira dolorosa fez eu me aventurar em outros mundos que já ofereciam serviços recorrentes com mais facilidade.

Como disse, já prestei vários serviços diferentes.

Demorou muito mais do que gostaria pra eu entender que o grande problema não era o serviço em si… mas sim a maneira como eu me vendia.

Existem 3 coisas importantes que você deve fazer para conseguir ganhar uma boa grana como freelancer:

1- “Empacotar” seu serviço e transformá-lo num “produto” de recorrência.

No meu caso, ao invés de sair escrevendo todas as copys, de todos os materiais, para todos os clientes… eu foquei apenas em emails diários e campanhas de emails.

2- Escolher trabalhar com os clientes certos

50% do seu sucesso como freelancer depende dos clientes com os quais você trabalha.

Quem são os clientes certos? Você pergunta.

São aqueles que entendem o valor do seu trabalho, podem pagar por ele e já têm sucesso.

Esse tipo de cliente lhe paga de 3k a 5k por mês por um único serviços.

(os outros querem lhe pagar de 3k a 5k uma única vez – por todas as copys do mundo)

3- Entregar com tranquilidade

Se você quiser ganhar grana com equilíbrio na vida você precisa encontrar uma maneira de entregar seus serviços sem vender sua alma.

A melhor maneira é focar em apenas uma coisa ao invés de querer fazer tudo.

Por exemplo: É muito mais fácil escrever emails do que cartas de vendas.

Imagine você fechar uma recorrência de cartas vendas e ter que escrever uma toda semana.

Uma não, se você quer ganhar na casa dos 10k/mês você precisaria escrever de 1 a 3 cartas por semana.

Não é para qualquer um.

Mas escrever 3 emails por dia é beeeeem mais fácil.

Enfim.

Esses são os 3 passos.

Defina isso, comece a executar e você vai encurtar muito sua jornada.

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A grande oportunidade para copywriters que querem parar de seguir a boiada em 2020

Ontem eu abri um pouco as cortinas e comecei a falar sobre aquele canal empoeirado que ninguém usa mais…

Email.

Mas por que eu falaria sobre isso, já que email está morto e ninguém usa mais?

Seria email uma oportunidade lucrativa para copywriters que querem deixar de seguir a boiada em 2020?

Não sei.

Para encontrar essa resposta, precisamos analisar os fatos:

Fato 1

As redes sociais estão perdendo cada vez mais seu alcance.

A média de engajamento do instagram é de 1.60% (e caindo).

Isso significa que se você tem 10 mil seguidores, em média só 160 pessoas vão receber suas comunicações.

Mesmo assim, todo mundo está correndo para o instagram…

Fato 2 

As taxas de abertura de email variam em média de 8% a 30% – ou seja, com uma lista de 10 mil pessoas, cada email é visto por pelo menos 800 pessoas.

Fato 3

Email pode ser automatizado e uma simples sequencia pode gerar vendas por semanas, meses e até anos.

Pode fazer isso com redes sociais?

Fato 4

Email é o canal mais usado pelas maiores empresas de marketing direto do mundo que vendem bilhões de dólares por ano.

Fato 5

Seus seguidores das redes sociais não são seus. São da rede. Você não pode levá-los pra outro lugar.

Mas sua lista de email é sua e pode ser levada para diversos outros lugares – incluindo as redes sociais.

Fato 6

Quanto pagam por aí para escrever para as redes sociais? 1k, 2k, 3k?

Para email você consegue contratos de 3k a 5k por mês

Conclusão

Não sei você, mas eu estou convencido.

Pra mim, escrever emails é a melhor (e mais lucrativa) maneira de ganhar a vida como copywriter em 2020.

E também uma grande oportunidade para pessoas que querem prosperar nesse mundo louco em que estamos vivendo.

Enfim.

Como tive respostas bastante positivas do email de ontem, vou falar mais sobre email marketing nos meus próximos textos.

De fato,

No email de amanhã vou analisar um email do líder supremo do marketing digital brasileiro e mostrar o que NUNCA fazer num email.

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Como transformar emails em dinheiro no banco

Essa semana umas 8 pessoas me perguntaram sobre como vender usando e-mail… o que achei bem interessante.

Fico feliz em ver pessoas saindo da matrix.

E fico ainda mais feliz vendo pessoas se interessando por email. Escrever emails que vendem é uma das habilidades mais lucrativas que alguém pode ter… e uma excelente maneira de ganhar a vida em 2020.

Bem, vamos lá.

Acredito que a primeira e mais importante lição sobre esse tema é:

1 – Esqueça tudo que você sabe sobre vender por email

Como é que a maioria usa email pra vender por aí?

Ou eles ficam empurrando um monte de emails com ofertas frias e “secas”… ou eles enviam emails frios e secos falando como se fossem um robô.

Ah, tem ainda um terceiro grupo: Os marketeiros digitais!

Os que enviam emails com copys apelativas, gatilhos dementais e ofertas chatas.

Obviamente, vai ser muito difícil fazer vendas sendo chato desse jeito.

O que nos leva à segunda lição:

2 – Seja interessante

Pra vender por email você precisa ser interessante.

Você pode ser engraçado, pode trazer fatos interessantes, pode dar opiniões interessantes, pode contar histórias interessantes…

…Pode fazer tudo, menos ser chato como todo o resto.

Ser interessante também significa ser DIFERENTE.

Nada de ficar mandando aqueles templates que todo mundo usa ou aqueles emails sem personalidade parecendo que foram escritos por pessoas que não transam.

Aqui está um ponto importante para ser interessante:

3 – Escreva com personalidade

Não importa que tipo de produto ou serviço você está vendendo por email, seus emails precisam ter personalidade.

Personalidade é seu jeito único de falar, suas opiniões sobre determinados assuntos, seus valores, sua maneira de conversar com os leads (todo email é uma conversa – lição bônus).

Muita gente trava nessa hora por que acredita estar num mercado “sério” ou “profissional”… mas isso não passa de mito.

Todo mercado vende para pessoas, e pessoas gostam de coisas interessantes e divertidas!

Quer ver uma empresa que faz isso maravilhosamente bem?

A enjoei (https://www.enjoei.com.br/)

Super recomendo que você se inscreva na lista deles.

Observe como eles dão vida e personalidade a um simples ecommerce de compra e venda de coisas usadas.

Tinha tudo pra ser um site chato… mas eles deixam a coisa extremamente interessante.

Eu lembro que ouvia minha mãe “conversando” e se divertindo enquanto lia os emails deles.

E sabe o que mais?

ELA NÃO VIA A HORA DE RECEBER O PRÓXIMO EMAIL DA ENJOEI.

Por que era interessante, era divertido, era a alegria da caixa de entrada dela.

E é exatamente isso que você deve fazer para vender por email: Ser o mais interessante da caixa de entrada de seus leitores.

A boa notícia é que hoje isso parece estar mais fácil, já que email está sendo deixado de lado pelos marketeiros que preferem o instagram.

Faz sentido pra você?

Hoje eu fico por aqui mas adoraria saber se você quer receber mais emails… sobre emails.

Sim ou não?

Tic. Tac. Tic. Tac…

(Tenho assistido muito Dark na Netflix)

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Existe vida além de lançamentos

Esse fim de semana assisti alguns filmes antigos muito bons.

Um deles foi Moneyball, que em português foi traduzido toscamente para: O homem que mudou o jogo.

Enfim, o filme é a história real de um gordinho nerd que revolucionou o mundo do beisebol (aquele esporte que ninguém consegue entender).

Como ele fez isso é o mais interessante.

Há décadas os clubes de beisebol escolhiam quem eram os melhores (e mais caros) jogadores baseados em fatores como: Beleza do atleta, vida pessoal, antepassados, lugar de origem, e outras coisas superficiais.

Dá pra acreditar?

O que esse gordinho fez foi criar umas planilhas que analisavam os jogadores baseados nos números deles.

Dessa forma, ele e o diretor (único que acreditava nessa ideia “maluca”) montaram um time com jogadores baratos que os outros clubes não queriam.

Indo contra tudo e contra todos, eles conseguiram pegar um time pequeno, sem dinheiro e com jogadores renegados… e o tornaram o clube que venceu mais partidas consecutivas em toda a história do beisebol (20).

Por que estou lhe contando isso?

Pra reforçar meu ponto de que você não precisa seguir o que todo mundo está fazendo… só por que todo mundo está fazendo.

No mundo do copywriting hoje só se fala em lançamentos de infoprodutos… como se esse fosse o único nicho e a única maneira de vender na internet… quando na verdade existem dezenas de outros mercados mais lucrativos como Ecommerce, SAAS, agências, B2B, suplementos, imóveis…

…mercados onde você chega, cria uma sequência de emails (por exemplo) e gera resultados instantâneos para os clientes – sem todo aquele trabalho e noites perdidas necessários para fazer um lançamento.

Não é que lançamentos sejam ruins.

É apenas que existe um mundo cheio de oportunidades lá fora, que há séculos ganha dinheiro com marketing – sem precisar de lançamentos.

E talvez você possa ter uma vida muito melhor como copywriter se fizer diferente do que todo mundo está fazendo no instagram.

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Quando o por quê é forte, o como é fácil

Em algum momento de 2011 (sou péssimo com datas) eu queria muito mudar de vida.

Na época eu era gerente de uma agência digital e até ganhava bem.

Mas todos os dias quando saia pra almoçar, eu voltava frustrado pra trabalhar.

Por que?

Porque eu passava por um calçadão e via pessoas que estavam fazendo atividades físicas, ou passeando com o cachorro, ou brincando com os filhos… enfim. Eu via pessoas que NÃO estavam trabalhando no horário comercial… e eram bem de vida (Pelo local onde moravam, carros, roupas, cachorros…)

E eu olhava pra elas e as via como LIVRES.

Ao mesmo tempo que me via como ESCRAVO.

Obviamente eu ficava me perguntando – o que será que eles fazem?

E o mais importante – Como EU faço isso também?

Na época eu não fazia ideia de como chegar lá. De como ter uma vida diferente da tradicional.

Mas… eu queria MUITO mudar minha vida, ser livre e ter grana – afinal, dinheiro faz parte da liberdade.

E aquele desejo de mudar me motivava a ficar até tarde fuçando coisas na internet ou lendo livros em busca de respostas.

Na época não existia o marketing digital como hoje. O Conrado Adolpho falava algumas coisas, acho que o Érico estava surgindo… mas era tudo muito novo.

O engraçado é que eu estava tão desanimado no trabalho que qualquer um que olhasse pra mim diria que eu estava em depressão. Mas ao mesmo tempo, dentro de mim tinha uma vontade incontrolável de mudar e ser livre.

E aquela vontade me fez descobrir que tinha uns caras nos EUA que ganhavam a vida escrevendo. E ganhavam muita grana e eram livres. Eles eram chamados de copywriters.

Veja, eu nunca tinha escrito nada em minha vida e não gostava nem um pouco de escrever. Eu também não sabia inglês.

Porém, eu queria TANTO mudar, e queria tanto aquele estilo de vida, que eu peguei os livros dos caras e ia traduzindo pedaço por pedaço no google tradutor e ia lendo e aprendendo.

Foi fácil? Não.

(Não é fácil pra ninguém)

Foi rápido? Não.

(principalmente por que tentei descobrir tudo sozinho).

Mas, motivado pelo meu desejo eu consegui a liberdade (e a grana).

As vezes você quer muito fazer algo mas nem tenta por que não sabe COMO fazer, ou COMO chegar lá.

É preciso mudar o foco (Viu como foco é sempre importante?).

Você precisa focar no POR QUÊ.

No que lhe motiva.

Quando o por quê é forte, o como é fácil.

É aquele velho ditado: Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, dá desculpa.

Quando você quer muito alguma coisa, as respostas aparecerão pra você e você será capaz de realizar.

O mais importante é sempre acreditar e manter acesa a chama do desejo ardente.

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Qual sua especialidade?

Hoje eu liguei o rádio e o Guns and Roses estava tocando pagode.

“Você sabe o que é caviar…”

Desliguei assustado.

– É sério isso?

Peguei meu celular, abri o instagram e lá estava Usain Bolt jogando futebol.

– Ok…

Deslizei um pouco mais e vi Michael Jordan jogando Beisebol.

– Só falta agora eu ligar a TV e não estarem falando sobre o Corona!

Mas pra minha “insurpresa”… eles estavam. E assim meu mundo voltou ao normal.

Enfim. Tudo isso me fez pensar numa coisa bastante importante pra você.

Sim, pra você.

Tirando a notícia do Guns, a de Michael e Usain foram verdadeiras…. e terminaram em pura decepção.

Depois de três títulos da NBA pelo Chicago Bulls, Michael Jordan largou o basquete pra jogar beisebol. E adivinha? Foi um desastre. Só durou uma temporada e ele era tão ruim que chegou a ser apelidado de “o pior do time” por ele mesmo.

Mas ele aprendeu a lição e voltou pro basquete, onde brilhou ainda mais do que antes.

Já o Usain Bolt, velocista campeão de tudo (monstro), decidiu jogar futebol. Sua carreira no esporte durou apenas 2 meses e ele nem chegou a assinar contrato.

“OK… mas por que isso é importante pra mim, Burno?” Você pergunta.

Porque podemos aprender muito com as histórias acima.

A grande lição aí é a seguinte:

Encontre UMA coisa em que você é bom e se especialize nisso até chegar no topo.

Se você quer seguir carreira como copywriter, foque em copy. Não perca tempo estudando tráfego, edição de vídeo, design, html…

Foco é poder.

Quer acelerar sua jornada ao topo?

Aumente o foco. Tenha uma especialidade dentro da especialidade.

Seja um copywriter especialista em 1 tipo de copy.

Não tente ser “o cara” que escreve tudo. Seja o email copywriter… ou o copywriter de facebook ads… ou o copywriter de landing pages.

Que mais poder e velocidade?

Seja o copywriter especialista em uma indústria.

Finanças, saúde, desenvolvimento pessoal…

Quanto mais nichado você for em seu serviço e na indústria, mais fácil será seu trabalho e mais resultados você será capaz de gerar.

Eu sei, pode parecer que ao fazer isso você vai perder clientes, ou que ninguém vai querer lhe contratar.

Mas a verdade é que ao nichar desse jeito você será capaz de trabalhar com os melhores clientes e gerar os maiores resultados.

Contra-intuitivo?

Claro que é.

O sucesso é contra-intuitivo.

Se não fosse, a grande maioria das pessoas do mundo teriam sucesso.

Foco é poder.

Quanto maior sua especialidade, maior seu poder, e maior seu pagamento no fim do mês.

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CTRL C + CTRL V dos Gurus

Esse é o retrato do marketing digital no Brasil hoje:

Um guru começa a fazer lives diárias de manhã. E lá vai todo mundo correr pra fazer também.

O guru criou um grupo no Telegram. Lá vai todo mundo correr pra criar também.

É mais ou menos como o GIF abaixo:

Eles acham que só por que o Guru está fazendo… está funcionando.

Ou que se está funcionando pro guru… vai funcionar pra eles também.

Grande engano.

O problema é que marketing é teste. E tudo que esses caras estão fazendo são testes.

Então se você simplesmente copia o que eles estão fazendo… só porque eles estão fazendo… sem saber os números… você pode estar copiando um ERRO.

Ou pode estar copiando uma estratégia de branding… esperando gerar vendas que nunca virão.

De qualquer forma, isso pode lhe custar mais caro do que você imagina.

Ou pode fazer você ficar rodando em círculos sem ter resultados… quebrando a cabeça se sentindo um merda sem saber por que aquilo não está funcionando pra você.

Não caia nessas armadilhas.

Muita gente é atraída pelo novo, e vive em busca da próxima nova estratégia, a próxima “sacada”… quando a maioria dos negócios de sucesso crescem por que focam nos fundamentos.

Por exemplo. Hoje instagram é a febre do momento.

Só que a cada dia essa rede vem diminuindo o alcance e o engajamento para seus usuários – obrigando-os a se tornarem escravos dela.

Está de uma forma que se você não fizer 100 stories, 10 postagens, e uma live – TODO DIA – Ou se não usar “hacks”… você só consegue atingir menos de 3% do seu público (que na verdade não são seus, são do Facebook).

É muito esforço pra pouco resultado.

Enquanto isso nós temos o “ultrapassado” email. Aquele canal que ninguém usa mais… mas que ainda traz o maior ROI da internet. E ele gera isso há mais de 40 anos. Ah, e você não precisa ser escravo do email pra fazer vendas com ele. Pelo contrário. Você escreve um bom email 1 vez, e ele gera vendas até por anos – automaticamente.

(Além disso, sua lista de leads é realmente sua)

E quando você olha para as empresas que mais ganham dinheiro – os que usam e abusam do marketing direto – eles coincidentemente usam o email como principal canal. Não instagram.

Não estou dizendo pra não usar o instagram, ou que os gurus estão todos errados. Estou dizendo pra você…

Focar nos Fundamentos

Pare um pouco de estudar o digital, e comece a estudar marketing direto. Aprenda as estratégias de aumento de faturamento que funcionaram 100 anos atrás, funcionam hoje e que vão funcionar pelos próximos 100 anos.

Fazendo isso você será capaz de gerar muito mais resultados para seus cientes e, consequentemente, para você.

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Como perder o cliente em 10 dias

Segunda-feira à noite. Você teve um dia desgastante mas agora está relaxando um pouco assistindo Netflix.

De repente, você sente um pequeno incômodo no peito.

Você muda de posição no sofá. Mas o incômodo continua.

5 minutos depois… piora.

Começa a doer.

Muito.

A dor aumenta de uma forma que fica até difícil respirar.

A essa altura bateu aquele friozinho por dentro deixando claro que tem algo errado acontecendo… e que você precisa fazer alguma coisa rápido.

Você avisa a seu companheiro(a). Juntos vocês partem pra urgência furando todos os sinais vermelhos da cidade (menos os que tem radar) até chegar no hospital.

Vocês entram correndo pela recepção e um médico vem lhe examinar. Mas antes que ele diga a primeira palavra, você fala:

“Doutor, estou enfartando. Rápido, prepare 100mg de citraton e me dê que vou aplicar em mim. Eu preciso me operar agora! Eu vi isso no google.”

Enquanto toda a equipe médica fica paralisada e com uma sobrancelha levantada sem entender o que está acontecendo, você corre e entra na sala de operação.

Lá você tira sua roupa, veste o avental de hospital (com bunda de fora) e deita na mesa cirúrgica.

Um enfermeiro vem tentar ajudar mas você dá um tapa na mão dele:

“Saia! não é assim que se faz. É assim…” Você diz enquanto se aplica uma anestesia.

Em seguida, você pega o bisturi e mesmo tremendo, começa a cortar o próprio peito.

Menos de 1 minto depois, você “inesperadamente” desmaia. E a menos que finalmente fosse atendido(a) por um médico, você morreria lindamente com toda sua sabedoria.

Essa situação parece familiar pra você?

É o que acontece todos os dias com milhares de clientes que tentam dizer aos especialistas o que fazer.

O cara contrata você como copywriter… mas quer que você escreva e faça o que ele diz.

Mas sabe o que acontece quando o cliente diz ao especialista o que fazer?

Isso:

Esse é o antes e o depois de Donatello Versace, uma designer de moda italiana.

Agora veja esse outro caso: 

O antes e depois de Jocelyn Wildenstein, uma socialite suiça.

O que essas pessoas tem em comum? 

Ambas disseram ao especialista o que fazer – ao invés de seguir as orientações do mesmo.

É isso que acontece quando você deixa seus clientes dizerem o que você deve fazer. Acaba um desastre. E quando isso acontece, você será o culpado (mesmo fazendo o que ele disse).

Veja,

Não é que os clientes façam isso por que são criaturas más (alguns até são). É simplesmente como funciona o ser humano. Principalmente, o ser humano empreendedor.

E é sua responsabilidade como copywriter, como freelancer, como especialista… assumir o controle e fazer o que tem que ser feito para salvar o cliente… caso contrário, você não vai longe nesse ramo.

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Síndrome do Copywriter impostor

Por toda minha vida eu me achei um merda.

Na escola, eu me achava um dos mais feios. Mesmo tendo algumas garotas olhando pra mim e demonstrando algum interesse… eu não me achava “bom” o suficiente pra elas.

Na faculdade? A mesma coisa. Na verdade, foi pior. Eu via caras mais “atléticos” que eu… com carros melhores que o meu… com melhores trabalhos que o meu (na época eu era empregado)…

…e tudo aquilo fazia eu me sentir mais merda do que na escola.

Quanto mais eu crescia, mais piorava.

Minha vida só começou a mudar quando descobri a razão disso acontecer.

Que por sinal, é a mesma causa da síndrome do impostor – problema muito comum de copywriters.

O que causa isso é a COMPARAÇÃO.

Mais especificamente, a comparação errada.

Eu me sentia um merda (e um impostor) porque ficava me comparando com outros que estavam bem acima de mim.

Eu via caras no facebook mostrando campanhas que venderam milhões e eu não me sentia qualificado pra vender meus serviços por que nunca tinha gerado uma campanha milionária antes.

O problema é que esses caras não começaram criando campanhas milionárias. Eles começaram de baixo e foram subindo aos poucos.

Mas lá estava eu… embaixo… me comparando com um cara no topo.

A verdade é que pra vender seus serviços e conseguir bons clientes de copy… você não precisa ser o número 1 em nada.

Não precisa de cursos ou certificações.

Não precisa nem ter gerado milhões em vendas.

Você só precisa fazer alguma coisa melhor que seu cliente. Só precisa ser capaz de ajudá-lo. No caso de um copywriter, você só precisa escrever textos que convertam melhor que os textos do cliente.

E… se você já leu bons livros e já estudou copy… você provavelmente vai escrever melhor que o cliente que nunca fez isso… e vai gerar bons resultados (ou pelo menos, melhores que o do cliente).

Claro que tem o medo de fazer errado. De gerar um prejuízo pro cliente. De “se queimar” no mercado.

Mas isso não acontece. Acredite.

Quantos copywriters queimados você conhece?

Até mesmo os pilantras que recebem o pagamento do cliente mas não entregam o trabalho… nem mesmo esses se queimam (infelizmente).

Mas e se a copy der errado?

Bem, então você é apenas uma pessoa normal. Por que ninguém acerta de primeira (especialmente em copy). Tudo que você precisa fazer é analisar o que deu certo, o que não deu, e ir melhorando seu trabalho.

Copy não e mágica.

É um processo de constante melhoria.

De erro e aprendizado.

A questão é que ninguém fica falando por aí de suas campanhas que foram um fracasso. Eles só falam das que venderam milhões. E a gente pensa que todas as campanhas deles são um sucesso… quando não são. 

Mesmo hoje, todos esses caras grandes ainda fazem campanhas que dão errado.

Por que?

Porque esse é o jogo dos negócios… e da vida.

E enquanto você não entender isso, nunca vai crescer como gostaria… e fazer as coisas que tanto sonha.

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Pitch mágico para vender qualquer serviço

Houve uma época em que trabalhei vendendo programas e serviços de alto ticket para uma das maiores empresas de desenvolvimento pessoal dos EUA.

Vendíamos ofertas de 3k até 25k – por telefone.

O engraçado é que eu sempre odiei vendas. E nunca me imaginei fazendo aquilo. 

Mas tudo mudou no dia em que tive um encontro inesperado com o vendedor da floresta e ele que me ensinou o pitch mágico para vender serviços.

Estranho?

Um dia eu estava caminhando pela mata ao lado do sítio de minha mãe, quando avistei alguém sentado no meio da floresta.

Apesar do susto (e do medo), fui me aproximando lentamente e vi que era um senhor de muita idade. Parecia ter uns 200 anos, pra falar a verdade. Ele estava sentado num tronco, curvado pra frente (ele er corcunda) e se apoiando numa espécie de cajado bem rústico.

“Senhor… Precisa de ajuda?” Gritei.

O velho respondeu com uma voz bem fraca: “rrrápido…. se aproxime… meu filho. (coff coff) temos… pouco tempo.”

“Pouco tempo pra que? O senhor está morrendo?” Perguntei.

“estou… mas antes preciso passar um antigo… segredo de vendas pra você… ou ele será perdido… pra toda a eternidade.” Respondeu o matusa.

“O senhor está bêbado?” Perguntei desconfiado.

“confie… em… mim… meu filho. chegue mais perto… e ouça com atenção… o que tenho a dizer.” Insistiu ele.

Olhei pra um lado, olhei pro outro… e como o senhor parecia inofensivo, me aproximei devagar e me sentei num tronco. De frente pra ele.

Apesar de muito sujo (e fedorento), ele tinha uma expressão serena de alguém bastante sábio (tipo Yoda). Ele começou a se curvar lentamente em minha direção, olhando no fundo dos meus olhos… e então ele me disse o pitch mágico para fechar vendas.

No momento em que ele começou a falar eu “arregalei meus olhos” sentindo o poder daquelas palavras.

Era apenas uma frase de 10 palavras. Simples, mas extremamente poderosa.

Era essa frase que eu usava em todas as ligações de vendas que fazia na empresa americana, e que permitia fechar vendas em inglês… mesmo eu falando o inglês do Joel Santana (Bafana Bafana).

Você gostaria de saber que pitch é esse?

Ou você está achando essa história… digamos… esquisita demais?

Veja,

Na época que estava trabalhando com vendas, eu gravava um podcast sobre vendas (que por sinal tem um excelente conteúdo e você pode ouvir nesse link) e muitas pessoas da área de serviços entravam em contato comigo perguntando sobre como montar um pitch de vendas matador.

E por mais que eu quisesse ajudar aquelas pessoas… e compartilhar meu pitch mágico com elas… eu não podia.

Por uma simples razão.

(Não, não foi por que o senhor da floresta me pediu para manter em segredo.)

A razão é por que: NÃO EXISTE um pitch de vendas matador! (ou mágico)

Vejo muitos copywriters, consultores, agências e profissionais de serviços em busca de um script ou pitch de vendas “supremo”, acreditando que basta repetir aquelas palavras mágicas para o cliente se encantar do outro lado do telefone e decidir fechar a venda.

Não me entenda mal.

Você deve sim desenvolver um bom pitch de vendas. Mas ele vai servir apenas para chamar a atenção do cliente (no máximo)… Nunca vai fechar a venda.

Por que cada venda é única. E deve ser fechada de acordo com as necessidades específicas de cada pessoa.

É por isso que um vendedor classe A – do tipo que fecha vendas de alto ticket – não fala mais do que 20% do tempo da conversa (e não usa um pitch). Ele apenas faz as perguntas certas e ouve. O clientes é quem fala, fala, fala…

…E a chave para fechar toda venda vai vir da boca do próprio cliente. Não do seu pitch.

Não existe mágica.

Existe apenas fazer perguntas, entender o que o cliente quer e precisa, e oferecer uma solução pra aquilo – de maneira autêntica e amigável.