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Como assassinar o bloqueio criativo

Vou te dizer uma coisa:

Até hoje, não houve uma vez sequer pra minha noiva me chamar pra fazer sexo e eu ter algum tipo de “bloqueio sexual”.

É o tipo de coisa que nós homens estamos sempre prontos (pesquisas mostram que homens pensam sobre sexo a cada 12 segundos).

Mas quando se trata de escrever copy a coisa é um pouco diferente.

Tem horas que a tal da criatividade se enconde onde o cérebro não consegue encontrá-la.

É o que muitos chamam de bloqueio criativo.

E ele pode ser beeeeem perigoso.

Por que?

Porque ele começa com um simples bloqueiozinho de 1 hora. Que se tornam 2 horas…. Um dia… Uma semana… E se você não fizer nada, pode durar anos.

Então o melhor é vencê-lo enquanto ele ainda é um bebê.

Como vencer o bloqueio?

Da mesma maneira que nós homens evitamos o bloqueio sexual.

Com pura e simples AÇÃO.

Por que eu acredito que o tal bloqueio criativo é, na verdade, o seu cérebro frio.

Ou seja, da mesma forma que um atleta profissional precisa fazer um aquecimento antes de entrar em campo, um escritor profissional precisa se aquecer antes de escrever bem.

Então a cura pro bloqueio é começar a escrever sem culpa e sem ser “pra valer”, apenas para aquecer.

Em pouco tempo de aquecimento de escrita, as ideias logo começam a ferver, e você pode começar trabalhar pra valer.

Ok. Mas mesmo depois de aquecido, esses bloqueios ainda vão aparecer ao longo do dia, depois de algum tempo escrevendo.

São bloqueios momentâneos que nos travam em uma parte do texto ou em um parágrafo. Às vezes até em uma palavra.

Nessas horas eu levanto a bunda da cadeira e vou fazer outra coisa.

Eu brinco com os cachorros, toco uma música no violão, saio pra dar uma caminhada…

Na maioria das vezes, em poucos minutos fazendo outra atividade, a solução pro meu bloqueio pipoca em minha mente e eu preciso voltar correndo pra escrever e continuar a ideia.

Mas sabe o que NUNCA funciona?

Navegar pela internet ou pegar o celular pra dar uma checada. A menos que você vá verdadeiramente fazer isso pra pesquisar sobre seu mercado, esse tipo de atividade vai travar você ainda mais. Acredite.

Outra coisa muito importante pra escrever bem é descobrir quais os melhores horários pra você escrever.

Eu, por exemplo, escrevo melhor pela manhã cedo e pela noite. Depois do almoço escrever me dá muito sono.

O ambiente também é muito importante.

Escreva num local sem distrações, onde você consiga focar 100%.

Onde e como você escreve também influencia. Por exemplo: Você prefere digitar num notebook ou num teclado? Prefere escrever no word ou no google docs, ou no bloco de notas?

Eu escrevo muito melhor e mais rápido quando escrevo à mão, com papel A4 e caneta (caderno e lápis não é legal pra mim).

Enfim. São pequenos detalhes que fazem grande diferença.

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Me apaixonei por uma geladeira

Eu e Priscilla compramos uma geladeira nova na Black Friday (pelo mesmo preço de sempre).

Nós nunca fomos ligados em coisas materiais, mas confesso que nos apaixonamos por essa geladeira. Ela não tem nada demais, não acessa internet nem faz aquelas firulas das geladeiras de luxo…

Mas a sacaninha é tão bonitinha e moderninha (a nossa tinha muitos anos) que nós ficamos fãs.

Além disso, ela parecia ser superior à outras na mesma faixa.

A sensação que eu tenho é que os caras da Brastemp tiveram cuidado e pensaram no consumidor na hora de criar essa geladeira.

Você sente isso nos detalhes. 

E esse cuidado com o produto faz tanta diferença que em apenas 1 semana eu já recomendei essa geladeira pra 2 pessoas.

Trazendo pro nosso mundo digital, eu acredito que esse mesmo cuidado com nossos produtos faz a diferença na vida das pessoas.

Pra mim, esse não é um jogo só de números. É um jogo de produtos que ajudam pessoas. E nós temos uma responsabilidade com elas quando fazemos nossas ofertas.

Por isso que, como consultor e copywriter, eu não trabalho com qualquer um. Eu preciso acreditar na empresa, nas pessoas, e nos produtos.

Isso me motiva a fazer meu melhor e a dormir toda noite com a consciência tranquila.

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Copywriters que fazem pitches em grupos

É noite, e você está numa festa badalada com centenas de pessoas.

Tum tiss Tum tiss Tum tiss Tum tiss Tum…

Você está conversando com um amigo quando percebe que as pessoas ao seu redor começaram a olhar pra mesma direção.

Você se vira e vê um cara estranho, em pé numa das mesas, gritando:

– Atenção meninas! O Boy aqui malha 7 vezes por semana, tem um emprego estável no estado, carro zero, apartamento quitado. Sou bem carinhoso, adoro fazer surpresas, não bebo, não fumo e odeio futebol. Nesse momento estou sozinho à procura de uma garota legal pra ter um relacionamento sério e incrível. As interessadas, por favor falem comigo aqui na mesa. Uhuuuuuu…

Quando ele termina, uma pergunta não sai da cabeça das mulheres da festa:

“Se ele é isso tudo mesmo, por que está solteiro? Tem alguma coisa errada aí…”

A mesma coisa acontece quando um copywriter faz um pitch de seus serviços num grupo do facebook:

“Se ele é tão bom assim, por que não tem clientes?”

Vida de copywriter não é fácil. Já é muito difícil conseguir clientes com posts em grupos, e muitos ainda pioram as coisas:

– Com um texto cheio de erros de português
– Sem fazer uma boa oferta
– Sem dar uma boa razão pra justificar sua falta de clientes
– E escrevendo uma copy ruim pra caramba

O cara na festa teria muito mais chances de encontrar uma boa companhia se desse uma boa olhada pela festa, e se aproximasse, um a um, apenas das mulheres com as quais ele se identificasse.

O mesmo vale para copywriters.

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O mais curtido ou mais vendido?

Apesar do meu rostinho adolescente e angelical, eu sou da época que o bate-papo do uol era o point dos relacionamentos na internet.

Era a chamada web 1.0.

Internet discada (com horário pra acessar ou estourava a conta de telefone), sites horríveis, CD ROOMS, windows 95 e o ICQ.

E ao longo de mais de 2 décadas eu já vi o surgimento e a morte de muitas plataformas:

Orkut, MSN Messenger, My Space, Blogspot, Mirc, altavista, Cadê, Google Plus, Google Wave, Vine, Periscope, entre outros.

Todos esses surgiram, tiveram seu momento, e morreram.

Exatamente como está acontecendo com grandes plataformas da atualidade: Twitter, Youtube, Facebook, Instagram…

Todas vão cair. Algumas mais rápido que as outras.

Porém, existe uma única plataforma online que há mais de 40 anos se mantém no topo.

Sim, no topo. Pois ela possui o maior ROI no mundo online.

E mais, essa talvez seja a única imortal de todas.

Que plataforma maravilhosa é essa?

Você está olhando pra ela.

O email.

O email gera mais grana que qualquer outra plataforma na internet.

Sabe aqueles spams que você recebe diariamente?

Você acha que eles são enviados por que os caras não tem o que fazer e gostam de escrever pra você… ou por que aquilo gera grana pra eles?

Pois é.

Assim como essas empresas de marketing direto que vivem apenas pra extrair grana das pessoas. Que plataforma eles mais usam?

E por que eles usam o email? Por que eles não “se atualizaram” para redes sociais ou por causa do ROI?

Enfim,

mas não estou escrevendo isso pra você ser golpista da internet nem pra empurrar remédios falsos pra idosos.

Estou escrevendo esse email apenas pra, mais uma vez, reforçar o quanto é importante você usar emails em seu negócio, seja ele qual for.

Principalmente se você quer lidar com clientes de alto valor.

Esse é o recado de hoje.

Preciso ir. Tenho outros emails pra escrever 😉

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Sua carta de vendas faz isso?

Hoje vamos almoçar num casarão antigo, na beira do rio, que foi transformado em restaurante. É um lugar bem histórico aqui no estado (segundo eles).

E enquanto espero minha noiva se arrumar, aproveito pra escrever algo pra você (já que estou meio sumido esses dias)

Então vamos falar sobre AVENTURAS.

Você gosta de aventuras?

Quem não?

Inclusive, as melhores copys são aquelas que convidam as pessoas pra uma grande aventura.

São aquelas que tem o poder de tirar a pessoa da “vidinha” normal dela e mostrar que existe uma grande aventura lá fora. E só você tem o mapa pra chegar lá da maneira melhor, mais segura, mais rápida e mais fácil.

Suas cartas de vendas fazem isso?

Quanto mais você conseguir despertar esse sentimento de aventura nas pessoas, maiores serão as conversões.

Por que?

Porque a maioria das pessoas vive insatisfeitas com sua vida. Vive uma vida monótona. Vive mais ou menos.

E quanto aos poucos que já vivem aventuras? Bem, eles sempre querem mais.

É claro que existe um detalhe importante aí:

O produto precisa entregar o prometido. Não é só uma questão de escrever boa copy. É escrever boa copy sobre um produto que realmente gera o resultado.

Dito isso, vale lembrar que é possível gerar esse sentimento de aventura com praticamente qualquer produto.

“Eles riram quando eu sentei no piano… mas quando comecei a tocar…” É uma carta que convida pra aventura de tocar piano e ser reconhecido por isso.

A carta do brasão (coat of arms) de Gary Halbert convidava as pessoas pra uma aventura no passado em busca do brasão de sua família, além do sentimento de manter essa história pro futuro.

A carta do wall street jornal sobre dois jovens que tinham a mesma história mas tiveram vidas completamente diferentes convida o leitor pra uma aventura de conhecimento e mudança de vida.

Enfim, esses são alguns exemplos das cartas que mais converteram na história, e todas convidam pra uma aventura.

Só que é preciso ter cuidado.

Por que a aventura precisa ser excitante e inesquecível. Mas ao mesmo tempo o leitor precisa acreditar que consegue percorrer o caminho e chegar lá.

Por exemplo:

“Vamos conhecer as pirâmides do Egito?”

  • Vamos! Mas não faz um calor escaldante lá?

“Faz.É por isso que nós viajamos em carros com ar condicionado e umidificadores de ar, de maneira que vocênem lembra que está no Egito.”

  • Mas e toda aquela areia. Aquilo deve entrar no olho, não?

“Só se você não usar um turbante. Mas nós fornecemos turbantes gratuitos para todo mundo”

Enfim. Percebe onde quero chegar, não é?

O primeiro pronto é olhar sua carta como um todo e analisar se ela está convidando a pessoa pra uma aventura incrível.

O segundo ponto é combater as objeções da aventura.

Faz sentido?

Que seu domingo seja uma aventura.

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O mito de “se queimar” no mercado

Parece que peguei o vírus do momento… de novo, acredita?

Ai ai…

Mas estou me cuidando.

(fique tranquilo, ele não passa por email – dizem os cientistas)

Dito isso, você gosta de mitos e lendas urbanas?

Então eu tenho uma nova lenda urbana pra você.

A lenda do “se queimar” no mercado.

Tem muita gente por aí deixando de fazer coisas ou lançar produtos por medo de se queimar no mercado.

“Está muito cedo. Vou deixar perfeito primeiro e então eu lanço. Não quero correr o risco de me queimar.” Dizem eles.

– Tudo bem. A vida é muito longa mesmo. Você pode esperar, não é? Só tem uma coisa sobre esse seu medo…

“O que?”

Ninguém se queima em mercado nenhum.

NINGUÉM.

Quer provas disso?

Aqui estão:

1- Jordan Belfort (o lobo de Wall Street) – Deu um golpe de centenas de milhões. 4 anos depois voltou como herói e fatura alto em cima da própria história criminosa.

2- Eike Batista – Deu um golpe ainda maior que Jordan. Perdeu quase tudo mas está se reerguendo novamente prestando consultoria.

3- Goleiro Bruno. Matou, foi preso, e conseguiu contrato de dentro da prisão.

5- Suzane Von Richthofen – matou a própria família… e agora tem uma nova família!

Entende onde quero chegar?

Se essas pessoas cometeram tais atrocidades e não se queimaram no mercado… imagine seu errinho besta com algum cliente.

Não tenha medo de ser feliz.

Você vai cometer erros de qualquer jeito. Mas se você for comprometido com o que faz, vai consertá-los e seguir em frente, melhor e mais forte (e mais esperto pra não cometer novamente).

Seja feliz.

Viva sem limites.

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Você nunca chegará no lugar certo pelo caminho errado

Sabe aqueles dias em que você realmente gosta do que escreve? (ao invés de se achar um lixo e querer mudar de área por que você é patético e não sabe escrever)

Então,

Uma vez terminei uma copy e me senti como Leonardo Da Vinci admirando a Monalisa após a última pincelada no quadro.

Magnífico! Pensei.

Agora eu precisava mostrar pra alguém.

Quem estou enganando, estava tão bom que eu precisava mostrar pro mundo inteiro.

Mas ao invés, mostrei apenas pra minha namorada (da época).

  • Leia aqui por favor, chuchuzinho. Falei com carinho na tentativa de convencê-la a ler meu textão

Ela veio olhando pra mim com aquela cara de obrigação, sentou na minha cadeira e encarou a tela do notebook.

Silêncio…

Rolava a página.

Silêncio…

Nem uma palava. Nem uma expressão no rosto.

Apenas os olhos mexiam de um lado pro outro escaneando a tela.

Rolava a página… silêncio…

FALA ALGUMA COISA, CACETE (gritei por dentro)

Ela continuou lendo em silêncio.

Alguns (eternos) minutos depois, chegou ao fim… e não disse nada.

  • E aí?

(pela-mor-de-deus-fala-algoma-cooisa-molher)

“Acho que não entendi direito. Por que tinha aquelas fotos de super herói? Achei nada a ver”.

-_- sério…?

Depois de uma semana inteira de trabalho duro, minha vontade era de socar a cara da Monalisa, jogar a tela com toda força na parede e deixar a obra no chão pra ver se o cachorro mijava.

Mas era meu notebook. Então apenas respirei fundo, ignorei a crítica destruidora, e decidi botar a copy pra rodar assim mesmo.

Na época era um curso de wordpress. E aquela copy converteu bem pra tráfego frio do adwords.

Parece que no fim das contas eu estava certo, e minha leitora crítica não.

O que poderia ter acontecido se eu me levasse pelas críticas e mudasse todo o texto?

Bem, provavelmente só ia vender pra minha namorada mesmo.

Percebe o perigo disso?

Isso significa que você jamais deve ouvir críticas de sua copy?

Não.

Você deve sim ouvir críticas. Mas somente das pessoas certas.

Ouvir críticas de copy da pessoa errada é como se perder numa viagem e pedir informação a alguém que não conhece o caminho.

É como botar um endereço no GPS e ir parar no meio dum morro dominado por traficantes barra pesada.

Como diria Pedro: “É cilada, Bino.”

Infelizmente o mundo está cheio de “especialistas” e críticos que não se importam ou não pensam nas consequências de suas opiniões.

O problema é que você nunca chegará no lugar certo, pelo caminho errado.

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No mato com ex-presidiários

Sábado viajei sem destino com minha noiva e um casal de amigos.

Fomos em busca de uma cachoeira e das aventuras que surgissem pelo caminho.

Pra mim, não existe nada melhor que isso na vida.

(só sexo)

Meu sonho é viajar pelo mundo vivendo aventuras incríveis todos os dias.

(e fazendo sexo)

Mas como ainda não posso, aqui estou eu escrevendo do meu escritório – ao invés de debaixo da cachoeira.

Enfim. Aprendi algumas coisas nessa viagem:

1- Aprendi que meu amigo dirige como uma senhorinha de 75 anos, cega.

2- Que o novo Onix é muito baixo e não serve pra andar em estrada de chão.

3- Nunca esquecer o peso de uma boa oferta

10 em cada 10 vezes que meus amigos me chamarem pra um programa como esse eu direi SIM.

Por que?

Porque eu não resisto. É perfeito pra mim. Não tenho objeções. Não questiono nada.

Aceito sem pensar.

Suas ofertas devem ser o mais próximo possível disso. Sempre.

A Dominó pizza cresceu usando isso.

Sua pizza em 30 min. ou não paga.

Foi perfeito para o público (universitários famintos e com pressa).

Provando que uma boa oferta pode carregar toda uma empresa nas costas.

Eu sei que na maioria das vezes os clientes não querem mexer nisso, mas insista.

Bata o pé.

Os resultados compensam e eles lhe agradecerão depois.

E quanto à cachoeira?

Nos perdemos 2 vezes mas a encontramos.

Parecia um imenso véu de noiva escorrendo pelas pedras polidas pela força da água.

Fiquei sentado bem embaixo da queda d’água pra receber uma massagem da mãe natureza.

Por alguns minutos me senti dentro do filme avatar.

Até que, assim como no filme, os vilões chegaram pra acabar com nossa festa.

De repente, apareceu do meio do mato um bando de, digamos… ex-prisioneiros? e nós fomos embora.

Segurança é tudo.

Mas ainda assim, foi um dia incrível.

Só que dá próxima vez, eu dirijo.

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Não se convence uma mulher. Conquista

urante toda minha juventude sempre tive dificuldade com mulheres.

Além de muito tímido, eu fazia praticamente tudo errado.

Não entendia como elas pensavam. O que elas (realmente) queriam. Não sabia o que dizer. Muito menos o que fazer.

Putz…

Sofri pra cacete por causa disso.

Conhecia Karina, me apaixonava, não conseguia ficar com ela… me decepcionava. Conhecia Carla, me apaixonava, também não conseguia ficar com ela, e me decepcionava mais um pouco.

Foi assim com Carla. Dayane. Carla II. Jéssica. Taís. Tâmara. Priscilla. Cássia. Tâmara II. Queila. Andreza. Aline. Riviane. Larissa. A ruiva que nunca tive coragem nem de conhecer. E muitas muitas outras.

Ainda dói o peito só de lembrar.

Mas talvez o que mais me atrapalhava era ser um garoto totalmente lógico e racional.

Eu usava argumentos e fatos pra tentar convencê-las a sair comigo.

Eu falava, falava, falava… falava, falava, falava… e quase nunca dava certo.

Por que não se convence uma mulher a sair com você.

Você tem que conquistá-la.

(nossa, como demorei pra aprender essa lição. Demorei demais. Demorei M-U-I-T-O mesmo)

Enfim.

Ser totalmente lógico e racional é também uma dos principais fatores que matam conversões.

Olhe no seu feed e verá que a maioria das copys parece um Bruno adolescente tentando convencer as pessoas a comprar.

Elas falam, falam, falam e tentam convencer você de todas as maneiras… ao invés de tentar conquistá-lo.

É muito difícil converter pelo convencimento.

Não importa se é um email, um anúncio, um post ou uma carta de vendas (ou uma garota).

Use emoções para conquistar.

1.000 fatos comprovados cientificamente nunca vencerão 1 história emotiva.

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50 tons de copy

Desde semana passada estou doente e não sei de quê.

Meu corpo está pesado como se vestisse roupas de cimento. Meus pensamentos lentos como uma tartaruga velha e preguiçosa… e não paro de espirrar.

Não gosto de médicos. Não confio em 99% deles. Então tento resolver do meu jeito.

Mas é um inferno escrever copy e pensar quando seu copo está em modo de sobrevivência.

De qualquer forma, aqui estou eu usando meu 1% de cérebro pra botar o seu cérebro pra pensar.

Já assistiu aquele filme 50 tons de cinza?

É a história de um multimilionário que sente prazer pela dor.

Um masoquista.

O filme estourou no mundo inteiro por ser uma história de amor bem diferente… ou será que não?

Ou será que o sucesso do filme é porque no fundo somos todos masoquistas de alguma forma?

Basta observar o ser humano um pouquinho pra ver que nós gostamos da dor e do sofrimento.

Por exemplo:

Pessoas com as veias entupidas que não param de comer porcaria…

Ou pessoas que vivem um relacionamento abusivo mas vão atrás do traste quando ele termina…

Ou pessoas que continuam indo à missa ouvir as palavras do padre que todos sabem que abusa dos coroinhas…

Ou pessoas que continuam querendo aprender a se tornar milhãonárias com um guru que está sendo processado por dever 3 milhãos de aluguel desde 2018…

Enfim.

Tudo isso é alguma forma de masoquismo.

E é importante que você pense nisso.

Por que?

Porque em suas copys você sempre está tentando aliviar as dores das pessoas… mas como você pode ver nos exemplos acima, as pessoas gostam da dor.

Pois existe um certo prazer na dor.

É confortante comer mesmo quando se é ultra-obeso.

É confortante ter alguns poucos momentos felizes com o parceiro abusivo.

É confortante ir à missa.

É confortante ouvir as palavras inteligentes do guru.

Se sua copy não combater isso, você não será capaz de tirar as pessoas da zona de conforto.

E aí adeus conversões.