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Copywriter está com os dias contados

É a primeira vez que estou escrevendo do carro.

Dirigindo.

A 150 por hora.

Brincadeira.

Estou parado numa praça.

Já cortei meu cabelo e agora estou esperando Priscilla sair do salão.

Domingo vamos fazer a festa de aniversário que não fizemos e precisamos disfarçar essas caras de doentes.

(an verdade, ela já está boa. Eu que estou com uma sinusite dos infernos)

Preparação é tudo.

Principalmente nos maus momentos.

Porque eles sempre virão.

Como está acontecendo agora com os copywriters tradicionais.

O mercado mudou e não quer nem precisa mais deles.

Hoje tem muito mais copywriter sendo demitido e dispensado do que contratado.

A balança está muito desfavorável.

O mercado de copy está morrendo muito rápido.

E talvez você pense que a solução é se especializar em IA??

Isso é o que os guris dizem pra surfar no hype e fazer você comprar um monte de merda de IA deles.

Mas essa não é a solução.

As empresas estão colocando seus próprios funcionários pra cuidar da copy com IA.

E os experts menores, que não podem pagar por isso, estão eles mesmos usando IA e fazendo suas próprias copys.

E é assim que seus cursos de IA não vão servir pra NADA.

É assim que os copywriters experientes estão sendo mensais embora e os novatos nem conseguem mais entrar.

É assim que o mercado de copy está morrendo rapidamente a cada dia.

Isso lhe deixa com 3 opções:

Porta 1:

Você não acredita nisso e acredita no guruzismo e continua insistindo em ser copywriter tradicional, enquanto você afunda junto com todo o mercado.

Porta 2:

Você muda de ramo. Vai fazer concurso, faculdade ou seja lá o que der na telha.

Porta 3:

Você deixa de ser um copywriter tradicional e se especializa em alguma área que não está em risco pela IA.

Esse é o caminho que eu e um bando de copywriters rebeldes seguimos há alguns anos.

Nos especializamos em monetizar listas de emails e em gerar receita no backend.

Nos tornamos profissionais desejados num mundo de copywriters dispensados.

Ganhamos mais, enquanto trabalhamos menos.

E não temos concorrência.

Ditto isso, o tempo está passando…

Qual porta você vai escolher?

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O fim do mercado de copy como conhecemos

Eu achei que ia demorar mais tempo.

Mas quando pisquei, já tinha acontecido.

O mercado de copywriting está chegando ao fim

Eu nunca vi tantos copywriters serem demitidos…

Tantas operações serem “reduzidas”…

Tanta gente mendigando vagas e projetinhos de copy sem conseguir nem migalhas pra sobreviver disso.

Mas isso não é tudo.

Olhando pro mercado…

Onde estão os guruzões de copy?

Sumiram.

Mudaram de nicho.

Empurraram seus negócios pra sócios desavisados que ficaram com a bomba pra explodir em seu colo.

Formações que já chegaram a custar 10k, hoje saem por 2k, 1k.

É um fenômeno que veio do resto do mundo pra cá.

A maioria dos guruzões de lá também sumiram.

Porque o mercado mudou.

Sim, a IA tem grande parte de culpa nisso.

Não porque a IA está escrevendo copys incríveis com facilidade…

Mas porque a maioria dos copywriters não são profissionais, nem confiáveis, nem produtivos, nem consistentes e nem baratos comparados à IA.

E a IA consegue escrever copys usáveis, rapidamente, sem frescura, sem prazo, nem nenhum dos problemas que copywriters humanos costumam gerar.

Por isso (principalmente) o mercado tradicional de copy está chegando ao fim.

Agora é só operadores de GPTs.

E um bom operador de GPT pode subistituir times inteiros de copywriters, por uma fração do valor.

Então, o que fazer?

A resposta é simples.

A mesma coisa que você faz quando está num barco afundando:

Pular fora.

Até porque o barco já está 90% submerso.

Se você ainda está nele, está com a água no pescoço.

Ou você afunda ou pula fora.

Então minha recomendação é que você abandone o mercado de copywriting tradicional (antes que ele lhe abandone de vez).

Essa é a má notícia.

Mas existe uma boa 🙂

E a boa notícia é que…

Você tem mais opções do que imagina

Pois minha recomendação é que você abandone o mercado de copy tradicional…

E se especialize em alguma coisa.

Deixe de ser um copywriter faz-tudo-severino que qualquer GPT consegue substituir, e se torne um especialista em alguma área que tenha grande demanda pelo que você faz.

Você pode ser especialista em:

Automações de conversão
Newsletters
Monetização de listas de emails
Em workshops de frontend ou ascenção
Fechar clientes por telefone
Criar, melhorar ou multiplicar 0fertas
Criar listas de emails
Monetizar o backend de clientes
Não por acaso, eu tenho treinamentos ensinando tudo isso.

Sempre achei que esse dia chegaria e pulei fora desse barco há anos.

Por isso (também) nunca ensinei meus alunos a serem copywriters tradicionais, mas especialistas nas áreas listadas acima.

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Rastejando sobre cacos de vidro

Consegue imaginar a sensação?

Ou melhor, quer ver um cara não só caminhar, mas pular, deitar e rolar sobre milhares de cacos de garrafas? Sem truques, 100% verdadeiro??

Então assista a nova série de David Blaine no National Geographic.

David é um louco que começou fazendo mágica na infância mas chegou num nível onde sua mágica se tornou realidade.

Hoje ele foca mais em relizar o impossível, mas sem truques.

Coisas como ficar 18 minutos embaixo dágua sem respirar, comer cacos de vidro, enfiar um faca de serra no nariz, tudo 100% de verdade.

O que me fascina ao ver essas coisas é a capacidade do ser humano de fazer o impossível.

Uma capacidade que todos nós temos, mas que muitos ignoram.

Nessa série David viajou pelo mundo em busca de pessoas que fazem o impossível… e o primeiro episódio adivinha onde é?

No Brasil, baby 😉

Eu super recomendo, vai abrir sua mente de incontáveis maneiras.

E por falar em rastejar sobre cacos de vidro… é assim que os copywriters tradicionais começam a segunda-feira.

Com uma imensa lista de copys pra entregar, uma dúzia de reuniões horríveis pra participar, e um bando de chefes ou clientes malas pra aturar.

Uma realidade bem diferente do que eles sonharam quando decidiram se aventurar no mundo do copywriting.

Fica ainda pior pra quem trabalha com Golpywriting – ou como chamam por aí – resposta direta, pois a carga de trabalho é ainda mais industrial.

Foi por essas e outras que eu abandonei o copywriting por alguns anos.

Eu adorava escrever copy, mas odiava trabalhar daquele jeito.

E já que o problema era a maneira como eu trabalhava, fui em busca de maneiras diferentes de trabalhar.

O que descobri foi que o grande problema era por que eu trabalhava no lado mais difícil dop copywriting:

O front-end.

No front-end tudo é mais difícil, mais caro, mais trabalhoso, mais demorado.

Por que você trabalha tentando convencer desconhecidos, quase sempre a adquirir novos produtos ou serviços que ainda não foram validados.

O front-end é como um surfista tentando entrar no mar.

Ele precisa tomar muita onda na cara, engolir água, e nadar muito pra tentar vencer a rebentação das ondas até alcançar o ponto ideal pra surfar.

Mas uma vez que ele passa da rebentação, encontram um mar calmo, onde podem repousar sobre suas pranchas e apenas esperar pela onda perfeita.

Isso é como trabalhar no backend de um negócio.

Você sai de toda aquela turbulência de ads, lançamentos, redes sociais e produção de conteúdo… e entra na serenidade de servir apenas quem já são seus clientes, ou estão prontos pra se tornar.

Foi isso que me fez voltar pro copywriting e finalmente vencer como copywriter:

Abandonar o front-end e me especializar no back-end.

É isso que nós campowriters fazemos aqui na família do email.

É por isso que conseguimos gerar 5, 6 até 7 dígitos usando “apenas emails”. Porque atuamos no back-end, na calmaria, no ponto ideal pro surf.

Mas ainda fica melhor.

Porque a maioria dos negócios, por alguma razão estúpida, foca no front-end. Foca em ads, lançamentos, em tráfego frio, enfim, em tudo pra tentar fazer as pessoas converterem agora.

E eles ficam tão presos no front, que esquecem de trabalhar o back-end.

Isso cria a onda perfeita para nós email copywriters surfarmos e sermos muito bem pagos pra isso.

É assim que, assim como David Blaine, nós fazemos o impossível, como bater 6 dígitos com 1 único email de 9 palavras, por exemplo.

Assim sendo…

Se quiser deixar de ser um copywriter tradicional, parar de tomar caldo todos os dias e trabalhar do outro lado da rebentação, responda esse email e vamos conversar.

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Tire tudo de mim e me jogue na rua…

E eu não só vou recuperar tudo de volta…

Como vou ainda mais longe…

Mais rápido do que antes.

Digo isso com a consciência de quem já viveu isso na pele.

Pois é.

Eu já quebrei. Feio. 2 vezes.

6 dígitos. Em dívidas.

E eu não só consegui me recuperar como ainda voltei mais forte e com mais verdinhas que antes.

Como fiz isso?

Eu não usei alguma fórmula secreta jamais revelada antes…

Nem uma super estratégia de face ads…

Muito menos escrevi uma super copy iRrEsIsTíVeL…

Não mesmo.

E olha que nessa época de desespero eu passava meus dias vasculhando a internet em busca dessa super estratégia pra me tirar do buraco.

Eu me enchi de cursos mesmo sem poder.

Passava os dias estudando, estudando e estudando um monte de coisa que não me levava a lugar nenhum.

Era assim:

De manhã, eu via uma coisa nova, me empolgava, “essa é a resposta pra todos os meus problemas”, aí me jogava de cabeça naquilo…

Mas quando a noite chegava, eu estava exausto, e completamente desacreditado daquele caminho.

No dia seguinte?

Começava tudo de novo.

Assim, eu vivia pulando de galho em galho, mas andando em círculos, sem sair do lugar.

O desespero e as dívidas aumentavam…

Mas a sensação era de que eu estava andando pra trás.

Isso foi há alguns anos.

Pra quem está nessa situação hoje, a coisa é ainda pior.

Por que?

Porque existem ainda mais galhos pra pular do que antes, graças a inteligência artificial.

A cada rolagem na tele você vê um novo super modelo de negócio, uma super estratégia…

Coisas que, no fim do dia, deixam você se sentindo mais um bosta do que antes.

O que me fez sair dessa espiral de terror?

Foco.

Foco total.

Verdadeira obsessão.

Essa é a palavra chave pro sucesso em tudo que você fizer:

Obsessão.

Pense num atleta.

Como Cristiano Ronaldo, Messi, Michael Jordan, ou qualquer outro vencedor se torna um vencedor?

Eles se tornam obcecados pelo que fazem.

E focam em uma coisa só.

Já imaginou se Messi decidisse jogar futebol hoje, e vôley na outra semana, depois golf na semana seguinte…?

Ele jamais seria o Messi que é.

Ele seria um Messy (bagunçado, em inglês).

Veja, eu estava tão afundado em dívidas, que um emprego não iria me ajudar. Até por que eu nem tinha currículum pra conseguir alguma coisa decente.

Eu precisava de uma solução que pagasse muito bem, e muito rápido.

Então foquei numa coisa que eu acreditava que poderia fazer isso:

Escrever os melhores emails possíveis.

Ignorei todo o resto:

Face ads, redes fossiais, funis, webinarios, closer, copywriting (tradicional), lançamentos, conteúdo, youtube, enfim, TUDO.

Tirei tudo isso de minha vida e me tornei obcecado por email copywriting.

Eu conhecia alguns americanos que viviam muito bem disso, e se eles podiam eu acreditava que eu podia também.

Obsessão.

Mas desta vez eu não fiquei apenas estudando.

Dessa vez eu tinha um plano simples e claro em mente.

(esse é outro grande problema de quem está na merda, a pessoa está tão perdida que não tem nem um plano simples e funcional pra sair do buraco).

Meu plano era:

Conseguir clientes de email copy.

Clientes de 3k, 4k, 5k.

Por que um trabalho de CLT de 1k ou 2k não me tiraria do buraco.

Mas 2 ou 3 clientes de 3k ou 5k mudaria minha vida.

Então comecei a ficar obcecado por isso.

Eu dormia e acoradava pensando nesses clientes.

Uma das maravilhas dessa habilidade de email copy é que você também usa ela pra conseguir os clientes que quiser.

Então eu passava meus dias estudando, e também enviando emails para experts e empresas com as quais eu queria trabalhar.

Em 3 semanas eu consegui meu primeiro cliente de 3k.

Na força da obsessão, pois eu não tinha esse processo de prospecção que tenho hoje.

Não foi fácil.

Na verdade, foi aterrorizante o período de negociação com esse cliente, eu pensei que ia ter um treco de ansiedade.

Mas depois que ele disse sim e eu vi os 3k caindo na conta, era como se tivessem tirado uma tonelada de minhas costas.

Foi uma das melhores sensações que já experimentei na vida, parecia que eu estava voando pelos céus de tanta felicidade.

Depois veio o choro, a lembrança de tudo que eu passei pra chegar até ali.

Sim, tudo isso aconteceu só com o primeiro cliente.

Porque eu sabia que se eu consegui 1, eu conseguia, 2, 3 e quantos eu quisesse.

Era só repetir o que eu fiz.

E assim eu fiz, e algumas semanas depois fechei o segundo, dessa vez de 5k.

Eu saí de quebrado a bem-sucedido tão rápido que demorou pra cair a ficha.

Enfim.

Daí em diante foi mais ladeira acima do que outra coisa (ninguém é perfeito).

Mas o que quero dizer com tudo isso?

Que se você hoje está aí perdido, procurando coisas novas todos os dias, buscando não ficar pra trás na era da IA, ou sei lá o que mais que aparece em seu feed…

Pare.

Respire.

Escolha uma coisa só.

E se torne obcecado por aquilo até ela dar certo.

Pois esse é o único caminho.

Todo o resto não vai funcionar.

Obsessão é a solução.

E se quiser minha sugestão de obsessão, vá de email copy.

Até hoje eu não conheço habilidade mais completa, capaz de mudar a vida de alguém de maneira tão simples e em tão pouco tempo.

Mas ainda pode ficar melhor.

Porque diferente de mim, que teve que descobrir tudo por conta própria, que teve que abrir um caminho com as próprias mãos na selva dos negócios, sozinho…

Você pode ter minha ajuda pessoal e meu mapa detalhado de como chegar lá.

É como estar na selva, perdido, sozinho e pelado…

E de repente aparecer um guia com um gps, tenda, lanterna, pederneira e tudo mais que você precisa pra sair dali o mais rápido possível.

Veja: Eu não vou lhe resgatar de helicóptero.

Ninguém vai.

Somente você é capaz de se salvar.

Mas se estiver disposto a trilhar o caminho, eu estarei lá pra lhe guiar e dar tudo que você precisa pra prosperar.

Se quiser esse tipo de ajuda, responda esse email e vamos conversar.

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A Habilidade de 8 dígitos

Estamos de volta 🙂

A viagem foi ótima, deu tudo certo e aqui estamos nós.

O melhor de tudo?

(pelo menos pra mim)

É que eu não me sinto “recarregado” nem renovado nem nada disso.

Por que?

Porque, graças a Deus e a meus esforços por anos, eu construí um negócio que não me drena, não me consome e não me aborrece.

Pelo contrário.

Eu estava longe, mas todos os dias com vontade de escrever meu email pra compartilhar meus aprendizados com você.

Mas isso não é só no âmbito dos negócios.

(acho que é a primeira vez que uso a palavra âmbito num email)

Minha vida pessoal segue o mesmo ritmo.

Eu não me canso dela.

Não preciso de férias dela.

Pelo contrário.

Viajamos, foi maravilhoso, mas todos nós estávamos com saudade de nossa casinha na roça.

Tudo isso por que lutamos pra criar a vida que queremos viver.

E não é que nossa vida é perfeita como um comercial de margarina.

Isso não existe.

(na verdade, quanto mais você vê esse tipo de perfeição no instagram, menos verdade aquilo é)

A questão é que quanto mais o tempo passa, mais eu enxergo que o sucesso e a felicidade verdadeiros não estão nos lugares e coisas onde a maioria das pessoas buscam.

Exemplos:

Sempre sonhei em morar num condomínio de casas bacana, na praia. E nós moramos lá. Mas hoje somos mais felizes numa casa rústica na roça do que naquele condomínio.

Eu sonhava em trabalhar de terno ou roupa social, num escritório cmo vista pra toda a cidade, comandando uma empresa grande, como via nos filmes… Até descobrir que o que me faz feliz é não ter chefe, trabalhar à vontade com a roupa que eu quiser, no meio do mato e sozinho, sem equipe pra gerenciar.

Também sempre acreditei que ter “coisas” é o que iria me fazer mais feliz… quando na verdade a felicidade está nas pessoas.

A questão é que eu vejo tanta gente tomando decisões, na minha opinião, burras… por causa de definições distorcidas de sucesso e felicidade.

O problema é que nós não acreditamos nesses conselhos.

Nós precisamos sentir na pele pra perceber que aquela não é a vida que realmente queremos.

Por isso ainda tem tanta gente lutando pra fazer lançamento dar certo.

Lutando pra conseguir seguidores e views.

Lutando pra viralizar.

Lutando pra ser famoso.

Lutando de alguma forma pra construir uma vida que alguém disse que você deve ter – ao invés da vida que você sente que quer viver.

O problema é que a vida é uma só.

E ela passa voando.

A boa notícia é que, se você ainda está vivo, ainda dá tempo de mudar de rumo ou até recomeçar.

A notícia ainda melhor é que você não precisa aprender uma caralhada de coisas, nem ser expert, nem ter certificados na parede pra fazer essa mudança de vida (como dizem por aí).

Eu descobri que existe uma habilidade chave que lhe dá várias possibilidades de construir a vida que você quiser.

Que habilidade é essa?

Escrever emails que convertem.

Tão simples, não é?

E por ser tão simples é que a maioria das pessoas ignoram, e continuam lutando no mar vermelho das redes fossiais, lançamentos e afins.

Mas se você acreditar em mim, e desenvolver a habilidade de escrever emails que convertem… você pode mudar sua vida da mesma forma que eu mudei a minha.

E não estou falando de aprender copy e essas coisas que falam por aí.

É diferente.

Estou falando da habilidade de pegar uma lista de emails e fazer brotar cifrões dela, todos os meses.

Como disse, isso lhe dá possibilidades:

  • Você pode escrever emails para clientes e receber de 3k a 6k no mínimo por mês, por cliente
  • Pode escrever emails pra clientes americanos e multiplicar os números acima por x5
  • Pode escrever emails pra você mesmo, criar sua lista, seus produtos, e multiplicar ainda mais esses números
  • Pode escrever emails pra empresas e receber uma porcentagem dos resultados que você gerar
  • Pode criar newsletters para empresas ou experts
  • Pode criar sua newsletter
  • Pode focar em converter alto ticket pra quem disse não
  • Pode trabalhar com ecommerces fazendo automações e campanhas semanais
  • Pode trabalhar com SAAS, reduzindo churn e aumentando conversões

Enfim.

E se você estiver se perguntando como conseguir esses clientes, empresas ou construir esse negócio?

A resposta é a mesma:

Escrevendo emails.

Como eu sempre fiz e ainda faço.

Por que, é claro, não é sobre emails.

Mas sim sobre a quantidade de verdinhas que podemos gerar para os outros e para nós mesmos usando emails como ferramenta, como a espada de um samurai.

Existem dezenas de maneiras de usar essa mesma habilidade pra construir sua vida ideal.

São caminhos que podem trazer 5, 6, 7 até 8 dígitos.

Tudo depende do que você quer pra sua vida…

E do quanto está disposto a lutar por isso.

Se quiser minha ajuda pra isso, responda esse email e vamos conversar.

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Como ter vááááárias newsletters de 6 dígitos

Muita gente adorou a ideia de ontem…

Sobre construir uma newsletter de 6 dígitos sem escrever nada.

Se você foi um desses, então vai ficar com os olhinhos brilhando com o que vou dizer hoje.

Na verdade, eu já disse, né?

Está no assunto desse email…

Mas de qualquer coisa, eu preciso explicar 🙂

É bem simples:

Com o Orákulum, minha IA que escreve os emails mais espetaculares que você já viu…

Ficou fácil construir uma newsletter poderosa.

Mais do que isso…

Ficou fácil construir vááááárias newsletters ao mesmo tempo.

Por que pra escrever um super email com o Orákulum você não passa dezenas de minutos, nem precisa de outras dezenas de minutos editando – como acontece com as IAs que existem por aí.

Com o Orákulum você só precisa de 1 simples prompt pra escrever um simples email.

Mas melhor do que eu falar, é eu MOSTRAR.

Prompt:

escreva sobre como mudamos a maneira de enxergar a vida quando chegamos aos 40, e que meu foco agora é criar meus filhos da melhor maneira possível, ensinando a eles lições que sofri muito pra aprender.

O email:

​https://docs.google.com/document/d/1AUtD4koRXFhQu2uq0_Ez7iM-h2LZfeaa2phT37BY9hI/edit?usp=sharing​

Veja que foi um prompt ultra simples, coisa que está passando em minha cabeça, e veja a qualidade do email.

Eu levei segundos pra escrever o prompt, e o Orákulum menos segundos ainda pra escrever aquele belo email.

Se quiser, eu posso pedir pro Orákulum reescrever o email com 800 ou 1.000 palavras, pra que seja maior, ou posso pedir pra ele editar qualquer coisa, ou mudar o ângulo ou o insight do email.

Mas ainda fica MELHOR.

Por que na próxima semana eu vou lançar uma funcionalidade onde você vai subir um “perfil” com informações sobre você (ou seu negócio), o tema de sua newsletter, bem como seu tom de voz – para que o Orákulum escreva como se você você, com sua voz, valores, com os nomes de seus filhos (por exemplo), e tudo mais que você quiser que ele saiba, e a direção que você quer que ele siga nos emails.

E por tudo isso (e outras funcionalidades do Orákulum) que você consegue facilmente criar e cuidar de várias newsletters ao mesmo tempo, em minutos.

É algo que vai ajudar até pra testar o que vai dar melhor, caso você seja como eu e tenha vários interesses diferentes sobre os quais gostaria de escrever.

Digo isso por que, quase sempre, uma newsletter nichada dá mais certo do que uma que fala sobre muitas coisas diferentes.

Foco é poder.

Mas enfim.

Se essa ideia mexe com seu coraçãozinho de escritor, entãoo responda esse email e vamos conversar sobre como colocá-la em prática.

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Como criar uma news de 6 dígitos sem escrever nada

Quando falo de viver de sua escrita…

(e eu digo viver, não sobreviver)

Muita gente tem o desejo…

Mas não acredita que tem a capacidade de escrever todos os dias, por exemplo, pra criar e manter uma boa e interessante newsletter.

Ok, pensamento normal.

A boa notícia é que você não precisa ser o gênio por trás de sua própria newsletter.

Hoje em dia existem opções.

A mais simples e incrível delas?

Usar o Orákulum (minha super IA) pra escrever por você.

Pois diferente dos GPTs que existem por aí, o Orákulum escreve os melhores emails do mundo, o que todos os dias está sendo comprovado com os resultados dos clientes que o usa.

Ele pode escrever sobre qualquer coisa, em qualquer idioma.

O que significa que você pode ter sua newsletter em inglês, e ser pago cinco vezes mais (em dólar).

Com apenas 100 assinantes premium, a 18 trumps cada, você já faz 10k no mês (em dilmas).

Vamos brincar de matemática?

200 assinantes a 18 trumps? 20k dilmas mensal.

400 assinantes a 18 trumps? 40k dilmas mensal.

Mas e se for…

100 assinantes a 36 trumps? 20k dilmas.

200 assinantes a 36 trumps é 40k dilmas com a metade de clientes.

Enfim.

Muitas opções.

É algo muito melhor, mais simples, mais sólido e com mais controle do que, por exemplo, fazer um canal de cortes no youtube, ou tentar ser tiktoker ou influencer do instagram.

É também muito melhor do que ser copywriter tradicional de lançamentos e afins.

Você vai ter mais segurança, vai fazer literalmente o que gosta, vai ganhar mais e não vai ter chefe.

Claro que precisa de um tempo até sua news começar a decolar mas ei… a maioria dos copywriters vivem sem clientes, e sem esperança nenhuma de decolar.

Dito isso, talvez sua próxima questão seja:

“Mas eu não sou expert em nada, como faço?”

Sem problema.

Algumas das maiores newsletters do mundo não são de pessoas que se dizem experts.

São de pessoas que se dizem “pesquisadores” do assunto, que estão aprendendo e compartilhando seu aprendizado e sua jornada em sua newsletter.

Foi assim com Ryan Holiday por exemplo, com sua news sobre estoicismo.

Eu acho caso dele super interessante por que ele é focado num conhecimento antigo, que não foi ele quem criou, e que não é renovado – pois é tudo baseado nos princípios antigo.

Seria como ter uma news sobre a bíblia, por exemplo, onde você falaria sempre sobre os mesmos ensinamentos, mas de diferentes maneiras, fazendo ligações com os assuntos atuais, etc.

Existe ainda uma outra opção que é aturar como curador de conteúdo (que é o que o Ryan faz também) onde você também não cria nada, mas traz o melhor do mundo sobre determinado assunto ou tópicos.

Também existem várias grandes newsletters sobre isso.

Como já disse antes:

As possibilidades são inúmeras.

Tudo depende da sua vontade de fazer as coisas.

E por falar nisso, você gostou da ideia?

Lhe interessa viver de sua escrita, construir uma news de 6 dígitos (ou mais) sobre o que você gosta, usando sua cabeçona e IA?

Se sim, responda esse email me contando o que acha (e talvez eu tenha algo especial pra você??).

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100k a 20M do jeito mais estúpido que existe

Demorei muitos pra entender isso.

Pior foi que eu comecei minha jornada no copywriting aprendendo e estudando isso.

Mas eu fiquei tão cego pelos objetos brilhantes que os gurus me mostravam, que ignorei o que estava bem ali em minha frente o tempo inteiro.

Do que estou falando?

Do modelo de negócio mais simples, enxuto, escalável e lucratchivo do mundo inteiro:

Uma Super Newsletter.

Pois é.

Eu comecei nessa área estudando a newsletter de Gary Halbert.

E ele já falava sobre isso.

Mas apesar de eu ter muita vontade, por váriaz razões eu nunca criei a minha.

Medo.

Insegurança.

Síndrome do impostor.

Acreditar que não funcionava mais.

Enfim.

Eu demorei anos pra criar a minha…

ANOS.

MUITOS anos.

Tipo, uns 8 anos.

Tempo-pra-cacete perdido.

Djin-nheiro-pra-cacete não coletado.

Sem contar a quantidade de enrascada que me meti, a quantidade de problemas e desafios que enfrentei durante todos esses anos…

Até finalmente enxergar as maravilhas de uma super newsletter.

Estúpido.

A resposta pra meus problemas financeiros estava o tempo inteiro ali na minha frente…

Mas eu continuava procurando fórmulas mágicas lá fora.

E essa talvez foi uma das razões pra eu ter demorado tanto??

Uma newsletter não é nada sexy.

Escrever um email todos os dias não parece algo capaz de criar um grande impacto.

Se não parecia 8 anos atrás, imagine hoje, onde tudo é vídeo, com super efeitos, funis e estratégias complexas, tantas mídias e canais diferentes…

Isso é o que “parece”.

É a impressão que temos.

Mas a verdade, que os números mostram (não seus pensamentos), é que newsletter hoje funciona ainda melhor que 8 anos atrás.

Quer ver?

Somente o substack, uma das principais plataformas de news hoje, teve um crescimento de 1 melhão de leitores pagantes nos primeiros 3 meses de 2025.

É monstruoso.

Não é por acaso que:

  • Grandes empresas de Mídia estão migrando para ou surgindo como newsletter
  • Grandes escritores e jornalistas estão migrando para newsletters
  • Gary Halbert tinha uma newsletter como base de todo seu negócio
  • Ben Settle TEM uma newsletter como base de todo seu negócio
  • Russell Brunson, um dos maiores marketeiros do mundo digital, lançou recentemente uma newsletter impressa (que foi escrita por Dan Kennedy nos anos 80)
  • O primeiro negócio de newsletter que deu certo começou em 1923, teve 300 mil assinantes, e existe até hoje (Kiplinger é seu nome)
  • Famosos escritores “tradicionais” também migraram pra esse modelo de newsletter, como é o caso de Chuck Palahniuk – autor de Clube da Luta​
  • Ryan Holiday – autor renomado mundialmente, gostou tanto desse modelo que criou não apenas uma, mas várias newsletters. Algumas, creio eu, estão entre as maiores do mundo hoje (como o Daily Stoic).​

As possibilidades são inúmeras.

Existem newsletters sobre quase tudo.

Sobre:

História e política dos EUA
Jornalismo investigativo
Economia e cultura
Esportes e negócios
China
Estratégia e produtividade
Gravidez e Parentalidade (ser pai/mãe)
Escrita e escritores
Ciência médica
Filmes
Feminismo e comédia
Crypto
Basquete feminino
Lei
Ou seja, você pode transformar seu hobby ou seus interesses loucos em um negócio sólido.

Pra quem sonha em viver da escrita, é um modelo muuuuito mais simples e garantido.

(bem diferente de tentar se tornar um autor tradicional, conseguir ter seus livros publicados, conseguir se tornar ser bestseller várias vezes e cair no gosto do público – isso é mais difícil que tirar leite de pedra)

E o retorno de uma newsletter?

Bem, não existe regras, o retorno varia.

Mas existem escritores fazendo 1k por mês, 5k, 20k, 50k, 100k…

Tem um gordinho americano que faz 20M por ano com uma newsletter sobre o mercado agrícola, e ele comanda isso tudo no orgânico, com apenas uma assistente.

É monstruoso.

Outro exemplo?

O meu.

Essa minha newsletter aqui (que começou sem pretensão de ser um negócio), me trouxe 6 dígitos logo no primeiro ano de vida.

Se esse é um modelo de negócio que lhe interessa…

Não perca meus próximos emails.

Porque com ose não bastasse tudo isso que falei acima, agora ficou ainda mais fácil ter uma super newsletter.

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Manifesto Copywriter Rebelde

Isso é para os loucos.

Para os inconformados.

Os que não se encaixam mais nesse grande show de horrores do mercado de copywriting.

Chega de mentiras disfarçadas de oportunidade de ouro.

Não fomos feitos para viver presos a agências exploradoras, lançamentos enlouquecedores e clientes que sugam a alma.

Chega de vagas arrombadas.

Chega de lançamentos.

Chega de redes sociais.

Chega de mecanismos inventados, de big ideas mentirosas e de atores dando depoimentos falsos.

Somos copywriters — não golpewriters.

Somos escritores, criativos, artistas, pensadores – não máquinas de produção industrial em série.

Acreditamos Que Existe Outro Caminho

Um caminho mais nosso, mais independente, mais livre, mais prazeroso e mais recompensador.

Um caminho sem chefe, sem reuniões intermináveis, sem interferência em nosso trabalho, sem idiotas nos dizendo o que fazer e ainda nos pagando mal por isso.

Um caminho onde trabalhamos apenas com nossos clientes ideais, como profissionais respeitados, de igual pra igual, onde fazemos o nosso melhor trabalho e somos muito bem pagos por isso.

Nossos Princípios Inegociáveis:

  • Não servimos a senhores
    Nós não somos escolhidos. Não participamos de processos de seleção de vagas arrombadas. Não enviamos portfolio. Ao invés, nós é quem escolhemos com quem queremos trabalhar, e só trabalhamos com nossos clientes ideais.
    Clientes que entendem e valorizam nosso trabalho. Que são fãs do nosso trabalho. Que nos ouvem. Nos elogiam. E estão abertos a dividir uma parte dos lucros que nós os ajudamos a produzir.

  • Não seguimos ordens
    Somos especialistas, consultores, mentes brilhantes de marketing, nós dizemos ao cliente o que fazer para atingirmos mais conversões – e os ajudamos a tornar isso realidade. Não seguimos ordens, damos conselhos. Não somos empregados, somos associados.

  • Chegamos de Bazuca numa briga de facas
    Não fazemos lançamentos, ads, whatsapp, VLS, Webinar, produção de conteúdo, redes sociais nem nenhuma dessas tarefas de copywriters tradicionais que atuam no front-end. Nós trabalhamos no Back-end, criando campanhas estratégicas que trazem grandes quantias de dinheiro com o menor esforço, e em menos tempo.

  • Nosso trabalho também é nossa diversão
    Se for pra trocar liberdade por dinheiro, preferimos os dois. Nós escolhemos trabalhar com clientes e projetos excitantes, com integridade e propósito, que nos inspiram, que incendeiam nossa criatividade e nos estimulam a fazer nosso melhor.

  • Escrevemos para viver, Não vivemos para escrever
    Porque a vida não começa quando o expediente termina. Nossa família vem em primeiro lugar. Temos um estilo de vida primeiro, e nosso trabalho é que se encaixa nele – não o contrário. E vivemos como um escritor de sucesso, que acorda, escreve por algumas horas e vai curtir o resto do dia como bem quiser – enquanto é muito bem pago por isso.

Como Operamos:

Desapegamos do mercado tradicional como quem larga um relacionamento abusivo.

Não lutamos por vagas de trabalho, conquistamos os clientes certos.

Não gritamos em lançamentos, sussurramos no inbox certo.

Não nos matamos de trabalhar — escrevemos poucas linhas que movem montanhas.

Aqui, menos é mais.

Mais ROI.

Mais sossego.

Mais independência.

Mais recompensa.

O futuro é escrito por quem ousa sair do script

Se esse manifesto ressoa com você, talvez você não esteja perdido. Só está cercado das pessoas erradas.
Se quiser se juntar a um grupo de copywriters rebeldes, inscreva-se aqui: https://www.brunosampaio.com/lista

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Momento único na história para copywriters

Não sei se você conhece alguém abastado.

E se já passou um dia inteiro “normal” ao lado dessa pessoa??

Não passar o dia num churrasco ou casa de praia.

Um dia de trabalho normal na vida dela.

Se não teve essa oportunidade, dê uma pesquisada no youtube e você vai ver vários vídeos desse tipo “1 dia na vida de um melionário”.

(só cuidado por que tem muito vídeo desse que é fake, ensaiado)

A maioria desses caras tem uma horrível, que eu não quero pra mim, e que você provavelmnete não quer pra você.

Eles não têm o controle da própria vida.

Quem manda neles?

O calendário.

A agenda.

Eles começam o dia, pegam o celular e olham a agenda do dia. E lá está escrito com vai ser a vida deles naquele dia.

E sabe o que está escrito lá?

Não é:

  • Tomar café com a família
  • Levar filhos no parque
  • Ir na sorveteria com a família
  • Almoçar fora com mãe
  • Beach tênis com amigos
  • Cineminha com esposa

Nãooooo.

Longe disso.

O dia deles é só:

  • Reunião. Reunião. Call. Call. Reunião. Apagar incêndio. Almoço de negócios. Mais reuniões e calls. Jantar de negócios.

Por que?

Porque criar um negócio de 7 dígitos normalmente envolve uma grande e complexa operação que consome toda a vida do empreendedor.

Esses dias mesmo eu conheci um cara que fazia 7 dígitos por mês.

Pra quem vê de fora e só ouve essa parte, pense:

O cara venceu na vida.

Mas se ele abrir a boca 5 minutos pra falar sobre o negócio dele você vai descobrir (como eu descobri) que:

ELE FAZIA MENTORIA TODOs OS DIAS DO ANO (exceto feriados e fins de semana)

Tem noção do nível de escravidão que é isso??

Oh, mas a desgraça não acaba por aí.

Tem mais.

Pra fazer 1M por mês, ele colocava ~300k em tráfego.

Além disso, ele tem uma equipe grande pra manter, ferramentas e serviços mensais e impostos – o que culminava numa operação complexa e cara que no fim colocava apenas uma pequena parte do 1M no bolso dele (ele ainda tinha sócios).

Eu não acho que isso seja uma maneira saudável e gostosa de viver a vida.

Pra caras como Elon Musk, Steve Jobs e outros monstros sim. Eles precisam disso.

Mas pra maioria das pessoas, não.

A maioria das pessoas vivem em busca dos melhões… e quando finalmente o atingem… percebem que aquele número é o menos importante pra ter uma vida plena e feliz.

Só que o problema não são os dígitos em si.

Mas sim a maneira como as pessoas ganham a vida.

O que elas precisam fazer, sacrificar e abdicar todos os dias pra conseguir fazer os tão sonhados 7 dígitos.

É esse trabalho diário que destroi a alma, a saúde e as famílias dos empreendedores.

O grande problema é que até então não existia outra maneira de fazer tamanhas quantias sem se lascar trabalhando.

Todos os caminhos envolvem muito trabalho duro por anos, grandes responsabilidades, risco alto, e até grandes investimentos só pra começar a operação.

Até mesmo o mercado digital não é o que dizem.

Vá passar um dia (de verdade, sem ser ensaiado) ao lado de Érico Rocha, Nathanael Oliveira ou qualquer grande guru que você conheça e me diga se você quer viver a vida deles).

Sem contar que esses caras vivem um personagem – totalmente desalinhados com seus verdadeiros eus.

Essa é a verdade.

E essa é uma das razões que impede muita gente não consegue crescer.

Elas têm o desejo de crescer, mas não estão dispostas a fazer essas coisas que precisam ser feitas.

Eu mesmo sou um desses.

Porém, eu consegui furar a bolha e encontrar um caminho ao longo dos anos pra crescer com um negócio enxuto.

Eu moro na roça por opção, no meio da natureza e longe da cidade.

Eu não faço lançamentos, nem redes fossiais, nem conteúdo, nem nada do que fazem no digital.

Eu não mostro minha cara e nem vivo um personagem. Trabalho sendo eu mesmo, falando o que penso e o que quero, na hora que quero.

Não faço reuniões, não tenho agenda, controlo todo meu tempo.

Meu negócio é todo baseado em email e eu faço múltiplos 6 dígitos assim.

Mas eu levei mais ou menos um 9 anos pra chegar nisso.

Sofri pra cabamba.

Quebrei 2 vezes.

E fiz o que a maioria não tem coragem de fazer.

E agora em 2025, parece que os astros e as estrelas se alinharam e criaram um momento único na história.

Me arrisco até a dizer que é um momento semelhante ao início do bitcoin em 2008.

Veja:

Graças a essa minha expertise acumulada desde 2013 (quando comecei no digital), ao modelo de email copywriter de Backend que aperfeiçoei, ao momento da Inteligência Artificial (que me permitiu criar o Orákulum), à economia do Brasil (com o dolar a 5,66), e ao meu momento de vida (com filhos, morando na roça, e chegando nos 40)…

Tudo isso junto, nesse exato momento, me permite criar um negócio de 7 dígitos, trabalhando 1 a 2 horas por dia, com 2 a 4 clientes americanos, recebendo em dolar, cuidando das listas de emails deles, fazendo múltiplos 6 dígitos pra eles no backend, usando o Orákulum pra criar os emails e faer 90% do trabalho por mim.

É matemática:

4 clientes americanos a 4k cada = 16k doletas ou 89.6k dilmas.

Se quiser ir além, eu posso até ensinar um copywriter a mexer no Orákulum e cuidar dos emails por mim e me deixar ainda mais livre e podendo atender mais clientes.

Dessa forma eu consigo executar um trabalho de alto nível, de alto valor, em um tempo curtíssimo, quase sem stress, sem risco, simples e enxuto, com margem de lucro altíssima.

Esse é o novo negócio que vou criar ao longo dos próximos 90 dias, com objetivo de fazer 7 dígitos nos próximos 12 meses:

Minha mini-agência de backend para clientes americanos.

Por tudo isso, esse é um momento único na história – onde você pode fazer o tão sonhado milhão com o negócio mais simples e enxuto do mundo, começando dentro de 90 dias – sem anúncios, sem produto, sem redes, sem conteúdo, sem nada a não ser sua coragem de fazer o que precisa ser feito.

E, nesse momento único, eu abri a oportunidade de 10 copywriters trilharem esse caminho comigo e também criar suas mini-agências com minha ajuda.

Faremos isso através de uma mentoria única, que só farei essa vez.

Devido ao acompanhamento de perto que vou dar aos participantes, só vou aceitar no máximo 10 pessoas.

E das 10 vagas, restam apenas 6.

Se quiser competir por uma delas, responda esse email e vamos conversar.

Começamos terça-feira.

Então você só tem até segunda ou enquanto houver vagas.