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Virei ajudante de pedreiro

Toca o telefone de minha mulher.

— Alô?

— Priscilla, peça pra Bruno vir aqui pra pegar umas caixas pra mim.

Claro que eu vou.

Graças a Deus minha sogra é como uma mãe pra mim.

E tem nos ajudado muito nessa gravidez.

Então mesmo ainda tossindo e espirrando como um gambá, fui lá ajudar a coroa.

O problema é que as tais caixinhas eram na verdade:

Caixas de piso.

Mas não um piso qualquer.

Não senhor.

Com certeza aquilo era algum tipo de material alienígena que eles dão um jeito de zipar num piso fininho pra parecer leve e delicado.

Aí o carinha do escritório (eu) vai lá achando que é só um pisosinho inocente…

E quando pega a primeira caixa, já começa a andar torto.

Depois que terminei o servicinho? Só sobrou um copywriter aleijado mesmo.

Beijo pra minha sogra 🙂

Mas enfim.

Quando penso que tem gente que ganha a vida descarregando caminhões de pisos, em troca de merrecas, nossa…

O cara trabalha feito um condenado, se arrebenta todo, e no fim fica preso a um pagamento baixo.

Mas o pior é que eles não fazem isso apenas por um momento (como eu fiz hoje) mas por anos e anos.

Sei lá, eles parece que se limitam ao acreditar que essa é a única coisa que podem fazer, e que tem que ser assim, e assim eles vão levando a vida.

Sabe o que isso me lembra?

Uma multidão de copywriters que perambulam pelas redes fossiais.

Eles reclamam que os clientes são malas. Que todo mundo só quer pagar pouco. Que ninguém responde aos processos seletivos. Que trabalham de domingo a domingo…

E o que eles fazem pra mudar isso?

NADA.

Bem, não é que não fazem nada.

Mas continuam fazendo a mesma coisa que não está dando certo pra eles.

Coisas como:

  • Participar de processos seletivos pra vagas arrombadas
  • Postar conteúdo de copy, pra outros copywriters (na esperança que isso vai atrair um cliente dos sonhos)
  • Perder tempo criando e floreando seu portfolio (na esperança que isso vai atrair um cliente dos sonhos)
  • Assistir um monte de aula e conteúdo de guru (em busca de aprender a estratégis suprema pra fazer 7 dígitos)
  • Ficar estudando mais e mais copy (pra aliviar sua síndrome do impostor)

Enfim.

Nessa brincadeira, os meses passam. Eles trabalham duro. Mas aquela grana que gostariam de fazer nunca chega.

E nem é essa grana toda.

A maioria dos que converso me dizem que ficariam felizes com 4k a 5k por mês.

Por que isso acontece?

Por que mesmo com a hAbILiDaDe MiLiOnÁrIa a maioria dos copywriters não conseguem fazer 4k a 5k todo mês de maneira consistente?

Vou lhe dizer.

Mas ouça com atenção, pois a verdade pode chocar você??

Enfim.

A verdade é que:

O mercado de copy é FALHO.

Não é como o mercado de medicina, por exemplo, onde os médicos são respeitados e todo o sistema é voltado pra eles ganharem bem.

O mercado de copy é o oposto.

E cada vez mais o copywriter está sendo prostituído e colocado pra baixo (ou substituído por IA??).

Se você acredita em tudo que vê no instagram, nada disso vai fazer sentido pois você ainda está preso na matrix.

Nesse caso, aqui vai um segredo sobre essa matrix.

Não vou citar nomes em respeito aos caras que confiaram em mim mas…

Vários desses copywriters “famosinhos” no instagram – que postam que fizeram milhões e milhões – já vieram pedir minha ajuda por que estavam no vermelho e sem saber o que fazer da vida.

Por que?

Porque o mercado de copy é falho.

Porque eles seguiram a onda dos gurus achando que estavam no topo do mundo…

Mas de repente chegou a realidade e fez o cão se abrir sob eles.

Faça o que quiser com toda essa informaçao.

Se você pensa diferente e está feliz com sua vida nessa indústria, nem deveria estar aqui em minha lista.

Mas se você quer sair dessa matrix sangrenta…

Não perca meus próximos emails.

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Grande guru passando fome

Estava eu navegando pelo youtoba…

Quando apareceu um daqueles cortes pra mim.

O título do vídeo:

[nome da pessoa] com problemas financeiros.

E tinha a foto do cara.

Reconheci aquele nome e rosto de algum lugar…

Lembrei.

Há alguns anos, quando eu ainda usava o Hótiomart, lembro que esse guru ficava sempre entre os mais quentes (produtos mais vendidos).

E o que me chamava atenção é que ele não era guru digital.

Era guru religioso.

E toda vez que eu abria a plataforma ele estava lá entre os mais quentes.

Durantes semanas seguidas.

MESES seguidos.

Talvez até mais de ano.

Não sei, nunca acompanhei ele.

Mas ver aquela carinha e nome dele ali sempre entre os gurus digitais atiçava minha curiosidade.

A questão é:

Pra estar entre os mais quentes por tanto tempo é por que, provavelmente (não existe garantia nenhuma – tá aí as americanas, primo rico e Natalia Acuri), provavelmente estava dando certo.

Diria até, dando MUITO certo.

Afinal, vários produtores entravam e saiam dos mais quentes mas o cara continuava sempre lá firme.

E aí quando recebi esse vídeo hoje fiquei surpreso.

No vídeo ele falava que tinha 2 contas de energia atrasada, que estava quebrado, que só comprou comida por causa do cartão, e estava pedindo doações às pessoas numa live.

Complicado.

Situação terrível pra estar.

Não vou entrar no campo religioso, nem da pessoa, nem da situação, nem de nada disso.

O que eu quero abordar aqui é apenas a preciosa lição de negócios que podemos tirar dessa história pra EVITAR passar por isso algum dia.

Qual a lição?

O ativo mais valioso de todo negócio é:

Sua lista.

E uma das habilidades mais valiosas de um empreendedor é:

Saber monetizar sua lista.

Veja:

No caso desse guru, por exemplo, ele deve ter uma lista do tipo mais valiosa que existe.

Uma lista de clientes.

E até onde eu sei, ele tem vários produtos.

Se ele mandasse apenas uns 5 a 10 emails, promovendo o produto x pra quem comprou o y (por exemplo)…

Ele conseguiria facilmente fazer alguns milhares de reais (a custo zero).

Talvez até, dezenas de milhares.

“E se ele fosse como muitos experts brasileiros que só tem um único produto, Bruno”

Sem problema.

Ele enviaria os mesmos 5 a 10 emails, promovendo um novo workshop online sobre um tema que seu público adora.

“O workshop será dia X, inscreva-se agora pagando menos”.

Ele conseguiria alguns 4 ou 5 dígitos tranquilamente.

Depois bastava montar os slides, abrir o zoom e fazer o workshop.

Que depois ficaria gravado e poderia ser vendido como um produto de novo, de novo e de novo.

Percebe o tamanho do potencial de ter uma lista e saber trabalhar com ela?

É por isso que nós email copywriters somos bem pagos.

E é por isso que nosso “serviço” é tão fácil de vender pros clientes certos.

Essa semana, por exemplo, uma aluna da família do email fechou seu primeiro cliente nessa área.

Um infoprodutor que faz 7 dígitos por ano.

Tudo que ela precisou pra fechar o contrato?

1 email (cavalo de troia) e 1 reunião.

Agora ela vai cuidar da lista do expert em troca de uma bela porcentagem das vendas.

Sem fazer lançamentos. Sem escrever copy de tudo. Sem escrever conteúdo. Sem fazer outras tarefas que empurram pra copywriters (edição, postagem, design e afins).

Enfim.

Pense nisso.

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Gurua me chamou de burro??

Me mandaram o print.

Esses dias perguntaram a uma gurua/influenciadora/não-sei-o-que-ela-é, o que ela achava de um copywriter se especializar em email marketcheng.

Pausa pra contexto:

Primeiro: Eu não conheço e não faço ideia de quem essa gurua é. Apenas recebi o print de uma leitora.

Segundo: Como ninguém mais fala sobre se especializar em email copy, eu acredito que o autor da pergunta foi alguém que está pensando em fazer meu programa de email copywriter – e que também não entende o que eu “faço”.

Dito isso, vamos continuar a história.

A gurua respondeu ao seu seguidor (sobre um copywriter se especializar em email):

Acho burrice.

O dinheiro grande está em criar ideias de campanhas. Um e-mail pode vender – mas um lançamento com email, anúncios, mensagens, e lives vende muito mais.

Se você já tem essa habilidade e não usa pra criar campanhas, tá deixando grana na mesa.

Na porcentagem, campanhas de vendas sempre ganham.

===

Chega a ser quase covardia de minha parte debater com uma pessoa que claramente ainda tem uma visão limitada de marketcheng e negócios.

Pela resposta acima, ela só conhece o mundo de lançamentos.

E como diz o ditado, se a única ferramenta que você tem é um martelo – você vai enxergar tudo à sua frente como um prego.

Foi o que ela fez com o email.

Pela resposta, ela acha burrice fazer lançamento só com email se você pode usar vários outros recursos. E que você tem que fazer a campanha (lançamento) completa. E blá blá blá…

O problema é que quando EU falo em se especializar em email…

NÃO TEM NADA A VER COM EMAIL MARKETCHENG… MUITO MENOS COM AS COISAS ESTÚPIDAS QUE ENSINAM E FAZEM COM EMAIL POR AÍ.

Não tem nada a ver com tazas de aberturas, réguas de relacionamento, automaçoes, nutriçao de leads, conteúdo, e toda essa coisa inútil.

Não mesmo.

O que eu e meus alunos fazemos está num nível estratégico muito acima de lançamentos e copywriting tradicional.

E também não é sobre email.

Email é só nossa arma.

Como a espada pra um samurai.

Mas a espada sozinha (ou nas mãos erradas) não serve pra nada.

O que faz toda a diferença é a habilidade de quem empunha a espada.

É essa habilidade de alto nível estratégico que nós campowriters usamos pra trazer 5 ou 6 dígitos TODO MÊS pra nossos clientes – a custo zero (usando apenas email).

É algo que eu não conheço ninguém fazendo aqui no Brasil (não por acaso eu aprendi com os gringos).

E por isso, é algo que a maioria aqui não entende e nunca vai entender.

É fora da matrix.

Dito isso, eu pergunto:

O que é burrice e o que é inteligente?

Opção A – Escrever todo tipo de copy, de domingo a domingo, num ritmo de produção industrial, pra fazer 100k a cada 2 meses e só sobrar 20k a 30k pra dividir pra todo mundo.

Opção B – Fazer 30k, 60k, 100k TODO MÊS, apenas escrevendo 1 email por dia e nada mais – e ficar com 100% do valor gerado.

E aí, A ou B?

Mas não me entenda mal.

Não estou chamando ninguém de burro.

Até por que se você não sabe que existe a opçao B, você vai ser obrigado a trilhar a A.

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Porque o carinha que fez a pergunta à gurua, provavelmente está interessado no caminho do email por que ele não aguenta mais essa vida de lançamentos, clientes e agências arrombadas.

PORÉM,

Como você vai sair da matrix pedindo conselhos a quem está preso nela?

Ou…

Como você quer sair da guruzice pedindo conselhos a gurus??

Como você quer se especializar em email pedindo conselhos a um lançador???

Isso pra mim é a burrice.

E minha vida só começou a mudar quando aprendi isso.

Quando aprendi que a vida daqueles experts 99% das vezes não é aquilo que eles compartilham nas redes sociais. Que a maioria é infeliz, odeia seus clientes, odeia o que faz e vive uma vida falsa (muitas vezes à beira da quebradeira).

Isso me fez parar de seguir esses nomes conhecidos e ir atrás daqueles “sábios escondidos nas montanhas” que eram felizes e tinham um negócio dos sonhos.

Isso mudou meu nível de consciência e inteligência sobre negócios, copy e marketcheng e me levou a esse modelo de negócios usando email.

É essa sabedoria que tento trazer aqui e em meus programas e cursos – mas só para aqueles que estão prontos pra recebê-la.

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6em7 Vs 5em30 todo mês

A maneira dos gurus:

Desembolsar pelo menos uns 40k a 60k em tráfego??

Montar uma equipe.

Ter uns 20 mil seguidores??

Contratar ferramentas.

Criar páginas. Roteiros. Mensagens. Emails. Scripts. Vídeos.

Produzir toneladas de conteúdo.

Fazer lives.

Gravar longos vídeos do lançamento.

Torcer pra tudo dar certo, pois só tem uma chance pra tudo dar certo.

Se deu certo, faz as contas.

Bateu 6 dígitos. Uhuuuu!

Mas espere, não vai cair 6 dígitos em sua conta.

Vamos pagar tráfego, equipe, ferramentas, equipamento, cartão.

Sobrou 20k, 30k??

Não estou nesse jogo mas pelos relatos que eu ouço essa é a média.

Pra mim, é como em 2 meses você andar 100 quilômetros em direção so seu objetivo, atravessar o vale da morte, enfrentar monstros, perder noites, ficar longe da família, quase ter um colapso nervoso pra no fim… voltar 70 quilômetros… e começar tudo de novo.

Eu não vejo nada de liberdade ou sonho aí.

Foi por isso que virei campowriter.

Pra ficar de boa, aqui na roça, apenas escrevendo emails e fazendo 5em30 todo mês.

Sem produzir conteúdo.

Sem lives.

Sem equipe.

Sem redes fossiais.

Sem lançamentos.

Sem burnout.

APENAS com 1 email por dia.

Dessa forma, você pode andar 10km, 20km, 30km todo mês, por campos verdes e floridos, com paz de espírito e ao lado de quem você ama – e sempre seguindo em frente.

Se fizer sentido.

Aqui está a maneira mais fácil de começar essa jornada com o pé direito (e alguns dígitos na conta):
https://www.brunosampaio.com/rainmaker

Hoje é o último dia pra ter acesso a esssa campanha Rainmaker e todas aqueles bônus pra potencializar seu resultado com menos esforço.

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+100k com 700 leads

Seu amigo campowriter aqui não para de tossir.

Nos últimos 3 dias tossi tanto que minha barriga está dolorida de tanto ser contraída.

(o lado bom é que vou ficar com abdome de tanquinho??)

Ah, e minha voz já foi quase toda embora.

Por que não fui no médico?

Porque literalmente não posso tomar nenhum remédio.

Sou alérgico a tudo.

(e Deus queira que o bebê nasça diferente)

Pra completar…

Minha mãe sonhou comigo… dizendo que ia morrer 🙂

Mas calma.

Provavelmente é só uma virose chata.

E se por acaso os sintomas piorarem eu vou num dotô.

Mas agora vamos falar de coisas boas, né?

Por muitos, muitos anos, eu me sentia mal noites de domingo.

(isso é coisa boa??)

Eu tinha crise de ansiedade.

A razão era bem simples:

Eu odiava o que me esperava na segunda-feira.

Começou no meu primeiro emprego.

Depois no segundo, no terceiro.

Até mesmo quando fui trabalhar em agência digital, meu sonho na época, foi só questão de tempo pro aperto no peito chegar nas noites de domingo.

Larguei a agência pra me aventurar sozinho no mundo digital.

No começo, tudo mil maravilhas.

Mas aos pouquinhos aquele sentimento angustiante foi tomando conta de meu coraçao, e de repente o “o sonho do digital” era tão horrível quanto o mundo tradicional.

Testei várias áreas: design, tráfego, programação, experiência do usuário, vendas, redes fossiais e é claro, copywriting.

No começo sempre era legal.

Mas depois eu cansava.

Às vezes, me esgotava.

Eu pensava que não tinha jeito pra mim.

Sei lá, que ia virar hippie ou apenas ser um eterno frustrado.

E foi num dos momentos mais difíceis de minha vida – tanto financeiro quanto emocional – que passei a enxergar o email com outros olhos.

E o email me fez voltar pro mundo de copy e marketcheng.

Me trouxe clientes que eu mais precisava.

Me tirou do fundo do poço.

Me trouxe novos objetivos, novos propósitos.

Me trouxe amigos.

Me trouxe uma vida nova.

Foi quando entendi que não se tratava de email.

Era bem mais que isso.

Era uma filosofia de vida.

Se você não escreve emails (da maneira que eu recomendo) talvez não faça sentido pra você agora.

Mas se você já escreveu emails assim todo dia por um tempo, ainda que pra clientes, você sabe do que estou falando.

Email é terapêutico.

É libertador.

É transformador.

E quando você entende e internaliza isso, email se torna lucrativo.

Extremamente lucrativo.

Pois você consegue transformar listas em verdadeiras comunidades.

Mas não comunidades chatas como o que a internet se transformou.

O email cria comunidades de leitores fieis, que sempre estarão lá por você se você sempre estiver lá por eles.

Isso permite obter excelentes resultados até mesmo com listas minúsculas.

Como foi o caso de uma lista que cuidei que em 12 meses fez mais de 6 dígitos com apenas ~700 pessoas.

O segredo?

Enviar emails pras pessoas e oferecer boas soluções pra elas.

Assim, essas mesmas poucas pessoas vão comprar de você de novo, de novo, de novo e de novo ao longo dos meses…

Num ciclo que reforça o relacionamento com a comunidade e a faz crescer.

Como disse, é algo que só dá pra sentir vivendo.

Então por que estou lhe contando isso?

Porque se você também quer ter um negócio assim, enxuto e lucrativo, baseado em email e sua verdade, agora ficou mais fácil de tornar isso realidade.

Graças a isso:
https://www.brunosampaio.com/rainmaker

Minha solução mais simples e fácil pra quem quer fazer 5 em 30 todo mês usando apenas email.

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Perigo: Risco de explosão 🤯

Ontem foi ao ar minha mais nova e promissora criação:

A campanha Rainmaker.

Rainmaker é um termo em inglês pra “fazer chover”.

E o objetivo dessa campanha é lhe ajudar a fazer chover vendas de sua lista de emails – em apenas 14 dias.

Nas mãos certas, esse produto pode gerar o maior, mais fácil e mais rápido ROI que alguém já teve na vida.

Além disso…

Pode causar explosão mental 🙂

Como aconteceu com o Tainã, que garantiu sua campanha ontem mesmo e agora de manhã me mandou isso:

Rapaziada… real… vale muito a pena essa campanha RainMaker.
Madruguei só para estudar e começar a botar mão na massa.
Nunca vi isso aqui em lugar nenhum.
E não é template de guru.

Acordei 4 da manhã pq a cabeça ficou fervendo de ideias.


Claro que não é template de guru ¬¬

(tô lhe zuando meu amigo)

Meu processo de criação é artístico 🙂

Eu tiro o tempo pra pensar. Criar. Desmanchar. Recriar. Refinar. Lapidar. Polir.

Dou alguns passos pra trás, observo a obra.

Volto e faço novos ajustes.

Não, não é a campanha perfeita.

Mas sem dúvida, é uma obra de marketcheng pros olhos certos.

Pra ter acesso a ela agora mesmo, vá pra:
https://www.brunosampaio.com/rainmaker

Se garantir a sua campanha até segunda-feira, você também receberá outras obras criadas pra potencializar ainda mais seus resultados.

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Fui hackeado…

Ninguém está livre dessa praga.

Recentemente um cara sozinho roubou 600 milhões de dólares da segunda maior cripto do mundo.

Um cara. Sozinho.

Todo mês tem influenciador e youtuber sendo invadido e perdendo seus suados seguidores.

Vi um tik toker dizendo que já perdeu o canal e começou do zero 4 vezes.

Enfim.

Ninguém está livre desses piratas digitais.

Esse mês (acredito eu) eles invadiram meu site.

Só descobri porque ontem uma aluna me mandou isso:

Virei Japonês -_-

Como disse, ninguém está livre disso.

E cedo ou tarde vai acontecer com todo mundo.

Por que?

Porque ninguém faz os procedimentos de segurança pra evitar isso.

(Quando foi a última vez que você trocou suas senhas??)

Foi o que aconteceu comigo.

Não fiz nenhum procedimento de segurança e os fdp entraram e parasitaram meu site.

Mas uma das vantagens de ter o negócio baseado em email é que:

Eles podem invadir minhas contas e tirar tudo de mim.

Em poucos minutos eu contrato uma nova ferramenta de email, subo o backup de minha lista, e volto a enviar emails e fazer vendas 😎

Simples assim.

E ainda uso essa situação ruim como tema de meus emails (como estou fazendo agora), fazendo limonada do limão.

Enfim.

Outra grande vantagem do email é que:

Você pode rodar uma simples campanha de 10 emails – a custo zero – e “do nada” fazer aparecer 4 ou 5 dígitos extras em sua conta.

E é exatamente isso que quero lhe ajudar a realizar a partir de amanhã 🙂

(enquanto isso, sugiro fazer backup de sua lista)

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Fórmula do Esgotamento??

Agora estou assintindo:

The last of us.

Não joguei o jogo, mas estou adorando a série.

Pra mim, foi a melhor explicação de todas pra um apocalipse “zumbi”.

Enfim.

Ontem vi o episódio 3 (mas sem spoiler aqui) que contou a história do Bill.

(e nem me venha com aquele meme insuportável)

Quando o apocalipse começou, e o governo obrigou todo mundo a ir pros abrigos pra viverem confinados sob as novas regras mundiais…

Bill disse não àquilo.

Ele preferia morrer do que viver uma vida de escassez, sofrimento e privação de tudo.

Então Bill se escondeu dos militares e quando todo mundo foi embora, começou a viver sua vida… sozinho no mundo.

Contra tudo e contra todos, Bill começou a construir uma vida do jeito que queria.

E mesmo com o mundo todo acabando e em pânico, Bill viveu de maneira independente, livre e com abundância.

O que me lembra a situação do mercado digital brasileiro.

Ontem uma aluna do programa pra email copywriter teve reunião com uma expert (pra vender seus serviços de email).

Perguntamos no grupo como foi a reunião e ela:

“Ela gostou bastante e coincidentemente bateu com um momento onde a sócia dela teve um burnout no ultimo lançamento então estava mesmo buscando mais leveza.”

Pois é.

Mais uma vítima de burnout por seguir o caminho da fórmula de esgotamento que todo mundo segue no digital.

Como já disse antes, o problema em si não é com a estratégia de lançamento – mas como as pessoas tentam transformar lançamento em um modelo de negócio (o que resulta em instabilidade total, burnout e outras desgraças).

E também como já disse, esse não é o único caminho.

Você também pode fazer como o Bill, seguir um rumo diferente e ter uma vida com abundância e liberdade – nos seus termos.

Como?

Basta começar a monetizar sua lista de emails todo mês.

(ou toda semana. Ou todo dia)

Depois de 12 anos no mundo dos negócios, esse é o modelo mais simples, prazeroso, consistente e lucrativo que já vi na vida.

Por isso comecei a ajudar outras pessoas a seguir esse caminho.

E por isso estou indo além e criando uma campanha inteira pra você desfrutar desse modelo de uma maneira ainda mais fácil do que já é.

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O multiverso do marketing

Eu não sei em que mundo você vive.

Mas seja ele qual for, é preciso ter cuidado com a verdade.

Especialmente quando se trata de marketcheng e negócios.

Por que?

Porque o mundo dos negócios está cheio de pessoas que não realizam seus objetivos por causa de afirmações que elas tratam como verdades absolutas… mas que não são.

A mais perigosa de todas essas verdades mentirosas está nessa pequena frase:

“Meu público é diferente”

Você já ouviu essa frase antes?

Ou quem sabe até… Diz isso pra si mesmo??

Enfim.

A verdade é que:

Embora existam algumas peculiaridades, no fundo seu público NÃO é diferente.

A menos que você trabalhe com alienígenas ou seres sobrenaturais (você é da MIB??).

Caso contrário, se você vende pra PESSOAS, então seu público é igual a toooooodos os outros.

São PESSOAS.

Que andam, respiram, sentem medo, desejo, e têm necessidades.

Agora, o que acontece é:

Vamos supor que você está no nicho de música, ok?

Então VOCÊ provavelmente respira música.

No SEU celular, só aparece coisa de música.

As pessoas que VOCÊ segue, são músicos.

SEUS concorrentes? Música.

Tudo isso prende você num universo de música.

E essa é a GRANDE armadilha.

Por estar afundado num universo de música, e por ver todos os seus concorrentes e grandes players fazendo as mesmas coisas, usando as mesmas estratégias, repetindo as mesmas afirmações…

…Você começa a acreditar que tudo aquilo é verdade absoluta.

Acredita, por exemplo, que nesse nicho não funciona webinario.

Que esse público só admira quem está nas redes sociais ostentando – e que se você não fizer isso está fora.

Que esse público não compra assinaturas.

Que alto ticket não funiona nesse nicho.

Que seu público não lê emails.

Enfim.

Dezenas e dezenas e dezenas de “verdades absolutas” enraizadas em sua mente… que no fim das contas são simples práticas comuns de SEU mercado.

De SEU universo.

Por outro lado, a verdade verdadeira é que seu público do nicho de música tem uma vida inteira fora do universo de música.

Eles tem problemas, tem família, tem hobbies, tem dezenas de interesses, tem outras profissões… e tudo isso os insere em dezenas de outros universos, mercados, nichos e funis onde eles compram assinaturas, assistem webinarios, lêem emails e fazem muitas das coisas que “não funcionam pro seu público”.

Pois é.

Sim, seu público possui algumas particularidades.

Mas nunca se esqueça que nós vivemos num multiverso, e eles estão em dezenas de outros processos e funis de compra que funcionam de maneira diferente do seu nicho.

Então na próxima vez que você ou alguém vier com uma verdade absoluta do tipo:

“Meu público não lê email”

Comece a questionar:

  • Por que estão dizendo isso? Baseado em que?
  • Baseado no fato de que os players de seu mercado não mandam email e repetem que email não funciona?
  • Baseado no fato de que o mercado só envia lembretes e pantlefos digitais e espera que isso gere vendas??

E vá mais fundo:

  • Email funciona pra outras pessoas? Então por que não funciona pra mim??
  • Eu ou os players estão enviando emails da mesma forma que as outras pessoas que fazem o email funcionar…?

Enfim.

Sempre tente identificar se você tem dados e experiências concretas pra afirmar ou se está apenas preso num universo do tamanho de um nicho.

Além disso,

Aqui vai um conselho de 8 dígitos de uma das maiores mentes de copywriting e marketcheng de todos os tempos – Dan Kennedy:

“Todos os maiores players do mundo líderes em seu mercado possuem uma coisa em comum: Desafiaram as normas de sua indústria.”

Pense nisso.

Ah, quanto ` nossa campanha de emails, não vai sair hoje.

Mas tudo indica que saia amanhã 🙂

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ChatGPT é pra AMADORES

Pois é.

ChatGPT é sim uma ferramenta incrível.

Mas quando se trata de usá-la pra copy e marketcheng…

É uma ferramenta pra amadores.

Sorry se você pensou que estava arrasando com seus prompts.

Mas essa é a verdade.

Cabe a você decidir o que vai fazer com ela.

E não, não sou apenas eu que estou dizendo isso.

Mas também algumas das maiores mentes de copywriting e marketcheng do mundo como:

Ben Settle, David Deutsch, John Carlton, Dean Jackson, Seth Godin…

Por outro lado, quem são as pessoas que idolatram o Bate-PapoGPT?

Youtubers (muitos que querem até lhe empurrar cursos sobre isso).

Gurus digitais e copywriters (muitos que querem lhe empurrar cursos sobre isso).

Ah… e é claro, o “maior copywriter do mundo” (segundo ele mesmo e seus amiguinhos), Stefan Giorgi – aquele que escreve copys altamente mentirosas e inventadas pra empurrar suplementos duvidosos pra pessoas ingênuas.

Pois é.

E adivinha?

Parece que ele vai lançar um curso sobre isso também, ha ha ha.

De novo: Você é livre pra fazer o que quiser com essa informação.

Mas se quiser entrar mais na toca do coelho, aqui vai o por quê:

O que torna o chat amador (pra copywriting) é muito simples.

As respostas que ele dá são baseadas nas informações que estão públicas na internet…

Só que qualquer marketeiro experiente sabe que:

As melhores respostas, aquelas que criam copys e textos que tocam o coração das pessoas, não estão soltas por aí na internet.

Elas estão na mente de seu público.

E a única maneira de descobri-las é INTERAGINDO com as pessoas. É conversando. É ouvindo.

Ou você por acaso sai soltando seus pensamentos, desejos e frustrações mais íntimas nas redes sociais?

Pois é.

Mas sim, de vez em quando alguém faz um desabafo público… mas o chatGPT não pega isso.

Por que isso é minoria. E as respostas que ele gera são meio que pra tentar agradar todo mundo e ser o mais abrangente possível.

E ainda que de alguma forma você conseguisse criar uma série de prompts que pegasse essas respostas…

Nada substitui uma conversa com um ser humano.

Especialmente quando se trata de entender o que está se passando na cabeça de seu público.

Então mesmo que o chat pegasse esses dasabafos soltos, seria uma informação isolada.

Ou seja:

Você não poderia se aprofundar naquela conversa com a pessoa e assim descobrir as melhores matérias primas pra escrever sua melhor copy possível pra aquele público.

Faz sentido?

Então aqui vai uma boa notícia:

Sabe qual é o melhor canal pra conseguir esses desabafos e pensamentos íntimos de seu público?

Um canal onde as pessoas literalmente MANDAM esses pensamentos íntimos e desabafos pra você??

Ele mesmo. O bom e velho email.

Por que?

Porque email é um canal íntimo, pessoal e 1 a 1. É um ambiente onde muitos se sentem seguros pra se abrir com você (diferente das redes sociais).

Então quanto mais emails você envia pra sua lista, mais as pessoas confiam em você, e mais elas se abrem com você. E se você for esperto e ouvi-las, vai encontrar materia-prima pra criar emails e copys ainda melhores.

Pois é.

Mas se você tem dificuldade pra escrever bons emails pra sua lista (ou de seus clientes), em breve você poderá ter acesso a uma campanha de emails completa – escrita por mim – pra enviar pra sua lista e abrir um sorriso de orelha a orelha ao ver os resultados 🙂