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15k a 37k/mês com 1 workshop

Pra mim não faz sentido:

  • Dedicar tempo e energia todos os dias pra produzir stories valiosos… que serão destruídos pra sempre em 24h…
  • Dedicar tempo e energia diários produzindo conteúdo pra conseguir mais seguidores… em plataformas que não tem alcance nenhum nem de seus próprios seguidores
  • Ter um negócio digital com estoque ilimitado e só abrir as portas uma vez a cada 3 meses… e ao invés de ter receita entrando 365 dias por ano, se limitar a apenas cerca de 20 dias?? (estou falando de lançamentos)
  • Todo dia ter que me arrumar pra gravar, pra tirar fotos de situações falsas de minha vida, e pra escancarar minha intimidade nas redes fossiais

Enfim.

Nada disso nunca fez sentido pra mim.

Eu até já tentei seguir alguns desses caminhos, afinal, era o que os eggsperts martelavam em minha cabeça todos os dias.

Mas nunca fez sentido pra mim.

E eu nunca corcordei em deixar de ser eu mesmo, ou abrir mãos de meus valores, ou abrir mão de minha paz e saúde mental em troca de dinheiro.

Não…

Não por que eu descobri que existem ilimitadas maneiras de fazer grana, e algumas delas não precisam dessa loucura.

Por exemplo:

Um de meus “professores” tem um podcast (do tipo raiz, só com áudio, feito pelo celular, nada estilo flow) e uma lista de emails.

Uma vez por mês ele realiza um workshop que custa 2.5k.

Todo mês ele consegue em média de 5 a 15 alunos pra esse workshop, e assim faz de 15k a 37k por mês apenas um único workshop de alto ticket.

Sem redes fossiais.

Sem lançamentos.

Sem complicação.

Podcast, emails e simplicidade.

Agora eu pergunto:

O que impede qualquer expert de seguir esse modelo?

E eu também respondo:

Acreditar que tudo precisa ser complicado.

Acreditar que marketcheng é ostentação.

Acreditar que precisa estar nas redes.

Acreditar que lançamentos é a única maneira de vender seu produto.

Mas não é.

E se você quiser conhecer “novas” maneiras de vender no mundo digital, na próxima semana vou lhe apresentar algumas que considero as melhores.

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De Copywriter a Produtor

Tem gente que gosta de trabalhar pros outros.

E não tem nada de errado nisso.

Mas tem gente que odeia receber ordens, cumprir horário, fazer coisas “estúpidas” e ter um salário limitado – que não aumenta nunca.

Esse tipo de pessoa normalmente só trabalha pros outros quando não tem jeito.

Muitas delas se tornam prestadores de serviços como, por exemplo, copywriters – e fazem isso na tentativa de ser mais independentes.

Só que lá no fundo ainda existe aquele desejo ardente de fazer alguma coisa só sua, de ter um negócio próprio, e fazer tudo do seu jeito.

O grande problema é que:

Não é fácil criar um negócio.

Especialmente quando o copywriter não se acha expert em nada, não é melionário (pois na cabeça dele, isso é preciso), e não tem público nenhum.

Aí… na cabeça dele (também), ele precisa ter feito melhões, produzir conteúdo todos os dias por anos, conseguir uns 50 mil seguidores, pra só depois de tudo isso ser considerado um expert… e pensar em criar seu primeiro produto.

Ou… ele entra pro mundo tosco dos PLRs e lança um monte de produto não validado que não ajuda ninguém além dele próprio.

Ou então… ele se alia a algum produtor e tenta criar um negócio em parceria – o tipo de história que dificilmente tem final feliz.

É basicamente isso.

Eu sei… por que já vivi isso.

É uma bosta.

O que me ajudou a sair dessa e dar os primeiros passos como produtor?

Um simples workshop.

Pois é.

Um dia eu estava organizando um evento presencial pra um produtor, e pra deixar a oferta ainda mais interessante eu decidi meter as caras e dar um workshop de bônus (sobre posicionamento).

Antes do evento, eu pensei que ia morrer de ansiedade.

Mas depois, percebi que nós copywriters temos muito, muito, muito conhecimento que a maioria das pessoas não faz ideia do que seja. Mas como é comum pra gente, não damos o devido valor.

Grande erro.

Pois é essa falta de auto valorização que impede os copywriters de se tornarem produtores.

Esse é o verdadeiro problema.

Experiência a maioria já tem.

Audiência é fácil de conseguir (e dá pra começar com uma minúscula, como você verá).

O grande e verdadeiro problema é interno. É falta de confiança em si mesmo. É a maldita síndrome do impostor. É a comparação com os gurus de merda que parecem ter uma vida perfeita, mas são todos com sérios problemas psicológicos e uma vida pessoal destruída.

Enfim.

Tudo isso junto e misturado derrete a confiança do copywriter que sonha em empreender – e faz com que ele coloque o rabo entre as pernas e continue no seu cantinho.

Mas eu venho aqui pra lhe dizer que, se você é copywriter e sonha em ter um negócio seu, mas não sabe bem por onde começar…

Existe uma maneira simples 🙂

E não, não precisa fazer um workshop presencial num evento de algum expert como algum louco fez por aí.

Mas sim, você pode usar um workshop pra começar pequeno, com um pequeno público, mas com um grande resultado.

Veja:

Como disse no email de ontem, workshops são específicos sobre um tema.

Então você não precisa ser expert, ter feito melhões, nem ter certificação ou 10 anos de experiência em nada pra ministrar um workshop.

Tudo que você precisa é saber resolver algum problema, ou gerar algum resultado – de uma maneira que as pessoas não saibam – mas estejam dispostas a aprender.

Então você pode facilmente pegar alguma situação do seu dia a dia, algo que você faz pra seus clientes, que eles gostam, que salva eles, ou que gera resultados pra eles – e transformar isso num workshop.

E não precisa ser nada revolucionário, pode ser algo simples mas específico como, por exemplo:

  • Criativos pra face e insta
  • Criativos pra youtube
  • Copy pra whatsapp
  • Copy pra recuperação de boletos
  • Copy pra advertoriais
  • Posicionamento
  • Como criar iscas digitais
  • Copy pra upsell

Enfim, acho que deu pra ter uma ideia.

Você vai escolher um tema e… pra começar, provavelmente você nem precise de audiência, pois dá pra usar sua própria rede.

Basta fazer alguns posts falando sobre seu novo workshop sobre XYZ… que serão apenas 5 vagas… a 299, ou 499 por exemplo.

(5 vagas, escassez verdadeira, workshop prático, alto valor percebido)

E só com isso você pode fazer de 1500 a 2500 reais com um simples workshop de 3 horas no máximo.

É mais do que muitos copywriters ganham num mês inteiro de trabalho duro.

E você ainda vai se divertir no workshop (depois que passar o nervosismo inicial comum).

Isso é um exemplo básico, mínimo do mínimo pra dar uma levantada no moral, ter uma entrada de grana e começar a criar seu negócio.

Faz sentido?

Mexeu com você?

Então saiba que essa estratégia, e algumas outras, serão ensinadas em detalhes no meu produto especial sobre Workshops que será lançado na próxima semana.

A ideia é ajudar quem já é produtor, tem lista e produtos – e quer crescer seus números usando simples workshops…

E também ajudar quem ainda não é produtos, mas quer ter seu negócio e está em busca de uma maneira simples de começar com o pé direito.

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Cursos são pros fracos?? 😬

Lembra daquele jogo que falei?

Hades?

Quanto mais eu jogo, mais viciado fico, mais aprendo sobre mitologia grega (e vida), mais me divirto, e melhor fica a experiência (ah, e a história ainda não se repetiu).

Sério.

É im-pres-sio-nante.

Por que esse é um jogo extremamente repetitivo.

São apenas 4 níveis, e toda vez que joga (o que eles chamam de fuga), você parte do início e tenta chegar ao fim – o que leva de 30 a 50 minutos… mas no fim você sempre morre e começa tudo de novo.

Sempre.

Porém…

Dentro desse contexto minúsculo os criadores fizeram o impossível.

Como?

Através da maneira que você lida com a história, as escolhas de habilidades, armas e caminhos a seguir – tornando cada fuga completamente única (mesmo sendo basicamente a mesma coisa).

Eu fiquei tão impresisonado que fui pesquisar sobre o jogo e, pra minha surpresa, descobri que a razão pro bicho ser tão bom é por que foi criado em conjunto com os fãs, durante anos de trabalho.

Sem contar que é fácil ver a imensa paixão envolvida em tudo do jogo.

E essas são a grande diferença entre um joguinho de baixo orçamento mas altamente viciante, versus os jogos melionários altamente chatos que são produzindo hoje.

Claro que sempre é uma questão de gosto.

Um é feito para a grande massa genérica que está sempre em busca da próxima novidade.

O outro é feito pra uma tribo de entusiastas fieis que seguirão com você por anos.

O que me lembra muito a diferença entre cursos e workshops.

Quem não entende o que exatamente é um workshop, pode pensar que é a mesma coisa – mas apenas com um nome diferente.

Bem, tem gente que até faz isso.

Mas não é pra ser assim.

Um curso normalmente é mais teórico, mais longo, e sobre um tema mais abrangente ou genérico.

Por exemplo:

Curso de copywriting, ou face ads, ou social media.

Até existem alguns mais específicos, mas o grande diferencial é a experiência. Os cursos, como disse, tendem a ser mais teóricos, mais maçantes, com temas mais abrangentes – pra agradar o máximo de pessoas possível.

Por outro lado…

Workshops são mais curtos, e práticos.

O objetivo de um workshop é implementação rápida, e um resultado específico.

Então enquanto um curso é sobre copywriting, por exemplo, um workshop seria específico e prático sobre escrita de storytelling para emails 🙂

Percebe a diferença?

E por ser mais específico, prático, focado em resultado e (quase sempre) ao vivo e interativo – a sensação de valor percebido é mais alta – o que facilita a venda.

Além disso, como é mais prático e específico – os alunos tendem a ter mais resultados – o que gera mais depoimentos e também ajuda na conversão.

E por falar em workshops, ontem recebi 2 mensagens interessantes sobre eles.

O primeiro foi sobre o que falamos ontem, sobre gerar grana passiva com workshops, olha só:

(veja imagem abaixo)


Maravilha, não é? 🙂

E logo depois recebi essa mensagem:
(ver imagem abaixo)


Como pode ver, as possibilidades são ilimitadas.

Outra coisa incrível sobre workshops é o seguinte:

É muito difícil criar, por exemplo, 1 novo curso por mês durante 12 meses (pra construir sua esteira de produtos e seu patrimônio digital).

Eu sei que pra maioria das pessoas isso é um terror.

Mas lembra que num email passado eu sugeri criar um workshop por mês?

Pois é, a diferença é que criar 1 workshop por mês é bem mais fácil.

Vou explicar:

Se um expert ensina sobre youtube, ele tende a fazer um grande e completo curso sobre youtube… o que deixa ele sem muita munição pra criar outros 11 novos produtos, concorda?

Mas lembra que workshops são curtos, práticos e focados em resultados específicos?

Então, nesse caso, ele poderia fazer um workshop específico pra cada um dos seguintes temas (por exemplo):

  • Como criar um canal do zero e atingir os 1.000 inscritos
  • Edição cinematográfica de vídeos
  • Como criar um canal de cortes
  • Táticas de monetização do youtube
  • Como fechar parcerias e e contratos fora do youtube
  • Como criar e monetizar canais de conteúdo dos outros
  • Como criar seu podcast
  • Cenários impressionantes de baixo custo
  • Iluminação cinematográfica pra vídeos
  • Melhores Equipamentos e setups pra cada tipo de canal
  • Como recuperar canal que levou strike
  • Youtube ads pra workshops
  • Como criar uma máquina de tráfego orgânico
  • Passo a passo 100 inscritos por dia

Captou a mensagem, digníssimo?

É mais fácil por que você não precisa criar algo grande, mas sim algo específico dentro de seu grande tema.

E assim, ao invés de ter um único curso de youtube de 500 a 1k, por exemplo, o mesmo expert pode ter 14 workshops de 299… ou com valores variados de 49, 199, 299, 499, 1k, 2k, 5k, enfim.

Como disse, as possibilidades são ilimitadas.

Cada um desses temas podem ser produzidos e vendidos já gravados…

Ou realizados ao vivo a primeira vez, e depois ter a gravação comercializada…

Ou podem ser realizados ao vivo todo mês…

Ou podem ser vendidos como um serviço para empresas, como no exemplo da imagem acima.

De novo, infinitas possibilidades.

E todas elas podem se tornar ativos pro seu negócio (ou de seus clientes).

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Renda passiva com workshops

Não, não entrei pra empiricus 🙂

Mas sim, vamos falar sobre patrimônio.

Por que um dos maiores impedimentos pra atingir a “vida boa” é a falta de construção de patrimônio.

Veja:

Se tudo que você ganha depende do seu trabalho direto, então você tem um sério limite de crescimento.

A menos é claro, que você seja um astro do rock and roll ou um craque da champions league 🙂

Mas se esse não é seu caso, então sugiro que você comece a criar ativos que trabalhem gerando grana pra você.

Uma das maneiras mais antigas do mundo de fazer isso é usando imóveis.

Terrenos, apartamentos, casas, enfim.

Você adquire, e coloca pra alugar.

Um dos modelos mais antigos do mundo que sempre vai funcionar.

Porém, adquirir imóveis é muito caro. E mesmo depois de desembolsar uma bolada logo de cara, você precisa esperar longos anos pra começar a ter retorno com os alugueis.

E essa simples mecânica impossibilita muita gente de fazer isso.

Mas aí estourou a febre das golpecoins, e dos inventimentos (onde eles inventam que tais ações vão explodir) e com isso milhões de pessoas entraram nessa onda acreditando que era a fórmula mágica…

Mas são tantas mentiras e tantos golpes, que essa onda está criando mais pessoas quebradas e endividadas do que qualquer outro movimento na história??

Sem contar que, mesmo que desse certo, isso depende muito da sorte e também precisa ter tostões – ou você acredita naquela conversa da Betina de transformar 100 conto em 1 melhão??

Pois é.

Mas graças à internet, hoje existem outras maneiras de criar ativos e fazê-los trabalhar por você.

Uma delas é com Workshops.

Diferente de imóveis, ações e outras maneiras tradicionais – workshops não custam praticamente nada pra iniciar.

Uma conta no zoom, slides do power point, um microfone ou headset e nem webcam precisa – pois você não é obrigado a mostrar a cara.

Isso é tudo que precisa pra criar um workshop.

E agora que a coisa fica ainda mais atraente.

Por que antes mesmo de criar seu workshop, ele já vai lhe trazer grana.

Sim, por que como ele é ao vivo, você vai vender primeiro, e realizar depois (na data marcada).

Isso já permite que você crie o workshop com o bolso cheio… assim como também permite validar sua ideia de workshop e até desistir dela, caso ninguém se inscreva – e assim não ter trabalho de criar nada em vão.

Ok.

Então você criou o workshop, fez uma grana… e agora?

Agora ele vira um ativo digital, nesse caso, um produto que você poderá vender por anos e anos – sem ter mais nenhum trabalho direto.

Na minha opinião é mais seguro, mais fácil, e pode dar mais retorno até que imóveis.

E a cada novo workshop que você criar, uma nova fonte de grana também é criada, e seu patrimônio digital é aumentado.

Como disse antes, nada de outro mundo.

Apenas trabalhar de maneira mais inteligente e estratégica.

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O substituto de lançamentos

Essa semana eu já não estava muito bem.

Aquelas virose/covid/doença-do-apocalipse-zumbi que ninguém sabe o que é… mas que enche o saco e atrasa nossas vidas.

Especialmente quando você (no caso, eu) não pode tomar nenhum remédio.

Mas aí, ontem foi aniversário do filho de um grande amigo… e ele faz no game station (aquele lugar do shopping cheio de brinquedinhos divertidos para crianças).

Quando era pequeno, eu sempre ia nesses brinquedos, porém, como a grana era apertada eu não brincava mais que umas 5 ou 5 vezes 🙁

Mas ontem não…

Pois quando você faz o aniversário lá, eles dão um cartão ilimitado pra você jogar por três horas.

Iupiiiii

Só que entre um uso e outro do cartão você precisa esperar 2 minutos, e tem uns brinquedos que são muuuuito rápidos.

Aí seu amigo aqui deu um jeito de conseguir dois cartões, he he.

Mas a questão é:

Durante 3 horas, eu esqueci que estava doente e brinquei mais do que todas as crianças juntas lá.

Até que descobrimos aquele brinquedo dos filmes americanos, onde você dá uma martelada pra medir a força.

E algo interessante aconteceu naquele joguinho.

Nós fizemos uma roda com uns 7 amigos, homens e mulheres, e cada um dava uma martelada pra ver que conseguia a maior pontuação.

Eu definitivamente não via possibilidade de me sair bem nesse brinquedo.

Por que?

Porque eu sou fisicamente fraco… e um de meus amigos lá tinha o braço que dava, sem exagero nenhum, quatro braços do meu em questão de grossura.

E ele não toma bomba nem nada. Ele malha duro há anos.

Eu? Apenas escrevo emails mesmo.

Mas na hora que eu dei a martelada, cheguei no nível 18.

Meu amigo malhado? Chegou no 20.

Mas aí eu lembrei de um conselho de alguns mestres de artes marciais (sério) e resolvi tentar aplicar ali.

E na próxima martelada eu consegui atingir o nível 22.

Wow

Meu amigo braçudo? 20 de novo.

Eu esqueci que estava doente, me empolguei ainda mais e…

POW!

(aquele brinquedo faz tanto barulho que toda vez que batíamos o martelo todas as crianças e adultos por perto tomavam um susto)

E dessa vez cheguei no nível 23.

Meu amigo foi de novo e chegou no 22.

Nossos outros amigos nem passavam do 18, então a disputa ficou entre eu e o malhadão.

Ficamos algumas rodadas na média do 22, até que eu decidi aprimorar minha técnica e…

POOOOOWWWWW

din din din din din din din din din din din din

Nìvel 25, he he

Meu amigo: “Como isso???”

“Eu apenas imagino que ali é a cabeça de um guru trambiqueiro, então basta pegar o martelo e BAM”

Não, sacanagem 🙂

Essa não foi minha técnica.

Basicamente o que eu fiz de diferente dos outros foi:

Todo mundo estava batendo o martelo usando apenas a força dos braços.

Mas eu lembrei que vi um mestre kung fu dizendo que a energia do soco não vem da mão, nem mesmo do braço. Mas ela começa dos pés, passa por todo o corpo até chegar na mão.

Então o que eu fiz foi usar a força de todo meu corpo…

E foi assim que um magrinho derrotou um bombadão numa prova de força.

Mas depois de voltar pra casa como grande vencedor, todo aquele esforço me fez acordar mais doente.

Faz parte.

Ok.

Mas por que estou lhe contando isso?

Pra mostar na prática, como trabalhar de maneira inteligente e estratégica pode fazer pequenos milagres por você.

Isso se aplica tanto na vida quanto nos negócios.

Veja:

Anos atrás eu era sócio de um negócio do nicho de saúde. E nós entramos pra concorrer com alguns experts que estavam há décadas no mercado e tinham renome até internacional.

E a bola da vez era a mesma de hoje: lançamentos.

Todo mundo fazia lançamentos.

Mas como eu odiei lançamento desde o primeiro que fiz, resolvi buscar maneiras mais inteligentes de conseguir melhores resultados.

Isso me levou ao mundo dos workshops.

Workshops eram simples, realizados num único dia, sem estrutura, sem complicação, sem nada.

Fizemos o primeiro pra nossa lista e foi um sucesso logo de cara.

Fizemos outros workshops e todos venderam muito bem. Especialmente quando comparado o esforço colocado versus o retorno.

Aí nos empolgamos com a estratégia e começamos a rodar anúncios pra tráfego frio direto pra um workshop gratuito – feito ao vivo.

O primeiro deu certo. O segundo também. O terceiro…

E nessa brincadeira nós passamos mais de 1 ano inteiro fazendo um workshop por semana ao vivo.

Pro meu sócio (o expert) era uma maravilha. Ele não fazia absolutamente nada a semana inteira, e basicamente só trabahava no dia do workshop ao vivo, quando fazia o mesmo workshop que já conhecia como a palma de sua mão.

Simples assim.

Pra ele era praticamente o trabalhe 4 horas por semana do Tim Ferris.

E somente com isso nós fazíamos uma média de 25k a 30k todo mês.

A coisa só não cresceu mais por que ele ficou, digamos… mal acostumado?? Tão mal acostumado que não queria fazer mais nada??

Mas isso é assunto pra outro email.

O que quero lhe mostrar aqui é apenas as possibilidades dos workshops.

Você pode usá-los pra trabalhar literalmente uma vez por semana.

Mas também pode usá-los de maneita automatizada em seu funil, pra produtos de baixo, médio ou alto ticket.

Pode fazê-los ao vivo uma vez, depois vender a gravação por anos e anos – como um produto de sua esteira.

Enfim.

Muitas possibilidades pra quem busca trabalhar de maneira mais inteligente e estratégica 😉

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3 passos pro paraíso

É impressionante o quanto complicam o digital.

Os gurus tem uma parcela de culpa nisso, mas as próprias pessoas são as grandes responsáveis por tornar suas vidas mais difíceis.

Sério.

Por exemplo:

Qual o pensamento de quem está começando no digital?

  • Preciso criar minha logo
  • Preciso produzir conteúdo
  • Preciso criar perfis em todas as redes fossiais
  • Preciso encher essas redes de conteúdo, pra não parecer vazio e pequeno
  • Preciso de dezenas de milhares de seguidores, pra ter autoridade
  • Preciso fazer lives, postar todo dia, produzir todo dia
  • Preciso aprender a mexer em ferramentas
  • Preciso aprender insta, youtube, copywirting, edição de vídeo, design, UX, sexytangas, neuromarketcheng, Big idea…
  • Preciso estar no tik tok
  • Preciso fazer um lançamento

100% complicação. 0% resultados reais.

Mas claro que existem alguns que conseguem fazer a roda do diñero começar a rodar… mas aí, o que acontece?

Sem perceber eles criaram uma rotina de produção tão insana, que os tornaram escravos do próprio negócio, e aí é só uma questão de tempo até o esgotamento físico e mental bater na porta.

Era esse seu negócio dos sonhos?

Nooooooope

Isso pra mim é o inferno.

Mas não precisa ser assim.

Ninguém precisa ser guru, nem influenciador, nem tik toker, nem youtuber, nem uma máquina de produzir conteúdo, nem nada disso.

Essas são apenas algumas maneiras de tocar um negócio.

Mas são as únicas que existem??

Não.

Essas são as que você vai ouvir falar todos os dias – se estiver preso na bolha do marketcheng digitalbrasileiro.

Mas de novo, esse não é o único caminho.

A verdade é que um negócio, especialmente um digital, não precisa ser complicado assim.

Talvez você não saiba, mas existem milhares de pessoas pelo mundo que fazem 5, 6, até 7 dígitos mensais usando apenas o modelo de negócio mais simples do mundo, que se baseia em 3 passos:

1- Construir lista
2- Enviar emails pra lista
3- Fazer ofertas pra lista

Só isso e nada mais.

Sim, é o modelo que eu sigo também.

E pode ser seguido por praticamente qualquer pessoa.

Um dos exemplos mais ilustres desse modelo é de um cara chamado Jon Rimmerman, fundador do Garagiste – que faz ~30 melhões por ano produzindo e vendendo seus vinhos apenas com e-mails diários.

Pois é.

Leonardo Da Vinci já dizia: A simplicidade é a máxima sofisticação.

E por trás desse modelo simples de negócio, existe sofisticação.

Por exemplo:

Os emails que você escreve pra sua lista, servem tanto pra promover os produtos, quanto pra crescer sua lista.

As ofertas que você cria, também servem pra converter as pessoas de sua lista, quanto pra trazer novas pessoas pra sua lista.

E uma coisa puxa a outra, criando um efeito bola de neve.

Porém, 2 coisas costumam impedir os interessados em colocar esse modelo em prática:

1- A habilidade de escrever 1 email por dia
2- Criar novos produtos pra promover pra sua lista

Eu já tenho alguns cursos pra quem quer aprender a escrever bons emails todo dia – e eles já vem ajudando muita gente.

E hoje eu vejo que o que falta pra essas pessoas é a habilidade de criar novos produtos rápidos.

Pois quanto mais produtos você tiver, maior sua possibilidade de faturamento.

Não é mágica. É matemática.

Por outro lado, quanto menos produtos você tiver, menos diñero na sua conta todo mês.

E isso eu tenho visto com frequência, pessoas me escrevendo perguntando como crescer. Querendo ajuda com estratégia, perguntando o que eu acho da rede tal, dizendo que vai criar um grupo, ou então se debatendo pra tentar criar uma big idea, mecanismo único ou um simples avatar – acreditando que só isso vai ajudar os números a subirem.

O que nos leva ao início desse email:

Complicação.

Complicação. Complicação e complicação.

Se ao invés de perder tempo com toooooodas essas coisas, essas pessoas se dedicassem a:

1- Enviar 1 email por dia
2- Criar novos produtos pra oferecer pra sua lista

Eu garanto…

Repito, GARANTO que os números delas no fim do mês iriam não apenas dobrar, mas multiplicar.

Sem nenhum método mágico, apenas com o básico de todo negócio (vender mais produtos)

Porém, eu sei que criar novos produtos é um pé no saco. É doloroso. É desgastante.

É por isso que a maioria dos meus produtos são criados no formato de Workshop.

Workshops são simples de produzir – só precisa de alguns slides de power point.

Workshops são rápidos – pode ser criados em questão de 1 a 7 dias

Possuem alto valor percebido – pois você está ao vivo interagindo com sua tribo.

Podem ser usados como front end, backend, upsell, downsell, baixo, médio e alto ticket e… o que eu considero a melhor parte:

Depois de feito uma vez, um workshop se transforma num produto que pode ser promovido inúmeras vezes ao longo dos anos – trazendo uma grana praticamente passiva.

Por fim, aqui vai uma receita pra 5k a 10k por mês com simplicidade:

  • Escreva 1 email por dia
  • Crie 1 novo workshop por mês

Só.

Em um ano você terá 12 produtos em sua prateleira digital, trazendo receita pra você.

Simples e sofisticado.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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6 em 7 do jeito fácil

Pronto pra mais uma maneira “fora da matrix” de fazer as coisas?

Então vamos lá 🙂

Bem, no Brasil existe esse quase-culto do “6 em 7” .

Que na teoria é uma maravilha:

  • Não precisa de produto
  • Não precisa de experiência
  • Não precisa de conhecimento nenhum, em nada
  • 100 mil em 7 dias
  • Basta usar a fórmula mágica

Mas na prática, todos que já trilharam esse caminho sabem que a coisa é diferente:

  • Precisa de produto, experiência, conhecimento, dos 100 mil só sobra 20k a 40k (que devem pagar tudo pelos próximos 2 ou 3 meses até o próximo lançamento – e ainda bancar o próximo lançamento), e tudo isso leva longos e dolorosos meses de trabalho.

Me lembra aqueles memes do tipo:

Expectativa X Realidade


Pois é.

Esse é o jeito difícil de fazer o tal 6 em 7.

Mas eu nunca consegui me adaptar à essa vida de “lançador”, então me lancei em busca de caminhos melhores.

Demorou alguns anos mas finalmente descobri um jeito “fácil” de fazer os tão sonhados 6 dígitos.

Diferente de lançamentos, essa maneira é algo simples, sem produção, e tão rápido que pode ser feito num fim de semana, por exemplo.

Como funciona?

1- Escolha um novo tópico pra ensinar a seu público
2- Crie alguns slides no power point
3- Envie emails para sua lista, vendendo seu novo workshop
4- Realize seu workshop ao vivo com sua tribo

Simples assim.

E a depender de sua lista, seu workshop pode trazer os 6 dígitos de uma vez só (o 6em7 do jeito fácil).

O que?? Sua lista é pequena demais pra fazer 100k assim??

Sem problema.

Então você promove o workshop pela primeira vez (ao vivo), faz seus 4 ou 5 dígitos…

Depois, continua vendendo o workshop (gravado) ao longo do ano até chegar nos 6 dígitos (ou múltiplo 5 – a depender de sua realidade).

O que estou tentando dizer é que:

Um workshop é um dos tipos de produtos mais valioso, simples e gostoso de criar que existe.

Você usa simples slides, cria em conjunto com seus melhores clientes (ao vivo, de maneira divertida), e depois o workshop se transforma num ativo que vai continuar sendo promovido por anos, e anos,e anos.

Crie uma vez, venda por anos.

Eu perdi as contas de quantas vezes meus clientes precisaram de uma grande injeção de caixa rápido e um simples workshop literalmente salvou o mês.

Oh, e já viu os nomes de muitos de meus produtos?

Eles costumam começar com Workshop 🙂

Por que essa, na minha opinião, é uma das maneiras mais simples que existem de criar e lançar produtos, e criar novos ativos pro negócio.

Esqueça aquela tortura de escrever e criar CPLS, fazer lives, produzir conteúdo e toda aquela trabalheira de um lançameto.

Com um workshop basta enviar emails pra sua lista e, no dia marcado, apenas gravar o produto ao vivo e se divertindo com seus alunos.

É energizante.

O oposto de produzir, gravar e editar aulas sozinho em seu escritório.

Sabe o que é ainda melhor?

Workshops podem ser usados pra produtos de baixo, médio e alto ticket.

Podem ser usados como produto introdutório (front-end) e/ou produtos no funil (backend). Você pode até fazer anúncios diretos pra eles.

Os clientes adoram – afinal eles estão ao vivo interagindo com você (ou o expert) e com outras pessoas que pensam como eles.

Eles também são perfeitos pra levantar uma boa grana rápido – pois você vende primeiro e entrega depois (na data combinada).

Enfim.

É sobre isso que vamos falar nos próximos emails 🙂

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Emails que viciam em comprar?

Não sei o que você pensa sobre o título dessa página:

“Pequenos Emails Com Histórias Que Convertem Mais Leads Em Clientes Do Que Lançamentos Inteiros”

Como assim emails convertendo mais que lançamento??

Pois é.

Não sei qual sua experiência com lançamentos mas normalmente funciona assim.

O expert tem uma audiência, faz o primeiro lançamento, e esse costuma dar certo.

Aí ele se empolga, e acredita que agora é só ficar repetindo o processo de 2 em 2 meses.

Mas quando ele lança pela segunda vez??

Ops, um fracasso de conversões.

Aí alguém diz que ele precisa de mais audiência, e tem que botar uma grana em anúncios, mas aí vem um público frio e o terceiro lançamento se torna um fracasso ainda maios porque agora deu um baita prejuízo.

Esse é um cenário típico de um lançador.

Agora se esse mesmo lançador se dedicasse a escrever bons emails todos os dias e se relacionar com sua lista – o cenário dele seria completamente diferente.

Primeiro ele aprenderia que viver descartando e buscando novos públicos é a pior coisa que um negócio pode fazer.

Ao invés, ele aprenderia a cultivar sua lista, e a vender várias e várias vezes para as mesmas pessoas.

Pois aqueles emails com pequenas histórias enviados todos os dias acabam viciando as pessoas em comprar de você… ao ponto em que eles lhe escrevem implorando pra você não vender mais nada pois eles sabem que não vão resistir.

Como esse email que recebi essa semana:
(veja imagem abaixo):

Mas se você acha que se meter com agiota é desespero, o que dizer de alguém disposto a vender seu melhor amigo pra adquirir meu próximo curso??

Veja imagem abaixo:

Se quiser aprender a escrever pequenos emails com histórias que causam esse tipo de reação nas pessoas, acesse:
https://www.brunosampaio.com/email-storytelling

Últimas horas antes do preço dobrar.

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Como “vomitar” seu sucesso

Aqui vai uma verdade difícil de engolir:

Quanto mais você estuda esses métodos guruzísticos que inventam por aí como deep copy, sexytangas e neuromarketcheng, por exemplo…

Quanto mais você estuda essas coisas…

Mais você se distancia de sua própria essência e, consequentemente, de sua maior força pra atingir o sucesso.

Por que?

Porque um dos grandes “segredos” dos negócios é ser único, diferente, original.

Ou seja:

O segredo do seu sucesso é ser você mesmo o máximo possível – e quando você fica moldando e podando suas ações de acordo com o método XYZ, você na verdade está moldando e podando seu verdadeiro eu.

Pegue os maiores nomes de qualquer área da humanidade como Charles Chaplin, Elon Musk, Michael Jordan, Stephen King, Slash, Ayrton Senna, enfim…

Nenhuma deles segui métodos dos outros pra chegar onde chegaram.

O que eles fizeram foi seguir a intuição e se dedicar a botar isso pra fora e tornar realidade.

Chaplin queria fazer cinema quando cinema nem existia direito… e fez.

Musk criou a indústria de carros elétricos e está levando pessoas pro espaço.

Jordan revolucionou o basquete.

Stephen King escreveu as histórias loucas de sua cabeça que viraram best-sellers mundiais.

Slash pegou a guitarra e começou a tocar, tocar e tocar, até ser o maior do mundo – sem nunca ter feito curso ou aulas com ningúem.

Ayrton Senna levava os carros num limite que ninguém mais conseguia atingir.

Enfim.

Não é que cursos e conhecimentos dos outros sejam ruins pra você…

Mas o que estou querendo dizer é que as respostas pro seu sucesso não estão “lá fora”, no que os outros dizem que você tem que fazer.

Na verdade as respostas pro seu sucesso estão dentro de você.

Você deve ter alguma voz louca que vive lhe atiçando pra fazer alguma coisa diferente.

A questão é que, quanto mais você botar pra fora sua verdade, seguir sua intuição, e fizer as coisas do seu jeito…

Mais você caminhará em direção ao seu sucesso, mesmo contra tudo e contra todos.

O que??

Você não sabe como fazer isso??

Sem problemas 🙂

Pois a própria ciência já comprovou que uma das melhores maneiras de botar pra fora o que está em você é atraves da escrita.

O simples ato de “vomitar” palavras e escrever todos os dias, pode fazer milagres por seu espírito, e… também pode se tornar um negócio sólido e próspero – se você transformar as histórias de sua cabeça em emails e vender alguma coisa para seus leitores.

Pois é.

E foi pra ajudar a tirar suas ideias da cabeça e colocá-las no papel (ou na tela) em formato de pequenas histórias “vendedoras” que criei o workshop de email storytelling.

Hoje é o último dia antes do preço dele dobrar.

Inscreva-se aqui e comece a vomitar seu sucesso hoje mesmo:
https://www.brunosampaio.com/email-storytelling

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50 mil seguidores X 500 leads

Não sei qual sua experiência com redes fossiais…

Muito menos quantos seguidores você tem…

Mas aqui vão alguns números interessantes:

Você sabia que em média, 45,6% dos usuários do instagrando tem apenas de 1k a 10k seguidores?

E que apenas 12,5% tem de 10k a 50k seguidores?

E somente 2,6% tem de 50k a 100k??

Pois é.

E sabe quantas pessoas dessa maioria que possui até 50k seguidores vive exclusivamente da grana que faz com o insta?

Eu lhe digo:

Quase ZERO

Praticamente ninguém.

Apenas algumas raríssimas exceções.

Mas ainda assim, pra manter esses 5k, 10, 50k seguidores essa galera tem que ralar todos os dias produzindo conteúdo, stories, lives, respondendo comentários, directs e todo tipo de trabalho gostoso que as redes fossiais proporcionam.

Por que se eles pararem, os seguidores vão embora a cada dia.

E quanto aos 2,6% que possuem de 50k a 100k?

Bem, alguns deles já conseguem sim viver de sua conta.

Mas somente alguns.

E pra isso, eles abrem mão de sua vida pessoal, de seus horários, de sua família, e quase sempre de sua verdade e integridade.

É só questão de tempo até o burnout bater na porta.

De novo, não sei qual sua experiência com redes fossiais mas essa é a dura realidade que ninguém conta por aí.

Atingir os tais 50k seguidores é um sofrimento sem tamanho, e leva anos de dedicação… pra quando finalmente chegar lá, você descobrir que precisa se dedicar ainda mais pra manter aquilo e conseguir crescer.

Se essa não é a vida que você quer pra você, então vou lhe falar sobre um caminho diferente:

Cultivar uma lista de emails.

Diferente do que a maioria pensa, você não precisa ter uma lista gigante pra ser capaz de viver exclusivamente dela.

Por exemplo: Com uma lista de 500 pessoas você consegue tranquilamente fazer 10k por mês com apenas 1 email por dia e nada mais.

Sem lançamento. Sem conteúdo. Sem live. Sem stories. Sem nem mesmo mostrar a cara.

Apenas escrevendo uma simples história e enviando pra sua lista todos os dias.

Mas isso não é tudo sobre email.

Ele possui várias outras vantagens sobre redes fossiais, como por exemplo:

  • Maior alcance: Você consegue facilmente atingir de 20% a 30% de sua lista todos os dias.
  • Leitores são clientes melhores do que pessoas que assistem vídeos de dancinhas, palhaçadas e conteúdos
  • A lista de email é sua. Os seguidores são do instagram
  • Mais simples e fácil de manter
  • Escrever todo dia é terapêutico, divertido, energizante. Postar é desgastante.
  • Emails transformam desconhecidos em clientes, e clientes em verdadeiros amigos. É impressionante o tipo de relação que você constroi escrevendo pras pessoas todos os dias. Vários leitores meus perguntam e mandam mais felicitações pra minha bebê do que meu próprio pai.

Enfim.

Existe uma energia e uma dinâmica completamente diferente entre ter alguém lendo seus textos num ambiente privado, versus alguém assistindo seus vídeozinhos num ambiente público das redes.

É como ter uma conversa 1 a 1 com alguém na sala de estar da pessoa, tomando um cafezinho com ela, versus tentar falar com alguém que está no meio de uma feira livre gritando pra todo mundo pra conseguir atenção.

É diferente.

Mas enfim.

Se quiser aprender a escrever emails com pequenas histórias que “fazem amigos e influenciam pessoas”, acesse:
https://www.brunosampaio.com/email-storytelling

Somente até amanhã