Categorias
Artigos Copywriting

Atrás de grandes copys se esconde isso

Sexta-feira recebi essa mensagem…

(de um cliente que tinha acabado de adquirir meu novo treinamento)

Ele disse:


Estava tão acostumado a pagar caro em cursos fraquinhos fraquinhos….

Que eu fico até sem graça de pagar tão barato nos conteúdos que você disponibiliza com tanta coisa valiosa…

“Falo mermo”


Como já expliquei nesse email… meus cursos são um roubo.

E a menos que queira ser roubado, você deveria ficar longe de mim.

Ainda aqui?

Ok, não diga que não avisei.

Vamos lá.

Você já deve ter visto um famoso vídeo de um cego que está sentado na calçada com um cartaz escrito “sou cego. Por favor me ajude”?

Várias pessoas passam por ele e a maioria o ignora. Aí vem uma mulher, pega o cartaz dele, vira o lado e escreve alguma coisa. Então ela coloca de volta no lugar e vai embora.

Imediatamente várias e várias pessoas começam a colocar moedas pro cego e ele fica maravilhado.

No dia seguinte, a mulher que reescreveu o cartaz passa pelo cego ele pergunta o que você escreveu? Ela diz: “É um lindo dia e eu não consigo vê-lo”.

Muita gente mostra esse vídeo e fica dizendo O pOdEr Da cOpY, o PoDeR dA cOpy… viu? Você precisa aprender copy.

E ok… a mulher mudou sim as palavras (ou a copy, como preferir)…

E ok… você precisa aprender copy…

Mas o que realmente vai fazer a grande diferença em sua vida é aprender o que está por trás da copy.

Por exemplo:

Você sabe o que está por trás da copy que a mulher do vídeo escreveu pro cego?

Algum gatilho demental? Dor e ganância? RMBCU? Sexy tangas?

Não…

Por tras de toda grande copy existe psicologia avançada, influência subliminar, instintos primitivos, emoçoes projetadas, boa oferta, tensão, enfim.

Muita coisa.

E muita coisa que se você não entender, jamais vai criar grandes copys.

É como acontece no mundo da música.

Qualquer pessoa é capaz de aprender as notas musicais, os acordes, e teoria musical, e sair por aí tocando milhares de músicas básicas com isso.

Mas por que essas pessoas não conseguem criar grandes músicas? Muitas vezes nem mesmo tocar grandes músicas dos outros?

Por que existem muitas coisas por trás de grandes músicas além de notas, acordes e teoria musical. Desde a maneira de segurar a palheta ou tocar as cordas, até o estado mental correto pra criar uma música.

E são esses “detalhes” que fazem a diferença entre uma música que é hit e uma que nem sua mãe consegue ouvir.

Agora, como músico eu sou um fracasso. Mas como marketeiro eu consigo fazer algumas inusitadas como, por exemplo:

  • Vender produtos de baixo, médio e alto ticket usando apenas emails, 1 google docs e nada mais
  • Prospectar e fechar GRANDES clientes que nunca ouviram falar de mim – usando apenas 1 email.
  • Viver de email num mundo de redes sociais??
  • Transformar desconhecidos em leitores que anseiam por meu próximo email como um episódio de sua série favorita
  • Transformar fãs em clientes que compram praticamente tudo que eu oferto
  • Pegar listas “mortas” que nunca converteram e extrair dezenas de milhares de reais delas com uma única campanha de emails
  • Fazer centenas de milhares de reais com listas minúsculas

Já disse que tudo isso é apenas com emails? Zero conteúdo, zero lançamentos, zero lives, zero tudo que dizem por aí que você precisa??

Mas se qualquer um consegue aprender copy e escrever emails.. por que não tem ninguém por aí fazendo isso?

Porque existe muita coisa por trás dos meus “simples emails”.

E é isso que eu mostro em meu novo treinamento de Influência e Persuasão avançadas – que não é sobre email, mas sim sobre tudo que existe por trás do que eu faço, desde a pesquisa de público, o primeiro contato , a primeira venda, até o cultivo dos clientes por toda a vida (ou longos anos).

Um tour avançado de 360 graus por tudo que envolve influência, marketcheng, vendas e revendas (clientes que continuam comprando).

E você pode ter acesso a tudo isso com 200 pilas de desconto (pois ainda estou terminando de produzir o treinamento e quando estiver pronto o preço vai subir).

Somente até hoje (domingo) aqui:
https://docs.google.com/document/d/1YL3TGpnRKtiZtu9KFGdeGA65lIjtezI5kbAV1EeVw0E/edit?usp=sharing

Dúvidas? Responda esse email.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Como vencer no mkt sem ser FDP

Ontem recebi um áudio interessante.

Foi de uma mentorada, me agradecendo por te-la ajudado de várias formas, mas principalmente na questão dela ser capaz de crescer seu negócio sem ter que fazer aquele marketcheng guruzístico, sem redes fossiais, sem mentiras nem nada disso.

E somente com as estratégias e filosofias “anti-guruzísticas” ela já tinha quase triplicado seu negócio.

Pois é.

É possível vencer sem ser um FDP.

Eu também sofri muito com isso, e quando olho pra trás eu vejo que só não comecei a ter sucesso antes por causa desse bloqueio de acreditar que o único caminho era aquele dos eggsperts:

  • Escancarar sua vida pessoal fake, e manter esse personagem todos os dias por anos
  • Produzir toneladas de conteúdo
  • Fazer falsas promessas
  • Falar e escrever de uma maneira desalinhada com quem eu sou
  • Me vestir de uma maneira que não me visto
  • Viver me gabando de coisas que eu tenho ou faço
  • Vender com desespero, pressão, intimidação e humilhação
  • Usar táticas idiotas de manipulação
  • Fazer lançamentos
  • Estar em todas as redes fossiais, 24h por dia

Enfim, fazer todo esse circo.

Eu até já tentei… por acreditar que era preciso… mas nunca consegui ir muito longe.

Isso também foi algo que me afastou do copywriting por um tempo, quando ao estudar os “maiores” copywriters da época eu percebi que mais da metade do que eles escreviam eram mentiras, big ideas inventadas e falsas promessas.

Enfim.

A coisa só mudou quando me afastei completamente desses mestres de palco e fui em busca de diferentes filosofias de negócios e marketcheng com os sábios que vivem isolados no alto das montanhas (mas de uma maneira digital).

Foi quando descobri que todo aquele circo não era necessário.

Que eu não precisava ser um FDP, nem tratar o cliente como idiota.

Que não precisava de redes fossiais, nem lançamentos, nem toneladas de conteúdo.

Que existiam outras maneiras de convencer pessoas – com elegância, verdade e compaixão – e que ao agir assim eu conseguia converter até mais do que sendo um FDP.

Isso foi um divisor de águas em minha vida pessoal, profissional e financeira.

Pois com essas novas técnicas de influência e persuasão eu parei de fazer conteúdos e guruzices e passei a usar pequenas histórias pra convencer as pessoas a comprarem de mim.

Aprendi a pegar uma lista de emails “morta” e extrair dezenas, até centenas de milhares de reais dela – usando nada além de emails.

Aprendi a transformar leads “ruins” (que não converteram de primeira e foram descartados) em clientes que pagaram múltiplas vezes ao longo dos meses.

Aprendi a escrever de uma maneira tão influente, que cria uma conexão verdadeira com meus leitores – mesmo sem eles nunca tereb trocado uma palavra comigo. (o que elimina várias barreiras na hora de vender pra eles).

Aprendi a ir além da criação de produtos – e a criar ofertas tão boas que fazem muitas pessoas passarem o cartão sem nem mesmo ler a página de vendas.

Aprendi a criar não apenas compradores – mas clientes pra vida – que adquirem praticamente tudo que você promove.

Aprendi a escrever copys usando a verdade que convertem acima das médias do mercado.

Enfim.

São os princípios e técninas por trás de tudo isso que vou compartilhar em meu novo treinamento de influência e persuasão avançados que vai ao ar amanhã 🙂

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Mudança de planos…

Eu tiro uma caneta de metal do bolso e aponto pra você.

“Olhe pra essa luz vermelha por um momento” Eu digo enquanto aponto o objeto pra você e coloco meus óculos escuros.

“Esse é um neuralizador, e essa luz vai isolar os impulsos eletrônicos de seu cérebro, mais especificamente de sua memória… agora olhe bem pra essa luz… e…”

Agora você vai esquecer tudo que eu disse sobre fazer um workshop AO VIVO…

E a única coisa que vai lembrar é de um TREINAMENTO COMPLETO sobre técnicas avançadas de persuasão e influência.

Prontinho.

Era só isso por hoje.

Pode voltar pra seu trabalho e sua família…

Vai lá 🙂

Ainda aqui??

Ah, não fique aí parado me olhando com essa cara de quem não está entendendo nada…

Aff… tá bom, tá bom… vou explicar.

Vamos ter uma mudança de planos.

Mas eu acredito que você vai adorar.

Veja, minha ideia inicial era fazer um workshop ao vivo sobre persuasão e influência avançados, pra gente se juntar e interagir um pouco 🙂

Era pra ser algo mais simples, de umas 2 horas de duração??

Mas eu percebi que tem taaannnnnnta coisa legal que eu quero passar pra você… que se fosse pra fazer um workshop ia ficar grande demais.

Pelo menos uns 2 dias longos.

E apesar de eu adorar fazer isso… é cansativo.

E com Isabella aqui seria um desafio a mais.

Então resolvi fazer diferente.

Ao invés de um workshop mais simples, vou fazer um treinamento completo… mas ainda com o preço do workshop simples (eu disse que você ia adorar).

E só pra ficar claro, esse treinamento será gravado.

  • Mas Bruno… eu queria tanto interagir com você ao vivo, zoar os gurus juntos, tirar algumas dúvidas sobre essas novas técnicas e conceitos que você vai mostrar – Você fala com lágrimas nos olhos.

E eu entendo, . Eu também já tinha até criado essa imagem em minha mente da gente junto fazendo isso… e por essa razão, esse treinamento vai vir com um bônus especial que é um encontro ao vivo na próxima semana – eu falo enquanto enxugo a lágrima de seu rosto.

Então aqui está o que você precisa saber por enquanto:

1- Meu novo treinamento sobre persuasão e influência avançada será gravado… por[em, será ainda mais completo.

2- As inscrições vai abrir nesta quinta-feira (dia 11)

3- Vamos ter um encontro ao vivo na próxima semana – pra debater os temas, tirar suas dúvidas, zoar gurus e afins.

4- Todos os detalhes do que você vai ver nesse treinamento serão mostrados na quinta-feira, mas eu já adianto que é o tipo de conhecimento que vai lhe deixar à frente de 99% dos copywriters e marketeiros do Brasil.

Pronto.

Satisfez sua curiosidade agora?

(é… talvez não fosse necessário usar o neuralizador em você 😬)

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Melhor que usar Medo e Ganância

Se você segue os gurus brasileiros…

Já deve ter ouvido um deles falar que as pessoas só compram por 2 razões:

Medo ou ganância.

O grande problema é que essa teoria vem dos maiores “golpywriters” do mundo…

Que empurram produtos de investimentos com promessas impossíveis de se realizar… E empurram falsas curas de doenças pra idosos que ainda não entendem como a internet funciona, e nem sabem como cancelar a assiantura no cartão que eles fizeram também sem entender.

E aí sim, nesse caso, se você trabalha com golpywriting nesses nichos, sua golpy depende inteiramente de medo ou ganância.

Mas digamos que você não se enquadre nessa linha… será que medo e ganância também funciona pra copys baseadas em verdade?

A resposta é: Sim.

Claro que funciona.

Porém, essas não são nem de longe as únicas emoções que movem as pessoas, e usar medo e ganância o tempo todo vai limitar seu poder de persuasão e fazer você ser visto como chato por seu público (lá vem de novo querendo tocar o terror em mim).

O que fazer então?

Bem, os antigos (e verdadeiros) mestres do copywriting raiz pregavam que existiam pelo menos 99 emoções que movem as pessoas a passar o cartão.

Agora compare comigo:

Qual o nível de persuasão de uma copy baseada apenas em 1 ou 2 emoções (medo e ganância)… versus uma copy que usa 99 emoções diferentes??

Você vai mexer com as pessoas de tantas maneiras diferentes que elas nem saberão exatamente o que está acontecendo…

E se fizer do jeito certo, essa chuva de emoções vai posicionar você como autoridade, ganhar a confiança deles, criar conexão entre vocês, e atiçar o desejo deles por seu produto ou serviço.

Tudo ao mesmo tempo.

E mais importante: de uma maneira leve e intrigante pro seu público (não é assim que você se sente quando lê meus emails??) ao invés de deixá-los aterrorizados ou se sentindo como idiotas (“não acredito que você vai ficar de fora dessa??”).

Ok, agora como aplicar essas 99 emoções em suas copys (ou o maior número delas possível)?

Existe a maneira arcaica – onde você vai lá na lista de emoções, escolhe uma, e aí tenta escrever uma copy que tente despertar aquele sentimento nas pessoas…

E existe a maneira mais prática (que funciona bem melhor) – que é quando você usa o que eu chamo de:

Matketcheng Sintomático.

Que funciona de maneira oposta.

Ao invés de escolher uma emoção e tentar empurrar no público, você traz as emoções mais profundas que já estão nos corações e mentes das pessoas, e traz pra sua copy de uma maneira única.

Essa, além de ser uma maneira mais fácil de escrever – pois a copy é escrita pelo seu próprio público, e você não precisa criar nada, nem fazer conteúdo… você ainda tem um poder de influência maior pois seu público se conecta imediatamente assim que bate os olhos nesse tipo de mensagem.

Como fazer Matketcheng Sintomático na prática??

Bem, isso é o que vou mostrar em meu novo workshop sobre persuasão avaçada que deve acontecer nessa semana.

Provavelmente todos os detalhes você verá no email de amanhã 🙂

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Como causar orgasmos cerebrais nos leitores

Péssima notícia…

Uma de minhas séries favoritas de todos os tempos, Warrior…

A obra cinematográfica com as melhores cenas de luta já feitas na história…

Parece que foi cancelada 🙁

Por quê, Senhor?

Por… quê???

Não sei.

Mas pelo menos ela teve um mini-final por assim dizer. Não terminou sem um desfecho.

Não é a primeira vez que uma super série que me apego é cancelada (olhando assim, será que o problema é comigo?)

Teve uma chamada Marco Polo que é incrivelmente bem-feita e viciante, que também foi cancelada (e sem um desfecho).

Teve outra chamada Startup.

Teve Fauda (que é sobre esse conflito de Israel, e talvez volte depois do que está acontecendo??).

Enfim.

Pelo menos tem coisa boa também 🙂

A segunda temporada de Reacher está ainda melhor que a primeira. E a julgar pelo sucesso que está fazendo, e pelo fato dela ser baseada numa obra de 28 livros… não deve acabar tão cedo.

Também comecei a ver Ballers, com The Rock. Muito boa também.

E esse ano vai sair uma nova temporada de The boys 🙂

Uma outra que adorei vai ter nova temporada também: Samurai de olhos azuis (é desenho, pra adulto).

Enfim.

Continuando nossa conversa sobre insights…

O email de ontem rendeu uma super prova.

(se você não leu o email de ontem, leia aqui)

Imediatamente após envia-lo, um cliente me mandou mensagem de 3 minutos no whatsapp dizendo que vai reestruturar sua equipe na empresa… por causa daquele email.

Não sei você, mas pra mim isso foi uma baita ação, e super rápida (de novo, remetendo ao que falamos ontem).

E pra motiva-lo a realizar essa ação, eu não ensinei nada.

Zero conteúdo.

Apenas forneci um insight (sobre não fazer conteúdo).

E o cliente teve a nova visão, e a motivação pra fazer uma pequena reestruturação em sua empresa por causa disso.

Apenas um pequeno exemplo do poder de influência de um insight.

E ele fica ainda melhor quando você o usa para vendas.

Principalmnte quando seus concorrentes só fazem conteúdo, conteúdo e conteúdo – e você chega bombardeando seu público com insights que causam verdadeiros orgasmos cerebrais neles.

Pois a cada email eles: 🤯

É quase inacreditável o quanto você passa a ser visto como alguém único e superior no mercado por causa das novas visões que fornece pro seu público.

E todo esse encantamente se reflete nos números de conversões.

Não por acaso essa é também uma de minhas armas pra conseguir grandes dígitos com listas pequeninas.

Enfim.

Tudo isso e um pouco mais será mostrado em detalhes no meu novo workshop sobre influencia avançada que deve acontecer na próxima semana.

Pretendo abrir as inscrições na segunda-feira.

Se é algo que lhe interessa, fique ligado.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

1.000 vezes mais poder de influência que conteúdo

Sabe por que você não me vê fazendo conteúdo?

Várias razões.

1- Marketcheng de conteúdo já funcionou maravilhosamente bem na época em que quase ninguém fazia conteúdo e as redes fossiais tinham bom alcance. Mas hoje em dia, com todo conteúdo do mundo disponível num rolar de dedos, você se torna apenas mais um na multidão.

2- É chato. Pra cacete. No começo é até legal, mas depois de 1 ano você não aguenta mais ter que se arrumar todo, ligar a câmera e vomitar algum conteúdo inédito. É degradante.

3- Pra quem vende infoprodutos, fazer conteúdo pode ser um verdadeiro tiro no pé, pois o expert acaba ensinando 90% do que sabe e os 10% que sobram pra ser ensinados nos cursos não agradam os clientes que vieram em busca de mais… e receberam menos.

4- Em geral, conteúdo atrai os piores clientes: os iniciantes, cheio de dúvidas e dificuldades e com pouca grana. Clientes de alto ticket (os que fazem a grande diferença em todo e qualquer negócio) não buscam mais conteúdo, buscam outra coisa que veremos já já.

5- Por tudo isso (e outras coisinhas) o esforço e investimento pra fazer conteúdo não compensam pra maioria das pessoas. Se toda essa energia, tempo e recursos fossem usados em outras atividades, o retorno seria absurdamente maior.

6- Os gurus dizem que você tem que ensinar, ensinar e ensinar – sendo que quando você ensina algo, a pessoa tem a falsa sensação de que seu problema foi ou vai ser resolvido facilmente (pois agora elas sabem como fazer)… o que faz murchar o interesse dela por sua solução.

7- Ninguém precisa fazer conteúdo. Nem pra gerar autoridade, nem conseguir mais seguidores, nem pra construis lista de emails, nem pra nada. Tudo que você precisa pra fazer negócios online é de tráfego e algo pra vender. E muita gente perde um tempo e energia absurdos fazendo conteúdo em busca de tráfego… quando existem outras maneiras muito mais eficientes de fazer tráfego

8- Existe uma forma de marketcheng mais simples, mais fácil e prazerosa de fazer – que tem a capacidade de influenciar pessoas 1.000 vezes maior que conteúdo.

De fato, essa forma de fazer marketcheng é uma das minhas maiores armas pra fazer vendas de alto ticket usando apenas emails e um google docs.

Porque?

Porque ela traz uma mistura deliciosa com os elementos que o cérebro humano mais gosta de consumir: Novidade, diversão, curiosidade, sabedoria, auto-desenvolvimento, conforto, poder, status, entre outros.

Mas afinal, do que estou falando?

De marketcheng de insights.

Veha:

Quando oferece conteúdo, você dá algo que as pessoas já esperam… e que apenas preenche o espaço de uma única lacuna em suas mentes (como fazer x).

Mas quando oferece um insight, você faz eles enxergarem seus problemas de uma maneira diferente, dá uma nova visão que renova as esperanças de melhoria de suas vidas e cria uma nova realidade em suas mentes.

Por que insights são mais persuasivos que conteúdo?

Porque conteúdo é apenas informação, conhecimento.

Mas 95% das vezes o problema das pessoas não é falta de conhecimento. Porque, como já disse, hoje em dia o conhecimento é abundante, existe de sobra.

Qualquer pessoa é capaz de aprender sobre qualquer coisa gratuitamente através de uma simples busca na internet. Você pode até não encontrar o conteúdo mais avançado do mundo, mas com certeza é um conteúdo que, se colocado em prática traria resultados.

Sendo assim, por que ainda existe tanta gente sem conseguir o que quer?

Porque o problema não é falta de conhecimento.

Não é conhecimento que move as pessoas. É o sentimento.

Você já deve ter ouvido isso:

Pensamentos levam a sentimentos, que levam a ações, que levam a resultados.

Percebeu que conhecimento não entra nessa fórmula?

Porque o que realmente faz a diferença nos resultados, e o que falta na maioria das pessoas que não conseguem o que quer é: Falta de ação.

E pra agir, elas precisam ter os sentimentos certos, e os pensamentos certos.

E é aí que o insight faz sua mágica.

Um insight dá uma nova visão sobre os problemas. Renova a esperança de que é possível. Motiva. Inspira. Causa ação.

Mas isso não é tudo.

Pois enquanto um conteúdo preenche a lacuna na mente das pessoas, dando a sensação de problema resolvido (pois agora eles já sabem o que fazer – como expliquei acima)…

Um insight faz o contrário:

Ele cria novas lacunas nas mentes das pessoas que precisam ser preenchidas (pois nosso cérebro odeia ficar sem saber o final da história) – e isso também motiva a ação.

E tudo isso é apenas a ponta do iceberg sobre insights.

Eu abordarei isso em detalhes no novo workshop que deve acontecer na próxima semana.

Categorias
Artigos Copywriting

Como plantar ideias na mente das pessoas como DiCaprio no filme A Origem

Lembra daquele filme de 2010?

A origem.

Com aquele gatíssimo bom ator Leonardo DiCaprio (Léo – para os íntimos)?

É um de meus preferidos de todos os tempos.

Se você não lembra (ou não viu), o trabalho de Cobb (Léo) é roubar informações importantes das mentes de pessoas como empresários e cientistas – e ele faz isso através dos sonhos – o que chamam de extração.

Cobb dedicou sua vida inteira a desenvolver sua habilidade de extrair ideias e pensamentos das pessoas, e por isso era o melhor do mundo nesse ramo.

De fato, ele se tornou tão bom nisso, que um dia foi contratado pro trabalho mais importante de sua vida – e seu maior desafio: fazer o oposto:

Inserir uma ideia numa mente.

(o que eles chamam de Incpetion – que é o nome do filme original)

Ele tinha que fazer um herdeiro de um magnata se desfazer do império do pai.

Os interessados no império já tinham tentado de tudo.

Fizeram as propostas mais incríveis e absurdas, mas o hedeiro não queria se desfazer da empresa de seu pai de jeito nenhum.

Era aí onde entrava DiCaprio.

Mas seu trabalho não era convencer o herdeiro a vender seu império.

Seu trabalho era fazer o herdeiro querer se desfazer do império.

E pra isso DiCaprio tinha que plantar essa ideia na mente do sujeito.

Inslusive, sobre plantar ideias ele fala numa cena:

“Qual é o parasita mais resistente?
Uma bactéria?
Um vírus?
Um verme intestinal?
Uma ideia.
Resiliente. Altamente contagiosa.
Uma vez que uma ideia se aposse do cérebro, é quase impossível erradicá-la.
Uma ideia que esteja totalmente formada, totalmente compreendida, fica na mente em algum lugar.”

E só pra deixar claro, isso não tem naaaaada a ver com big idea dos gurus.

Tem a ver com o que é mostrado no filme:

Com criar o ambiente perfeito pra que a pessoa do outro lado tenha a ideia, e assim a vontade de querer sua solução.

Em outras palavras:

É fazer com que as próprias pessoas se convençam – ao invés de você convencê-las.

Percebe a diferença?

Claro que no fundo é você quem está plantando ideias que influenciam tudo isso.

Mas para as pessoas, elas estão se convencendo disso.

É um tipo de influência mais sutil… subliminar. E por isso, mais poderosa que qualquer outro tipo de influência (só perde pra um revólver apontado pra cabeça).

É o tipo de influência que eu uso em você todos os dias 🙂

Já percebeu que ao invés de surfar nos hypes do momento eu estou sempre numa direção diferente?

Enquanto tá todo mundo por aí arrotando IA, prompts, lançamentos, redes sociais, mais, mais e mais… Eu estou vendendo emails, criação de demanda, estratégia, inteligência natural??

A maioria das pessoas que chegam até mim têm certeza que o email está morto… mas quando percebem estão adquirindo meus cursos sobre email, e trabalhando com emails 🙂

Como isso é possível?

Inception.

Todos os dias eu planto uma ideia em sua mente.

Não “big ideas”…

Mas pequenas ideias.

Que crescem e se espalham por sua mente.

Sem que você se sinta “influenciado”, mas sim que está tendo um insight todos os dias 🙂

Inserção de ideias é apenas um dos tópicos que vou falar no workshop de persuasão avançada da próxima semana.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Sou o Robin Hood do Marketcheng??

Se você está lendo esse email…

É porque meu bolão da mega da virada deu errado 🙁

O que é uma pena, pois eu iria presentear todos os meus leitores com todos os meus cursos…

Mas tudo bem, pois meus leitores, e especialmente meus clientes… sempre são presentados.

Como?

Se você já adquiriu algum produto meu, deve ter percebido que o conhecimento que eu compartilho você não encontra por aí.

Você não encontra nem mesmo nas mentorias super caras dos super gurus (até porque normalmente essas mentorias não ensinam nada, eles cobram só pra você estar perto deles e talvez tirar uma foto).

Enfim.

Mas voltando aos presentes…

O que acontece é o seguinte:

A razão pra meus produtos serem tão bons (sem falsa modéstia aqui)… e meus clientes serem presenteados… é porque eu atuo como um Robin Hood do Marketcheng.

Eu desbravo o mundo inteiro em busca do conhecimento mais rico (em sabedoria de negócios), pra trazer pro meu público.

A única diferença é que eu não roubo (como Robin Hood fazia).

Na verdade eu pago caro.

Em dólar.

E repasso esse conhecimento em meus produtos – por uma fração do que me custou.

Mas enfim.

Por que estou lhe dizendo isso?

Primeiro pra você saber que quando aprende comigo, você também
está aprendendo com algumas das maiores mentes de marketcheng e copy do mundo.

E segundo pra dizer que na próxima semana vou fazer um workshop ao vivo sobre técnicas e estratégias avançadas de persuasão.

E assim como tudo que faço, nós vamos falar sobre práticas que ninguém ensina por aí.

Você não vai me ver falar sobre big idea, sexy tanga, deep copy, gatilhos dementais, PNL, Neuromarketcheng, nem nenhuma dessas coisas.

Não curto isso.

Eu acredito que se você age de uma maneira que parece com um vendedor tradicional – você perdeu.

Prefiro uma abordagem mais elegante, mais verdadeira, mais humana e, em muitos casos, mais divertida.

É assim que eu vendo produtos de alto ticket usando apenas emails, 1 google docs e nada mais.

E é sobre isso que vou falar nesse workshop.

Mais detalhes nos próximos emails.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Como influenciar sem ser “influencer”

Ai ai…

Seu amigo, mais uma vez, cai nas desgraças de alguma alergia…

E agora só vai na fé mesmo (já que o anti-alérgico que era anti-anti-alérgico-permitido-pra-um-alergico-tomar foi pior do que os remédios proibidos)

Mas tá tudo bem 🥴

Enfim.

Dando continuidade à nossa vida…

Meu último email teve muitas respostas, então tudo indica que nosso workshop avançado de persuasão vai rolar sim 🙂

E por falar em respostas, olha só essa aqui:

===

Mas é claro Brunão.

Depois do Campowriter, da qualidade do conteúdo e das ferramentas que cê entrega,

Nóis tem interesse em quarquer coisa que ocê cria.

===

E ela veio de uma pessoa que caiu em meu blog, viu o que compartilho… e imediatamente adquiriu 3 treinamentos meus de uma vez só… e depois veio elogiar o que, segundo ele, é um conteúdo fora da curva… e depois veio comprar mais treinamentos… e agora vai estar no workshop…

Enfim.

Tudo isso sem ele nunca ter visto vídeos de conteúdo meu, nem minha cara, nem meu carro ou minhas viagens no instagram, nem participado de um lançamento – nem nada além de puros emails (que estavam no blog).

Pois é.

Casos como esse não são excecão aqui em Brunolândia.

Pelo contrário, são comuns.

Como isso é possível pra alguém como eu que ajo de maneira oposta dos “influencers” e dos gurus?

A resposta está na maneira estratégica que eu faço meu marketcheg e minhas copys.

Depois de muitos anos nessa estrada, eu aprendi que todo aquele circo que os influenciadores fazem funciona sim, influencia pessoas sim… porém… não é a única maneira – e nem é a melhor.

Não é a melhor tanto pro influenciador (que vira escavo das redes fossiais, vive lutando com o burnout, expõe sua vida pessoal, entre outros) e não é bom pra quem comsome esse tipo de coisa (que fica comparando sua vida com mentiras, que perde a produtividade, que tenta imitar os outros, enfim).

Mas a principal razão pela qual essa não é a melhor maneira de influenciar pessoas, é por que essa é uma influência direta.

É como aquele cara que está afim de uma mulher e fica o tempo todo “em cima”, demonstrando claramente suas intenções, de novo, de novo e de novo.

Como disse, funciona.

Mas eu prefiro a influencia mais sutil, onde ao invés de ficar se empurrando pro outro, você age com elegância de uma maneira que atrai as pessoas.

(estou usando exemplo de sedução porque… marketcheng é sedução, caramba)

Mas percebe a diferença?

Se empurrar X Atrair pessoas?

Mas pra ser capaz de atrair as pessoas e sutilmente vender seus produtos ou serviços de baixo, médio e até alto ticket…

Você precisa agir de maneira diferente.

Diferente dos influencers…

Diferente dos gurus…

Diferente dos jargões e expressões de copy…

Diferentes das estruturas que usam por aí…

E é justamente essa maneira diferente de persuadir e influenciar que eu vou ensinar em detalhes no meu Workshop avançado que deve rolar no início de janeiro.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Fechou cliente de copy com o Arsenal

00:01

Isabella está dormindo no berço ao lado.

Meu celular recebe uma notificação de email.

“Ploc”

— Quem pode ser uma hora dessas?? Coisa boa não deve ser, vou deixar pra amanhã.

E hoje de manhã fui ver a mensagem….

Que pra minha surpresa, não era notícia ruim.

Pelo contrário.

Era uma notícia excelente, do tipo que eu gosto de receber todos os dias.

Aqui está o email pra você ver com seus próprios olhos:

===

ESTOU FELIZ PRA CARALHO!!!!!

Boa noite Xará,

Como é que tá?

Espero e desejo que esteja tudo excelente tanto com você, quanto sua família.

Seguinte…

CARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALHO!

Usei o e-mail de prospecção (adaptado para whatsapp em texto e voz) e o resultado…

Hoje tive uma reunião via vídeo, apresentei “o plano” e disse que precisaria de 30 dias pelo menos para gerar um resultado “aceitável” a custo zero.

O cliente topou e fechou comigo esses 30 dias de teste.

O que gerar de resultado, será como diz no tropa de elite fifty / fifty.

Se der bom, a gente continua na caminhada.

Se der ruim, foi aprendizado.

===

Parabéns ao nosso amigo, que não apenas colocou em prática o que adquiriu, como ainda adaptou à sua realidade.

Uma salva de palmas pra ele 🙂

Agora…

O email que ele usou pra conseguir o cliente faz parte da campanha de prospecção que está no Arsenal de Emails.

Eu disse que esse arsenal está incrível, não disse?

Tem campanhas pra você conseguir clientes, realizar o trabalho pro cliente, gerar grandes resultados pro cliente e ser feliz pra sempre até que a morte os separe.

Enfim.

Se você perdeu a chance de ter esse Arsenal (na semana passada), você ainda pode adquiri-lo hoje, pelo mesmo preço ridículo (comparado ao valor).

Porém…

Você só não vai levar a Rainmaker 3 como bônus. Todo o resto do arsenal está disponível (incluindo a campanha pra conseguir clientes).

Aproveite esse momento de transição, onde as empresas e experts querem começar o ano novo com tudo, e jogue duro (como nosso amigo acima).

Adquira seu Arsenal de emails aqui:
https://docs.google.com/document/d/11bhFb2xJHiV0kbcnfpMq-lLhjI5h99QZSqgMxRKNlrY/edit?usp=sharing

Ou cale-se para sempre 🙂