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 Vender assim é tão simples, que é ridículo

Um simples spray de própolis, pra garganta…

Foi o suficiente pra desencadear uma reação alérgica por todo meu corpo.

Massa!

Uma aluna até me recomendou um pessoal (que é cliente dela) que trabalha com cura através das plantas, o que eu acho super legal…

Mas o cara já começou dizendo que eu tinha que cair no picão preto.

Você não leu errado.

É picão preto mesmo.

Aí fica a pergunta:

Morrer… ou viver em desgosto?

Ou pior… vai que eu descubro uma nova paixão??

De qualquer forma, minha situação é delicada (acho que não foi a melhor palavra pra se usar nesse momento).

E eu preciso fazer algo antes que seja tarde demais.

Mais sobre isso nos próximos emails.

Porque agora vamos falar sobre:

A Grande Revolução do Mercado Digital

Lembra que o guru supremo fez uma porrada de anúncios sobre a super revolução do mercado, e a nova fórmula, e zás, zás…

E a tal revolução não apenas não aconteceu, como aparentemente a campanha deu tão ruim que ele voltou a fazer o que fazia antes.

💩

Ok, fim do plantão guruzístico.

Agora voltamos à nossa programação normal.

Ontem eu estava tão mal que mal consegui escrever o email direito.

E hoje… eu continuo mal… mas um pouco menos mal, o sufuciente pra escrever um pouco melhor. E por isso quero continuar a falar sobre o processo de ontem.

O Processo de Converter Big Ticket
Com Apenas 3 Emails

É algo tão simples…

Que chega a ser ridículo.

Na verdade, é TÃO SIMPLES… que tem gente que não faz por acreditar que não tem como funcionar.

“Como os eggsperts dizem por aí que converter big ticket voc6e precisa criar armadilhas, precisa de webinário, de formulário, e principalmente, de uma ligação… e você vem pra cá com essa ideia de fechar em 3 emails? Tá tirando com a minha cara?”

É muito fácil pensar assim… quando você ainda não amadureceu sua visão sobre marketcheng e vendas. Pois você acredita que a venda depende de impressionar o outro, e mostrar o quanto você é foda, e fazer truques, e várias outras coisas que, na verdade, não importam pra venda acontecer.

Então, pra esclarecer isso… a conversão no mundo digital depende dos mesmos fatores que no mundo físico.

No mundo físico, você com certeza já foi comprar algo, até mesmo de alto valor como geladeira, cama, carro, casa, enfim… e fez a compra lá na hora, com uma pessoa desconhecida – e essa pessoa não precisou fazer você assistir um vídeo, nem mostrar como ela é foda, nem mostrar prints do sucesso dela, enfim.

Não…

O que é necessário?

1- Confiança

Você precisou se sentir seguro quanto ao negócio e onde você estava se metendo.

2- Relacionamento

Mesmo que curto, mas o relacionamento que você construiu com o atendente/vendedor influencia muito em sua decisão

3- Uma boa 0ferta

Você se sentiu seguro, gostou da pessoa, foi bem atendido, e no fim ele fez uma proposta única, incrível e que se encaixava perfeitamente em sua situação ideal…

Aí você foi lá e passou o cartão.

Claro que no mundo físico você vai numa loja ou empresa, o que contribui bastante pro primeiro fator. Além do fato de você estar conversando cara a cara com uma pessoa de verdade (a qual você pode ir lá e voar no pescoço se algo der errado depois).

Mas os mesmos princípios se aplicam no digital.

Aí vem o segundo ponto:

Fechar o Cliente
Com Apenas 3 Emails

Como disse ontem, muitas vezes você vai precisar enviar mais emails, pra responder dúvidas ou contornar objeções.

E mais importante:

Não são 3 emails de copiar e colar e sair pro abraço.

São 3 emails simples… mas criados estrategicamente pra converter seu público.

Por exemplo:

O primeiro email, de 9 palavras, é tão simples que ontem até me perguntaram se isso era um funil, he he.

Não, é literalmente um email com 9 palavras (muitas vezes até menos), que faz uma pergunta chave.

E aí onde começa a brincadeira:

Você Precisa Começar
Fazendo A Pergunta Certa

Porque todo o restante do fechamento do cliente… vai depender de como você iniciou a conversa com ele.

O mesmo vale pro segundo email que você envia.

E o mesmo vale pro terceiro email.

Em resumo:

É um processo altamente simples.

Mas ao mesmo tempo altamente estratégico.

Mas por ser tão simples, nós temos uma tendência a complicar… e isso atrapalha os resultados.

Então claro que você vai precisar enviar alguns emails e refinar seu processo até ficar redondinho.

Não existe mágica no marketcheng, pelo amor de Deus.

Mas uma vez que você refine seu processo, aí sim é só copiar e colar, copiar e colar e ver a quase-mágica acontecer todos os dias diante de seus olhos.

Ainda sobre esse processo…

Ele não serve só pra Big Ticket, nem só pra produtos digitais.

Ele é usado pra vender desde serviços, até imóveis, iates, máquinas agrícolas e produtos de médio ticket.

É a maneira mais fácil de fazer vendas com uma lista de emails, sem precisar de NADA.

Zero páginas, zero vídeo, zero lançamento, zero live, zero ligação, zero ostentação nas redes fossiais.

100% emails.

E esse processo de conversão é somente uma das estratégias que vou ensinar no novo treinamento que estou produzindo e vai ao ar nos próximos dias.

Esse treinamento não vai revolucionar o mercado digital… mas com certeza vai revolucionar as vidas daqueles que o seguirem à risca.

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Como fechar alto ticket com 3 emails

Imagine você enviar um email de 9 palavras pra lista…

E obter respostas de algumas pessoas.

Então você envia um segundo email (de qualificação), pra quem respondeu o primeiro… e obtem mais respostas dessas pessoas.

Aí você envia um terceiro email, oferecendo um produto de big ticket, e fecha a venda ali mesmo, no email.

Sem ligação. Sem reunião. Sem lançamento. Sem live. Sem nada além de emails.

Sempre acontece em apenas 3 emails?

Não. Muitas vezes você vai precisar trocar mais alguns emails com as pessoas, pra responder dúvidas específicas ou contornar uma objeção… mas toda a venda é fechada ali por email.

Esse é o simples processo que eu e alguns clientes usamos pra fechar big ticket (acima de 5k).

Algumas empresas americanas fecharam seu setor inteiro de vendedores diretos (aqueles que ficam no telefone enchendo o saco), e contratando pessoas específicas pra ficarem enviando emails e fechando vendas assim.

É mais simples, mais barato, mais eficaz e mais fácil pra todos os lados.

E diferente dos gurus revolucionários 10x-tangas-deep-santatartaruga que copiam as coisas lá de fora e lançam como se fosse criação deles, porque eles são os fodões, esse não é um processo criado pro mim. É algo usado há muitos anos por alguns americanos, que eu paguei uma boa grana pra aprender, e agora vou lhe ensinar em meu novo treinamento que está prestes a sair (junto com a doença de meu corpo).

Se você acredita que essa habilidade pode abrir portas, criar boas oportunidades, e colocar mais grana em seu bolso… você está certo.

E se você acredita que ela também pode ajudar a criar ou crescer seu próprio negócio… você está mais certo ainda.

E é por essas e outras que eu acredito que você vai adorar o que estou preparando por aqui 🙂

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Alex Hormozi fez merda e… seguiu meus conselhos?

Não sei se você viu meu email de ontem…

Mas Isabella adoeceu e eu tive uma alergia (provavelmente a formiga) e por isso o novo treinamento não vai sair hoje.

Era isso 🙂

Boa noite… e boa sorte–

Espere!

Acabamos de receber um aviso importante aqui no ponto.

Só um minuto enquanto confirmo com o diretor (que sou eu mesmo).

Sim, isso mesmo.

  • música do plantão da globo *

“Acabamos de receber a notícia de que Alex Hormozi, um dos marketeiros mais badalados do momento… assumiu que fez merda e… vai seguir o caminho do email?”

Que estranho, não?

Embora os livros dele sejam muito bons, eu não sou muito fã do cara.

Pelo menos, até aqui eu nunca soube de nada errado dele (e ele também não tentou se aproveitar da tragédia no sul pra se beneficiar de alguma forma).

O fato é que ele é um dos gurus mais badalados do momento no mundo digital.

Mas há alguns dias ele disse que depois de produzir mais de 35 mil peças de conteúdo em 3 anos, ele está fazendo mudanças.

Que mudanças foram essas?

1- Parar de falar sobre vários temas – o que, segundo ele, trouxe muitos seguidores e curtidas, mas não trouxe as pessoas certas pro negócio dele

2- Fazer apenas conteúdos mais longos, voltado exclusivamente pra empreendedores

3- E vai começar a enviar emails com frequência

Hummmmmmm

Por que você acha que ele tomou essa decisão?

Será que nosso amigo bateu com os halteres na cabeça e ficou louco??

Ou será que as coisas não estavam do jeito que queria, então ele olhou pra trás e percebeu que passou 3 anos trabalhando duro pra trazer as pessoas erradas – sendo que 50% do sucesso de todo e qualquer negócio depende de atrair as pessoas certas?

Será também que ele viu que altas visualizações e curtidas nem sempre se transformam em altas vendas?

E será que ele sentiu que essa galera das redes fossiais e as próprias redes são mais “badalação” do que conversão – e por isso voltou pro email?

Não sei.

Só sei que ele tomou sábias decisões que vão impactar diretamente nos números dele.

Provavelmente ele vai falar sobre isso em breve.

E ele está escrevendo um novo livro, que acredito eu, vai ser ou envolver muito sobre email e comunicação/mensagem/copy.

Enfim.

A boa notícia é que você não precisa trabalhar duro por 3 anos produzindo conteúdo pra depois perceber que o caminho do email era a melhor opção desde o início.

Você pode pular toda essa parte de muito trabalho pra pouco retorno, e ir direto pro caminho oposto, de ter muito retorno com o simples trabalho de escrever alguns emails.

E isso pode ser feito tanto pro seu próprio negócio quanto para o de seus clientes (se você for copywriter).

Estou falando da rara e preciosa habilidade de fazer conversões por email – algo que vou ensinar nesse novo treinamento que sai essa semana (nem me olhe com essa cara, sai essa semana sim).

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O melhor modelo de negócio do mundo

Enquanto a bebê segue melhorando…

Os pais aqui seguem piorando.

Hoje foi difícil sair da cama, e se não fosse por Isabella a gente com certeza ainda estaria lá.

De fato, eu só sentei aqui no computador agora, 12:24, pra escrever meu email e voltar pro sofá.

Mas faz parte.

A parte boa é que hoje eu posso fazer isso.

Posso escolher quando, como, e com quem vou trabalhar.

E não tem sensação melhor que isso.

Porém, eu não sou herdeiro nem nasci em berço de ouro.

O que me permite estar nessa posição hoje foi o modelo de negócio que escolhi seguir.

Pra mim, esse é o melhor modelo do mundo.

E veja: Não importa se você é empreendedor ou freelancer, o modelo de negócio é a base do seu sucesso… ou fracasso.

Inclusive, se você não leu meu email de ontem sobre isso, leia aqui. Ele abriu a mente de muitas pessoas sobre isso.

Imagine se eu fosse influencer digital… e ficasse doente como estou. Eu teria que parar de postar, ou reduzir bastante a quantidade… o que iria prejudicar o algoritmo que já é uma bosta, e isso poderia me atrapalhar muito.

De fato, provavelmente a maioria dos influenciadores no meu lugar não iam parar. Eles iam se entupir de remédios, energéticos e qualquer coisa que os deixassem de pé, maquiar o rosto e correr pra frente das câmeras pra continuar o trabalho que não pode parar nunca.

Ou imagine se eu seguisse a boiada digital brasileira e fizesse lançamentos… e no meio do lançamento eu ficasse doente como estou?

Ferrou.

Ou eu me entupia de remédios (o que no meu caso ia literalmente me matar) ou todo o lançamento ia por água abaixo – e junto com ele 2 meses de trabalho, investimento em tráfego, equipe, enfim. Tem muitos negócios por aí que quebram se um lançamento der errado.

Outro caso:

E se eu ainda trabalhasse como copywriter normal… e tivesse que escrever trocentas copys todos os dias, sob pressão, com tudo pra ontem?

E se eu tivesse várias reuniões pra participar… com cara de zumbi, dormindo na mesa? Seria um bom motivo pra me demitir?

Veja:

Se você gosta desses trabalhos e rotinas, maravilha pra você. Eu acho que a gente tem que fazer o que gosta, independente do que os outros pensem.

Mas eu odeio essas coisas.

Horários fixos, reuniões, chefes, colegas de trabalhos malas, farda… Nãããoo.

Eu já nasci rebelde.

Desde pequeno eu odiava ir pra escola.

Quando cresci, essa rebeldia só piorou.

Eu tive empregos tradicionais, em empresa de vigilância, em agência… e eu sempre cheguei atrasado, sempre questionei tudo, e sempre fiz pequenas revoluções por onde passei (o que irritava muita gente).

E eu carreguei essa rebeldia e insatisfação em meu peito por mais de 30 anos.

Ontem mesmo eu estava conversando com alguns clientes sobre isso, e sobre “quando seu futuro se conecta com seu passado”.

Ou seja: Quando você trilha um longo caminho tortuoso e aparentemente sem sentido nenhum… até chegar a um ponto onde tudo se conecta, e você “se descobre” na vida.

No meu caso, eu me “descobri” com esse modelo de vender por email.

Principalmente por que ele me deu liberdade, flexibilidade e opções em vários sentidos.

Por exemplo:

Eu comecei fazendo emails para clientes. Vendendo meus serviços.

Depois usei esse modelo/habilidade pra me tornar sócio de empresas, e passei a ser pago por porcentagem ao invés de ser contratado a valores fixos.

Depois usei o mesmo modelo pra criar minha lista e vender meus próprios produtos.

Se quisesse, eu poderia também criar uma newsletter, colocar pessoas pra criar o conteúdo e eu só gerenciar a coisa. (ou eu mesmo poderia escrever também)

Eu poderia também criar lista e vender produtos de outras empresas ou experts.

Enfim, existem muitas opções.

E eu não estou dizendo isso pra me gabar, mas apenas pra lhe mostar que existem opções na vida, e você não precisa seguir os caminhos que tentam lhe empurrar por aí.

Você não precisa seguir o conselho dos sábios Flávio Augosto e sua mesa redonda, e passar 2 anos trabalhando todos os dias nas redes fosssiais, sem ganhar 1 centavo, pra virar influenciador e ter sua vida controlada pelo instagram.

Nem viver numa correria louca pra fazer 6 em 7 com lançamentos.

Nem criar um podcast pra ficar todos os dias preso numa mesa entrevistando alguém durante anos.

É tudo uma questão de modelo de negócio.

E se quiser seguir o que, na minha opinião e experiência, é o melhor modelo do mundo… então não perca por nada meu próximo treinamento que sai nos próximos dias.

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É mais fácil crescer 10x do que 2x. Veja por quê

Claaaaro que ia acontecer…

Se a bebê está bem doentinha…

Com alguma gripe/virose braba…

É claaaaaro que o papai e a mamãe iam pegar também…

Pra assim, os 3 passarem a noite espirrando e catarrando juntos 🙂

Mas enfim.

Hoje quero falar sobre um conceito que pode mudar sua vida financeira pra sempre (desde que você coloque em prática, é claro).

Aqui está o conceito:

É mais fácil crescer 10x, do que 2x

Ou seja:

É mais difícil dobrar o que você tem… do que ganhar 10 vezes mais.

Por que?

Porque quando a gente coloca uma meta de dobrar a receita, nosso instinto natural nos leva a pensar em como trabalhar 2 ou 3 vezes mais.

Se hoje eu trabalho X e recebo Y. Se eu trabalhar 2X vou receber 2Y, certo?

Certo.

Na teoria.

Porque na prática isso quase sempre não funciona assim.

Veja:

Todo mundo que pensa em crescimento, tem esse desejo porque já atingiu um “teto”. Ou seja: Porque tem uma rotina estabelecida que gera um resultado médio mensal.

Só que essa rotina normalmente já consome todo seu tempo.

E o problema de pensar em dobrar os resultados, é que a gente só pensa em dobrar os esforços. Mas como dobrar os esforços quando você já está fazendo tudo que consegue no tempo que tem?

Mas calma que ainda fica pior

Porque aí entra o pensamento de gerenciamento de tempo, produtividade, de baixar a qualidade de certas coisas, de terceirizar o que não deveria ser terceirizado, de dormir menos, de abrir mão de coisas preciosas da vida por conta do trabalho, enfim.

Por essas e outras que crescer 2x geralmente é mais difícil que 10x.

Porque quando se trata de 2x, a gente sempre pensa em fazer mais do que já fazemos.

Ok.

Então como crescer 10x é mais fácil? Você pergunta.

Primeiro porque quando pensa em crescer 10x, você já pensa diferente.

Você não pensa em fazer 10x mais o que faz hoje porque você sabe que é impossível. Então você já começa a pensar em soluções diferentes… E é aí que se esconde a magia desse conceito.

Pois pra crescer 10x você precisa fazer algo diferente.

E normalmente isso envolve abandonar pelo menos 80% do que você faz hoje (sim, princípio de Pareto também).

Isso é fato.

Se você olhar pra qualquer empresa que teve um grande crescimento num curto período de tempo, vai ver que eles não aumentaram seus esforços 10x… Mas sim, fizeram algo diferente.

E esse diferente, quase sempre envolve um novo produto, uma nova oferta, ou uma nova maneira de trabalhar (modelo de negócio).

Por exemplo:

Um copywriter tradicional, que escreve todas as copys pra um cliente (lançamentos, landing pages, vídeos, posts e tudo mais) e recebe 5k por isso – mas trabalha o mês inteiro, 8, 10 até 12 horas por dia. Como ele vai chegar aos 10k fazendo o que faz hoje? Não dá.

Ok, ele poderia cobrar o dobro e receber 10k? Poderia. Seria algo raro de acontecer. Mas poderia. Mas logo ele vai querer crescer de novo, e quando ele tentar cobrar 20k qual você acha que será a reação do cliente? Pois é.

Agora…

Se ele abandonar 80% do que faz… e focar apenas em monetizar listas de emails – Ele vai trabalhar menos, vai poder atender mais clientes, e até cobrar mais caro por cada cliente – apenas pra escrever emails (é assim que nós campowriters trabalhamos).

Outro exemplo:

Um expert ou empresa que está preso no no ciclo de seca e fartura de lançamentos e quer crescer seu negócio, o que ele faz?

Produz o dobro de conteúdo, faz o dobro de lives, passa o dobro do tempo em redes fossiais e faz o dobro de lançamentos por ano?

Vamos supor que de alguma maneira ele consiga fazer tudo isso e consiga dobrar seu negócio.

Como ele dobra novamente dessa forma?

Percebe como 2x costuma ser sempre mais difícil?

Por outro lado…

Se ele mudasse o modelo de negócio e focasse apenas em criar lista, converter leads em clientes, e converter os clientes em alto ticket – tudo usando apenas emails – ele teria uma vida mais fácil, faria mais vendas e colocaria bem mais grana no bolso (pois as margens de lançamentos são baixas e as de emails são as mais altas do meio digital).

Em resumo:

Na maioria das vezes, pra você conseguir realizar mais, você não deve fazer mais.

Você deve encontrar maneiras diferentes que produzem maiores resultados com menos esforço envolvido.

E quando se trata de negócios digitais, não existe nada que converta mais, com menos esforço – do que vender por emails.

Essa é uma habilidade rara.

Algo que, como disse no início, pode mudar pra sempre sua vida financeira como já mudou a de centenas de meus clientes.

E é essa habilidade que vou ensinar em meu novo treinamento que sai nos próximos dias.

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Quase virei o Homem-Formiga

Isabela piorou.

Muito.

Ao ponto de precisar ir pra urgência.

Isso significa que os últimos 2 dias (e especialmente noites) foram bem tensos e agitados por aqui.

Primeiro porque a doença evoluiu muito rápido (é algum tipo de gripe ou doença respiratória). Foi a primeira vez que ela teve algo assim.

Segundo porque isso fez ela tomar remédios que nunca tomou antes – e como o papai aqui é alérgico até a anti-alérgicos (não é piada, é verdade) – é sempre uma tensão quando a bebê toma um remédio novo.

Pior ainda quando tem que tomar 2 ou 3 novos remédios, com intervalo de poucas horas.

Mas graças a Deus (e aos médicos, e à medicina moderna, e à mamãe dedicada que ela tem) a sapequinha está começando a melhorar hoje.

E como se não bastase…

Ontem eu acordei, ou melhor, amanheci o dia com uma coceira em 2 lugares na barriga.

Coçava. Coçava. Coçava.

Até que quando fui tomar banho e vi aquele corpo escultural no espelho (também não é piada, é verdade) percebi que tinha umas manchas vermelhas.

Ops…

Meu “sentido de alérgico” disparou logo.

Quando olhei melhor, vi que os lugares que coçavam estavam inchados como se eu tivesse levado 2 picadas de abelha… E… as manchas vermelhas estavam se espalhando por meus braços atléticos, por minhas pernas torneadas, e por todo o corpo (pare de me imaginar nu, . Não pega bem).

Comecei a pensar o que poderia ter sido.

Aparentemente fui picado por algo.

Provavelmente por formigas?? Não vi nenhum outro inseto pelo quarto.

Mas o pior era:

Corpo vermelho… inchando…estava eu me transformando no Homem-Formiga??

Espere… mas o Homem-Formiga não foi picado por uma formiga radioativa.

Sendo assim… eu apenas descobri que também sou oficialmente alérgico a formigas.

Mas uma pra lista.

E embora eu não tenha ganho os poderes do Homem-Formiga, se continuar descobrindo novas alergias assim, em pouco tempo eu terei que andar por aí com um traje de proteção parecido com o do super-heroi.

Enfim.

Tudo isso era apenas pra lhe atualizar…

E dizer que, obviamente, o novo treinamento não vai ao ar amanhã (o que talvez você já esperasse??).

Mas o que realmente importa é que a bebê está melhorando e eu também 🙂

Além disso…

Esse tempo a mais me deu mais insights pra deixar o treinamento ainda melhor.

Então, como sempre, vai valer a pena.

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Como ele cagou o processo de vendas, tomou um “Não” na cara… mas reverteu isso e fechou o cliente a 5k

Chegay 🙂

Estamos de volta.

E se não fosse pelo fato de Isabella ter ficado doentinha… a viagem teria sido perfeita.

Mas a verdade é que nada na vida é perfeito, e precisamos saber lidar e esperar por isso (fica aí a primeira grande lição de hoje).

De qualquer forma, enquanto estava fora eu tive saudade de escrever meus emails…

E de jogar beach tênis, he he.

O que começou sem pretensão nenhuma, virou um compromisso sério semanal do meu bando de amigos.

E é interessante observar nossa evolução.

Na primeira partida foi tudo no instinto.

Mas agora já sai uma jogadas legais, uns saques mais fortes, uns rallys mais emocionantes…

Mas nosso jogo continua bem gay.

Sério.

Não sei por que, mas ainda fazemos uns movimentos meio suspeitos quando batemos na bola… parecendo até o balé de Bolshoi ás vezes.

Agora, uma coisa interessante, é quando alguém acerta uma bola tão incrível e indefensável… que a gente até já comemora o ponto… mas aí o adversário faz um movimento “impossível”, salva a bola, e ainda faz o ponto na gente.

Essas reviravoltas loucas acontecem muito lá no Beach Tênis.

Você acha que está tudo perdido, mas vai lá e mete as caras… e vira a situação ao seu favor.

Mas sabe onde essas reviravoltas não acontecem com fequência?

No mundo do marketcheng.

Aqui, quando a campanha dá ruim, dá ruim mesmo e está tudo perdido.

“Colocamos uma grana nesse lançamento mas o retorno foi muito ruim e não sabemos o que fazer agora.”

Já ouvi essa mesma frase ser dita de centenas de maneiras diferentes.

E quando você vive de lançamentos (e outras super estratégias guruzísticas), esse é o normal.

É sempre: Tudo ou nada.

Bum Bum Ciao (como em La casa de papel)

Não existe amanhã.

Ou converte agora… ou é um fracasso.

Mas aqui no mundo do email a coisa é diferente.

Por aqui é comum salvar campanhas aparentemente “desastrosas”.

Recentemente eu compartilhei 2 casos incríveis sobre isso.

(Você pode ler sobre o primeiro aqui. E sobre o segundo aqui.)

E semana passada mais um caso desses aconteceu.

Um cliente me mandou mensagem dizendo que tinha acabado de fechar um cliente de 5k.

Eu elogiei e perguntei mais detalhes, pra entender melhor o contexto.

Foi então que ele me disse que esse cliente foi de uma prospecção direta que ele fez mês passado… que ele foi lá pessoalmente fazer a reunião… mas aí, nas palavras dele: “Eu caguei todo o processo de vendas e ela não fechou”.

Que merda, hein?

Sem contar que é muito fácil desistir do cliente… depois de levar um NÃO na cara, olhando no olho.

Mas como eu disse, aqui no mundo do email é diferente.

Ele ignorou isso e, como o não-cliente estava na lista de emails dele, ele simplesmente continuou com o processo de enviar emails da maneira que eu recomendo.

Eis que 1 mês depois, aquela mesma pessoa que disse não… disse que estava tão encantada com os emails dele que queria conversar de novo…

E nessa nova conversa ele fechou uma mentoria de 5k.

Bão demais, hein? 🙂

Mas nada disso aconteceu por acaso.

Existe toda uma estratégia por trás… Uma filosofia… e uma maneira diferente de enviar emails.

Enfim.

Sakvar campanhas desastrosas é somente uma das várias estratégias que vou ensinar em meu novo treinamento sobre conversão avançada por email.

Pois é.

Você também vai ver como orquestrar seu processo de vendas… pra evitar ao máximo que suas campanhas sejam um desastre.

Vai ver como converter alto ticket usando apenas emails (de uma maneira tão simples que é até difícil acreditar).

Vai ver como cultivar sua própria plantação de clientes de alto valor.

E outras coisitas más.

Anote aí.

A previsão pra esse novo treinamento ir ao ar é segunda-feira, dia 06 de maio.

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O que realmente importa na vida

Voltaremos de viagem amanhã…

E à nossa programação normal 🙂

Mas como hoje é feriado, e está tudo meio parado por aqui, e só vamos sair de tarde…

Resolvi escrever um pouquinho.

Sinto falta disso.

E por falar em sentir falta…

Estamos viajando em bando.

Eu, Priscilla, Isabella e minha cunhada.

E enquanto nós 3 estamos aproveitando cada momento ao máximo, minha cunhada está sempre sentindo saudade do marido e dos cachorros (que não puderam vir dessa vez).

Não é que ela esteja chorando pelos cantos. Ela está se divertindo muito também.

Mas ela sabe que seria ainda melhor se estivesse com a família toda completa.

(assim como nós também queríamos que nossos cachorrinhos estivessem aqui)

Mas meu ponto é que:

É muito bom viajar, conhecer novos lugares, experimentar novos sabores, comprar coisas… mas tudo isso só nos leva até um certo grau de felicidade… e esse grau é muito baixo.

Todas essas coisas são incríveis… mas nenhuma delas preenche a alma e proporciona felicidade no mesmo nível que estar com as pessoas que você ama.

O problema é que a gente demora pra entender esse lado da vida.

Muita gente só entende na velhice…

Outros vão morrer sem nunca entender (tipo meu pai??).

A verdadeira riqueza não é ter coisas.

Não é ter carros, mansões, iates, jatinhos e roupas caras.

Tudo isso só traz conforto. E conforto pro corpo, nem sequer pra alma.

A verdadeira riqueza é estar com quem você ama.

Estar no momento presente, aproveitando cada segundo que nunca mais se repetirá.

Estar na sala com sua mãe, chupando laranja e assistindo sessão da tarde.

Estar no quarto com seu bebê, enquanto ele tenta ficar em pé todo desajeitado.

Estar com seu avô, ouvindo as histórias antigas dele.

Estar com sua avó, jogando dominó e deixando ela ganhar todas.

Estar com sua esposa, comendo cuscuz e tomando café, enquanto conversa olhando nos olhos.

Estar com os amigos, jogando Catan (um jogo de tabuleiro).

São essas coisas que preenchem a alma e trazem felicidade verdadeira… mas que são tão simples, que é muito fácil esquecer de valoriza-las todos os dias.

E pra mim, precisamos ter um trabalho que nos proporcione isso… e não abrir mão de tudo isso pra poder trabalhar.

Claro que não é fácil.

E é até impossível pra maioria das pessoas “normais”.

Mas pra quem já descobriu esse maravilhoso mundo digital, é só uma questão de seguir o modelo de negócio certo.

Fugir de lançamentos, redes fossiais e outras escravidões modernas, e focar apenas em construir lista de emails, e converte-la em clientes.

2 passos pro paraíso.

No mês passado eu lancei um treinamento monstruoso sobre o primeiro passo (construção de lista).

E segunda-feira (anote aí), dia 06/05, vou lançar outro treinamento “chibata”, dessa vez sobre o passo 2: Conversão por email.

Você não precisa de um pra fazer o outro.

Mas com os 2 juntos, você terá tudo que precisa pra construir o verdadeiro negócio digital dos sonhos, e o estilo de vida “trabalhe 1 email por dia” (ou menos, quando você viajar).

Eu levei cerca de 8 anos pra chegar nesse modelo, entendê-lo à fundo e conseguir colocá-lo em prática.

Principalmente porque você conta nos dedos de uma mão, a quantidade de pessoas que ensinam e vivem isso no mundo.

Então pode até não parecer, mas você é previlegiado por poder ter acesso a todo esse conhecimento de bandeja (e pelo preço que será).

Enfim.

Se você também quer fazer seus 6 ou até 7 dígitos, trabalhando poucas horas por semana, num negócio alinhado com seus valores, que lhe permita estar com quem ama todos os dias…

Então você vai adorar o que estou preparando.

Segunda-feira é o dia.

É isso. Vamos almoçar que a fome bateu e a bebê acordou 🙂

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Seu trabalho suporta ou consome sua vida?

Estamos viajando.

Foi a primeira viagem mais longa de Isabella e nossa bebê se saiu muito bem no percurso…

Mas assim que chegamos, ela acordou… e só conseguimos fazê-la voltar a dormir quase 2h da manhã.

E 5:30 da manhã a bebê já estava de pé, com a energia de um reator nuclear 🙂

É cansativo, mas pelo menos ela nos força a sermos mais ativos e aproveitar mais a vida.

E por falar em vida, fomos com minha cunhada na clínica de fertilização e levamos Isabella com a gente.

Confesso que fiquei meio em dúvida de levar um bebê pra um lugar cheio de casais lutando sofridamente pra ter um bebê… mas no fim Isabella virou a atração do lugar.

Todo mundo que passava vinha mexer com a bebê (isso quando ela não mexia com as pessoas antes) – inclusive os casais que sonhavam em ter filhos. E foi muito legal ver nos olhos deles a admiração por uma criança e, sei lá, parecia que ver Isabella dava uma motivação maior pra eles seguirem em frente na batalha da fertilização.

Você provavelmente nunca foi numa clínica dessa, mas o clima lá é meio tenso.

Em geral são pessoas ansiosas por resultados positivos de exames… que quase sempre são negativos ou insatisfatórios.

E no meio de todo aquele silêncio fúnebre… chega Isabella com seus gritos safados e gargalhadas gostosas que ecoavam por toda a clínica, ao ponto de algumas enfermeiras saírem de suas salas pra ver o que estava acontecendo.

Foi divertido 🙂

E no tempo que passamos lá, não tive como não observar algumas pessoas que queriam ser pais/mães… mas não conseguiam descansar 1 minuto sequer do trabalho.

Tinha uma mulher lá que ficava com o celular grudado no ouvido, falando com várias pessoas, e pra lá e pra cá com um notebook no colo procurando uma tomada pra carregar a bateria.

Um outro pai lá estava simplesmente fazendo uma call em vídeo… dentro da clínica… enquanto sua mulher estava lá na sala da médica fazendo o que veio fazer.

Enfim.

Eu entendo que todo mundo tem que trabalhar, e eles poderiam estar passando por momentos específicos, mas… o que mais tenho visto ultimamente são pessoas escravas do próprio trabalho – que vivem pra trabalhar, ao invés de trabalhar pra viver.

Eu acredito que o trabalho deve ser algo que suporte nosso estilo de vida, e não que consome ele.

Veja:

Na época de meus avós, e até de meus pais, o mundo era outro. Era um mundo de escassez, de trabalho braçal, de empregos formais.

Não existiam muitas opções.

Mas o mundo mudou.

Há muito tempo.

Então a menos que você viva num país infeliz como Cuba, Coreia do Norte, Afeganistão ou outros lugares que ainda vivem sob condições restritas… você tem escolhas.

Especialmente você que está lendo isso, e conhece as maravilhas que a internet pode proporcionar.

Você pode escolher como quer viver.

É mais uma questão de acreditar, ter coragem e atitude, do que qualquer outra coisa.

Eu sei, eu sei. Você não pode jogar tudo pro alto.

Mas não precisa disso.

E eu também entendo que sua vida não é fácil, e você tem responsabilidades e tudo mais…

Mas ainda assim, você tem escolhas.

“Mas Bruno, eu não tenho tempo.”

Claro que tem, você está vivo.

Quem não tem tempo está morto.

Já colocou um app pra medir quanto tempo você passa no celular por dia? Garanto que você vai se impressionar… e descobrir que tem tempo sim.

1 hora por dia já dá pra fazer muita coisa.

Não dá pra fazer nada se você quiser seguir os modelos de escravidão digital que ensinam por aí, de fazer lançamentos, redes fossiais ou produzir conteúdo.

Mas se você pular fora dessa armadilha e basear seu negócio no bom e velho email, 1 hora por dia é suficiente pra você fazer a transição de vida.

Fica ainda mais fácil quando você aprender a converter produtos de baixo, médio e até alto ticket usando apenas emails e nada mais – como vou ensinar em meu novo treinamento.

Essa é uma habilidade siyajin que pode ser usada tanto pra vender seus próprios produtos e serviços (se você for um expert) quanto pra atuar nos negócios dos clientes em troca de uma gorda comissão pelos resultados (ou um valor fixo).

Mas é tudo uma questão de escolhas.

Há alguns anos eu escolhi segui esse caminho, e meu único arrependimento foi não ter feito isso antes.

Mas e você, tá feliz ou quer uma mudança?

E se quiser mudar, tá esperando o que pra começar?

Permissão de alguém pra viver sua vida?

Ou esperando a idade chegar e ser tarde demais?

Pense nisso e, principalmente, aja nisso.

Não desperdice sua vida num trabalho inútil, ou que não suporta seu estilo de vida.

Crie a vida que você quer viver, porque ninguém vai fazer isso por você.

A escolha é sua.

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Artigos Copywriting Email marketing

Menos copy = Mais conversões?

É contraditório.

Mas a mais pura verdade.

Veja:

Conversão é sedução.

Quando você age como um típico copywriter e marketeiro, é como se estivesse agindo como aquele desesperado pra pegar alguém, que sai dando em cima de todo mundo, com aquelas cantadas manjadas (tipo gatilhos dementais) – e isso repele o público-alvo.

Porque ninguém gosta de se relacionar nem fazer negócios com pessoas desesperadas – que aparentemente só querem lhe usar (sexualmente ou comercialmente).

Por outro lado…

Quando você age como alguém interessante, que agrega valor, com personalidade e confiança, com uma boa conversa e talvez até com um pitada de bom humor – você naturalmente se torna uma pessoa atraente.

Ou seja:

Quanto mais você foge da verdade pra ser um copywriter marketeiro que usa táticas de manipulação pra vender – mais convencimento você precisa pra converter (por isso os gurus estão sempre fazendo mais e mais lives, mais conteúdo, mais stories, mais redes, mais salas secretas e outras bizarrices).

Mas quanto mais você seguir sua verdade, sua personalidade, e sua maneira única de fazer as coisas – menos convencimento você precisa, porque o relacionamento acontece de maneira natural, e a conversão vem como consequência.

Essa é a essência do marketcheng que a maioria não entende.

É pela falta disso que tem grande guru por aí sorteando iphone (e anunciando isso) como uma medida desesperada pra que as pessoas assistam seus vídeos.

Pra quem não entende, pode até parecer uma ideia genial…

Mas na verdade é jeguial, porque como disse, venda é sedução – e se você precisa dar um presente caro pra conseguir a atenção do outro… seja nos negócios ou num relacionamento… se você chegou a esse ponto – a pessoa claramente não tem interesse em você e só está ali pelo presente.

E que tipo de cliente/parceiro essa pessoa vai ser?

Se torna um relacionamento tóxico onde um só quer sugar o outro (mas não no bom sentido).

Enquanto isso, eu estou prestes a lançar um novo produto no mercado… e envio um email sobre Palmirinha e culinária… depois outro sobre samurai e espada de madeira… e por fim um sobre os 9 meses de minha bebê??

Cadê a copy dos melhões?

Cadê os gatilhos dementais??

Cadê a antecipação???

Ficou tudo no meu passado, onde eu suava pra convencer as pessoas a comprarem de mim (e de meus clientes).

E veja bem…

Não é que hoje eu seja o fodão e que todas as minhas campanhas são um sucesso.

Isso não existe. Ninguém é assim (nem Gary Halbert era).

Mas hoje, depois de muito suar, apanhar e até literalmente chorar… eu aprendi que a conversão pode ser algo simples e até divertido.

E é essa habilidade que me permite fechar até ofertas de alto ticket usando apenas emails (enquanto tem grande guru por aí dizendo que alto ticket não funciona mais, já que as conversões dele estão lá embaixo – mas isso é assunto pra outro email).

Dito isso…

Se você também quer ter essa habilidade de converter desconhecidos em clientes, usando 100% emails – e zero táticas guruzísticas…

Então não perca meus próximos emails 🙂