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Cliente errado = Fracasso certo

O problema não é comigo.

As pessoas não estão mais indo aos cinemas, e os números estão caindo tanto que Hollywood está preocupado se a sétima arte está chegando ao fim.

Segundo o diretor da Sony Motion Pictures, o problema é o preço dos ingressos.

Além disso, outros eggsperts como ele acreditam que o problema também é a concorrência com os serviços de streaming e até o excesso de propagandas antes dos filmes começarem…

Mas a verdade é que tudo isso não passa de tosqueira, burrice e falta de sabedoria de negócios.

Por que?

Porque o verdadeiro problema não é nada disso.

O verdadeiro problema é que os filmes novos estão ruins (por que estou sendo educado, pois estão uma bosta mesmo).

E se os filmes são ruins, eles podem abaixar o preço, dar pipoca e até dar um jeito de matar o streaming… mas as pessoas não vão pro cinema do mesmo jeito.

Entende meu ponto?

Enquanto eles não entenderem o verdadeiro problema, nunca vão encontrar a verdadeira solução. Vão continuar andando em círculos, gastando com um monte de coisa inúteis, tendo ideias criativas, contratando eggsperts – mas nada vai dar certo enquanto continuarem atacando o problema errado.

É como fazer cirurgia a laser no pé de alguém que tem um tumor no pulmão.

Mas esse fenômeno não acontece só na indústria do cinema.

Acontece em toda parte – inclusive com copywriters.

Veja:

Eu canso de receber pedidos de ajuda de copywriters que chegam até mim dizendo algo como:

“Bruno, cara tem como me ajudar com esse cliente, não sei mais o que fazer. Já tentamos de tudo, já fiz isso, aquilo e aquilo mas não conseguimos fazer mais que x por mês”

Só que o cara me diz isso e pede pra eu olhar as copys dele, porque ele acredita que o problema são as copys.

Aí eu ignoro as copys e faço algumas perguntas simples tipo:

1- Qual o tamanho da lista de emails?
2- Quantos produtos ele tem?
3- Ou qual o tráfego mensal?

E somente com essas respostas o problema já está claro como um sol pra mim. Então eu digo:

“O problema não é com você ou suas copys, pequeno gafanhoto… É COM O CLIENTE ERRADO QUE VOCÊ ESCOLHEU TRABALHAR” e dou um safanão na nuca deles.

Vou explicar:

Normalmente as respostas pras perguntas acima são”:

1- Não tem lista… ou é uma lista pequena com apenas 500 pessoas

ou

2- Só tem um produto mesmo… de baixo ticket.

ou

3- Não sei, mas é muito pouco, ele é pequeno, começou recentemente…

Enfim.

Trabalhar com esse tipo de cliente é como tirar leite de pedra.

O problema é que os copywriters assistem os gurus falando que copywriting é a habilidade dos melhões, que todo negócio precisa, que tem o poder de transformar qualquer negócio, que isso e aquilo… quando nada disso é verdade.

Copywiring não é mágica.

Ninguém vai fazer melhões só por que escreveu uma carta de vendas absurdamente boa.

Se o cliente não tiver tráfego – pessoas vendo a carta – não vai vender nada.

Se o tráfego for pequeno – as conversões vão ser minúsculas.

Não é mágica, é matemática.

A lista é minúscula? Então a menos que seja altamente qualificada e você tenha uma boa esteira de produtos (incluindo alto ticket), seu potencial é extremamente limitado, não tem mágica.

NÃO TEM MÁGICA.

É sempre matemática.

Quanto tem de tráfego?

Qual o tamanho da lista?

Qual o poder de compra da lista?

Qual a esteira de produtos?

Enfim.

Cada um desse é uma variável da equação do sucesso de um copywriter.

Sem essas variáveis, você vai viver multiplicando zeros ou uns (1), entende?

Veja:

O trabalho de um copywriter é como o de um renomado chef de cozinha.

Pra um chef criar um prato fabuloso, ele precisa dos ingredientes certos. É impossível fazer um strogonoff de camarão se você só tiver um pedaço de pão, ovos e alface como ingredientes.

É impossível.

Em outras palavras, trabalhar com os clientes certos é fundamental pro sucesso de um copywriter.

Trabalhar com um cliente “errado” (aquele que não tem os recursos pra produzir bons resultados) é garantia de muito trabalho duro, dor de cabeça e números baixos.

Por outro lado…

Trabalhar com os clientes certos – que oferecem os “ingredientes” certos é garantia de trabalho fácil e grandes resultados com pouquíssimo esforço (como mostrei nos últimos 2 emails que mandei).

E é por não entender isso que tem tanto copywriter estudando copy todos os dias, mas sem sair do lugar, sem conseguir produzir nada significante pra seus clientes.

Só que na maioria das vezes o verdadeiro problema não é a copy, mas sim o cliente errado, que não tem recursos pro copywriter produzir grandes números.

Ficou claro?

Se sim, suas próximas perguntas devem ser:

Ok Bruno, então quem são os clientes ideais?
Onde estão?
O que comem?
E como consegui-los?

Bem, essas e outras respostas no globo repórter eu dou e mostro em detalhes na nova Formação de Email Copywriter que estou produzindo a todo vapor.

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Como você produz esses números pra clientes?

Hoje vai ser uma rapidinha.

Isabella tá com febre, rouca, e estamos nos arrumando pra voltar pra cidade.

Então direto ao assunto, ontem recebi essa mensagem de um aluno:


Queria te atualizar sobre 2 clientes que cuido aqui na agência.

O primeiro, uma empresa de eventos para dentistas. Em 4 emails que escrevi, eles conseguiram vender cerca de 100 ingressos a 690 cada.

E o segundo, um e-commerce de coquetelaria (aquele que havia vendido 19k dos cursos deles a um tempo atrás, lembra?)…

Bem, eu construi uma sequência de abandono de carrinho, uma de produto, 1 e-mail semanal e outro a cada 15 dias. E faz 3 meses que eles estão vendendo pelo menos 50k todo santo mês (eles faturam entre 250 a 350k ao mês).

Obs: antes eles não vendiam nem 7k por e-mail.

Enfim.

Queria compartilhar com você e te agradecer por tudo.

Valeu 🙂


E o que quero chamar atenção aqui é para os números:

  • Quase 69 mil com 4 emails enviados.
  • 19 mil com uma campanha de emails.
  • E 50 mil por mês, nos últimos 3 meses, com 2 automações e emails semanais

Total: 238 mil dilmas, com 4 emails, uma campanha, 2 automações e cerca de 18 emails enviados semanalmente.

Se você é copywriter eu lhe pergunto:

O que você precisa fazer, criar e realizar de trabalho e esforço pra ser capaz de produzir esses números pra seus clientes?

Precisa fazer longas reuniões, script disso, script daquilo, página de captura, de vendas, de obrigado, disso, daquilo, cpl, vls, ads, artigos, roteiro de lives…?

Enfim.

Apenas pense nisso.

Por que se você quer parar de fazer trabalho braçal e passar a fazer um trabalho mais estratégico, que lhe paga mais (pois você produz mais retorno pra seus clientes, e mais rápido), ainda trabalhando menos que um concursado de meio período…

Então não perca por nada a nova formação + mentoria que estou preparando 🙂

Mas enquanto ela não sai, reflita um pouco sobre o que você quer pra sua vida.

É muito fácil perder nosso foco ao passar o dia com a cara no celular e internet, mas isso é um veneno de sonhos.

Se você não definir como quer que sua vida seja, e se não passar o dia pensando nisso e buscando maneiras de tornar sua visão realidade, adivinha?

Nada vai acontecer.

Então foco no que importa.

Até 🙂

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60% de abertura ou 12 Milhões no bolso?

Viemos passar São João na roça 🙂

Isabella adora dançar, e a bebê já nasceu raiz.

Sabem ao som de quem ela mais gosta de dançar? Não só dançar, mas também ser embalada pelo papai até pegar no sono muitas vezes?

Luiz Gonzaga.

Pois é.

Por conta disso eu acabo ouvindo as mesmas músicas centenas e centenas de vezes… e isso me fez perceber ainda mais o tamanho da ganialidade do mestre do baião.

As músicas dele eram muito simples, mas ao mesmo tempo muito inteligentes e tocadas de uma forma que torna quase impossível não se mexer quando as ouvimos.

E o que me deixa ainda mais intrigado é que, na época de Luiz Gonzaga existiam milhares e milhares e milhares de sanfoneiros nordestinos (incluindo meu querido avô), mas apenas 7 notas musicais, e 26 letras no alfabeto.

Todos os milhares de sanfoneiros usavam as mesmas 7 notas e 26 letras pra fazer suas músicas – mas até hoje ninguém conseguiu nem consegue fazer combinações quase mágicas como o mestre do baião fazia.

Ou seja: Ele usava os mesmos recursos, a mesma sanfona, e criava resultados completamente diferentes de todo mundo.

É incrível.

E também me lembra um pouco do que acontece aqui na Terra do Email.

Por que?

Embora não tenha nenhum rei do baião aqui, mas nós usamos a simplicidade e os mesmos recursos que os outros… mas conseguimos resultados incomparáveis com os deles.

Por exemplo:

Agora mesmo acabei de ver uma empresa que se diz ser especialista em email marketcheng… e o grande case estampado na home page deles é:

“Empresa x queria reativar sua base de contatos e com ajuda de nossos especialistas conseguiram enviar mais de 300 mil emails e alcançaram uma taxa de 60% de abertura.”

Wow… 60% de abertura com 300k emails é realmente incrível.

Mas… que banco aceita aberturas como pagamento??

E se você ainda não entende como o jogo funciona e por um acaso está pensando que “mas com aberturas é que conseguimos vendas” você está totalmente errado.

Absurdamente errado.

Mais errado que criminoso pego em flagrante.

Por que?

Porque abertura é só abertura. E existem milhares de técnicas pra fazer as pessoas abrirem os emails.

Mas uma coisa é abrir um email… e outra coisa completamente diferente é fazer a pessoa comprar através daquele email.

São dois mundos diferentes: Abrir email, fazer uma compra.

Você abre dezenas de emails todos os dias, mas quantas vezes por dia você passa o cartão?

Pois é.

Por isso que aqui na Terra do Email nós fazemos diferente:

Nós focamos em conversões, em la plata.

É por isso que um de meus grandes cases não é um cliente que teve 90% de abertura ou 50% de cliques… Mas sim um aluno que fez 12 milhões, e só enviou 6 emails pra isso.

Ele fez isso pra ninguém menos que a XP investimentos, a maior empresa do país e disse que o pessoal ficou sem acreditar – e olha que eles contratam os maiores eggsperts do país em marketcheng, mas nunca viram algo assim.

Como isso é possível?

Será que nós usamos o novo-método-sexy-tangas-santatartaruga-10x-light-deep-copy-panela-de-pressão??

Nas verdade é o oposto disso.

Nós conseguimos produzir números incríveis pra nossos clientes porque abandonamos toda essa guruzice estúpida e focamos 100% nos princípios de marketcheng direto usados pelos mestres antigos.

No case dos 12M, ele não inventou um hack novo, ou criou um lançamento “panela de pressão”… mas usou uma campanha que funciona há mais de 1 século, que continua funcionando até hoje, e vai funcionar por séculos.

Fica ainda melhor por que ele não precisou perder os cabelos pra produzir um lançamento, nem precisou escrever anúncios, uma longa VSL, scripts pra whatsapp, conteúdo, roteiros de live, roteiros de CPL, nem nada dessa trabalheira toda.

Tudo que ele fez foi enviar 6 emails estratégicos.

Dito isso, eu lhe pergunto:

Que tipo de copywriter que você prefere ser?

O tradicional – que trabalha escrevendo todo tipo de copy, com prazos apertados, reuniões infinitas e chicote no lombo…?

Ou…

O copywriter estratégico – que consegue produzir número incríveis pra seus clientes usando apenas emails e nada mais?

Além da diferença da carga e pressão de trabalho, também existe uma diferença absurda na conta bancária.

O copywriter tradicional vive de merreca fixa, ou pj exploratório, projetinhos isolados ou pequenos lançamentos com experts com o rei na barriga – enquanto o copywriter estratégico pode receber de 3k a 5k por cada cliente – de maneira recorrente (pois é um trabalho pro ano todo), e por conta da leveza do trabalho pode facilmente atender 2, 3, 4 até +5 clientes ao mesmo tempo – ou melhor – pode receber uma porcentagem da receita que ele gera e assim colocar ainda mais no bolso.

Não tem comparação.

Se você também pensa assim e gostaria de seguir pela porta número 2… nos próximos dias você terá a melhor oportunidade de trilhar esse caminho com minha ajuda pessoal e o treinamento mais avançado no mundo sobre isso – pois o que era bom vai ficar ainda melhor.

Vem aí a nova atualização da minha Formação e Mentoria para copywriters.

Mais sobre isso nos próximos emails 🙂

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WTF é sucesso pra você??

Ontem ouvi um podcast de Frank Kern…

Uma das pouquíssimas pessoas que ainda acompanho no mundo.

O título do episódio era:

Do NOT try to out-work me. (out-smart me instead.)

Que na tradução seria mais ou menos:

NÃO tente trabalhar mais do que eu. (Seja mais inteligente ao invés)

E o que ele quer dizer com isso?

Que ele trabalha pra cacete. De fato, hoje em dia, na casa dos seus 50 anos, ele trabalha mais do que trabalhou em toda sua vida (na juventude ele adorava surfar mais do que trabalhar).

E ele diz que faz isso por que ama o que faz, e pra ele não é bem um trabalho, mas sim uma diversão e coisa e tal.

Por fim Frank diz que não recomenda isso pra ninguém, que ele faz porque ama, mas entende que abre mão de muitas coisas da vida (incluindo a família), e que aconselha que as pessoas vivam mais as vidas.

Ok.

Nessa mesma semana eu vi um email excelente de outro cara que acompanho e recomendo: Ryan Holiday, falando sobre isso.

O assunto:

O que seu calendário diz?

O email falava sobre como Marcus Aurelius dizia que amava sua esposa dele, com a qual foi casado por 30 anos e tiveram 13 filhos.

Marcus até escreveu uma carta falando sobre como amava sua esposa e sua vida juntos mais do que tudo na vida.

Só que na prática… quando você olhava pro calendário (agenda) de Marcus Aurélio, via que ele passou anos longe de Roma, travando guerras, visitando as províncias. Ele passou um tempo na Grécia, considerado obrigatório por todos os estudantes de filosofia. Ele tinha casos para julgar, dignitários para receber, coisas para escrever. Sem dúvida passou muito tempo lendo, muito tempo treinando, muito tempo empenhado em servir o povo de Roma.

Ou seja: Na prática, a esposa e a família estavam em último lugar. (inclusive diz a história que a esposa o traía, e fica fácil entender a razão).

Certo.

E por fim, ontem apareceu pra mim o vídeo de um cara mostrando a rotina de um empreendedor.

O cara acordava cedo, e a cama e a casa estavam vazias. Não sei se era separado ou nunca construiu família.

Foi fazer exercício, depois foi pro escritório.

Chegando na empresa, a vida dele era fazer reuniões. Saía de uma e caía em outra.

Aí ia pro setor comercial, e todo mundo so falava em números e em bater meta de números, e ele até gravava uns vídeos tentando convencer uns clientes a fechar… só porque ele mostrou a cara. E tudo era números e metas. E quando bateram a meta… eles mandaram o mês tomar no cú??? EU não entendi NADA, e achei uma maneira bizarra pra comemorar algo pelo qual voc6e deveria ser grato.

Enfim. De noite, quando saiu do escritório, mais reunião, dessa vez em formato de jantar.

E tudo que eu conseguia pensar ao ver aquilo era:

“Que vida de merda”

Mas não me entenda mal. É o que EU penso. Porque EU jamais vou viver desse jeito. Eu enlouqueceria.

Aquele ambiente, aquela cultura, aquelas pessoas, aquele negócio, nada daquilo é pra mim é sucesso.

Pra mim, aquilo é inferno.

Mas se o cara é feliz daquele jeito, como o Frank Kern diz ser, maravilha pra eles.

Mas eu sei perfeitamente que seria miserável com aquela vida.

O que é sucesso pra mim?

Acordar entre 5h e 7h, de acordo com Isabella, tomar café com ela e minha família. Poder escolher que horas começo a trabalhar, ou se vou trabalhar hoje. Não fazer reuniões NUNCA. Trabalhar com o que amo fazer e com clientes que me entendem e são como amigos pra mim. Poder parar a qualquer hora pra ficar um tempo com minha bebê. Poder sair a qualquer hora do dia pra ir tomar um açaí, ou ver um filme, ou não fazer nada.

Enfim.

Hoje, isso pra mim é o que EU considero sucesso.

Pra mim, sucesso é ter controle total de minha vida, é viver com quem amo, e fazer o que gosto, do jeito que eu gosto de fazer.

Claro que minha vida não é perfeita, eu tenho problemas, desentendimentos, fracassos e tudo mais como todo mundo.

Mas eu vivo do jeito que eu quero.

Mas enfim.

Meu objetivo com tudo isso é fazer você se questionar:

O que é sucesso pra VOCÊ?

Porque se não definir isso, você vai viver em busca do que os outros definem como sucesso, e pode acabar num inferno achando que seria um paraíso.

E segundo ponto.

Tão importante como definir o que é sucesso pra VOCÊ, é começar HOJE a tornar essa visão uma realidade.

Eu desperdicei longos anos de minha vida acreditando que pra chegar lá eu precisava de um monte de coisas, incluindo ser “expert”, mas na verdade essas coisas era o que me impedia de chegar lá.

A verdade é que eu não precisava da permissão de ninguém, da aprovação de ninguém, da certificação de ninguém, dos seguidores de ninguém, e dos padrões de ninguém.

Eu só precisava ouvir aquela voz que falava em minha cabeça e seguir o caminho que ela falava em meu ouvido.

Sucesso vem de dentro.

E você já sabe o que quer.

Tem uma conversinha rolando aí em sua cabeça, e ela é seu verdadeiro eu – na forma mais pura.

Quanto menos ouvir o mundo exterior (especialmente essas besteiras e guruzices de internet) e quanto mais você ouvir seu mundo interior (a voz), mais as coisas vão se alinhar e mais você vai caminhar em direção à sua vida dos sonhos, ao seu verdadeiro sucesso.

Como disse Will Smith:

“Tudo que você quer está do outro lado do medo.”

Tenha coragem.

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“Mas eu não sou Équispertchi”

Maluuuuuuuuuuuuuco…

Depois de longos meses sem nada que preste no cinema, e até mesmo sem séries boas saindo…

Finalmente vem 2 super produções que estão me fazendo contar os dias pra assistir 🙂

Quais são elas?

A primeira é a quarta temporada de The Boys – uma de minhas séries favoritas de todos os tempos.

O trailer está ANIMAL (literalmente).

E se eles conseguirem entregar o prometido, vai ser inesquecível.

A segunda super produção está vindo com uma grande responsabilidade nas costas:

Salvar a Marvel.

Os últimos filmes e séries da marvel foram só ladeira a baixo.

Pra tentar reverter isso, está vindo aí Deadpool e Wolverine.

Esse filme também tem tudo pra ser inesquecível.

Deadpool sempre foi um de meus personagens favoritos dos quadrinhos (na época em que escreviam boas histórias), e Ryan Reynolds conseguiu deixar o cara ainda melhor nas telonas.

Por falar em Ryan, a história em si de como ele conseguiu fazer esse filme também vale a pena conferir mas, em resumo, era um antigo sonho que ele tinha. Mas ele foi rejeitado dezenas e dezenas de vezes, teve que provar seu potencial e fez isso através de Lanterna verda – que foi um fracasso, mas ele não desistiu e continuou lutando e trabalhando duro… até que conseguiu o primeiro filme, e esse desejo foi tão longe que hoje ele trouxe Wolverine de volta da aposentadoria (mesmo depois do ator jurar que jamais faria Wolverine de novo) e agora o rejeitado pode se tornar o salvador da marvel.

Muitas lições aí.

Mas o que quero ressaltar é o seguinte:

Segundo toda a indústria, Ryan não tinha perfil pra fazer filme de herói, não tinha experiência na área, não era visto como um possível ator pra isso, enfim… mas ele simplesmente acreditou em si mesmo, foi lá e fez o filme de heroi que queria fazer.

E isso é o que me traz ao email de hoje.

Por que depois do email de ontem, algumas pessoas adoraram a ideia do negócio digital mais simples e lucrativo do mundo… mas… elas não se consideravam experts em nada e, portanto, se sentiam incapazes de lançar seus próprios produtos, muito menos um de alto ticket.

É esse o seu caso?

Se sim, temos muito que falar sobre esse assunto, começando com:

1- Ninguém nasce expert

Óbvio. Eu sei. Mas parece que a maioria se esquece disso quando pensa em si mesmo.

Tudo que as pessoas fazem é se comparar com fulano no instagram, que está há 10 anos no mercado, e então pensa: “Viu como ele é fodão? Eu não chego nem aos pés dele”.

Não vou nem entrar no fato que ficar se comparando é uma das piores coisas que você pode fazer em sua vida.

Vou me ater ao fato de que:

Ninguém nasce expert. E todo mundo pode ser um expert numa área, tudo que você precisa fazer éééééééé…?

Exatamente: Estudar e Fazer algo na área que você quer. Com ênfase no fazer, executar, colocar em prática, porque essa é a única maneira de aprender algo de verdade.

2- A maioria dos experts não sabem fazer um O com um copo

Essa aqui é difícil de entrar na cabeça de muita gente… mas é a mais pura verdade, não apenas aqui no Brasil, mas no mundo.

Veja: A maioria dos experts mais famosos em cada área, não são famosos por serem bons no que fazem, mas sim por serem bons em ficar famosos. Ou seja: Eles são excelentes em se auto-promover, mas na hora de fazer o prometido eles são horríveis.

(enquanto normalmente os melhores profissionais do mundo em sua área são desconhecidos do povão, pois eles dedicam sua vida a melhorarem suas habilidades e não em serem famosos)

Uma simples prova disso é: Você já se encantou com algum expert, mas quando adquiriu o curso dele o material era uma merda?

Pois é.

Mas eu já estive nos bastidores de grandes nomes do mercado, inclusive dos EUA, e já vi as coisas mais absurdas que você nem consegue imaginar, coisas que são difíceis de acreditar até vendo com seus próprios olhos.

“Mas se a maioria dos eggsperts são ruins, como eles conseguem se manter por tanto tempo no topo do mercado?” Você pergunta.

E a resposta está no meu vídeo do método do enrolamento, mas em resumo é por que:

1- As pessoas (clientes) têm vergonha e/ou não gostam de “falar mal” dos outros, mesmo quando esse outro é um eggspert que cobrou uma grana deles e não entregou o prometido.

Eu não apenas já participei de várias turmas e grupos de pessoas lesadas por gurus, como até hoje atendo muitos clientes que foram lesados por gurus – e quando pergunto a eles por que não denunciam a pessoa ou expõem a verdade, sempre me dizem isso, “que não gosto de falar mal de ninguém” e “não, isso vai acabar com ele”.

2- As pessoas têm vergonha de assumirem publicamente que pagaram, por exemplo, 40k num mastermind de um grande expert e não conseguiram retorno nenhum, pelo contrário, saíram no prejuízo. Elas assumem a humilhação ao invés do eggspert que não entregou e/ou ajudou conforme prometido.

Coincidentemente, essa semana uma aluna me mandou um áudio contando a história dela, dizendo que é formada em contabilidade e nunca soube nada de marketcheng, mas aí fez um único curso básico pra ajudar a empresa da irmã dela, e ela conseguiu resultados tão bons, que outras empresas a chamaram pra trabalhar.

Mas essas outras empresas eram de pessoas alunas e fãs assíduas de gurus do marketcheng… que entendiam menos de marketcheng do que minha aluna contadora.

Ela disse: “Bruno, eu chegava lá e fazia o básico que aprendi e tinha números melhores do que eles com todos aqueles cursos dos gurus”

O que estou querendo dizer é:

3- Você não precisa de muito pra ser um expert

Você não precisa de certificação nenhuma. Nem ter feito milhões. Nem ter uma casa na praia. Nem ter 10 anos de experiência. Nem ter escrito um livro. Nem nada do que dizem por aí.

Só existe um requisito:

Ser capaz de ajudar as pessoas a realizarem o que elas querem.

Ou seja:

Você não precisa ser um autor de 20 best-sellers pra começar a dar aulas de escrita. Você só precisa escrever melhor que as pessoas “normais” e ser capaz de ajudá-las a escrever melhor do que escrevem hoje.

Simplificando ainda mais:

Se eu preciso trocar meu chuveiro elétrico, e eu não sei nada de eletricidade, eu não preciso contratar um cara formado em elétrica, que trabalhou na usina de Itaipú e ganhou o prêmio nobel da eletricidade… eu só preciso de alguém que saiba trocar o chuveiro. Mesmo que ele tenha aprendido sozinho, ou vendo vídeos no youtube, não me importa, eu só quero meu problema resolvido.

Entende meu ponto?

O que me leva ao último ponto:

4- Não é sobre ser expert

Grande parte desse problema é porque nós colocamos o foco em nós mesmos.

Eu preciso ser expert.
Eu preciso ter feito dígitos.
Eu preciso ter escrito livros.
Eu preciso de certificado.
Eu preciso ter sucesso.
Enfim.

Só que a verdade é que não é sobre você. É sobre eles (as pessoas).

Mais especificamente: Sobre como você pode ajudar as pessoas a conseguir o que elas querem.

Isso é tudo que realmente importa. O resto é secundário.

Fica ainda melhor quando você entende que não é nem sobre sua expertise, e que você nem precisa ser expert em nada…

Você só precisa ajudar as pessoas a conseguir o que elas querem.

Exemplo simples:

Você precisa ser um mecânico da mercedes pra abrir uma oficina?

Não.

Você precisa ser mecânico pra abrir uma oficina?

Não também.

Você só precisa ajudar as pessoas a terem seus carros consertados… e pra isso basta colocar alguém pra fazer o serviço por você – através de seu negócio.

Entende?

Existem zilhões de negócios no mundo que funciona assim, como “atravessadores”, como terceirizadores, como alguém que conecta os clientes ao que eles querem.

Uma das maiores empresas do mundo, a Amazon, funciona exatamente assim.

Mas o pensamento é o seguinte:

Não é sobre expertise, é sobre prover solucões para as pessoas.

E se você for capaz de ajudar verdadeiramente as pessoas, você vai conseguir seu lugar ao sol, especialmente num mundo que vive cada vez mais de aparência.

Em resumo:

A única coisa que realmente impede você de construir um negócio como o que comentei ontem é:

Você e seus pensamentos tortos 🙂

Mas uma vez que você consiga passar por cima de si mesmo e seguir em frente, o céu é o limite, e seu único arrependimento vai ser “por que eu não fiz isso antes?”

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Plano pra 10-20k/mês com alguns emails por semana

Estávamos na roça.

E nem notebook eu levei.

(por isso você não recebeu meus emails nos últimos dias)

Tem sido uma experiência incrível observar os saltos de desenvolvimento de Isabella (o que? Você não estudou coisas de bebê e não sabia desses saltos??).

Semana passada, por exemplo, ela não queria de jeito nenhum pisar na grama. Quando a gente tentava colocar a bebê no chão, ela encolhia as pernas tanto que o pé batia na barriga. E se você a forçasse a pisar na grama, ela chorava e se esperneava.

Mas agora?

Agora ela pede pra ser colocada na grama. E não apenas pra pisar, mas pra engatinhar e sair catando coisas pra colcoar na boca.

Todo mês acontecem mudanças interessantes, principalmente as de comportamento.

O que mais gosto é como nossa interação vai aumentando, como ela vai ficando mais carinhosa, e entendendo brincadeiras que antes não entendia (e me deixava brincando sozinho com cara de pai trouxa).

Mas claro que junto com isso, a menina que já era atentada agora virou um pequeno tornado de categoria F2 (considerado forte, com ventos de 180-250 km/h), que por onde passa sai jogando tudo pro alto.

Hoje ela faz 10 meses e mal posso esperar pra quando ela começar a andar… e virar F3 🙂

Mas enfim.

Estamos de volta, e pra falar sobre um número mágico pro pessoal do digital:

10-20k por mês (a depender de onde você mora).

Esse é o objetivo de muitos que vêm pra esse mundo, mas que infelizmente só uma parcela minúscula como pinto de guru consegue atingir.

Por que?

Várias razões.

Mas uma das principais é, simplesmente:

A falta de um plano.

Um simples e comprovado plano pra seguir.

Em geral, as pessoas ficam só consumindo mais e mais informações, fazendo cursos, produzindo conteúdo aleatório, postando em redes fossiais na tentativa de conseguir mais seguidores…

Mas tudo de forma aleatória, sem um plano.

O grande problema disso é que sem um plano, sem saber exatamente onde quer chegar e quais os passos que precisam ser dados… você fica andando em círculos feito barata tonta.

Tem gente que desperdiça anos de sua vida preso nesse círculo infernal.

(eu sei, por que eu já fiquei)

Mas a boa notícia é que sair dessa situação é mais simples do que parece.

A primeira coisa que você precisa é, obviamente: um plano.

Mas um bom plano.

Porque um plano ruim pode levar você a viver dependente de redes fossiais, ou de lançamentos, causar burnout, ansiedade e diversas outras coisas ruins.

Então aqui vai o que eu considero o melhor plano do mundo pra fazer 10k-20k/mês no mundo digital, com apenas alguns emails por semana.

Um plano tão simples que tem apenas 3 passos.

Vamos a eles?

Passo 1 – Construa sua lista de emails

Pra criar e crescer um negócio você precisa de pessoas interessadas no que você faz, e não existe nada melhor do que uma lista de emails pra isso – pois é 100% sua, não depende de algoritmo e proporciona o maior ROI do digital.

Uma lista de emails funciona como sua plantação de clientes, onde você vai sempre semear, cultivar e colher vendas.

(se você não sabe como criar boas listas de emails, eu tenho um treinamento sobre isso)

Passo 2 – Crie sua oferta de alto valor

É muito mais difícil chegar aos 10-20k por mês com um ebook de 30 conto, ou com produtos de baixo ticket. Você vai precisar de um volume muito alto de tráfego.

Exemplo:

Pra fazer 10k com um produto de 197 você precisa de 51 clientes todo mês. Isso é muito pra quem está começando (a menos que você tenha uma boa grana pra investir e seja bom em tráfego pago)

Mas com uma solução de Big Ticket de 2k, por exemplo, você só precisa de 5 clientes por mês. 90% menos clientes que no exemplo anterior.

Uma solução de 5k? Apenas 2 clientes (1 a cada 2 semanas).

É infinitamente mais simples e prazeroso conduzir um negócio assim. Além de que sua solução premium vai ajudar muito mais seus clientes, gerando depoimentos melhores, que trazem mais clientes, e uma coisa vai puxando a outra.

Além disso, big ticket lhe dá margens maiores pra poder fazer anúncios, pagar ferramentas e ainda colocar mais plata no bolso.

E acredite, não é mais fácil vender um caminão de ebooks do que uma solução de alto chicken, pelo contrário, o cliente de ebook não espera muita coisa de um ebook e por isso não dá tanta importância pra ele, enquanto o cliente de alto valor tem um grande problema/desejo que precisa ser sanado

Passo 3 – Tenha um processo de vendas

Ok, Você tem pessoas interessadas (e um canal sólido de comunicação com elas), tem uma solução de alto ticket, tudo que precisa agora é conectar essas 2 coisas, e você faz isso com um processo de vendas – de preferência um que seja simples e replicável.

Nesse caso, o processo de conversão mais simples do mundo que eu conheço é:

Enviar alguns emails por semana (que seguem meu processo de conversão de 3 emails).

Zero lançamento. Zero lives. Zero redes fossiais. Zero táticas gurucionistas e 100% sofisticação de negócios.

Sim, sua vida pode ser simples e maravilhosa assim.

Você você passar o dia com sua bebê e ver seus filhos crescerem, pode dar uma fugidinha com sua esposa quando a bebê dormir, pode assistir suas séries, tudo isso sem um chefe fdp ou prazos desumanos pra cumprir.

Mas calma que isso não é tudo.

Pode ficar ainda melhor.

Pois esse mesmo plano pra 10-20k… também pode ser usado pra fazer 40k, 60k, até mais 100k por mês – pois ele é totalmente (e facilmente) escalável.

Enfim.

Como disse, eu já fiz um treinamento sobre o passo 1…

Sobre o passo 2 eu vou fazer um bônus em meu novo treinamento que está pra sair…

E o passo 3 é o foco desse novo treinamento.

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A quietude é a chave

Um dos caras com quem mais aprendo hoje…

Já foi uma das pessoas que mais desprezo no mundo:

Um manipulador de mídias e de pessoas, pior que muitos gurus por aí.

Estou falando de Ryan Holiday.

Se você não o conhece… deveria.

Eu recomendo todos os livros dele, mas hoje quero falar sobre um em especial:

A quietuda é a chave.

É um livro que acredito ser fundamental para todas as pessoas no mundo de hoje.

Por que?

Porque todo esse avanço tecnológico nos trouxe conforto, longevidade, praticidade, diversão, informação… mas ao mesmo tempo está adoecendo as pessoas.

Nunca na história da humanidade houve uma busca tão frenética por dinheiro, sucesso, fama e aceitação.

Nunca houve tantas pessoas com burnout.

Nunca houve tanta ansiedade, tanta pressa, tanta ganância.

Assim como nunca houve tantas pessoas tomando remédios pesados lidar com tudo isso.

Você acha que esse é um caminho saudável?

Eu não.

Tenho 37 anos e lembro que na minha infância e adolescência o mundo era diferente. As coisas eram mais simples, nossa vida era mais simples, mais feliz, mais perto das pessoas (de verdade). As crianças eram apenas crianças, e brincavam na rua ao invés de passar o dia com a cara num celular isolada do mundo.

Mas hoje as pessoas estão buscando a felicidade nas coisas erradas.

E isso está acontecendo tanto na vida pessoal quanto na profissional.

Sabe qual foi a notícia que recebi hoje?

Que uma vizinha de minha mãe está no hospital, em estado grave, com os rins sem funcionar, fazendo hemodiálise.

Por que?

Porque ela trabalhava num lugar que não podia ir ao banheiro. Zero. Em momento nenhum. E por isso ela também não bebia água. E depois de um ano os rins falharam.

Valeu a pena?

Claro que não.

E embora esse seja um caso mais extremo… tá cheio de gente por aí se degradando pra sustentar suas redes fossiais ou fazer lançamentos.

Pessoas com burnout, à beira de um colapso nervoso.

Meses atrás eu contei aqui a história de uma amiga nossa que sofreu um colapso desses.

Minha amiga psicóloga me conta que o que mais chega de paciente pra ela são pessoas assim.

E eu tenho certeza que você deve conhecer alguém assim também, que está sofrendo as consequências desse estilo de vida moderno? Com burnout? Se entupindo de remédio todo dia? Ansioso?

Infelizmente isso é comum… mas isso não pode ser nosso normal.

Ser infeliz, ser ansioso, trabalhar com ódio, sacrificar as coisas mais importantes da vida em troca de grana… isso não pode ser o normal.

Isso é doentio.

É perigoso.

E sempre… sempre tem consequências negativas.

Enfim. Nesse livro, Ryan fala sobre tudo isso e nos mostra a importância de acalmar a mente e viver em paz.

O nome diz tudo:

A quietude é a chave.

A chave pra todas as suas respostas, pra ansiedade, pro desejo desenfreado, pra confusão mental, pra falta de propósito e direcionamento.

E não é sobre meditação (embora seja super recomendado), mas é sobre colocar a cabeça no lugar e assumir o controle de sua vida.

Veja:

Também não estou dizendo que o mundo hoje é horrível e doentio nem anda disso.

O mundo hoje é um lugar maravilhoso. Vivemos na melhor época da história da humanidade pra se viver.

Porém, o problema é que muitas pessoas não estão sabendo lidar com isso e perdendo o foco do que realmente importa na vida.

Os valores estão distorcidos, e precisamos ter cuidado pra não cair nessas armadilhas.

Por exemplo:

Todo mundo que conhece esse mundo digital, vem pra cá em busca de liberdade, certo?

Mas assim que a pessoa entra nesse mundo, o que realmente acontece?

Ela fica mais presa do que antes, quando trabalhava como CLT. Antes ela tinha um horário fixo e limitado pra trabalhar, tinha férias, folga… e agora? Agora ela dorme menos, se alimenta mal, a palavra férias não existe em seu dicionário, sua saúde tá descuidada e vive arrancando os cabelos pra fazer a coisa dar certo.

Mas ela continua pois acredita que quando o negócio crescer as coisas vão melhorar.

Ali o negócio cresce… e acontece o que aconteceu com Natália Acuri (caso que compartilhei recentemente aqui).

É uma regra? Acontece com todo mundo?

Claro que não.

Mas como disse, é comum.

Bem mais comum do que deveria.

Você não faz ideia da quantidade de infelicidade que existe por trás das felicidades compartilhadas no instagram.

Enfim.

Eu me considero sortudo por conseguir enxergar isso à tempo e escolher seguir um caminho diferente.

Grandes oportunidades nunca me faltaram de entrar em grandes negócios (alguns certos outros duvidosos), em ter palco em todo o Brasil, em trabalhar em lugares incríveis, em morar fora, e em fazer várias coisas que, no fim, não me fariam felizes de verdade.

Eu entendi que a resposta não estava em fazer mais, mais e mais… mas sim em se manter fiel às pequenas coisas importantes que lhe fazem feliz.

O melhor de tudo isso?

Foi descobrir que esse princípio também se aplica aos negócios.

Que eu não precisava fazer tudo que dizem por aí: lançamentos, conteúdo, redes fossiais, branding, networking e sei lá o que mais.

Ninguém precisa disso.

Um negócio só precisa vender algo para alguém.

E se você encontrar uma maneira de fazer isso, em grandes quantidades ou grandes preços, você se torna financeiramente livre sem nenhuma daquelas guruzices.

A maneira que eu encontrei minha liberdade foi monetizando listas de emails.

Primeiro fazendo pra meus clientes, e depois pra mim mesmo.

Sem mostrar a cara. Sem conteúdo. Sem redes fossiais.

Apenas com meus divertidos e terapêuticos emails.

En-fim.

Se essa conversa faz sentido, e você também está em busca de um caminho simples pra ganhar a vida e aproveitar tudo de bom que ela oferece – sem se tornar um zumbi moderno…

Então você vai adorar o novo treinamento que estou criando e vai ao ar nos próximos dias.

E enquanto ele não chega, leia o livro que recomendei.

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O email que fecha Big Ticket

É engraçado como as pessoas mudam, né?

Ano passado escrevi sobre a realização de um pequeno sonho de infância meu…

Ir no game station (a parte de jogos do shopping) com um cartão ilimitado 🙂

Na verdade, com dois cartões ilimitados.

Por que cada cartão só pode ser usado com intervalo de 4 minutos, e como tem brinquedos que duram só 1 minuto… eu precisava esperar por 3 minutos inteiros!

Absurdo isso.

Aí eu consegui outro cartão e resolvi o problema.

Mas enfim.

Ontem fui pra um aniversário lá no game station de novo… e me deram 2 cartões ilimitados de novo… mas dessa vez, eu fui com Isabella… e não aproveitei NADA.

O mais interessante?

Não senti a mínima falta.

Até tentei levar ela nuns brinquedos mas a bebê não gostou de nada, só de andar num cavalinho lá.

Mas foi interessante ver como aquela minha criança interior não deu a mínima nem fez birra por não poder brincar nos brinquedos, mesmo olhando todos os meus amigos jogando diante de mim.

Pra piorar, ainda fomos embora bem cedo, porque Isabella já estava morrendo de sono.

E eu fui numa boa.

Até feliz, por estar cuidando de minha bebê da melhor forma possível.

Acho interessante como as pessoas mudam de acordo com suas prioridades.

E, de fato, Isabella me tornou uma pessoa melhor em vários sentidos.

Eu fiquei ainda mais família. Passei a admirar mais e mais aqueles pequenos momentos simples da vida. Estou cuidando mais de minha saúde. E acredite ou não mas ela me fez até ganhar mais grana e trabalhar ainda menos.

Só tenho a agradecer.

Claro que não vivemos uma vida perfeita de comercial de margarina, mas a bebê nos fez melhorar em vários aspectos (nós, por que Priscilla também melhorou em diversos aspectos).

E é tudo uma questão de prioridades.

Quando colocamos Isabella e a felicidade dela como prioridade, toda nossa vida se moldou em volta disso, o que influencia nossas ações e decisões e, por consequência, nossos resultados.

E a verdade é que nossa vida é determinada por nossas prioridades.

Por exemplo:

Pessoas cuja prioridade é “estabilidade financeira” e passam num concurso qualquer de merda, e passam a vida inteira num trabalho chato, que faz mais mal do que bem a elas – às vezes até se mudam pra outro estado e ficam longe de todo mundo que amam – e tudo isso porque a priodade é a tal estabilidade.

Prioridades influenciam tudo que fazemos.

Outro exemplo:

Tá cheio de copywriters e experts por aí quebrados, que não conseguem fazer o negócio decolar, pela simples razão que a prioridade deles não é conseguir clientes, mas sim outras coisas como: produzir conteúdo, criar portfolio, aprender ferramentas, fazer mais e mais cursos pra se aperfeiçoar, enfim, tudo menos conseguir clientes.

E por priorizar essas coisas menos importantes num negócio, eles realizam muitas ações… mas obtêm poucos ou nenhum resultado.

Por outro lado, quando você prioriza as coisas mais importantes, o oposto acontece:

Você obtém grandes resultados com pequenas ações.

Essa é uma das razões pelas quais eu consigo fechar alto ticket usando apenas emails.

Por falar nisso, você sabe por que tem tanta gente por aí que não consegue fechar clientes de big ticket, mesmo seguindo todas as estratégias “matadoras” dos eggsperts??

Prioridades.

Essas estratégias que ensinam por aí priorizam as coisas erradas na hora de fechar clientes premium.

Eles priorizam:

  • Produzir conteúdo
  • Fazer um funil trabalhoso
  • Ter uma imagem pessoal premium
  • Design/Aparência do negócio
  • Criar armadilhas e pressionar as pessoas de todas as formas pra elas comprarem agora
  • Entre outras guruzices

É como se a venda fosse um grande circo, onde você precisa realizar uma performance na frente das pessoas pra convencê-las a dizer sim.

Não precisa ser nenhum gênio pra ver que isso é insustentável e nada saudável.

A boa notícia é que não precisa ser assim.

(na verdade, desse jeito deles é bem mais difícil)

Fechar clientes premium a tickets altos pode ser fácil – se você priorizar o que realmente importa.

Que é…? Você pergunta.

Bem, o que carrega o maior peso da conversão de big ticket…

É a oferta.

E quando coloca ela como prioridade – você é capaz de fechar clientes premium com uma pequena copy de poucos parágrafos, enviada em um email – Nesse caso, na estratégia que eu uso, no email 3.

Veja:

Um email 3 bem feito, tem maior poder de conversão que todos os vídeos de conteúdo, fotinhas ostentação do instagram e qualquer outra guruzice que recomendem por aí.

Por que?

Várias razões.

Mas em resumo, toda essa guruzice e ostentação só serve pra falar sobre você mesmo… enquanto um email 3 bem feito fala sobre o cliente e a transformação que ele vai experimentar.

Pois quem paga big ticket não tá nem aí pra você, sua vida maravilhosa, seu conteúdo e afins… ele também não quer uma tonelada de bônus, e grupo de whatsapp e coisas do tipo…

Ele quer apenas uma coisa:

Transformação.

E se você conseguir descrever a transformação que ele quer em poucos parágrafos, de uma maneira que faça sentido pra ele… você fechou o cliente. Apenas com um bom email.

Mas claro que criar um bom email 3 não é algo como copiar e colar.

É uma mistura de arte e ciência.

Uma das coisas que vou ensinar em meu novo treinamento que está no forno e vai sair nos próximos dias.

Aguarde…

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Venda com emails no insta, no X, Linkedin, Tiktok…

Ontem fomos andar de kart.

Foi minha primeira vez.

E diferente de outras “primeira vez”, aqui eu sabia o que fazer.

No começo foi esquisito.

A posição é desconfortável. A condução é dura. Faz vários barulhos esquisitos. A parada é seca. (sim, ainda é sobre o kart que estamos falando).

Mas com o tempo fui me acostumando, me soltando, acelerando… e logo comecei a dar voltas em meus amigos.

Não que eu seja o novo Ayrton Senna, mas eu dirijo bem. E sempre joguei muito bem jogos de corrida (acredite, isso ajuda muito). E no fim, são os mesmos princípios: dirigir um carro. A diferença era o carro e a pista. Mas os princípios eram os mesmos, e o que fiz foi adaptar o que já sei a aquele ambiente novo.

Impressionante mesmo foi meu… o filho do meu cunhado é o que meu mesmo? Peraí… aparentemente nem o google sabe. A melhor resposta que achei foi “sobrinho-afim”… o que me pareceu meio pedófilo chamar um garoto de 9 anos assim, mas enfim, meu semi-sobrinho de 9 anos, que obviamente nunca dirigiu na vida (nem joga video-game), pilotou maravilhosamente bem.

O moleque jogou duro.

Inclusive, quando dei uma volta e alcancei ele… ele acelerou e me passou!

Que ousado.

Aí tio Bruno teve que acelerar ainda mais pra passar o pirralho e mostrar quem é que manda na pista.

Mas em resumo, foi uma experiência incrível que eu nunca fiz antes porque achei que seria meio besta.

Mas não é.

Se você nunca correu de kart antes, eu super recomendo.

Enfim.

Tudo isso me lembra o novo treinamento de conversão por email que estou cuidadosamente criando.

É sobre conversão por emails (por ser o canal que você tem mais controle, mais ROI e mais vida boa), mas tudo que ensino nele funciona perfeitamente no instagram, X, Linkedin, TikTok ou qualquer outro canal que você consiga se comunicar diretamente com seu público.

Assim como no Kart, são os mesmos princípios.

Mas enquanto no kart você precisa adptar muita coisa, pra outros canais essa estratégia de conversão não precisa adptar nada, dá pra usar exatamente como eu ensino – o que lhe dá ainda mais opções de atuação.

A única condição pra usar em outras plataformas é a que mencionei acima:

Você precisa ser capaz de se comunicar diretamente com seu público, como enviar um direct, por exemplo, coisa que o Youtube não faz.

Mas se tiver isso, tudo funciona normalmente, e você é capaz de fechar alto ticket usando o X (ex-twitter) ou até mesmo aquela zona do Tik Tok (desde que você consiga que as pessoas lhe respondam ao invés de ver o povo dançando).

Percebe o potencial dessa habilidade?

Não é por acaso que ninguém ensina isso aqui no Brasil, e pra aprender isso lá fora você teria que desembolsar no mínimo 2.500 doletas (ou 13 mil dilmas).

Mas calma que com Bruno-Aranha, o amigão da vizinhança, você não vai ter que pagar isso tudo, e digo mais, modéstia a parte eu ainda ensino melhor do que eles.

Enfim.

Tudo isso e mais um pouco, em meu novo treinamento que sai nos próximos dias.

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Copywriter está com os dias contados

Estou bem melhor.

Não 100%.

Mas bem melhor que na semana passada.

E não precisei cair no picão preto, graças a Deus.

Isso também significa que as gravações do novo treinamento voltaram, não a todo vapor, mas voltaram. E tudo indica que essa semana sai (finalmente).

Só posso adiantar uma coisa:

Está ficando um espetáculo.

Esses atrasos são ruins pela espera, mas sempre me ajudam a melhorar os treinamentos.

Nesse caso, ele me ajudou a condensar muitas dezenas de milhares de reais num único treinamento.

Literalmente.

O conhecimento que estou compartilhando ali vale bitcoin.

Especialmente pra quem está nesse mundo digital…

E mais especialmente ainda pra aqueles cuja profissão está com os dias contados – como os copywriters??

Pois é.

A verdade é que o copywriter NUNCA foi a profissão mais badalada do momento, como tantos gurus arrotaram por aí (gurus esses que venderam todo seu estoque de cursos de copy, fechou a barraquinha e fugiram sem dar a mínima satisfação pra seus clientes, como parece está acontecendo com certas sociedades por aí).

Copywriter sempre foi uma profissão underground.

É tanto que nenhum de seus amigos sabem o que é isso (a menos que eles sejam do meio).

Mas o fato é que com o avanço das IAs, o copywriter tradicional vai acabar.

Por várias razões:

Porque a maioria dos copywriters já fazem um trabalho medíocre, já escrevem as mesmas copys que os outros, usam exatamente as mesmas palabras, estruturas, gatilhos e tudo, muitos até copiam na cara dura, e é sempre uma escrita meia boca pra empurrar goela abaixo das pessoas – ou seja – algo que uma IA consegue fazer em poucos minutos, por uma fração do valor, sem tirar folga nem cobrar impostos e afins.

Por que não faz mais sentido contratar uma pessoa, lidar com ego dela, tem que ficar cobrando pra ela entregar tudo no prazo, e esperar dias pra ter copys, quando tudo isso pode ser feito por uma máquina em minutos.

Basta olhar pras copys que existem por aí, são as mesmas coisas, só mudam o nome da empresa.

Então não precisa de alguém “criativo” pra fazer esse feijão com arroz.

Uma máquina é infinitamente melhor.

Então logo vão desaparecer os copywriters, e os designers, e alguns outros profissionais.

Todos serão substituídos por um único Operador de IA… que com certeza vai ter algum nome bonito, dado por um guru que vai empurrar cursos da nova profissão do momento… que vai ser uma bosta.

Uma bosta porque esse novo profissional não vai ter valor nenhum do mercado.

Vai ser só um carinha que mexe na ferramenta. E igual a ele vão existir dezenas de milhares por aí, desesperados por uma vaguinha e dispostos a receber qualquer coisa em troca de um prato de comida.

Isso já está acontecendo.

99% dos copywriters por aí já usam IA pra escrever suas copys… e depois vão lá e editam pra coisa não ficar tão ruim.

Mas falta muito pouco pras IAs gerarem o texto feijão com arroz diretamente – sem precisar da edição do copywriter… e aí adeus copywriter e olá operador de IA.

E você já viu que as vagas arrombadas por aí já exigem que o copywriter faça muito mais que apenas escrever copy? É pra postar em redes fossiais, fazer design, escrever blog, produzir conteúdo… ou seja:

Operador de IA.

A coisa tá tão feia que o “melhor” copywriter do mundo (segundo ele mesmo e a mãe dele), Setefan Giorgi, um cara que vive empurrando cursos de copy (e escrevendo copy golpista e se gabando disso), que tem até sua própria ferramenta de IA pra copy… disse recentemente que a profissão de copywriter vai acabar.

Pra completar, ele recomendou seus próprios alunos copywriters a venderem produtos no tik tok como afiliados… sério, verdade… é ou não é ridículo?

Claro que ele só fez essa super recomendação porque nunca ensinou seus alunos a serem copywriters de verdade… mas sim a usarem uma estrutura de copy (seu RMBC) e empurrar falsas promessas naquilo, o que cria Golpywriters, não copywriters.

E é aqui que começa a parte boa dessa história.

Veja:

Aqueles copywriters batucadores de teclado, que escrevem copys feijão com arroz, que só sabem fazer lançamento (copiando e colando e mudando a promessa)… esses vão virar operadores de IA ou procurar outra coisa pra fazer.

Mas aqueles que são (ou se tornem) copywriters de verdade, que entendam de marketcheng e negócios ao invés de RMBC – esses serão profissionais raros no mercado e muito bem pagos por sua expertise verdadeira. Eles atuarão principalmente como consultores ou escrevendo comunicação autêntica e humana, como nenhuma IA consegue.

Em outras palavras:

Aqueles que só escrevem copy estão com os dias contados.

E pra não apenas sobreviver, mas ainda prosperar no apocalipse das IAs, você precisa se especializar em alguma coisa e aumentar o seu valor no mercado.

Não vai dar pra ser mais um na multidão.

Não vai dar pra ser aquela pessoa que escreve copy, porque os robôs vão lhe dar uma surra de chibata nessa área.

Logo, é preciso sair desse trabalho “braçal” e industrial, e entrar no trabalho mais intelectual e de aconselhamento.

É preciso se especializar.

Mas em quê? Você pergunta.

Já disse, em marketcheng e negócios – em alguma área que você consiga trazer grandes resultados pro cliente sem que uma IA faça isso melhor que você.

E nesse caso, meu conselho continua sendo:

Monetizar listas de emails.

Veja:

Toda essa loucura de IA, de personagens, vídeos e imagens criados pra redes fossiais, junto com toda essa copy genérica vai criar um circo e aumentar um grande problema que já existe hoje no mercado:

Falta de Backend.

Todo esse show de IA vai trazer muitos leads e clientes de front-end.

Mas assim como já acontece hoje, isso não move os clientes no restante da esteira de produtos.

Na tentativa de suprir isso estão criando automações complexas, chatbots, CRMs e uma infinidade de ferramentas emaranhadas que não fazem o trabalho corretamente, são caras e difíceis de manter.

E nesse caso um especialista em monetizar lista de emails consegue dar um grande pé na bunda desses robôs, enviar alguns emails e trazer a grana pra casa.

E estou falando de muita grana, de backend, de alto ticket – e tudo usando apenas os emails.

“Mas se é sobre email, o que impede as IAs de escreverem esses emails?”

Bela pergunta.

Mas não é sobre emails. Email é apenas o canal.

É sobre construir o relacionamento que as máquinas não conseguem, e converter as pessoas de maneira conversacional – que as máquinas também não conseguem.

E é exatamente isso que vou ensinar em meu novo treinamento – a ser esse profissional capaz de converter backend e trazer a grana pra casa num mundo caótico de tecnologia e guruzices.

Pra quem quiser ser uma pessoa valorizada e muito bem paga num mercado que contrata funcionários pra atuarem como “robôs” que operam robôs.

O barco está afundando.

Mas pra aqueles que entenderem isso, ainda tem botes salva-vidas.

O meu está zarpando essa semana, e pra entrar nele, não perca meus próximos emails.