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No mato com ex-presidiários

Sábado viajei sem destino com minha noiva e um casal de amigos.

Fomos em busca de uma cachoeira e das aventuras que surgissem pelo caminho.

Pra mim, não existe nada melhor que isso na vida.

(só sexo)

Meu sonho é viajar pelo mundo vivendo aventuras incríveis todos os dias.

(e fazendo sexo)

Mas como ainda não posso, aqui estou eu escrevendo do meu escritório – ao invés de debaixo da cachoeira.

Enfim. Aprendi algumas coisas nessa viagem:

1- Aprendi que meu amigo dirige como uma senhorinha de 75 anos, cega.

2- Que o novo Onix é muito baixo e não serve pra andar em estrada de chão.

3- Nunca esquecer o peso de uma boa oferta

10 em cada 10 vezes que meus amigos me chamarem pra um programa como esse eu direi SIM.

Por que?

Porque eu não resisto. É perfeito pra mim. Não tenho objeções. Não questiono nada.

Aceito sem pensar.

Suas ofertas devem ser o mais próximo possível disso. Sempre.

A Dominó pizza cresceu usando isso.

Sua pizza em 30 min. ou não paga.

Foi perfeito para o público (universitários famintos e com pressa).

Provando que uma boa oferta pode carregar toda uma empresa nas costas.

Eu sei que na maioria das vezes os clientes não querem mexer nisso, mas insista.

Bata o pé.

Os resultados compensam e eles lhe agradecerão depois.

E quanto à cachoeira?

Nos perdemos 2 vezes mas a encontramos.

Parecia um imenso véu de noiva escorrendo pelas pedras polidas pela força da água.

Fiquei sentado bem embaixo da queda d’água pra receber uma massagem da mãe natureza.

Por alguns minutos me senti dentro do filme avatar.

Até que, assim como no filme, os vilões chegaram pra acabar com nossa festa.

De repente, apareceu do meio do mato um bando de, digamos… ex-prisioneiros? e nós fomos embora.

Segurança é tudo.

Mas ainda assim, foi um dia incrível.

Só que dá próxima vez, eu dirijo.

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Não se convence uma mulher. Conquista

urante toda minha juventude sempre tive dificuldade com mulheres.

Além de muito tímido, eu fazia praticamente tudo errado.

Não entendia como elas pensavam. O que elas (realmente) queriam. Não sabia o que dizer. Muito menos o que fazer.

Putz…

Sofri pra cacete por causa disso.

Conhecia Karina, me apaixonava, não conseguia ficar com ela… me decepcionava. Conhecia Carla, me apaixonava, também não conseguia ficar com ela, e me decepcionava mais um pouco.

Foi assim com Carla. Dayane. Carla II. Jéssica. Taís. Tâmara. Priscilla. Cássia. Tâmara II. Queila. Andreza. Aline. Riviane. Larissa. A ruiva que nunca tive coragem nem de conhecer. E muitas muitas outras.

Ainda dói o peito só de lembrar.

Mas talvez o que mais me atrapalhava era ser um garoto totalmente lógico e racional.

Eu usava argumentos e fatos pra tentar convencê-las a sair comigo.

Eu falava, falava, falava… falava, falava, falava… e quase nunca dava certo.

Por que não se convence uma mulher a sair com você.

Você tem que conquistá-la.

(nossa, como demorei pra aprender essa lição. Demorei demais. Demorei M-U-I-T-O mesmo)

Enfim.

Ser totalmente lógico e racional é também uma dos principais fatores que matam conversões.

Olhe no seu feed e verá que a maioria das copys parece um Bruno adolescente tentando convencer as pessoas a comprar.

Elas falam, falam, falam e tentam convencer você de todas as maneiras… ao invés de tentar conquistá-lo.

É muito difícil converter pelo convencimento.

Não importa se é um email, um anúncio, um post ou uma carta de vendas (ou uma garota).

Use emoções para conquistar.

1.000 fatos comprovados cientificamente nunca vencerão 1 história emotiva.

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50 tons de copy

Desde semana passada estou doente e não sei de quê.

Meu corpo está pesado como se vestisse roupas de cimento. Meus pensamentos lentos como uma tartaruga velha e preguiçosa… e não paro de espirrar.

Não gosto de médicos. Não confio em 99% deles. Então tento resolver do meu jeito.

Mas é um inferno escrever copy e pensar quando seu copo está em modo de sobrevivência.

De qualquer forma, aqui estou eu usando meu 1% de cérebro pra botar o seu cérebro pra pensar.

Já assistiu aquele filme 50 tons de cinza?

É a história de um multimilionário que sente prazer pela dor.

Um masoquista.

O filme estourou no mundo inteiro por ser uma história de amor bem diferente… ou será que não?

Ou será que o sucesso do filme é porque no fundo somos todos masoquistas de alguma forma?

Basta observar o ser humano um pouquinho pra ver que nós gostamos da dor e do sofrimento.

Por exemplo:

Pessoas com as veias entupidas que não param de comer porcaria…

Ou pessoas que vivem um relacionamento abusivo mas vão atrás do traste quando ele termina…

Ou pessoas que continuam indo à missa ouvir as palavras do padre que todos sabem que abusa dos coroinhas…

Ou pessoas que continuam querendo aprender a se tornar milhãonárias com um guru que está sendo processado por dever 3 milhãos de aluguel desde 2018…

Enfim.

Tudo isso é alguma forma de masoquismo.

E é importante que você pense nisso.

Por que?

Porque em suas copys você sempre está tentando aliviar as dores das pessoas… mas como você pode ver nos exemplos acima, as pessoas gostam da dor.

Pois existe um certo prazer na dor.

É confortante comer mesmo quando se é ultra-obeso.

É confortante ter alguns poucos momentos felizes com o parceiro abusivo.

É confortante ir à missa.

É confortante ouvir as palavras inteligentes do guru.

Se sua copy não combater isso, você não será capaz de tirar as pessoas da zona de conforto.

E aí adeus conversões.

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Martelada converte?

"Olá, aqui é o Guru Digital e hoje vou falar sobre como fazer seu 6 em 7.
Pois a razão pela qual você não fez um 6 em 7... é por que você não tem um 6 em 7 ainda.
Ou seja: É tudo uma questão de 6 em 7.
O 6 em 7 está no ar que respiramos. Na água que bebemos. Na força gravitacional que faz a terra girar. E em todo negócio vitorioso.
Então se você não está feliz com seus resultados, você precisa de um 6 em 7.
E a maneira mais simples de conseguir seu primeiro 6 em 7 é através do 6 em 7.
Interessante, não?
Por que se 6 em 7 toda vez que 6 em 7 você sempre 6 em 7 mesmo que 6 em 7, 6 em 7??
Então 6 em 7 agora."

OK. Chega.

Esse é um exemplo do que eu chamo de copy de martelada.

A pessoa fica martelando a mesma coisa dia e noite até vencer prospecto pelo cansaço.

Funciona?

Sim. Funciona. Gera conversões.

Masssssssssssssssssssss

…Somente para pessoas que fazem esse auto enguruzamento na internet. Se você martelar sem esse posicionamento de guru as pessoas vão pular fora rapidamente e sem olhar pra trás.

Mas martelada é a melhor maneira de converter?

Não. Nunca será.

É como aquele cara que consegue sair com a garota depois de passar meses insistindo até ela ceder.

Na maioria das vezes a relação não acaba bem.

Por que?

Porque foi forçada.

Sim.

Isso mesmo que você está pensando. Exatamente como sexo sem lubrificação.

Por outro lado, se ao invés de martelar você mostrar o caminho e deixar a pessoa decidir percorrê-lo… a conversão chega a ser prazerosa.

(você está safadinho hoje, hein?)

Veja. Não é que martelar seja errado. Apenas acredito que existe o momento certo de martelar.

Primeiro é preciso adquirir o prego. Levá-lo ao lugar certo. Deixá-lo na posição certa. Aí então você martela.

Marketing não precisa ser chato e fútil.

Pode ser algo de alto valor até mesmo para quem não converter. Pode ser interessante. Pode ser engraçado. Pode ser diferente.

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A habilidade que conserta tudo na vida

Todo mundo passa por muita merda na vida. E todo mundo tem seus demônios interiores pra combater.

Eu nunca fui pra guerra. Nunca fui abusado. Nem espancado. Mas ainda assim, tive e tenho meus problemas e demônios.

Assim como você.

E assim como todo mundo.

Mas eu descobri que não importa a merda que você esteja enfrentando, existe uma habilidade específica que ajuda a superar qualquer desafio.

Não. Não é copy.

(apesar de que uma boa carta de vendas é uma das melhores maneiras de resolver seus problemas de grana)

O que estou me referindo é diferente.

Na primeira vez que quebrei meu negócio de infoprodutos, eu usei essa habilidade pra dar a volta por cima e fazer exatamente 75k em menos de 60 dias.

Quando meu casamento estava por um fio, eu usei essa habilidade pra reacender a chama do nosso amor.

Quando um vagabundo estava me enforcando na rua tentando me matar, eu também usei a mesma habilidade pra escapar dele e voltar pra casa vivo e inteiro.

Enfim. Quando olho pra trás e para a história de pessoas que fizeram grandes coisas, vejo que todos usaram essa mesma habilidade.

Estou falando do comprometimento.

Sim. Comprometimento é uma habilidade. Pois precisa ser desenvolvido e reforçado diariamente.

E também é a única coisa que conserta tudo na vida.

Por que quando você se compromete verdadeiramente com uma coisa, o mundo inteiro começa a se adaptar pra de alguma forma lhe ajudar a conseguir aquilo.

É claro que não é mágica. Nem algo rápido. Muito menos fácil.

Também não é uma linha reta.

“Ah, agora que me comprometi tudo vai dar certo em minha vida.”

Não. Não é assim.

Ainda que você se comprometa, muita coisa ainda vai dar errado. Mas se estiver comprometido de verdade, você sempre vai encontrar um jeito de continuar seguindo em frente em direção ao seu objetivo.

Nada pode fazer mais milagres em sua vida do que comprometimento verdadeiro.

Então se hoje você tem algo que não está feliz em sua vida, se comprometa a mudar e fazer aquilo ser um sucesso.

Não importa o que seja. Não importa quão difícil possa parecer.

Olhe ao seu redor.

Pra todo lado você encontra histórias de superação de pessoas que deram a volta por cima de situações bem piores do que a sua.

E se eles conseguem. Se eu consegui. Você também consegue.

Basta se comprometer.

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6 dígitos com tapiocas

É impressionante como 2 pessoas com o mesmo produto, no mesmo lugar, conseguem ter resultados tão diferentes.

Aqui em Aracaju tem uma praça com 2 quiosques idênticos de tapiocas.

Só que um deles faz múltiplos 6 dígitos. Enquanto o outro se arrasta pra não fechar.

Toda noite, se você passar de carro pela praça vai ver um quiosque com dezenas de mesas lotadas… e o outro com meia dúzia de mesas vazias.

Isso acontece há anos.

Eu fico me perguntando:

“Por que o cara sem clientes não inventa um sabor diferente de tapioca? Ou vende cafés? Ou outras opções de comida? Ou um molho especial?”

“Cacete… Por que ele não faz nada de diferente e simplesmente fica de braços cruzados assistindo o vizinho crescer fazendo a mesma coisa que ele??”

Eu realmente não sei a resposta.

Mas arrisco a pensar que ele acredita que o outro cara é sortudo.

E olha que o tal sortudo nem tem um atendimento e produto tão bons assim. Ou seja: nem precisa de muito pra superá-lo.

Mas ainda assim, o outro não consegue.

Que lição podemos tirar disso? Várias.

Mas acho que a principal é que mais importante do que O QUE você tem é COMO você usa aquilo.

Às vezes ficamos travados na vida pensando que nos falta alguma coisa quando na verdade nós já temos tudo que precisamos.

Pois tudo que precisamos é atitude.

Quando você tem uma atitude de “vou fazer acontecer não importa o quê”, adivinha? As coisas acontecem. Mesmo sem recursos. Mesmo sem ter tudo que você precisa.

Enfim. Tire o fim de semana pra analisar como está sendo sua atitude em relação à sua vida.

Você está sendo o cara da tapioca que apenas assiste o sucesso dos outros… ou está tendo uma atitude de fazer o máximo que pode com o que você tem?

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F0#*-SE A Big Idea

Se tem uma coisa que gera confusão em copy é a tal da big idea:

“Tenho um Studio de treinamento Funcional em uma cidade metropolitana de BH e estou no processo de refazer toda campanha, mas estou travado na big idea da campanha”

“Amigos, Qual a diferença entre Big Ideia e Promessa?”

“…tenho algumas dificuldades em elaborar uma big idea ou seguir modelos de copies sempre.”

Isso acontece porque os gurus brasileiros colocaram ênfase demais nesse assunto… deixando a galera perdida e acreditando que essa é a parte mais importante de uma copy.

Só que não é.

Você não precisa de uma big idea pra ter excelentes resultados com sua copy. Milhares de produtos são vendidos todos os dias sem uma big idea.

Isso por que ela é apenas a cereja do bolo. E todo mundo come bolo sem cereja e se satisfaz do mesmo jeito.

O mesmo vale pra big idea.

Você não precisa de uma ideia revolucionária pra conseguir conversões.

Os copywriters das maiores empresas de marketing direto do mundo não passam dias olhando pra tela do computador em busca da ideia perfeita.

Eles simplesmente criam dezenas de ideias e jogam na parede pra ver qual gruda (se é que você me entende).

Por que eles fazem isso?

Já disse. Porque você não precisa de uma ideia revolucionária pra conseguir conversões.

Você só precisa de algo diferente do que o público já conhece.

Isso por que toda copy é como se fosse uma pirâmide (o formato, não o esquema de enganar os outros).

Você começa pela base e vai construindo argumentos um sobre o outro formando novas camadas até chegar ao topo. Que é a grande ideia (como disse, a cereja do bolo).

Então contanto que a cereja (big idea) seja algo diferente, ela vai funcionar por que a pessoa nesse ponto já vai estar convencida.

Toda a base da pirâmide é o que realmente carrega a conversão (e a big idea) nas costas.

E sabe qual a melhor maneira de criar não apenas a base mas toda a pirâmide da conversão?

Com uma história.

Nossa…

Uma boa história retratando a situação do prospecto. Mostrando que você o entende. Que passou pelo mesmo que ele e encontrou um jeito simples e DIFERENTE de resolver o problema… isso sim é importante.

Uma história sozinha leva toda a conversão nas costas.

Seja um contador de histórias.

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Como evitar o “cancelamento”

A cultura do cancelamento foi instalada no mundo e é uma das maiores merdas da história da humanidade.

O pior é que, apesar de ser executada por um bando de babacas, ela é perigosa.

Muitos desses babacas são violentos e estão dispostos a fazer qualquer coisa pela “causa” deles.

Recentemente um desses loucos invadiu e incendiou o estúdio do porta dos fundos simplesmente por que não gostou da série que eles fizeram sobre Jesus.

Sim, a série foi pesada e com piadas de mal gosto. Mas não, eles não tocaram fogo na casa de ninguém.

Parece que da noite pro dia acabou a liberdade de expressão e as leis foram refeitas.

Hoje vejo empresas pensando 2 vezes antes de publicar conteúdos com medo do que as pessoas vão pensar.

Onde vamos parar?

Se olhar bem, é exatamente o mesmo comportamento das igrejas antigas que acusavam as pessoas de serem bruxos e incentivavam a população a queimá-las vivas.

É loucura.

Mas será que existe uma maneira de se proteger e evitar o tal cancelamento?

Existe. E é mais simples do que parece.

Se você olhar para a origem desses cancelamentos vai ver que todos ocorrem nas redes sociais.

É lá que eles surgem e se espalham.

Então se você quiser evitar essas loucuras e construir uma audiência de pessoas sérias, eu sugiro fortemente que você comece a usar sua lista de email como sua principal plataforma.

Canceladores não usam email. Email não é eficiente para canceladores (não pode comentar, compartilhar, e interagir da mesma forma).

Por outro lado, pessoas de sucesso usam email. Pois email é uma plataforma séria, pessoal e privada. E é nesse ambiente que pessoas sérias (e com grana) interagem mais.

Então ao focar em sua lista você mata 2 coelhos com uma cajadada só (se eu dissesse isso nas redes sociais seria cancelado pelos protetores dos animais – mesmo eu sendo um deles, do tipo que evito matar até insetos):

Você evita o cancelamento e constrói uma audiência de alto nível.

Pense nisso.

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Lições de marketing de Cobra Kai (contém spoiler)

Semana passada terminar de assistir Cobra Kai – uma série bastante divertida com a qual você pode aprender muito.

Começando pelo nome da série: Cobra Kai.

Ninguém gostava de Karatê Kid ou Daniel San. Era chato. Sem graça. E fraco. Mesmo sendo campeão, a imagem que temos do Daniel San é de fraqueza. E ninguém quer ser o fraco da história.

Então pra tornar a série atraente os caras focaram no outro lado da história. Mais interessante e até visualmente mais atraente.

Lição #1: Sua história tem que ser interessante e atraente. Caso contrário ninguém irá ouvi-la.

Se a série se chamasse Karatê Kid eu jamais teria assistido. Na verdade, mesmo se chamando Cobra Kai eu ainda demorei a assistir por causa da associação negativa que eu tinha com Daniel San.

E eles levaram tanto isso em conta que não chamaram o personagem pelo nome Daniel San, mas sim pelo sobrenome La Russo (também mais atraente).

Essa lição também se aplica desde o topo do funil até aos nomes de seus produtos. Nomes atraentes ajudam na conversão e na fixação da ideia na cabeça das pessoas.

Lição #2: Fale a coisa certa, para as pessoas certas, no momento certo

Tem uma parte na série onde La Russo (ex Daniel San) monta uma academia pra competir com a Cobra Kai – que se tornou um fenômeno na cidade.

La Russo tem um estilo completamente diferente do Cobra Kai. Na verdade são opostos. E ao invés de La Russo tentar entender quem são seus clientes ideais, ele foi tentar “converter” o público atraído pelo Cobra Kai.

O que obviamente não deu certo.

Porque dificilmente você vai vencer seu concorrente no território dele. Você precisa entender o contexto e descobrir onde tacar.

Exatamente o que La Russo fez. Ele não conseguia converter os novatos no Cobra Kai por que eles ainda estavam enfeitiçados com tudo que viram. Mas depois que eles entraram e se decepcionaram… um novo público foi criado: Pessoas que querem aprender karatê de um jeito diferente.

E foi aí que La Russo atacou e teve sucesso.

Lição #3: É preciso entreter.

Por fim, não faça marketing que fala massivamente sobre o conteúdo. É chato. É difícil pro cérebro absorver tanta informação dessa forma. E não converte tão bem (diferente do que dizem por aí).

É uma série sobre karatê num mundo onde ninguém fala de karatê. Todos os holofotes estão apontando para MMA. Então a série não foca no Karatê. Eles usam humor, boas histórias com as quais todo mundo se identifica e muita, muita curiosidade.

A receita ideal para altas conversões.

Sayōnara.

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É como assistir o cliente morrer lentamente enquanto você tem a cura em suas mãos

Algumas pessoas são devotas a Deus.

Mas muitas são devotas a um guru digital.

Devotas ao ponto de insistir que um texto ruim é bom… só porque foi o guru quem escreveu.

Devotas ao ponto de distorcerem a realidade e se f#$% com isso… só por que o guru mandou seguir aquele caminho.

Isso vale não só para os consumidores mas também para os empreendedores.

Ou seja, nossos clientes também sofrem disso.

Por essa razão vou incluir uma nova pergunta em meu questionário inicial com o cliente e recomendo que você faça o mesmo.

Pois cada vez mais acredito que esse deve ser um critério importante na hora de fechar um contrato com uma empresa ou não.

Especialmente pra quem trabalha com marketing.

Que critério é esse?

É identificar quem são os gurus do cliente e qual o nível de endeusamento ele tem por essas “pessoas”.

Pois a depender da resposta você saberá como o cliente pensa e conduz o negócio.

E isso vai determinar o seu sucesso ou fracasso com ele.

Por exemplo:

Digamos que o cliente lhe DIGA que o objetivo dele é dobrar o faturamento. Mas ao invés de focar em conversões, otimizações e novas fontes de receita (o que realmente iria gerar o resultado)… ele ouviu o guru preferido dizer que pra dobrar os resultados ele precisa focar em conteúdos.

Não sei você, mas como diria o carinha do pica-pau:

“Em todos esses anos nessa indústria vital, eu nunca vi ninguém dobrar faturamento apenas fazendo mais conteúdo”.

Conteúdo não gera grana. Transações sim.

Tudo que você foca expande. Então se você não trabalhar com clientes que estão comprometidos a focar na coisa certa, você nunca vai atingir o objetivo desejado (e ainda sairá como ruim na história).

Percebe como esse critério é cada vez mais importante?

A depender do endeusamento que o cliente tem pelo guru, você sempre vai perder essa batalha.

É muito frustrante.

É como assistir o cliente morrer lentamente envenenado pelo guru enquanto você está ali com a cura nas mãos.