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Confissões de um CoPyWaLtEr

Meu nome é Wellington.

Eu sou um copywalter com muito orgulho.

Oi…?

Se eu estudei os princípios de copy? Você fala gatilhos dementais e essas coisas?

Claro!

Robert Collier??

Num sei quem é…

Ah! Aquele carinha que escrevi copy 100 anos atrás??

Tá louco? Essas coisas não funcionam mais não.

Hoje eu estudo é instagram, tráfego…

Os copywriters que sigo são: Ícaro de Carvalho, Érico Rocha…

Meu objetivo agora é conseguir mais clientes.

Já sou certificado. Paguei uma grana alta nisso.

Hein?

Sim, no curso ele dá sim algumas dicas pra conseguir clientes… mas tenho que montar meu portfolio antes.

Só que pra montar meu portfolio eu preciso de alguns clientes primeiro.

E pra conseguir esses clientes eu preciso montar meu portfolio antes.

Entendeu?

Aí tô nessa luta.

Já fiz alguns jobs que consegui em grupos de copy.

Mas foi coisa pequena. Uns posts pra redes sociais e uma sequência de 3 emails.

Mas eu sou bem ativo nas redes sociais.

Posto muito conteúdo, mesmo sem nunca ter lido livros de copy e sem ter experiência nenhuma.

Eu também dou muitos conselhos nos grupos para os que estão começando agora.

De onde tiro essas coisas?

De minha cabeça mesmo. Do que eu acho que é certo.

Dou dicas muito boas.

Pois é…

Ei!

É… se ligue.

Como disse, eu estudo bastante e já tenho uma certa experiência na área.

Será que você não tem algum trampo aí pra mim não?

Hein?

Trampo?

Um trampinho por favor!

Veja aqui uma copy que escrevi:

“O segredo jamais revelado que permite qualquer empresário imprimir dinheiro – mas assista agora pois não sei por quanto tempo esse vídeo ficará no ar. Restam 3 vagas.”

E aí, gostou?

Vai me arrumar um trampo?

Eu também manjo de design, wordpress e tráfego. Posso ajudar com edição de vídeos também.

Trampo??

Fim da confissão

Eu me sinto mal por essas pessoas.

Por que sei que no fundo o cara só quer uma maneira de melhorar de vida.

O problema é que às vezes eles estão tão doutrinados pelos gurus que não conseguem enxergar a verdade. Ficam arrogantes e não aceitam ajuda de quem pode ajudá-los.

Mas tem gente que entendeu como o jogo funciona e não quer mais fazer parte disso.

É pra esse segundo grupo de pessoas que criei meu workshop de email copywriting.

Eu quero que você saia desse Workshop com uma habilidade única, com a qual você nunca mais terá que se preocupar com trabalho, emprego ou seu “sustento” (como dizia meu avô).

Uma habilidade que permite você:

1 – Alcançar os clientes certos a qualquer momento, e rapidamente ser capaz de criar campanhas que geram aumento nos resultados…

2- Criar campanhas pra sua própria lista e gerar uma enxurrada de vendas pra você mesmo.

Tudo isso de maneira estratégica – sem fórmula mágica de guru.

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Estranha maneira de atrair clientes melhores

Ontem terminei de assistir a série Bárbaros.

Ela conta a história real da grande batalha dos bárbaros germânicos contra o imenso exército dos gurus romanos.

Devo dizer quem venceu?

Ou é spoiler?

Ah, que se dane.

A batalha foi vencida pelo lado que foi mais estratégico… que talvez não seja quem você pense que é.

(melhor assistir pra saber)

Particularmente eu gostei de tudo na série, principalmente da maneira como eles contaram uma longa história em apenas 6 episódios (diferente dos mangás…) com bastante emoção e reviravoltas.

Também dá pra aprender várias formas de influenciar pessoas na série.

Algumas éticas. Outras nem tanto.

Mas por falar em influência, hoje quero falar sobre um conceito valoroso (acabei de aprender essa palavra) quando se trata de atração de clientes.

Não é algo tático.

Na verdade é algo bem esquisito… mas que funciona.

E por isso que quero compartilhar com você.

Bem, uma das coisas “ocultas” que influenciam diretamente no tipo de cliente que você atrai é… acredite ou não… o tipo de cliente que você é.

Por exemplo: Se você é uma pessoa que adora pechinchar… você vai atrair pessoas que gostam de pechinchar também.

Mas se você é uma pessoa que valoriza o trabalho dos outros… você tende a ser mais valorizado pelos outros também.

Parece a maior besteira do mundo. Eu sei.

Mas funciona!

E quem sou eu pra discutir sobre as leis o universo?

Sou apenas um mero mortal dotado de uma beleza divina e uma inteligência incomparável, forjado no mármore da humildade.

Enfim.

Na verdade acredito que isso funciona por que – ao valorizar o trabalho dos outros – você muda sua relação com o dinheiro.

E dinheiro é energia.

Mas isso é assunto pra um outro email.

(obviamente que SER o cliente ideal é apenas um dos vários requisitos para atrair seus clientes ideais – Os outros eu falarei em detalhes num dos Bônus do meu Workshop de Email Copywriting)

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Copy com sangue

Um dos maiores escritores de todos os tempos disse uma vez:

“Não há nada para escrever. Tudo o que você faz é sentar em uma máquina de escrever e sangrar.”

– Ernest Hemingway

O mesmo acontece com copy.

(não aquela feita por copywalters, baseada em gatilhos dementais)

Pra escrever boa copy você precisa sentar sua bunda na cadeira e sangrar no teclado do notebook.

Por que se escrever um livro de ficção, com histórias imaginadas, e o objetivo apenas de entreter, já é difícil… imagine escrever copy, baseada na verdade, com histórias reais e o objetivo de vender.

O raciocínio cerebral vai ao limite.

O subconsciente pira.

A mente do macaco grita por socorro.

Escrever copy é um sacrifício. E quanto maior a peça, mais você precisa sangrar pra produzi-la.

Como por exemplo: Lançamentos.

Você tem um trabalho do cacete, frita a mente pra encaixar todas as peças e transformar naquele loooooooongo script pra no fim… você ter apenas uma chance de dar certo… e centenas de chances de seu trabalho ir pro ralo.

Essa foi uma das razões pra eu migrar pro email.

Quando escrevia copys longas eu gostava apenas do resultado final.

Mas todo o processo de pesquisa, escrita e edição me deixavam doente (talvez por perder muito sangue??).

Ou seja: Eu passava mais tempo me sentindo mal do que bem com meu trabalho – a coisa que eu fazia várias horas por dia.

Aquilo me incomodava pra caramba.

Por que se você pegar o exemplo de músicos profissionais, ou skatistas, ou surfistas, ou fotógrafos… o processo deles é duro mas é agradável. Às vezes até prazeroso.

Ok. O cara tem que andar de patins 6 horas por dia. Mas ele faz isso com prazer na maior parte do tempo.

Mas quando eu escrevia copys longas eu sentia o contrário.

Era um sofrimento constante a maior parte do tempo.

Não sei se isso acontecia por que eu não sou um “escritor natural” e nunca gostei de escrever na vida.

Só sei que era ruim.

E eu acredito que estamos nesse mundo pra ser feliz.

Por isso fui em busca de alternativas e me encontrei no email.

Talvez seja pelo fato de ser algo menor, mais íntimo e pessoal. Não sei exatamente. Só sei que eu me divirto pra caramba escrevendo meus emails e dos clientes.

Fica ainda melhor por ser uma peça rápida de escrever, que gera resultados e que as pessoas pagam bem por isso.

Sem falar nas respostas carinhosas que recebo (tantos dos meus emails quanto dos clientes dos meus clientes)

Enfim.

Só quero que você saiba que existe um outro caminho no mundo da copy e da escrita.

Nos emails foi onde me encontrei (sem precisar sangrar nem mendigar trabalho).

Se você também quer entrar nesse mundo, a hora está chegando.

Estou terminando de escrever a página com todos os detalhes de meu Workshop online de Email Copywriting e vou começar a escrever (sem sangrar) os emails pra quem está na lista de espera 🙂

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Os novos ricos do email?

Por que Bruno não escreveu esses dias?

Será que foi covid de novo?

Será que acertou na mega e está dando a volta ao mundo?

Ou será que o incrível Dell Inspiron 5458 dele deu problema na pilha da Bios… depois no HD… depois no próprio windows?!?

Será???

Depois de enviar um email daquele “me expondo” meu notebook não faria isso.

Imagina…

Mas enfim.

Aqui estamos nós de novo 🙂

Pra falar de um fenômeno incrível que está acontecendo lá nos states e que, acredito eu, pode acontecer aqui no Brasil logo em breve.

Tem a ver com email… com grana… e com liberdade.

3 coisas que eu amo.

Bem, o fenômeno é a explosão do Substack – uma plataforma onde as pessoas criam suas próprias newsletters gratuitas e/ou pagas.

Isso fez surgir o que eu batizei de:

rufem os tambores

Os Novos Ricos do Email

Por que esse nome?

Porque tem gente lá fazendo 1k, 5k, 10k, até +80k por mês. Apenas. Escrevendo. Emails.

De onde sai essa grana?

Das pessoas que pagam para ler essas newsletters.

Imagine você acordar de manhã, escrever um email sobre um assunto que você adora, fechar o notebook e seu dia de trabalho acabou.

Eu seria mais feliz assim e você?

Claaaaaro que existem outras coisas evolvidas nisso.

Claro que muitas vezes é preciso fazer uma pesquisa antes de escrever o email… tem que responder as pessoas… mas é basicamente isso.

O próprio marketing e o próprio produto são a newsletter

O grande trunfo foi que o Substack transformou newsletters numa espécie de comunidade.

Isso facilitou para os criadores de conteúdo (vulgo escritores de emails) tanto na parte de ter sua newsletter encontrada pelas pessoas quanto na monetização da mesma.

E sobre o que são essas newsletters? Você pergunta.

Tem newsletter sobre tudo:

Política, mercado financeiro, esportes, tecnologia, negócios, ciência, saúde, música, religião, e uns nichos bem estranhos e diferentes.

Tem uma mesmo que está entre as top pagas com milhares de assinantes a 5 dólares por mês cuja descrição é:

“Uma newsletter sobre sentimentos difíceis de escrever.”

Enfim.

O mais interessante é que essas newsletters basicamente são de pessoas “comuns” que escrevem suas opiniões sobre algum assunto… e as pessoas pagam pra ler.

Pagam quanto?

Pouco. Bem pouco. A média é entre 1 a 15 dólares mensal.

Mas multiplique isso por milhares e milhares de leitores e você gera mais que muito guru por aí (ou você acredita que todos eles ganham o que dizem ganhar).

Tá gostando da ideia?

Sua mente tá fervilhando?

Então aqui vai mais uma informação interessante:

Somente de dezembro de 2020 até fevereiro de 2021 a plataforma saiu de 290 mil pra 500 mil assinantes pagantes (quase dobrando de tamanho).

É por causa desse crescimento que eu acredito que isso logo chegará no Brasil (mas nada impede que você escreva em inglês pra eles e receba em dólar).

E é por essas e outras que acredito que escrever bons emails é uma das melhores habilidades que alguém pode desenvolver na vida.

Pois ela abre um leque de possibilidades de trabalho (e de monetização).

“Coincidentemente” eu estou terminando de produzir meu workshop sobre escrita de email 🙂

(o qual QUASE foi perdido quando meu HD pifou)

Se você ainda não está na lista de espera pra ser avisado com antecedência quando as inscrições forem abertas, responda esse email.

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Maior erro pra conseguir clientes de copy

Semana passada um famoso guru de copy disse:

“A copy mais importante pra conseguir clientes é… sua própria copy.”

E ele continuou:

“Como o cliente espera que você escreva boa copy pra ele se você não escreve nem pra si mesmo.”

Na teoria isso faz total sentido.

Ou se você está em busca de pequenos clientes pra fazer projetinhos isolados, ou posts de redes sociais, ou uma landing page, enfim. Nesse casso isso deve funcionar.

Mas se você está em busca de clientes melhores, que pagam bem, valorizam seu trabalho e trabalham por muito tempo com você…

Então esse conselho pode destruir mais carreiras de copywriters do que ajudar.

Por que?

Vou explicar:

Primeiro Ponto

Os clientes não estão nem aí pra você, o que você fez ou quantas plaquinhas de lançamento você tem,

Você não faz ideia da quantidade de “copywriters premiados” que não sabem fazer um O com Copo.

São pessoas que conseguem os “resultados” e placas por conta do especialista e dos altos orçamentos das campanhas, não pela copy em si.

Mas uma vez com as plaquinhas em mãos, esses profissionais cobram valores absurdos pros novos clientes e:

Ou entregam uma copy porcaria.

Ou nem entregam a copy e desaparecem.

E isso (infelizmente) acontece tooooodos os dias nesse mercado.

E provavelmente já aconteceu com o cliente que você está interessado também.

Então como esse cliente vai reagir ao ver sua copy dizendo que você é o cara, que tem plaquinhas, que fez isso e aquilo… sendo que ele já foi enganado por copywriters que disseram isso antes?

Percebe o problema?

Segundo ponto

Os clientes (e todas as pessoas no mundo) só estão interessados neles mesmos e em seus próprios problemas.

É um dos primeiros princípios de copy que estudamos, certo?

Copy é sobre ELES. Não sobre nós.

E quando você faz uma copy sobre você… esse princípio é quebrado.

— Mas Bruno, eu posso escrever uma copy pra mim falando sobre os clientes que quero. Você diz.

Claro que pode. Mas você sabe exatamente qual o cliente que você quer? Em detalhes? Sabe exatamente quais problemas ele está enfrentando nesse momento?

Pois é.

A menos que sua copy tenha essa especificidade… não vai convencer ninguém.

Ou ela vai precisar ser vista por muuuuuitos possíveis clientes até um deles finalmente dizer sim.

Terceiro Ponto

A maioria dos copywriters que estão à procura de clientes estão no início da carreira. Muitos não possuem experiência nem portfolio.

Então como eles vão escrever sobre eles… se não tem sobre o que escrever?

É como o dilema do ovo e da galinha.

Então o que fazer pra conseguir clientes de copy?

A boa notícia é que existe uma maneira muito simples.

Já falei sobre isso em outros emails mas esse é o tipo de conhecimento que nunca é demais.

Ao invés de fazer copy sobre você… ou ficar postando conteúdo em redes sociais… ou ficar atirando mensagens e posts em grupos como uma metralhadora por aí…

…Você escolhe com quais clientes gostaria de trabalhar, dá uma boa olhada no trabalho que eles estão fazendo, e aí você envia um email com uma copy pra ELES.

Falando sobre o que você viu e como você poderia ajudá-los.

É infinitamente mais simples.

E infinitamente mais poderoso.

Claro que existem outras coisas por trás disso mas essa é a estratégia. É isso que eu faço há anos pra conseguir grandes clientes mensais de serviços.

Vou explicar essa estratégia de aquisição de clientes em detalhes no meu workshop de email copywriting que está por vir.

Esse será um dos bônus (afinal o objetivo do workshop é lhe dar o peixe e ensinar a pescar).

Se quiser entrar na lista de espera e ser avisado antecipadamente quando as inscrições abrirem, basta me enviar email aqui

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The Walking Delld

O terror continua em minha vida.

E parece que depois de vários dias de luta, tutoriais e testes de todos os tipos (inclusive com um técnico), descobri a causa do problema do meu notebook:

Ele é um zumbi.

Um morto-vivo.

Só pode… porque tem horas que vou ligá-lo e o bicho está completamente morto. Depois de um tempo eu tento de novo e ele volta à vida como se nada tivesse acontecido.

Enfim.

Mas nem só de notícias ruins é feito esse email.

Trago boas notícias sobre o workshop de email copywriting.

A primeira é que ele parece estar dando resultado antes mesmo de ser lançado?!?

Eu estava perambulando pelos grupos de copy do whatsapp e o Eros Rocha elogiou meus emails.

(por sinal um Salve pro Eros que sempre divulga meu trabalho por aí)

Aí o João Gabriel disse o seguinte:

“Não perco um email do Bruno. Inclusive, fui absorvendo algumas características deles na minha escrita e tive meu e-mail aprovado entre os finalistas pelo pessoal da Empiricus nesse concurso que teve recentemente.”

Não é novidade que eu não curto a Empiricus.

Mas se o João curte, quer trabalhar lá, e meus emails ajudaram de alguma forma o João, eu fico feliz.

A questão é:

Se apenas olhando o que eu faço já dá pra aprender algumas coisas boas… imagine o que é possível fazer depois de algumas semanas comigo ao vivo, aprendendo os métodos por trás de minha loucura, as estratégias pra melhorar os resultados de um negócio, e ainda ter seus emails revisados por mim.

Acho que dá pra alavancar uma carreira e adicionar alguns dígitos na conta.

Não sei.

Só sei que esse workshop está mais perto que nunca (com ou sem o Dell ele vai acontecer).

Se você tem interesse mas ainda não está na lista de espera, entre em contato comigo.

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Uma maneira de acelerar a venda

Hoje acordei inspirado.

Enquanto passeava com meus cachorros eu ouvia o doce som das harpas celestiais tocando em minha mente.

Novas ideias pro workshop de email copywriting fluíam sem parar como uma cascata furiosa no meio da selva.

“Branca, Moose, papai precisa voltar logo pra não esquecer esses insights.” Disse a meus cachorros.

Moose respondeu: “Tudo bem papai, a gente ent– ESQUILO!” e saiu descontrolado me puxando.

cachorros… (¬_¬)

Quando finalmente chegamos em casa, corri pro notebook pra colocar as ideias no documento do workshop.

Arrumei a mesa rapidinho. Pluguei a tomada (meu querido Dell não funciona mais sem tomada). E quando apertei o botão de ligar…

…a luz acendeu.

A máquina começou a funcionar…

Um sorriso de gratidão começou a se formar em meu rosto…

E tudo apagou de repente…

WTF???

Eis que o problema não era apenas o ferrinho que segurava o HD (como disse no email de ontem).

Parece que o problema é o famoso “junta”.

Enfim.

Antes de correr pro mercado livre quero falar mais sobre o email do RoboCopy Gay.

(Porque ELE foi a verdadeira lição de ontem – caso você tenha focado nos maravilhosos notebooks Dell).

Como disse, emails polarizadores como aquele funcionam muito bem mas é preciso ter cuidado ao enviá-los.

É preciso conhecer a lista e é bom ter aprovação do clientes antes (caso você escreva pra outros).

O outro ponto é que esse tipo de email não serve apenas pra engajar a lista.

Ele também gera vendas.

Por que cada lead tem seu “tempo” pra converter.

Alguns só precisam de dias. Outros semanas. Outros meses. E alguns, acredite, levam até anos.

Caso você esteja se perguntando se existe uma maneira de acelerar esse processo de decisão…

SIM. Existe.

Na verdade existem cerca de 10 maneiras diferentes de acelerar a venda (com verdade e ética).

Uma delas é enviar um email polarizador como esse pra dar uma “sacudida” e influenciar na decisão.

As outras 9 maneiras eu só vou revelar em meu workshop de email copywriting que está por vir 🙂

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Pro inferno com suas promessas

Sabe qual a grande diferença entre um copywalter (como eu carinhosamente chamo amadores) e um copywriter de alto valor?

O copywalter acredita que o poder está na copy. E que tudo é um jogo de palavras.

Ele pensa que pra campanha dar certo basta “criar” uma promessa única e irresistível.

Já o copywriter de valor pensa e age diferente.

Ele sabe que:

Mais importante quefazer uma promessa…
é cumpri-la

Pra ele não é apenas um jogo de palavras.

É sobre ajudar pessoas a resolverem seus problemas DE VERDADE.

Um copywriter de valor não saí por aí prometendo “1 milhão rápido”…

…nem um “6 em 7 sem produto, sem lista e sem nada”.

Não.

Pois ele só trabalha com a verdade.

E sabe que uma grande promessa não é criada da cabeça do copywriter. Mas sim da combinação do produto + a empresa/pessoa por trás + desejos do público.

A promessa só vai até onde
o produto e a empresa entregam

Passou disso se torna mentira e você vai enganar pessoas pra tirar grana delas.

É por essa razão que um copywriter de alto valor não pega qualquer projeto e não trabalha com qualquer cliente.

Se o produto é ruim… ou até mesmo mais ou menos… o profissional sabe que suas promessas, seu trabalho e consequentemente seus resultados estarão limitados.

Então ele diz NÃO.

Porque copy de verdade não transforma dolly em coca.

Só copy de guru faz isso.

E como diria meu sábio leitor Luiz Alberto Santos:

“Guru é pra jacu”

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O peso do certificado de copy

Houve uma época em que eu colecionava certificados.

Adobe, Google, W3C, Scrum…

Eu vivia em busca de cursos que emitissem certificados pra compensar a falta de uma faculdade em meu currículo.

O interessante é que:

A época em que eu mais tinha certificados foi a que eu menos tinha grana e habilidade na área.

Coincidência?

Veremos.

Primeiro – a maioria dos cursos que eu fiz não tinham prova de certificação. Ou seja, basicamente bastava pagar pra ter o selo de aprovação deles.

E aqueles cursos que tinham prova… eram em sua maioria teóricas. Ou seja, bastava eu estudar e responder umas perguntas.

Concorda que nenhum dos 2 cenários me capacita de verdade pra porra nenhuma?

Confesso que não sei como funciona essa certificação de copy do guruzão.

Mas sei que basta dar uma rápida olhada nos grupos de copy pra você encontrar uma penca de copywalters com certificado em copy… que não conseguem escrever uma linha de boa copy.

Triste.

Mas o buraco é mais profundo.

Alguns buscam certificação por que acreditam que vão impressionar os clientes com isso, certo?

Mas que tipo de clientes se impressionam com certificados?

Vejamos:

Você gostaria de trabalhar com algum desses nomes?

Steve Jobs, Zuckerberg, Warren Buffett, Luiza Trajano, Robinson Shiba, João Apolinário…

Se você respondeu sim, saiba que todos esses:

Ou largaram a faculdade (e abriram mão do próprio certificado)…

Ou se formaram e nunca exerceram a profissão (e tão cagando pro certificado)…

Ou nunca nem pisaram numa faculdade.

E se você ler a história de grandes empreendedores do país, de seu estado ou de sua cidade vai ver que a maioria se encaixa aí.

Então o quanto você acha que um certificado é importante pra esses caras?

Pois é.

Mas e quem são os clientes que valorizam certificação?

Aqueles com visão limitada que vivem num mundo de teorias e que farão você criar copy de acordo com as regras mais absurdas que você imaginar.

Enfim.

A questão é que meus certificados nunca me levaram a lugar nenhum.

Mas meus emails sim.

Meus emails já conseguiram empregos, bons contratos de serviços, parcerias lucrativas, vendas diretas, e mais recentemente me permitiram conhecer pessoas incríveis (você é uma delas) através dessa newsletter.

S2

(espero que tenha ficado claro que o Workshop de Email Copywriting que estou produzindo não terá certificado mas vai capacitar você a gerar resultados excelentes pros clientes e pra si mesmo)

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Um veneno pra copy

Ontem descobri uma série insana.

A começar pelo nome:

Gokushufudou tatsu imortal

(duvido você pronunciar certo)

(duvido até você LER certo… tá doido)

A série é sobre o assassino mais perigoso da Yakuza que decide se aposentar pra ser… dono de casa.

Pois é.

Na verdade é baseada num mangá. E a série é feita como se você estivesse lendo um mangá.

O problema é que nem eu nem Priscilla gostamos de mangás…

…mas ainda assim demos boas risadas com a série.

Por que?

Porque se você tirar os óculos de copywalter e olhar com olhos de águia você verá que essa série carrega o antídoto pro grande veneno de copy.

Como assim “você não sabia que existe um veneno de copy”??

Caramba, uma coisa tão mortal dessas… e você aí com a cara pra cima…

Quem sabe até… já foi infectado e nem sabe??

Meu Deus.

Esse troço é tão perigoso que pode destruir até casamentos.

Sério.

O pior é que esse veneno está em toda parte.

Nas redes sociais. Nos emails que você recebe (não nos meus, é claro). Na TV. No carro de som que passa na porta. No supermercado.

Está no mundo digital e no físico também.

Que veneno é esse que destrói copys (e casamentos)?

É uma palavra difícil de dizer mas fácil de entender.

Chama-se Presiv– não.

É a Pre-vi-sil-li–

merda…

Pre vi si bi li DADE.

Isso lol Previsibilidade.

É essa coisinha aí que faz as pessoas virarem os olhos de seus anúncios, emails, vídeos e seja lá que copy for.

Por que quando alguém recebe uma mensagem (escrita, visual ou auditiva) e tem a sensação que já viu aquilo antes… ou que é mais do mesmo… o cérebro entende como algo sem importância que não merece atenção e simplesmente ignora.

Fato: Copy previsível é ignorada.

E o que é ignorado não converte. Dá prejuízo.

Dito isso, sua próxima pergunta deve ser:

Como criar copys diferentes que surpreendem, se destacam na multidão e (mais importante) mantêm o interesse da pessoa (da mesma forma como você está lendo esse email)?

Você pode fazer isso com humor. Com livros. Contraste. Histórias. Perguntas chave. Até com reclamações do próprio público.

Existem dezenas de maneiras de NUNCA MAIS escrever copy previsível.

E eu vou mostrar cada uma delas em meu workshop de email copywriting que está a caminho 🙂

Para entrar pra lista de espera e ser avisado antes de todo mundo quando abrirem as inscrições, clique aqui pra me enviar email.