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5 dígitos entre um lançamento e outro

É engraçado como eles se dizem experts…

Mas o único negócio do mundo onde a grana só entra uma vez a cada 2 ou 3 meses é nesse mundo dos lançamentos.

Nenhum outro negócio do mundo faz isso.

Por que será?

Será que os lançadores são gênios brilhantes e incompreendidos que vivem à frente do seu tempo?

Ou será que esse não é um modelo sustentável??

Eu fico com a segunda opção.

E não precisa ser nenhum gênio brilhante pra entender o porquê.

Imagina você trabalhar por 2 ou 3 meses inteiros, e no fim ter apenas 1 chance pra monetizar.

Se o lançamento der bom, ufa. Você ganhou um fôlego. Mas esse fôlego tem que pagar os 2 mesas passados e segurar as pontos pelos 2 meses que virão pela frente.

Mas e o lançamento der ruim? E você já tem 2 meses negativos nas costas e mais 2 meses negativos pela frente?

Percebe o tamanho do risco envolvido?

Não é por acaso que nenhum outro negócio do mundo segue esse modelo.

Mas calma que nem tudo está perdido.

Como você viu, o grande problema com lançamentos… é fazer SÓ lançamentos, e nada mais.

Pois além de arriscado, isso deixa um buraco no orçamento mensal da empresa.

Masssssss…

E se entre um lançamento e outro caíssem múltiplos 5 dígitos extras na continha, ajudaria?

Melhor,

E se entre um lançamento e outro caíssem 6 dígitos extras na continha, ajudaria??

Melhor,

Imagine conseguir esses resultados usando apenas 1 email por dia e um 1 google docs… ajudaria?

Pois é.

É um modelo difícil de acreditar para muitos, “só emails e 1 página?” Mas é algo que tem ajudado a mim e alguns clientes ao longo dos últimos anos.

Não foi por acaso que me especializei nisso.

Eu nunca gostei de lançamentos. Nem de mostrar a cara. Nem de mexer com face ads (ou qualquer ads). Nem redes fossiais. Nem de trabalhar todos os dias o dia inteiro.

Foi toda essa revolta (e preguiça) que me levou a esse modelo de negócios de campanhas de emails.

E não, não foi nenhum “método” revolucionário que eu inventei.

Na verdade é um modelo criado por alguns americanos, usado desde o início dos anos 2000 até hoje.

E diferente de lançamentos que estão dando cada vez menos resultados, esse modelo de campanhas de emails tem feito empresas crescerem ano após ano.

Não por acaso.

Mas porque a cada campanha você reforça o relacionamento com o público e aumenta seu valor no mercado.

Algo que até elimina a necessidade de fazer lançamentos tradicionais.

Mas aí vai de cada um.

De qualquer forma, se você quer dominar esse simples modelo que gera múltiplos 5 dígitos todo mês com campanhas de emails e simples páginas (como um google docs)…

Então você vai adorar o que estou preparando.

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Os gurus jamais entenderão isso

Tava demorando…

Mas a gripe/covid/alergia/coisa-do-capeta me pegou de novo.

Devido aos sintomas serem todos iguais, não sei exatamente o que é.

Só sei que é uma merda.

Inclusive, escrever assim é uma merda.

Mas eu não poderia deixar sua caixa de emails sem sabedoria hoje 🙂

Bem, essa semana um grande guru de copy americano foi desmoralizado por um pequeno copywriter recluso (como eu).

Estou falando do Justin Goff e do Daniel Throssell.

O Justin falou num email sobre como um curso de pesquisa de marketcheng é uma péssima ideia pra lançar.

Ele disse que ninguém quer um curso desse e o classificou como uma oferta C+.

Ou seja, algo bem marrom-menos.

(caso você não saiba, Justin é considerado o guru das ophertas)

E a questão é:

Justin está certo.

Pesquisa não é algo que as pessoas querem, muito menos desejam.

E também não seria algo fácil de vender.

Pois é.

Justin está totalmente certo.

Porém…

Olha que interessante:

O Daniel Throssell tem um curso inteiro só sobre Pesquisa de marketcheng… que custa 1.500 dolores… e desde 2020 é o produto que mais vende do Daniel.

E aí?

Como explicar isso?

Bem, é simples.

Porém é algo que nenhum guru jamais entenderá.

O “grande segredo” do Daniel pra vender produtos que “ninguém deseja” é a mesma coisa que eu uso pra vender:

Curso de Criação de Demana

Curso de Newsletter

Formação de Email Copywriter

E outras coisas que ninguém acorda desejando.

Oh, e tudo isso sem vídeos, conteúdo, lançamentos, lives e afins.

Nosso segredo pra fazer o impossível?

Bem, nós usamos o simples combo de:

Campanhas de email + Cartas de vendas

Mas não, não usamos nenhuma fórmula de emails e cartas que convertem 7dígitos dormindo, blá blá blá…

Nada disso.

Nós escrevemos copy de maneira estratégica e inteligente. Focada nos 20% que geram 80% dos resultados.

Como disse, algo que os gurus jamais entenderão.

Mas que você terá a chance de aprender, usar e colher os frutos a partir da próxima semana.

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O problema do mecanismo do problema

O copywriting está digi-evoluindo.

Mas se você jogou Digimon no playstation 1, sabe que nem toda digi-evolução é boa.

Muitas vezes seu poderoso e mortal digimon se transformava num pedaço de merda.

Literalmente.

Um digimon de cocô. Um cocômon.

E na minha opinião, o mundo do copywriting está caminhando pra essa direção hoje.

Por várias razões:

Por causa de dezenas de gurus que nunca escreveram uma copy na vida… mas que ensinam copy

E principalmente, por causa de vários gurus que usam mentiras, inventam histórias, fatos e até depoimentos em suas copys para conseguir conversões… e depois ensinam isso em seus cursos.

Esse tipo de coisa está criando uma legião de copywalters de um truque só – que não possuem nenhuma base de marketcheng direto e só convertem usando mentiras e técnicas que só funcionam num determinado cenário.

O copywriting raiz está sendo distorcido e modificado a um nível absurdo.

Um dos melhores exemplos disso é o tal do:

Mecanismo Único do Problema

Já ouviu falar sobre isso?

Pois Gary Halbert não.

Nem John Carlton, nem Gary Bencivenga, nem Robert Collier, nem Claude Hopkins, nem nenhum outro grande mestre do copywriting.

Por que?

Porque mecanismo único do problema é algo inventado pelo “grande” copywriter moderno: Stefan Giorgi.

E antes de falarmos sobre o problema do mecanismo do problema…

Talvez um estudiosinho esteja pensando:

“Mas Bruno, Eugene Schawrtz fala sobre mecanismo único em seu livro Breakthrough Advertising.”

Fala sim. Você está certo.

Mas você LEU mesmo o livro?

Porque Gene fala sobre mecanismo único… mas se refere exclusivamente à sua solução (produto ou serviço).

Não ao problema.

Somente à solução.

Por que o antigo mestre fez isso?

Porque o público já possui os problemas deles. Seus desafios e frustrações.

Os problemas já existem e são conhecidos pelo mercado.

Sua função como bom copywriter é apresentar uma solução única, melhor, e diferente de tudo que o público já testou antes.

Ou seja: O mecanismo único é sua maneira única de resolver os problemas deles.

E ela também precisa ser verdadeira, não pode ser inventada (daí o porquê de todo bom copywriter não trabalhar com qualquer produto de merda).

Em resumo:

Solução única para Problemas conhecidos.

Sendo assim, então por que diabos inventaram esse tal de mecanismo único do problema? Você pergunta.

Bem, ele foi inventado por uma única razão:

Pra vender suplementos lixo, pra pessoas que buscam fórmulas mágicas.

Copywriters usam isso, por exemplo, pra inventar que você não emagrece por que uma nova glândula do rim descoberta por cientistas russos, produz uma química que acumula gordura. Mas com esse novo produto, você vai obrigar o corpo a parar de produzir banha e ficar em forma, mesmo comendo pizza e chocolate o dia inteiro no sofá.

Parece absurdo, mas é a realidade do “grande” copywriter.

E aí, muitos copywriters que não entendem os fundamentos mas seguem o grande mestre moderno, saem por aí inventando mecanismos de problema em toda copy que escreverem.

O problema disso?

A copy fica fraca (e muitas vezes mentirosa).

Por que eles não dramatizam o suficiente os problemas que o público está enfrentando diariamente.

Ou seja: Eles não continuam a conversa que já existe na mente das pessoas.

Ao invés, eles trazem problemas criados na cabeça do copywriter – que muitas vezes não fazem sentido nenhum na cabeça do público.

No fim, o mecanismo único complica mais a criação da copy e piora os resultados.

Por outro lado…

Quanto melhor você dramatizar os problemas do público, e melhor for seu mecanismo da solução – melhores serão seus resultados (com menos copy).

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Templates que destroem sua copy

Terminei de ver Sandman.

Adorei.

Faz você refletir sobre a vida, casamento, sonhos, morte, família, escrita e… gatos.

(se você tem gato, assista a série pra saber o que eles estão tramando)

Mas uma das coisas que mais me prendeu em Sandman foi o fato dela não seguir nenhum modelo tradicional de histórias ou séries.

Óbvio que tem uma base no que é validado, mas o autor e os produtores conseguiram deixar a história imprevisível, emocionante, dramática, e engraçada ao ponto de eu não sentir falta, por exemplo, de ação (algo que muito me atrai em filmes e séries).

Pra mim, uma boa copy deve seguir essa mesma linha.

Deve ser imprevisível, diferente, única, e deve prender o interesse verdadeiro do leitor do início ao fim.

Mas quantas copys assim você vê por aí?

O que eu vejo é sempre a mesma coisa:

“Vem aí a semana do ziriguidum, um evento 100% onlaini e gurutuito…”

“A nova era do ziriguidum”

“Ziriguidum – a profissão do futuro”

Enfim.

Tudo CTRL C e CTRL V.

Nesse momento algum espertinho vai dizer:

“Mas Bruno, isso é o que funciona.”

E eu respondo:

“HaHaHa” respiro e continuo “Sim funciona. Mas tem um prazo de validade que está chegando ao fim.”

O guru supremo cortou o preço de seu super produto em 80%.

Lançamentos não funcionam como antes (esses dias um leitor me contou que um de seus negócios que fazia 250k por mês com lançamentos vai ser fechado por que não consegue mais nem fechar a conta no positivo.

Empiricus e CIA estão sendo vendidas, desfeitas ou demitindo grande parte dos funcionários.

Enfim.

O consumidor brasileiro está ficando esperto pra essas fórmulas.

Mas parece que o copywriter brasileiro não.

O que mais vejo em grupos são “copywalters” pedindo templates:

“Pessoal, vou escrever uns ads pro youtube, alguém tem uns templates aí?”

Ou…

“Preciso escrever uma carta pra um produto, mas não quero seguir o método Ziriguidum, alguém tem outros templates aí”

Ou…

“Vou escrever um funil, alguém tem templates de email aí??”

Veja:

Eu não sou contra usar templates.

O problema é fazer copy templeitada.

O problema é viver de templates e só saber escrever do mesmo jeito que todos os outros copywriters.

Pra mim, templates são como rodinhas numa bicicleta.

Você deve se apoiar neles somente no início do seu aprendizado.

Mas você tem que desenvolver sua habilidade o mais rápido possível pra se livrar das rodinhas e trilhar seu próprio caminho.

Caso contrário, sua copy será sempre mais do mesmo… e os resultados cada vez piores.

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Como salvar lançamentos desastrosos

Não seria maravilhoso se…

Nossas campanhas funcionassem tão bem quanto os gurus prometem por aí?

Tipo…

Se é uma “fórmula”, não deveria ter resultados exatos??

Enfim.

Já que na vida real infelizmente não é assim…

Muitas vezes as campanhas vão dar ruim.

Obviamente, não apenas pelas fórmulas, mas também por vários outros fatores.

Por exemplo:

Você fez seu cérebro suar pra escrever uma copy com potencial… aí o gerente fdp foi lá e editou de acordo com os achismos dele.

Que resultou em baixas conversões.

Ou você cuidadosamente escreveu o que era pra ser dito na live… e o expert foi lá e disse tudo do jeito dele (de merda).

O que resultou em resultados ruins.

Enfim.

Tanta coisa pode acontecer pra destruir nossas campanhas…

Quando se trata de lançamentos é ainda pior.

Por que?

Porque lançamento é como jogar poker só no All in.

Você sempre aposta todas as suas fichas e só tem uma chance pra dar certo.

São semanas e semanas de trabalho duro, noites em claro e neurônios queimados pra quando finalmente abrir o carrinho, você rezar pra dar tudo certo.

O problema é que, como disse, nem sempre dá tudo certo.

E aí, o que fazer nessas horas?

Culpar os outros??

(na verdade isso nem dá pra fazer por que os outros sempre culpam o copywriter primeiro)

Bem, eu vou dizer o que você pode fazer quando sua campanha der errado.

É algo tão simples, que você pode fazer sozinho (não depende de ninguém), em poucas horas, e pode literalmente salvar o lançamento ou campanha desastrosa.

Aqui vai:

Você vai no google drive, cria um novo google docs, e escreve a proposta de valor de sua solução de maneira clara e simplificada.

Sem toda aquela “criatividade” usada na campanha (que obviamente não funcionou).

Sem gatilhos dementais.

Sem “a culpa não é sua”.

Sem guruzismos.

Apenas pura copy raiz pra demonstrar com clareza tudo que a solução pode fazer pro público, por que ela é diferente, tudo que eles vão receber, e alguns detalhes importantes que eles devem ter passado despercebidos.

(talvez alguns ajustes precisem ser feitos na proposta de valor)

Então você escreve de 3 a 5 emails (ou posts) e manda pro público falando sobre esse google doc.

Aí você senta e espera as notificações de venda.

É uma fórmula garantida que funciona 100% das vezes??

Claaaaaaaaro que não.

Mas em caso de incêndio, essa pode ser uma rápida maneira de salvar o dia.

Mais sobre google docs “salvadores” nos próximos emails 🙂

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Falta boa copy no mercado

Não sou fã de Senhor dos Anéis.

Mas tirando as partes chorosas de Sam e Frodo, eu adorei os primeiros filmes.

Aí veio o Hobbit e nem consegui terminar de ver o primeiro.

E essa semana, Priscilla venho toda animadinha:

“Amor saiu a série do Senhor dos Anéis, vamos ver?”

“Eh… vamos??”

Bem, nos vimos.

Mas talvez fosse melhor não ter visto.

A série é visualmente deslumbrante.

Mundos paradisíacos construídos com os melhores efeitos visuais da atualidade.

Mas a história… Ah, a história…

Achei tão fraca que não tenho a mínima vontade de assistir o episódio 2.

Parece que essa é a nova tendência do mundo:

Um espetáculo visual que encanta os olhos, mas não fala pro coração.

Exatamente como está acontecendo no mundo do marketcheng.

Vídeos cada vez mais produzidos. Páginas que parecem um cartaz de filme. Mas copy envolvente que é bom… nada.

Ou é um monte de mentiras e mecanismos inventados…

Ou é tão chato que dá agonia de ler ou ouvir.

A boa copy está em falta no mercado.

Até mesmo entre os próprios copywriters.

Quantos copywriters você conhece ao todo?

E quantos deles escrevem emails que envolvem sua atenção?

E quantos anúncios deles você vê e diz: “Gostei desse texto”?

Garanto que você conta nos dedos.

O que mais tem por aí é guru dizendo que fez isso e aquilo e que é O CARA… mas quando você lê um texto dele… totalmente amador.

Aí os de coração puro ainda pensam:

“Não… aí com certeza não é ele que escreve”

Olha, não posso falar por todos mas alguns dizem claramente que são eles quem escrevem as próprias copys.

Mas ok.

Mesmo que fosse um estagiário sem noção, você não acha que o guru fodão da copy deveria no mínimo:

1- Ser capaz de pagar um bom copywriter pra escrever suas copys (onde estão todos aqueles dígitos agora?)

2- Rever ou ter alguém pra rever as copys do negócio pra evitar seu precioso nome??

E não me entenda mal, não estou pegando no pé de ninguém especificamente.

A questão é que se eles estão gritado por aí nas redes fossiais que fizeram melhões, que lançaram livros, que fizeram aquilo, que são os mestres da copy…

Nada mais justo do que eles escreverem boa copy.

Pois era isso que Gary Halbert fazia.

E John Carlton.

E David Ogilvy.

E eu procuro fazer o mesmo diariamente.

Não é por acaso que meus alunos recebem mensagens como essa:
(veja imagem abaixo)

E claro, não são apenas copys envolventes pra ler.

São também copys que convertem.

Ao estilo campowriter 🤠.

Pois pra nós, boa copy não é apenas aquela que converte. Mas aquela que envolve E converte com a verdade.

Ou seja:

Nós fazemos a venda, enquanto reforçamos o relacionamento com o público, e aumentamos o valor de vida do cliente (enquanto deixamos nossos contratantes felizes).

Enfim.

Apenas algumas das maravilhas de saber escrever boa copy – sem guruzice.

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Operação ChupaDinheiro

Faz mais de uma década que lido com marketcheng de empresas.

Depois de muito tempo no mesmo ramo você percebe que algumas histórias se repetem.

Uma das que mais vi se repetir foi o que chamo de:

Caos Total.

Começa assim:

A empresa está bem. Encontrou uma estratégia que está dando certo e gerando crescimento.

Até que um belo dia, alguém (o dono, ou um gerente ou um consultor “expert) descobre alguma sacada nova e resolve implementar no negócio.

No dia seguinte, alguém vê um novo hack matador e implementa também.

Cada um fica trazendo estratégias diferentes e logo o crescimento da empresa começa a cair.

O que eles fazem nessa hora?

Sentam pra comparar o que estava dando certo com o que está sendo feito agora??

Claaaaaaaro que não.

Eles vão em busca de novos hacks e sacadas matadoras pra reverter isso.

Mas essas novas fórmulas mágicas só pioram a situação.

O resultado final é o caos total.

Nada converte o suficiente e as contas fecham negativas no fim do mês.

Nada legal.

Em momentos assim, o que sempre fiz foi seguir conselhos de guru de instagram e produzir mais conteúdo… Só que não.

O que sempre fiz foi algo que aprendi com o grande Gary Halbert.

Algo que você também pode fazer pra salvar a pátria e ser visto como um herói por seu cliente ou chefe.

Gary chamava isso de:

Operação Chupadinheiro.

Como funciona?

Ele largava tudo, se trancava em sua sala e dizia à secretária pra não incomodá-lo pra NADA, nem mesmo se o prédio pegasse fogo.

Zero distrações.

O que Gary fazia trancado no escritório?

Escrevia uma bela carta de vendas pra fazer a grana entrar.

Foco 100% no resultado.

Foi assim que salvei muitas pátrias de clientes.

Uma vez a empresa estava botando 12k em anúncios por mês. Criando dezenas de novos conteúdos. Fazendo 2 a 3 lives por semana e mandando as pessoas pra sua belíssima página de vendas que levou 3 semanas pra ficar pronta (tudo como um conhecido guru aconselhou em sua consultoria).

Mas no fim a conta não fechava. Ficava praticamente no zero a zero.

Foi aí que o Campowriter aqui disse:

“Posso escrever uma carta pra gente mandar pra essas pessoas?”

“Até pode, mas não tem ninguém pra montar a página por que o design tá preso fazendo outras versões da página atual” Disse o gerente que tratava comigo.

“Sem problema” respondi “Eu mesmo posso jogar o texto numa página simples.”

“Então taca-lhe pau aí”

Assim eu fiz.

Abri o word e escrevi uma carta com “copy raiz”. Depois copiei e colei o texto numa página da ferramenta deles, ajustei os tamanhos das fontes e pronto.

Escrevi 5 emails e mandei pra lista.

O resultado?

28k em conversões diretas logo na primeira semana.

Nada mal pra quem estava no vermelho.

Principalmente se levar em conta que todas aquelas pessoas já tinham visto aquela mesma oferta várias e várias vezes antes.

Enfim.

Escrever uma boa carta é uma das raras habilidades que podem salvar um negócio da noite pro dia (e ainda deixar você bem na fita).

E pode ser feita com um simples google docs 🙂

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Lições de copy d’um Mestre Samurai

Como campowriter que sou…

Acredito mais no conhecimento do passado do que nas sabedorias de instagram que compartilham por aí.

A razão é simples:

Basta comparar o passado com o presente.

Imagine o quanto era difícil (e caro) escrever uma carta de vendas, imprimir milhares de cópias, enviá-las pelos correios pra milhares de pessoas completamente desconhecidas que nunca lhe viram nem ouviram falar de você e…

Respire…

E convencê-las a confiar num estranho, preencher um cheque com uma quantia em diñero e ir até o correio pra enviá-lo… e então esperar algumas semanas e torcer pro produto adquirido chegar e ser verdadeiro.

Uma carta. Uma chance. E nada mais.

Imaginou o quão boa sua copy tinha que ser?

Agora compare isso com promover um curso pelo instagram – com dezenas de recursos gratuitos e instantâneos, que lhe dão centenas de chances de convencer a pessoa de diferentes maneiras, usando áudio, texto e vídeo.

Pra mim, não tem comparação.

É por isso que nunca perdi tempo aprendendo copy com guru digital.

Quando conheci o mundo de marketcheng direto e descobri que foi tudo inventado pelos americanos há mais de 1 século, fui aprender direto com os mestres.

E hoje, como eu continuo aprendendo?

Revisitando o conhecimento do passado.

Da mesma forma que os antigos mestres faziam.

Gary Halbert, por exemplo, não passava seus dias correndo atrás da próxima grande sacada.

Todo ano ele relia os mesmos livros clássicos. Revia os mesmos seminários…

E reforçava seus fundamentos e princípios.

Os antigos mestres samurais faziam a mesma coisa.

Antes de treinar com a espada eles ensinavam postura a seus discípulos.

Durante o treinamento com a espada? Eles ensinavam postura.

E durante qualquer tipo de treinamento? Postura.

Quando os alunos questionavam por que continuar aprendendo postura, algo tão básico, o mestre respondia:

“Postura é algo que o samurai deve continuar melhorando até o fim de sua vida”

Por que estou lhe dizendo tudo isso?

Porque é uma boa base que cria um grande mestre.

É uma boa base que cria um grande samurai.

E é uma boa base que cria um grande copywriter e empreendedor.

Veja:

Não é por acaso que meus emails trazem múltiplos 5 dígitos por mês pra meus clientes.

E não é por acaso que minha páginas de google docs (ou texto simples) convertem acima da média.

Sem vídeo, sem lançamento, sem conteúdo, sem lives e sem NADA do marketcheng moderno.

Minha única arma?

Copy sólida e fundamentada.

(algo que nos dias de hoje parece ter se tornado Copywriting avançado – já que os gurus só ensinam coisas superficiais por aí)

Uma copy sólida e fundamentada é tudo que você precisa pra escrever um google docs e vender produtos de médio e até alto ticket.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Qualquer idiota consegue mentir pra convencer

Esse será um email polêmico para muitos.

Mas não dou a mínima pra quem se ofender com o que vou dizer.

Na verdade, faço questão que os ofendidos se descadastrem e caiam fora de minha lista 🙂

Dito isso, vamos ao que interessa.

Não sei o quanto você me conhece, mas eu não sou um copywriter tradicional .

Sou um Campowriter.

Que não suporta mentiras e malandragem pra empurrar produtos pras pessoas.

Quando leio as copys, por exemplo, do cara que muitos consideram um dos maiores copywriters do mundo hoje (Stefan Giorgi), não tem como eu chamar aquilo de copywriting.

Pra mim está mais pra Golpywriting.

Por que?

Porque ele inventa resultados.

Inventa histórias.

Inventa benefícios.

Inventa mecanismos.

Inventa TUDO que for preciso na copy com o único objetivo de converter.

Pra ele, não importa se o consumidor está sendo enganado ao comprar baseado em informações e resultados que jamais encontrará no produto.

Nah…

Isso não importa.

O que importa é a conversão.

É colocar os grandes dígitos na descrição da bio do copywriter.

Isso pra mim não é copywriting.

É golpe. E crime.

Além disso, qualquer idiota consegue mentir pra convencer as pessoas do outro lado da tela.

Qualquer idiota.

Qual é a dificuldade de inventar qualquer resultado ou benefício de um produto??

Qual é a dificuldade de inventar mecanismos??

Qual é a dificuldade de inventar qualquer promessa que enche os olhos mas jamais será cumprida???

É por isso que alguns gurus trambiqueiros conseguem de fato, fazer alguns dígitos.

A única dificuldade é inventar dezenas e dezenas de mentiras diferentes até descobrir qual a que vai colar naquele momento.

Me poupe.

Benefícios NÃO se inventam.

Mecanismos NÃO se inventam.

Promessas NÃO se inventam.

Depoimentos NÃO se inventam.

Resultados NÃO se inventam.

TUDO isso deve ser escrito baseado no PRODUTO, não na imaginação do golpywriter.

Por que se não é verdade, é golpe.

O difícil é escrever com a verdade.

E sabe qual é um dos “grandes segredos” pra escrever com a verdade e converter acima da média – mesmo com simples páginas de texto no google docs?

Vou dizer. É algo que aprendi com o grande Gary Halbert (que já mentiu muito até se consertar).

Um dos “grandes segredos” é trabalhar sempre com bons produtos.

Como você espera fazer grandes promessas se o produto é um lixo?

A única maneira de vender lixo é mentindo e inventando.

Mas essa não é a minha praia.

É por isso que passo longe de suplementos, PLRs e afins.

Inclusive, até já recusei 2 grandes propostas pra trabalhar nesses “esquemas” – num dos momentos mais difíceis de minha vida, quando estava no fundo do poço.

Foi tentador ver todos aqueles dígitos que poderiam cair em minha conta vazia??

Nossa…

Foi difícil como ser vampiro e ver um corte sangrando em sua frente, mas não fazer nada.

Mas apesar de não ser perfeito, sempre coloquei meus valores acima da grana.

E nunca me arrependi.

Enfim.

Por que estou lhe dizendo tudo isso?

Porque se você também não curte golpywriting e quer escrever (e converter) com a verdade, de maneira tão sofisticada que funciona até num simples google docs…

…Vem coisa boa por aí nos próximos emails.

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Super Mario Marketing

Uma tendência tosca tomou conta do digital.

E talvez você até faça parte disso??

Não sei.

Só sei que tem muita gente por aí perdendo conversões – apenas por seguir essa tendência estúpida.

Mas não tema, pois o campowriter aqui vai livrar você dessa maldição que atormenta o mercado.

Vamos lá.

Bem, a tendência tosca que me refiro é:

Design sem Substância.

Vou explicar:

O mundo do marketcheng está dando a máxima atenção ao visual das campanhas… e a mínima à comunicação e às pessoas.

Então você encontra landing pages lindíssimas…

VSLs cinematográficas…

Páginas de vendas que parecem um trailer dos vingadores…

Perfis de instagrando que poderiam ser pendurados numa galeria de arte…

Tudo com grande foco no visual, mas pouca (ou nenhuma) preocupação com a comunicação, o relacionamento e em ajudar as pessoas de fato.

Parece que estão enterrando a essência do copywriting e cultivando a publicidade da Madson Avenue.

Qual o problema disso?

É que são criadas campanhas cada vez mais superficiais, que não conectam com o público e, consequentemente, não convertem bem.

(essa é também uma das razões pelas quais lançamentos não estão funcionando mais como antes, mas isso é assunto pra um outro email)

Ou seja: Eles estão investindo mais, perdendo mais tempo e tendo mais trabalho pra produzir campanhas lindas… sendo que testes e mais testes mostram que elas convertem menos.

Pois é.

No fim, aqueles textos e vídeos “secos” mas com substância, tendem a converter beeeeem melhor que as “produções de Hollywood”.

E por falar em Hollywood, esse mesmo fenômeno acontece também nos filmes.

Não adianta colocar os efeitos visuais mais impressionantes da atualidade acreditando que só isso vai fazer o filme emplacar. Se não tiver uma boa história e enredo, o filme se torna um fiasco.

Por outro lado,

Um bom enredo e história sozinhos são capazes de levar um filme ao topo, como aconteceu com:

Atividade paranormal – que custou 15k e gerou 193M

Mad Max – que custou 200k e gerou 99M

Ou Rocky – que custou 1.1M e gerou 225M

É por essa razão que minhas simples páginas de google docs convertem melhor que essas super produções dos experts.

Só nos últimos meses, por exemplo, elas me trouxeram dezenas de milhares de reais.

Dá pra imaginar isso SÓ com simples páginas do google docs??

Sem vídeo. Sem lives. Sem Ferrari. Sem praia ao fundo. Sem conteúdo. Sem nem mesmo mostrar a cara.

Apenas uma página do google docs – que não segue nenhum modelo/método/estrutura/fórmula dos super gurus de copy, e é criada em 3 horas.

Como isso é possível?

Primeiro por que um google docs muda o foco.

Ao invés do visual, eles focam na mensagem, no relacionamento e em ajudar as pessoas (sem parecer um guru chato que quer lhe empurrar tosqueiras).

Segundo (e mais importante), por que elas seguem o Super Mario Marketcheng.

(uma bela expressão que ouvi recentemente e queria muito ter inventado)

O que é Super Mario Marketcheng??

É você trabalhar pensando que seu público tem um problema, e por isso está na forma do Mario pequenininho.

Então você posiciona sua solução como a flor mágica que eles tanto buscam.

Flor essa que ao ser consumida, transforma seu cliente num super heroi com poderes pra avançar níveis em sua vida.

Ou seja:

Foco total nas pessoas (público), nos problemas delas, na solução que precisam (excelente produto) e em guiá-las nesse processo.

Não tem naaaaada de outro mundo nisso.

É apenas focar nos 20% que geram os 80% de resultados.

Porém, parece que essa habilidade está sendo enterrada no mercado.

Foi por essa razão que pensei em fazer um novo workshop ao vivo.

Sobre:

Como criar páginas de google docs de alta conversão.

É algo que pode ser usado tanto para seu próprio negócio quanto para seus clientes.

Mas pra que esse workshop aconteça, eu gostaria de saber se VOCÊ tem interesse em participar.

Pois é.

Basta responder esse email me dizendo sim ou não.