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Às vezes tá na cara e você não vê

Há muitas luas atrás…

Eu compartilhei meu drama com a guitarra.

Em resumo, eu queria muito aprender guitarra pra tocar as músicas de rock que eu tanto gosto de ouvir.

Aí eu comprei uma guitarra, uma caixa e até uma pedaleira… pra só então depois disso… descobrir que, especialmente no rock, existem várias afinações diferentes pra guitarra… e não dá pra ficar mudando a afinação do mesmo instrumento… logo, você precisa ter váááárias guitarras em diferentes afinações – se quiser tocar suas músicas favoritas 🙁

Me desanimou.

Por que era pra ser só um hobby pra mim. Eu não queria ter uma parede cheia de guitarras, cada uma numa afinação diferente e tal…

Aí eu pesquisei um pouco e desocbri que existe um pedal que faz esse efeito de mudar a afinação… mas custa uns mil paus… e eu não quero desembolsar isso só pra tocar umas músicas de vez em quando.

Foi então que esses dias, por acaso do destino, eu voltei a tocar e percebi que minha pedaleira antiga tem váááários efeitos nela.

Tipo: dezenas e dezenas e dezenas de efeitos que podem ser customizados e tal.

Aí eu pesquisei e descobri que:

Um desses efeitos é justamente a mudança de afinação 🙂

Ou seja:

Desde o início a solução estava ali na minha frente o tempo todo, mas eu não conseguia enxergar.

“Que burrrrro, dá zero pra ele”

Pior que isso é mais comum do que a gente imagina.

Muitas vezes a solução dos nossos problemas está bem diante da gente, às vezes até em nossas mãos… mas por qualquer razão que seja, nós não conseguimos aproveitá-la.

Esse é um fenômeno comum também nesse mundo do marketcheng e copy.

Tá cheio de empresas e experts jogando fora listas de emails todos os dias, em busca dos leads perfeitos (compradores)… quando na verdade a lista está cheia de pessoas assim – mas eles não souberam como converte-las.

Mas agora esse problema pode estar com os dias contados, pois vem aí minha campanha de emails Rainmaker 2 – pra ressucistar leads antigos e convertê-los em clientes.

O melhor de tudo?

Não vai precisar fazer lançamento, nem gravar vídeo, nem produzir conteúdo, e nem mesmo pensar em nada.

Tudo que você vai fazer é ler as instruções da campanha (ou assistir o vídeo explicativo), preencher os espaços em branco dos emails, e enviar pra sua lista.

Simples assim 🙂

E vai ficar ainda melhor.

Pois por mais que eu me esforce ao máximo pra criar emails flexíveis que se adaptem pra qualquer negócio, eu sei que cada caso é diferente.

É por isso que a Rainmaker 2, além de ser uma campanha completa – vai vir com alguns emails “coringas” bônus – que você poderá adaptar caso alguns emails da rainmaker não se encaixem perfeitamente pra você.

Sim, eu pensei em tudo 🙂

De novo, a campanha não é perfeita.

Não é mágica.

Não é 100% garantida que você vai fazer 5 ou 6 dígitos com ela.

Mas se você usar os emails, seguir as instruções, ouvir o bônus (sobre 0ferta) e fizer conforme o tio Bruno orientar… suas chances de colher bons frutos são muito altas – e quando comparado ao esforço, tempo e grana investidos nisso, eu acredito que vale ainda mais.

Dito isso, informo que a campanha Rainmaker 2 deve sair do forno nessa quinta-feira.

Anote aí 😉

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Case: 62% de aberturas e 18% cliques

Assisti algumas coisinhas esses dias 🙂

Vi um filmezinho nacional chamado Fala sério mãe

Foi indicação da tia de Priscilla e… apesar de ser estilo sessão da tarde, acho que é um belo filme pra quem tem filhos pois mostra como a vida passa rápido e como eles crescem rápido.

Recomendo.

Assisti também Besouro azul, da DC.

E o que posso dizer sobre esse filme? Vejamos… ele custou 260 melhões… e não vale nem 2,60.

Hor-rí-vel.

Próximo.

Vi mais uns 2 episódios de The Walking Dead Daryl Dixon.

A ação em si eu acho bacana. Mas o enredo da história é tão fraco que parece que foi feito pelo chatGPT.

Assisti também a mini-série Continental, que se passa no universo de John Wick (um de meus filmes preferidos).

Me surpreendeu positivamente. Pois ela começa apenas “legalzinha” e, ao invés de piorar (como acontece com tudo que começa legalzinho), a história vai melhorando e fecha com chave de ouro (e com gostinho de quero mais).

eeeeeeeeeeeeee é isso 🙂

Agora, sobre negócios….

Esses dias vi uma postagen no linketchin (por que lá todo mundo faz biquinho e vive no salto alto) que é uma grande armadilha pra quem trabalha com email.

Era de uma profissional que estava super feliz por seus resultados com email.

Números tão bons que, segundo ela, a própria RD a convidou pra ter o negócio como um de seus cases de sucesso.

Wow

Mas que números foram esses? Você pergunta.

Bem, ela conseguiu uma incrível média de aberturas de 40% (com picos de 62%) e 18% de cliques.

Realmente, são números que impressionam
👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏

Mas…

E as vendas, cara pálida?

Bem, no longo post sobre o case a profissional disse isso:

“o melhor de tudo é que o canal dá resultados”

Ah tá, “resultados”.

Na verdade absolutamente tudo que você fizer dá resultados: positivos, negativos, 1 real, 100 mil, enfim.

Mas geralmente, quem fala assim de maneira tímida e genérica é por que não tem números mais expressivos que as aberturas e clíquis.

E veja: Não quero desmerecer o trabalho da mulher, muito menos tirar o sorrisão que ela tem no rosto ao compartilhar seus feitos…

Só trago esse caso por que tá cheio de empreendedor por aí que vê esse tipo de coisa, e desce o chicote na equipe pra que eles consigam aberturas e cliquis como esses.

O grande problema?

Aberturis e cliquis NÃO É igual a vendas.

Na teoria sim, quanto mais aberturis, mais pessoas verão sua mensagem, e mais vão dizer sim.

Mas na prática a coisa é completamente diferente.

Na prática, é comum ver emails de alta conversão com aberturas ridículas.

Por que isso acontece?

Por que aberturas e cliquis são parâmetros supérfulos. São números muito fáceis de se manipular. Basta, por exemplo, trabalhar curiosidade e voilá – aberturas nas alturas.

Mas aberturas não pagam contas né? Por isso são supérfulos.

Emails assim são como aqueles vendedores que tentam agradar todo mundo, que levam pra almoçar, que limpam até os sapatos dos clientes pra agradar todo mundo, e todo mundo até gosta e elogia deles… mas ninguém compra deles. Pos o foco é agradar, não convencer.

Por outro lado, emails com foco em conversão tocam direto no coração das poucas pessoas certas, e as convencem a dizer sim.

Por exemplo:

Recentemente um aluno rodou uma campanha rainmaker pra uma lista que estava dando no máximo 7% de aberturis.

Compare isso com os 40% de nossa amiga e é quase 700% menos que os números dela.

Porém….

A campanha resultou em cerca de 48k no bolso do cliente.

E aí, o que você prefere?

Pergunto isso por que, apesar de parecer óbvio, eu canso de ver empreendedores e marketeiros que chegam até mim, pedindo ajuda com emails, e quando eu aconselho a realizar certas acões pra trazer grana… eles ignoram e querem que eu os ajude a aumentar aberturis.

Pois é.

Se você não é desses, e prefere la plata…

Então você vai adorar a campanha de emails completa que estou preparando.

Pra usá-la, basta copiar os emails, preencher os espaços em branco de acordo com seu negócio e solução, enviar pra lista e agradecer ao tio Bruno aqui 🙂

Como reforço sempre, não existe garantia que você fará 48k como meu aluno acima…

Mas por ser uma campanha totalmente focada em converrsões (e não aberturis), as chances são bem altas.

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Copywriter ganhou 13k com a rainmaker

Meus alunos não precisam vender a casa…

Pra entrar em minha mentoria.

Na verdade, aqui funciona ao contrário.

Tenho vários relatos de alunos que se mudaram pra uma casa melhor, depois que tiveram minha ajuda ou usaram meus produtos.

E semana passada veio mais um excelente caso desse.

Lembra do Ronaldo?

Bem, ele não mudou de casa…

Porém, ele usou minha rainmaker 1 com um cliente, em troca de uma porcentagem dos resultados.

Ele só pegou meus templates, adaptou pro cliente e…

Gerou pouco mais de 48k pro cliente…

E botou 6.6k no bolso dele, como comissão.

Aí ele fechou outro cliente, usou a mesma campanha rainmaker, gerou mais um belo resultado…

E botou mais 6.5k no próprio bolso.

Vamos fazer as contas?

Ronaldo pagou 397 pela campanha rainmaker…

E botou 13k no bolso.

Não 13k faturado.

13k no bolso do Ronaldo.

Sabe quantos lançamentos inteiros os copywriters normais precisam escrever pra colocar 13k na conta?

Pois é.

Mas ainda fica melhor.

Pois esse não é o fim da história de amor entre Ronaldo e Rainmaker.

É apenas o começo.

Ronaldo ainda vai usar a campanha várias vezes, pra esses e/ou outros clientes, e o retorno dele vai ser ainda mais incrível.

Como disse, a campanha rainmaker é uma excelente maneira de fechar grandes clientes e receber por performance.

Pro cliente é custo zero.

Trabalho zero.

E depois de 2 semanas apenas vê a grana entrar.

Pro copywriter é apenas o trabalho mínimo de preencher os templates e enviar os e-mails, e depois de 2 semanas é só ver la Plata entrar.

Claro que não é 100% garantido que ao usar a campanha Rainmaker você terá os mesmos números que o Ronaldo.

Mas do jeito que a campanha foi criada, se você fizer tudo conforme as orientações, sua chances são altíssimas.

Enfim.

Se quiser ter acesso a minha campanha mamão com açúcar + os super bônus, hoje é o último dia:

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Eu juro: Copywriter recebeu 6 mil por emails que nem escreveu nem enviou

E o cliente pagou sorrindo 🙂

Pois é.

Aconteceu com um aluno da Família do email.

Aqui nós temos todo tipo de alunos.

Temos o Eros Rocha, que adoooooora aparecer em meus emails (beijo).

E temos também alguns mais espertinhos como nosso outro amigo (que não sei se quer ser identificado, então vou chamá-lo de Ronaldo, por que brilha muito no curintias).

Bem, Ronaldo é mais saidinho que os outros alunos.

Recentemente ele usou minha campanha rainmaker 3 vezes pro mesmo cliente, resultando em quase 50k dentro de 7 meses.

Mas esses 50k foram pro bolso do cliente, é claro.

Porém, Ronaldo foi além e fez algo mais incrível.

Mês passado ele fechou um novo cliente de email.

Cliente grande.

Mas a negociação que ele fez me deixou de queixo caído:

Primeiro Ronaldo recebeu 2.5k adiantado, pra rodar uma campanha de teste.

2.5k assim, na lata. Logo na primeira reunião.

Não satisfeito, Ronaldo acordou que além dos 2.5k, ele receberia 10% das vendas, se o resultado fosse acima de 30k… e o cliente aceitou.

Ronaldo ainda fechou de uma maneira que o próprio cliente enviaria os emails (ou seja, faria esse trabalho por ele).

E por fim, nosso amigo esperto como é, usou de novo minha campanha rainmaker, preencheu os espaços em branco e mandou pro cliente se virar.

O cliente enviou e…. 41 conversões a 997.

No total, com a comissão e o adiantamento, Ronaldo recebeu cerca de 6.5k… por emails que ele nem escreveu, nem enviou 🙂

Putz… vejo copywriters recebendo 3k pra escrever um lançamento inteiro, do zero, com todas as peças de copys pra todos os canais… e nosso amigo recebeu mais que o dobro disso por 1% do esforço.

(o que me faz pensar que meus produtos são uma pechicha??)

Enfim.

Se você também é espertinho e quer brilhar como o Ronaldo, minha campanha Rainmaker 2 talvez possa lhe jaudar com isso 😉

A rainmaker ainda está sendo lapidada e não sairá do forno amanhã, mas no início da próxima semana com certeza.

Anote aí.

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37.2k de outra lista morta da silva

Que feriado que nada…

Nosso membro da família do email queria era “maney in the conta”.

E aqui está o contexto do que ele fez.

Por que?

Porque contexto é tudo.

Nunca vou parar de repetir isso e você nunca deve esquecer isso, especialmente quando ver experts compartilhando seus maravilhosos resultados por aí, pois:

Tudo Depende Do Contexto

Por exemplo:

Se você ler que Neymar fez 32 gols no último jogo e bate novo recorde mundial, qual será sua reação?

“Caramba… agora o cara cravou o nome na história do futebol”

Mas aí, quando você vê o contexto e descobre que:

Neymar marcou 32 gols em seu último jogo… beneficente, contra um time de crianças… e esse foi o maior número de gols que um jogador fez num jogo da Unicef no mundo…

De repente aquele resultado histórico não passa de um resultado que qualquer um conseguiria – naquele contexto.

Por isso contexto é tudo.

Dito isso…

Aqui está o contexto
do email de hoje:

Esse resultado foi obtido por um aluno meu, que rodou uma campanha pra um grande cliente que ele acabou de fechar.

Essa foi a primeira campanha dele…

Pra uma lista gigante…

Mas que estava totalmente morta.

Pra piorar, o expert usava uma ferramenta de fundo de quintal no próprio servidor dele, cujas aberturas não passavam de 7%.

Oh, e era feriadão (a campanha finalizou ontem, meia-noite).

Mas ainda assim, ele conseguiu fazer 31 conversões a 1.200, totalizando:

37.200 Reaus No Bolso

A custo zero (pois foi 100% por email).

Sem conteúdo.

Sem lives.

Sem webinario.

Sem lançamento.

Enfim.

Mas calma que ainda fica melhor.

Sabe o que nosso amigo usou pra conseguir esses números?

A-ham… Ele usou:

  • tambores rufando *

A Campanha Rainmaker

O que??

Você não sabe ou não lembra o que é a campanha rainmaker?

Bem, é uma campanha de vendas por email escrita por mim, toda planejada pra você apenas preencher as informações de seu negócio/produto e adaptar pra sua realidade (e com instruções do que inserir em cada parte do email).

Pois é.

Mas essa foi a campanha Rainmaker 1 – que eu lancei meses atrás…

E nesse momento, o que eu estou fazendo é:

  • tambores rufando de novo *

A Campanha Rainmaker 2 😎

Ohhh yea baby

Cuidadosamente criada como a primeira campanha.

Então se você tem uma lista de emails…

Ou cuida da lista de algum cliente…

Essa é uma bela oportunidade de fazer uma boa grana com o mínimo esforço (apenas preencher os campos nos emails e enviar).

A rainmaker 2 sai nos próximos dias.

Fique ligado nos emails 😉

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O dia das crianças é fake

Nada é o que parece.

E isso não vale apenas pro que você vê no instagram 🙂

Isso também vale pro dia das crianças, pro dia dos pais, das mães…

Você já deve imaginar do que estou falando:

Que essa e outras datas são apenas criações inteligentes do mundo capitalista – mas eu quero que você entenda a preciosa lição que essas datas ensinam para quem quer monetizar sua lista de emails.

Veja:

O dia das crianças foi instituído em 1924, como uma simples data.

E ninguém dava a mínima pro 12 de outubro.

Mas aí, por volta dos anos 60, a Estrela (fábrica de brinquedos) e a Johnson & Johnson se uniram e começaram campanhas pe$adas de marketcheng que valorizavam esse dia tão especial para seu filho, e incentivavam os pais a abrirem a carteira pros brinquedos das quiancinhas.

O que, por mim tudo bem.

De fato, pra muitas pessoas essas datas são o único dia no ano em que o pai passa um dia de verdade com o filho… ou o filho vai pelo menos almoçar na casa da mãe… enfim.

Mas enfim.

A questão aqui é a inteligência comercial por trás dessas datas.

Páscoa, dia das crianças, dia das mães, dos namorados, dos pais… cada diazinho desse movimenta dezenas de melhões na economia do país e às vezes até salva muitos empreendedores da quebradeira.

O mais interessante é que:

Se ninguém dissesse que é dia das crianças e que você tem que dar brinquedos pros seus filhos…

Ou que é dia dos namoradas e você tem que dar flores, jantar fora…

Enfim, se ninguém dissesse isso, todos esses melhões jamais entrariam na economia.

Por outro lado:

Quando você dá uma simples razão para as pessoas comprarem (uma data “especial”), e oferece coisas pra elas… a grana entra. E entra muito.

Sem lançamentos.

Sem conteúdo.

Sem naaaaaaaaaada demais.

Apenas uma simples razão, e oferecer coisas na cara das pessoas.

Tão simples…. e funciona tão bem… mas é impressionante como no mundo digital ninguém faz isso com suas listas de emails.

Ninguém dá razões… ninguém oferece nada.

Apenas deixam as listas lá paradas, apodrecendo.

Ou usam emails apenas pra enviar lembretes de lives, de lançamentos, conteúdos, ou praseguir em outas redes… e depois não entendem por que o email não funciona pra eles.

Dã.

A grande lição aqui?

Muitas vezes nós complicamos demais as coisas.

Caímos na besteira de acreditar que as pessoas só comprarão se você fizer um espetáculo, se fizer lives, se disser as palavras do script… quando muitas vezes tudo que elas precisam pra passar o cartão é de uma simples razão e uma boa 0ferta na cara.

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O email de 9 palavras que fez 100 milhões

Conforme prometido no email de ontem…

Vem aí o quase-mágico-absurdamente-simples-e-poderoso:

Email De 9 Palavras

(que em muitos casos nem tem 9 palavras, mas você já vai entender)

E a primeira coisa que você precisa saber sobre esse email é que:

Espere…

Quer saber? Na verdade tem muuuuita coisa que você precisa saber sobre esse email.

Tantas coisas… que não cabem num único email como esse 🙁

E foi por isso que resolvi gravar um áudio explicando em detalhes, tudo sobre o email de 9 palavras 🙂

Áudio esse que virou um novo podcast…

E que você pode ouvi-lo aqui:
https://podcasters.spotify.com/pod/show/1-email-por-dia

Se gostou, mande pra seus amiguinhEs 🙂

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Como converter quem disse “Não”

Seu amigo aqui esteve adoentado esses dias.

De que?

Só Jesus sabe.

Só sei que ficar doente é um grande problema pra mim… que sou alérgico a todo tipo de remédio (incluindo anti-alérgicos).

Mas aí recentemente eu fui num alergologista (médico de alergias) pra descobrir exatamente a que eu tenho alergias, e principalmente, pra saber que remédio eu poderia tomar e quais devo evitar se não quiser morrer de choque anafilático.

O que ele me disse foi pavoroso

Veja: Não é novidade que a maioria dos médicos (e de todos os profissionais de todas as áreas) não estão nem aí pro paciente (ou cliente).

Mas esse alergologista parecia se importar. A consulta levou um tempo, ele me fez várias perguntas e meio que deu um pré-diagnóstico, e uma lista do que evitar e o que eu teoricamente poderia tomar.

Aí veio a parte assustadora:

Eu disse: “Doutor, meu medo é sofrer um acidente e quando chegar na mesa de cirurgia eu tomar uma droga proibida pra mim e morrer por causa do remédio – ao invés do acidente. Não dá pra passar um exame pra fazer testes de medicamentos?”

E ele respondeu seguro:

“Não existe esses testes. Pra medicamentos, a única maneira de saber se você tem alergia ou não.. é tomando”

Depois disso só me restou ficar olhando nos olhos dele com cara de mosca morta.

Putz… sério??

A única maneira de saber se uma medicação vai me matar… é tentar me matar com ela??

Não me parece naaaada inteligente.

E assim eu sigo minha saga da cura através dos chás, da fé e outras coisas “alternativas”.

Mas enfim.

Por falar em práticas nada inteligentes, existe uma muito comum entre empreendedores e marketeiros, que é a de conduzir negócios como se fosse um jogo de poker… onde eles só realizam uma única e perigosa jogada que se chama:

ALL IN

Em outras palavras, eles jogam no tudo ou nada.

É assim que eles tratam seus leads, ou tudo ou nada.

Ou seja:

Ou aquela pessoa compra agora… ou ela não presta e vou jogá-la fora pra ir em busca de quem presta.

Quem é craque nisso é os lançadores.

Eles botam uma grana em tráfego, constroem lista, aí quem converteu fica… mas quem disse “não” cai fora.

E no próximo lançamento começa tudo de novo… do zero.

Como disse, não é algo inteligente de se fazer.

Especialmente num momento em que o alcance das redes fossiais é quase zero, e o custo dos anúncios é o mais alto da história.

Em momentos assim, mais do que nunca, é fundamental aprender a converter quem disse não.

Ok, e como converter quem disse não? Que bom que perguntou 🙂 Mas antes de lhe dizer, eu preciso que você entenda algumas coisas:

Marketcheng não é preto e branco

Não é 0 e 1.

Não é sim ou não.

Na prática, isso significa que se alguém disse não agora… não quer dizer que ela não está interessada ou que não é seu cliente ideal.

Na verdade, esse não pode significar… dezenas e dezenas de coisas.

Por exemplo…

Pode significar:

  • Que as pessoas tem uma vida corrida e a maioria nem conseguiu ver sua campanha de vendas (e logo é impossível dizer “sim” ao que ela nem sabe que existe)
  • Que algumas pessoas vão se interessar mas não vão dizer sim por que têm outras coisas acontecendo no momento (mas nada impede que elas digam sim num outro momento, se você fizer isso acontecer)
  • Que algumas vão se interessar mas… a sua mensagem daquela campanha não foi suficiente pra convencê-las naquele momento (mas nada impede que elas sejam convencidas depois)
  • Que algumas vão se interessar… mas… sua mensagem simplesmente não foi clara o suficiente pra elas entenderem o que exatamente era sua solução
  • Que algumas vão se interessar… mas não vão achar aquela sua 0ferta atraente pra elas (mas nada impede que você reformula sua proposta de uma maneira mais atraente pra esse público)
  • Que algumas vão se interessar… mas esquecer de você… e perder o prazo.

Enfim. Enfim. Enfim.

Apenas alguns exemplos das dezenas de coisas que acontecem no dia a dia de todo público – e que jamais pode ser ignorado em seu negócio.

“Ok… mas e como converter quem disse não?” Você pergunta (de novo).

Bem, existem várias maneiras… e eu já dei algumas acima (nos parênteses).

Mas a mais simples de todas é:

Com 1 email de 9 palavras (ou menos)

É tão simples, mas tão simples…

…mas TÃO SIMPLES…

Que a maioria das pessoas simplesmente não acredita que esse email funcione… e por isso não o envia… e por isso não converte uma fatia de pessoas que poderiam ter sido convertidas com esse email.

Digo isso por experiência própria.

Quando aprendi sobre esse email, eu achei ridículo.

“Não tem como isso funcionar” eu repetia pra mim mesmo.

E aí, adivinha?

Nunca usei.

E sabe quanto tempo eu levei pra entender a profundidade da sofisticação desse email e finalmente usá-lo?

Anos e anos e anos.

Sério.

Quando finalmente entendi, percebi que o ridículo não era aquele email tão simples… mas sim minha maneira de pensar sobre ele (e nem mesmo testar antes de falar).

Dito isso…

Se você quer saber que email é esse e, mais importante, como entendê-lo e usá-lo pra converter quem disse não…

Meu email de amanhã será inteirinho sobre ele 🙂

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 Como dobrar resultados de lançamentos

Eu odeio lançamentos.

E a verdade é que eles estão criando muito mais pessoas depressivas do que melionárias (além de também criar melionárias depressivas).

Mas enfim.

Como dizia Napoleon Hill – em toda adversidade existe uma semente de oportunidade (ou algo do tipo), e essa semente também existe nos lançamentos.

E é impressionante como a maioria dos “experts” em copy e marketcheng ignoram isso.

Ou talvez…

…eles não sejam tão experts assim??

Não sei.

Mas aqui está um simples conceito e uma simples estratégia que pode dobrar ou triplicar a receita de qualquer negócio digital (especialmente os que ainda fazem lançamentos).

Veja:

Várias e várias pesquisas feitas por renomados institutos americanos ao longo de décadas comprovaram que:

Em todo mercado (ou nicho), em média, somente 1% a 3% das pessoas estão comprando agora.

Achou esses números familiares?

Sim, é a conversão média de um lançamento ou página de vendas.

1% a 3%.

O grande problema…

É que por ser a fatia do mercado que está “pronta” hoje – todo mundo tenta vender pra eles, ao mesmo tempo, em todo lugar.

O resultado?

Custo de aquisição nas alturas, conversões baixas, margens tão pequenas que causam desespero no fim do mês .

Mas ainda assim, por causa do pensamento imediatista – os experts e empresas continuam mirando somente nessa pequena fatia do público mais difícil e mais cara de converter.

E é aqui onde você pode fazer a grande diferença (e os grandes dígitos com grandes margens).

Você nunca se perguntou se todo o resto das pessoas da lista que disseram não (os 97% a 99%) também não poderiam dizer sim?

Será que é inteligente jogar fora 99% daquela lista tão suada de conseguir… pra começar do zero em toda campanha, toda vez??

Bem, a verdade é que – sem ofensa – mas jogar a lista fora é uma grande burrice.

Veja por que:

Como disse, somente 1% a 3% das pessoas de todo nicho estão passando o cartão hoje, certo?

Mas e o restante?

Bem, aquelas mesmos institutos de pesquisas também descobriram coisas interessantes sobre essas pessoas que disseram não no primeiro momento.

Eles descobriram que:

Em média, 60% dos leads são apenas curiosos e nunca vão comprar nada.

Oh, sério? Nada bom, hein? 60%??

Ok.

E o restante?

Bem, eles também descobriram que:

Em média, 30% das pessoas vão botar a mão na carteira em algum momento dentro dos próximos 18 meses.

Um pouquinho melhor, né? Pelo menos vão dizer sim algum dia.

Mas putz… um ano e meio? Quem pode esperar isso tudo por um cliente??

Ok.

O que mais foi descoberto?

Por que até agora você não viu nada excitante, não é?

Calma que agora vem a melhor parte… o crème de la crème… a resposta para suas preces noturnas… o multiverso onde se escondem a grande fatia de clientes ocultos em todo nicho… que é:

Eles descobriram que, em média, 6% a 7% das pessoas de todo nicho… não estão prontas pra dizer sim hoje… porém… estão abertas a dizer sim (e passar o cartão) em algum momento dentro dos próximos 90 dias 🙂

Isso significa que:

Digamos que você fez uma campanha e conseguem uma lista de 10 mil pessoas.

Aí converteu 1% = 100 pessoas

(eu sei que o 1% que eles levam em conta é apenas das pessoas que chegam na página do produto, mas vamos manter as coisas simples pois os números são em porcentagem então se aplicam a qualquer cenário)

Mas esse resultado foi o conseguido com a campanha hoje.

E se você, ao invés de jogar a lista fora, continuar enviando alguns bons emails pra ela – daqui a 90 dias você tem a possibilidade de converter, em média, 600 a 700 pessoas (6% a 7%).

Mesmo considerando um cenário pessimista, onde você não conseguisse o sim de 6% das pessoas, mas apenas conseguisse o sim de outros 1% – isso já traria o dobro das vendas (e dessa vez a custo zero, pois você usou a lista que já tem).

Percebe o potencial que se esconde numa lista de emails?

Pois é.

E saber trabalhar e converter essa fatia do público – é que separa os homens dos meninos no mundo dos negócios.

Mas calma que isso não é tudo.

Ainda fica melhor.

Levando em conta que você (ou seus experts) fizeram lançamentos há alguns meses… e essa lista está lá parada… sabe o que isso significa, segundo as pesquisas?

Exatamente:

Que aqueles 90 dias provavelmente já passaram… e aquela fatia “oculta” de sua lista que disse não da primeira vez… está pronta pra dizer sim agora.

Oh yeah

E tudo que você precisa fazer pra converter essas pessoas é enviar 2 simples campanhas de emails… e então sentar e assistir as notificações pipocarem no celular (como naqueles vídeos dos gurus, só que aqui é de verdade).

E é assim que você dobra ou triplica os resultados de suas campanhas – a custo zero – e com um esforço mínimo (mas altamente estratégico).

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Nem lógica nem emoção. Eles compram por outra razão

Esses dias eu tive uma excelente sensação.

Aquela quando você vai assistir um filmezinho sem pretensão nenhuma, achando que vai ser só uma históriazinha pra passar o tempo enquanto você se recupera da doença…

Mas aí o filmezinho lhe surpreende, começa a abordar uns temas profundos…

E de repente… você está chorando??

E refletindo sobre sua vida??

Pois é.

Foi o que aconteceu com a gente (eu e Priscilla) com o filme:

Eu só posso imaginar.

É baseado na história real de um dos maiores cantores gospel do mundo.

Não sou crente, nem tenho religião, e o filme não “bate” nesses temas, pelo contrário, ele é todo focado na relação do cara com seu pai, com a mãe e com ele mesmo.

É espantoso ver como certas frases ditas a uma criança num certo momento, podem se tornar um grande fardo na vida da pessoa.

Mas não estou falando do nutelismo que está rolando hoje em dia, que “não pode falar alto com o filho que vai traumatizá-lo”… não. Essa falta de imposição como pais é o que está causando os verdadeiros traumas nas “crianças-amigas”.

Mas enfim.

No caso do filme, o pai era um montro. Que espancava o próprio filho fisicamente, psicologicamente e emocionalmente, e isso foi tão marcante que (sem spoiler) quando o garoto tentou seguir seu sonho de ser músico, o trauma o impediu, e ele nem fazia ideia do que estava acontecendo.

Na verdade, o ambiente sombrio em que ele cresceu (com o pai), afetou diretamente em todas as áreas de sua vida, pois, na grande maioria das vezes, o ser humano é o fruto do ambiente em que vive.

Por isso uma criança que nasce e cresce numa favela dominada pelo tráfico, tem muito mais chances de entrar pro crime.

Assim como um filho dum ricasso, que é mimado e tem tudo na mão, tem mais chances de fazer muita merda e ser um bosta na vida.

Somos fruto do ambiente.

O ambiente influencia diretamente em nosso comportamento.

Insluvise, no comportamento de compra.

Ouvimos muito por aí que as pessoas compram com a emoção e justificam com a lógica.

Mas antes de chegar nesse ponto, de se emocionar e justificar, existe uma coisa mais importante que precisa cuidadosamente planejado e executado se você quiser ter as maiores conversões possíveis.

Esse coisa é o:

Ambiente.

Como mostrei acima, o ambiente influencia diretamente nosso comportamento.

Você jamais daria 40 conto num saco de pipocas, não é?

Mas no cinema você dá.

Por que?

O ambiente certo pra empurrar pipoca de 40 conto nas pessoas.

Por que grandes negócios são fechados em restaurantes chiques?

O ambiente (e a experiência) que deixa a pessoa mais aberta a dizer sim.

A questão é que tanto offline quanto online, precisamos criar o ambiente certo para atrair, acomodar e converter pessoas – pois o ambiente é a primeira coisa que a pessoa vê e sente sobre nós e nosso negócio.

É o que acontece quando você está com fome, procurando um lugar pra comer, mas não tem coragem de entrar num restaurante por que você “não foi com a cara do lugar”.

Aquele ambiente não lhe atraiu.

O mesmo acontece também no digital.

Quando estamos com os olhos enfiados numa página, num vídeo ou num email, pra nosso cérebro aquele é o ambiente em que estamos – e se ele não for confiável, atraente e confortável, a gente cai fora.

Ou seja:

Se não existir o ambiente certo pra atair, acomodar e converter as pessoas de visitantes pra clientes – elas vão embora sem nem mesmo chegar a sentir emoções e justificar com lógica.

E o que seria esse ambiente no mundo digital?

É ter uma página linda e cinematográfica?

Não.

É a experiência como um todo da pessoa, desde o primeiro contato até o pós-venda.

É tudo que ele vê, ouve, sente, clica, não clica, recebe, não recebe.

É como ele é tratada. É o que você diz. Como você diz.

O bom é que quanto mais você criar um ambiente favorável, mais fácil é a venda.

Ninguém precisa lhe convencer a dar 40 conto na pipoca do cinema. Filme pede pipoca, você está passando pelo local, o cheirinho do milho estourando entra em suas narinas… naturalmente você vai lá e passa o cartão.

Oh, e o mesmo pode ser feito no mundo online.

E não, você não precisa de fotos e vídeos de ostentação pra convencer as pessoas.

De fato, quanto mais você sair desse mundo de gatilhos dementais e estruturas de copys de gurus, e mais você pensar em criar uma experiência e um ambiente convidativoo pra seu público, mais fáceis serão suas conversões.

Essa construção de ambientes é um dos “segredos” que me permitem converter produtos até de alto ticket usando apenas emails e algo que eu recomendo você se dedicar mais nas próximas campanhas.