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Venda com emails no insta, no X, Linkedin, Tiktok…

Ontem fomos andar de kart.

Foi minha primeira vez.

E diferente de outras “primeira vez”, aqui eu sabia o que fazer.

No começo foi esquisito.

A posição é desconfortável. A condução é dura. Faz vários barulhos esquisitos. A parada é seca. (sim, ainda é sobre o kart que estamos falando).

Mas com o tempo fui me acostumando, me soltando, acelerando… e logo comecei a dar voltas em meus amigos.

Não que eu seja o novo Ayrton Senna, mas eu dirijo bem. E sempre joguei muito bem jogos de corrida (acredite, isso ajuda muito). E no fim, são os mesmos princípios: dirigir um carro. A diferença era o carro e a pista. Mas os princípios eram os mesmos, e o que fiz foi adaptar o que já sei a aquele ambiente novo.

Impressionante mesmo foi meu… o filho do meu cunhado é o que meu mesmo? Peraí… aparentemente nem o google sabe. A melhor resposta que achei foi “sobrinho-afim”… o que me pareceu meio pedófilo chamar um garoto de 9 anos assim, mas enfim, meu semi-sobrinho de 9 anos, que obviamente nunca dirigiu na vida (nem joga video-game), pilotou maravilhosamente bem.

O moleque jogou duro.

Inclusive, quando dei uma volta e alcancei ele… ele acelerou e me passou!

Que ousado.

Aí tio Bruno teve que acelerar ainda mais pra passar o pirralho e mostrar quem é que manda na pista.

Mas em resumo, foi uma experiência incrível que eu nunca fiz antes porque achei que seria meio besta.

Mas não é.

Se você nunca correu de kart antes, eu super recomendo.

Enfim.

Tudo isso me lembra o novo treinamento de conversão por email que estou cuidadosamente criando.

É sobre conversão por emails (por ser o canal que você tem mais controle, mais ROI e mais vida boa), mas tudo que ensino nele funciona perfeitamente no instagram, X, Linkedin, TikTok ou qualquer outro canal que você consiga se comunicar diretamente com seu público.

Assim como no Kart, são os mesmos princípios.

Mas enquanto no kart você precisa adptar muita coisa, pra outros canais essa estratégia de conversão não precisa adptar nada, dá pra usar exatamente como eu ensino – o que lhe dá ainda mais opções de atuação.

A única condição pra usar em outras plataformas é a que mencionei acima:

Você precisa ser capaz de se comunicar diretamente com seu público, como enviar um direct, por exemplo, coisa que o Youtube não faz.

Mas se tiver isso, tudo funciona normalmente, e você é capaz de fechar alto ticket usando o X (ex-twitter) ou até mesmo aquela zona do Tik Tok (desde que você consiga que as pessoas lhe respondam ao invés de ver o povo dançando).

Percebe o potencial dessa habilidade?

Não é por acaso que ninguém ensina isso aqui no Brasil, e pra aprender isso lá fora você teria que desembolsar no mínimo 2.500 doletas (ou 13 mil dilmas).

Mas calma que com Bruno-Aranha, o amigão da vizinhança, você não vai ter que pagar isso tudo, e digo mais, modéstia a parte eu ainda ensino melhor do que eles.

Enfim.

Tudo isso e mais um pouco, em meu novo treinamento que sai nos próximos dias.

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Copywriter está com os dias contados

Estou bem melhor.

Não 100%.

Mas bem melhor que na semana passada.

E não precisei cair no picão preto, graças a Deus.

Isso também significa que as gravações do novo treinamento voltaram, não a todo vapor, mas voltaram. E tudo indica que essa semana sai (finalmente).

Só posso adiantar uma coisa:

Está ficando um espetáculo.

Esses atrasos são ruins pela espera, mas sempre me ajudam a melhorar os treinamentos.

Nesse caso, ele me ajudou a condensar muitas dezenas de milhares de reais num único treinamento.

Literalmente.

O conhecimento que estou compartilhando ali vale bitcoin.

Especialmente pra quem está nesse mundo digital…

E mais especialmente ainda pra aqueles cuja profissão está com os dias contados – como os copywriters??

Pois é.

A verdade é que o copywriter NUNCA foi a profissão mais badalada do momento, como tantos gurus arrotaram por aí (gurus esses que venderam todo seu estoque de cursos de copy, fechou a barraquinha e fugiram sem dar a mínima satisfação pra seus clientes, como parece está acontecendo com certas sociedades por aí).

Copywriter sempre foi uma profissão underground.

É tanto que nenhum de seus amigos sabem o que é isso (a menos que eles sejam do meio).

Mas o fato é que com o avanço das IAs, o copywriter tradicional vai acabar.

Por várias razões:

Porque a maioria dos copywriters já fazem um trabalho medíocre, já escrevem as mesmas copys que os outros, usam exatamente as mesmas palabras, estruturas, gatilhos e tudo, muitos até copiam na cara dura, e é sempre uma escrita meia boca pra empurrar goela abaixo das pessoas – ou seja – algo que uma IA consegue fazer em poucos minutos, por uma fração do valor, sem tirar folga nem cobrar impostos e afins.

Por que não faz mais sentido contratar uma pessoa, lidar com ego dela, tem que ficar cobrando pra ela entregar tudo no prazo, e esperar dias pra ter copys, quando tudo isso pode ser feito por uma máquina em minutos.

Basta olhar pras copys que existem por aí, são as mesmas coisas, só mudam o nome da empresa.

Então não precisa de alguém “criativo” pra fazer esse feijão com arroz.

Uma máquina é infinitamente melhor.

Então logo vão desaparecer os copywriters, e os designers, e alguns outros profissionais.

Todos serão substituídos por um único Operador de IA… que com certeza vai ter algum nome bonito, dado por um guru que vai empurrar cursos da nova profissão do momento… que vai ser uma bosta.

Uma bosta porque esse novo profissional não vai ter valor nenhum do mercado.

Vai ser só um carinha que mexe na ferramenta. E igual a ele vão existir dezenas de milhares por aí, desesperados por uma vaguinha e dispostos a receber qualquer coisa em troca de um prato de comida.

Isso já está acontecendo.

99% dos copywriters por aí já usam IA pra escrever suas copys… e depois vão lá e editam pra coisa não ficar tão ruim.

Mas falta muito pouco pras IAs gerarem o texto feijão com arroz diretamente – sem precisar da edição do copywriter… e aí adeus copywriter e olá operador de IA.

E você já viu que as vagas arrombadas por aí já exigem que o copywriter faça muito mais que apenas escrever copy? É pra postar em redes fossiais, fazer design, escrever blog, produzir conteúdo… ou seja:

Operador de IA.

A coisa tá tão feia que o “melhor” copywriter do mundo (segundo ele mesmo e a mãe dele), Setefan Giorgi, um cara que vive empurrando cursos de copy (e escrevendo copy golpista e se gabando disso), que tem até sua própria ferramenta de IA pra copy… disse recentemente que a profissão de copywriter vai acabar.

Pra completar, ele recomendou seus próprios alunos copywriters a venderem produtos no tik tok como afiliados… sério, verdade… é ou não é ridículo?

Claro que ele só fez essa super recomendação porque nunca ensinou seus alunos a serem copywriters de verdade… mas sim a usarem uma estrutura de copy (seu RMBC) e empurrar falsas promessas naquilo, o que cria Golpywriters, não copywriters.

E é aqui que começa a parte boa dessa história.

Veja:

Aqueles copywriters batucadores de teclado, que escrevem copys feijão com arroz, que só sabem fazer lançamento (copiando e colando e mudando a promessa)… esses vão virar operadores de IA ou procurar outra coisa pra fazer.

Mas aqueles que são (ou se tornem) copywriters de verdade, que entendam de marketcheng e negócios ao invés de RMBC – esses serão profissionais raros no mercado e muito bem pagos por sua expertise verdadeira. Eles atuarão principalmente como consultores ou escrevendo comunicação autêntica e humana, como nenhuma IA consegue.

Em outras palavras:

Aqueles que só escrevem copy estão com os dias contados.

E pra não apenas sobreviver, mas ainda prosperar no apocalipse das IAs, você precisa se especializar em alguma coisa e aumentar o seu valor no mercado.

Não vai dar pra ser mais um na multidão.

Não vai dar pra ser aquela pessoa que escreve copy, porque os robôs vão lhe dar uma surra de chibata nessa área.

Logo, é preciso sair desse trabalho “braçal” e industrial, e entrar no trabalho mais intelectual e de aconselhamento.

É preciso se especializar.

Mas em quê? Você pergunta.

Já disse, em marketcheng e negócios – em alguma área que você consiga trazer grandes resultados pro cliente sem que uma IA faça isso melhor que você.

E nesse caso, meu conselho continua sendo:

Monetizar listas de emails.

Veja:

Toda essa loucura de IA, de personagens, vídeos e imagens criados pra redes fossiais, junto com toda essa copy genérica vai criar um circo e aumentar um grande problema que já existe hoje no mercado:

Falta de Backend.

Todo esse show de IA vai trazer muitos leads e clientes de front-end.

Mas assim como já acontece hoje, isso não move os clientes no restante da esteira de produtos.

Na tentativa de suprir isso estão criando automações complexas, chatbots, CRMs e uma infinidade de ferramentas emaranhadas que não fazem o trabalho corretamente, são caras e difíceis de manter.

E nesse caso um especialista em monetizar lista de emails consegue dar um grande pé na bunda desses robôs, enviar alguns emails e trazer a grana pra casa.

E estou falando de muita grana, de backend, de alto ticket – e tudo usando apenas os emails.

“Mas se é sobre email, o que impede as IAs de escreverem esses emails?”

Bela pergunta.

Mas não é sobre emails. Email é apenas o canal.

É sobre construir o relacionamento que as máquinas não conseguem, e converter as pessoas de maneira conversacional – que as máquinas também não conseguem.

E é exatamente isso que vou ensinar em meu novo treinamento – a ser esse profissional capaz de converter backend e trazer a grana pra casa num mundo caótico de tecnologia e guruzices.

Pra quem quiser ser uma pessoa valorizada e muito bem paga num mercado que contrata funcionários pra atuarem como “robôs” que operam robôs.

O barco está afundando.

Mas pra aqueles que entenderem isso, ainda tem botes salva-vidas.

O meu está zarpando essa semana, e pra entrar nele, não perca meus próximos emails.

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 Vender assim é tão simples, que é ridículo

Um simples spray de própolis, pra garganta…

Foi o suficiente pra desencadear uma reação alérgica por todo meu corpo.

Massa!

Uma aluna até me recomendou um pessoal (que é cliente dela) que trabalha com cura através das plantas, o que eu acho super legal…

Mas o cara já começou dizendo que eu tinha que cair no picão preto.

Você não leu errado.

É picão preto mesmo.

Aí fica a pergunta:

Morrer… ou viver em desgosto?

Ou pior… vai que eu descubro uma nova paixão??

De qualquer forma, minha situação é delicada (acho que não foi a melhor palavra pra se usar nesse momento).

E eu preciso fazer algo antes que seja tarde demais.

Mais sobre isso nos próximos emails.

Porque agora vamos falar sobre:

A Grande Revolução do Mercado Digital

Lembra que o guru supremo fez uma porrada de anúncios sobre a super revolução do mercado, e a nova fórmula, e zás, zás…

E a tal revolução não apenas não aconteceu, como aparentemente a campanha deu tão ruim que ele voltou a fazer o que fazia antes.

💩

Ok, fim do plantão guruzístico.

Agora voltamos à nossa programação normal.

Ontem eu estava tão mal que mal consegui escrever o email direito.

E hoje… eu continuo mal… mas um pouco menos mal, o sufuciente pra escrever um pouco melhor. E por isso quero continuar a falar sobre o processo de ontem.

O Processo de Converter Big Ticket
Com Apenas 3 Emails

É algo tão simples…

Que chega a ser ridículo.

Na verdade, é TÃO SIMPLES… que tem gente que não faz por acreditar que não tem como funcionar.

“Como os eggsperts dizem por aí que converter big ticket voc6e precisa criar armadilhas, precisa de webinário, de formulário, e principalmente, de uma ligação… e você vem pra cá com essa ideia de fechar em 3 emails? Tá tirando com a minha cara?”

É muito fácil pensar assim… quando você ainda não amadureceu sua visão sobre marketcheng e vendas. Pois você acredita que a venda depende de impressionar o outro, e mostrar o quanto você é foda, e fazer truques, e várias outras coisas que, na verdade, não importam pra venda acontecer.

Então, pra esclarecer isso… a conversão no mundo digital depende dos mesmos fatores que no mundo físico.

No mundo físico, você com certeza já foi comprar algo, até mesmo de alto valor como geladeira, cama, carro, casa, enfim… e fez a compra lá na hora, com uma pessoa desconhecida – e essa pessoa não precisou fazer você assistir um vídeo, nem mostrar como ela é foda, nem mostrar prints do sucesso dela, enfim.

Não…

O que é necessário?

1- Confiança

Você precisou se sentir seguro quanto ao negócio e onde você estava se metendo.

2- Relacionamento

Mesmo que curto, mas o relacionamento que você construiu com o atendente/vendedor influencia muito em sua decisão

3- Uma boa 0ferta

Você se sentiu seguro, gostou da pessoa, foi bem atendido, e no fim ele fez uma proposta única, incrível e que se encaixava perfeitamente em sua situação ideal…

Aí você foi lá e passou o cartão.

Claro que no mundo físico você vai numa loja ou empresa, o que contribui bastante pro primeiro fator. Além do fato de você estar conversando cara a cara com uma pessoa de verdade (a qual você pode ir lá e voar no pescoço se algo der errado depois).

Mas os mesmos princípios se aplicam no digital.

Aí vem o segundo ponto:

Fechar o Cliente
Com Apenas 3 Emails

Como disse ontem, muitas vezes você vai precisar enviar mais emails, pra responder dúvidas ou contornar objeções.

E mais importante:

Não são 3 emails de copiar e colar e sair pro abraço.

São 3 emails simples… mas criados estrategicamente pra converter seu público.

Por exemplo:

O primeiro email, de 9 palavras, é tão simples que ontem até me perguntaram se isso era um funil, he he.

Não, é literalmente um email com 9 palavras (muitas vezes até menos), que faz uma pergunta chave.

E aí onde começa a brincadeira:

Você Precisa Começar
Fazendo A Pergunta Certa

Porque todo o restante do fechamento do cliente… vai depender de como você iniciou a conversa com ele.

O mesmo vale pro segundo email que você envia.

E o mesmo vale pro terceiro email.

Em resumo:

É um processo altamente simples.

Mas ao mesmo tempo altamente estratégico.

Mas por ser tão simples, nós temos uma tendência a complicar… e isso atrapalha os resultados.

Então claro que você vai precisar enviar alguns emails e refinar seu processo até ficar redondinho.

Não existe mágica no marketcheng, pelo amor de Deus.

Mas uma vez que você refine seu processo, aí sim é só copiar e colar, copiar e colar e ver a quase-mágica acontecer todos os dias diante de seus olhos.

Ainda sobre esse processo…

Ele não serve só pra Big Ticket, nem só pra produtos digitais.

Ele é usado pra vender desde serviços, até imóveis, iates, máquinas agrícolas e produtos de médio ticket.

É a maneira mais fácil de fazer vendas com uma lista de emails, sem precisar de NADA.

Zero páginas, zero vídeo, zero lançamento, zero live, zero ligação, zero ostentação nas redes fossiais.

100% emails.

E esse processo de conversão é somente uma das estratégias que vou ensinar no novo treinamento que estou produzindo e vai ao ar nos próximos dias.

Esse treinamento não vai revolucionar o mercado digital… mas com certeza vai revolucionar as vidas daqueles que o seguirem à risca.

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Como fechar alto ticket com 3 emails

Imagine você enviar um email de 9 palavras pra lista…

E obter respostas de algumas pessoas.

Então você envia um segundo email (de qualificação), pra quem respondeu o primeiro… e obtem mais respostas dessas pessoas.

Aí você envia um terceiro email, oferecendo um produto de big ticket, e fecha a venda ali mesmo, no email.

Sem ligação. Sem reunião. Sem lançamento. Sem live. Sem nada além de emails.

Sempre acontece em apenas 3 emails?

Não. Muitas vezes você vai precisar trocar mais alguns emails com as pessoas, pra responder dúvidas específicas ou contornar uma objeção… mas toda a venda é fechada ali por email.

Esse é o simples processo que eu e alguns clientes usamos pra fechar big ticket (acima de 5k).

Algumas empresas americanas fecharam seu setor inteiro de vendedores diretos (aqueles que ficam no telefone enchendo o saco), e contratando pessoas específicas pra ficarem enviando emails e fechando vendas assim.

É mais simples, mais barato, mais eficaz e mais fácil pra todos os lados.

E diferente dos gurus revolucionários 10x-tangas-deep-santatartaruga que copiam as coisas lá de fora e lançam como se fosse criação deles, porque eles são os fodões, esse não é um processo criado pro mim. É algo usado há muitos anos por alguns americanos, que eu paguei uma boa grana pra aprender, e agora vou lhe ensinar em meu novo treinamento que está prestes a sair (junto com a doença de meu corpo).

Se você acredita que essa habilidade pode abrir portas, criar boas oportunidades, e colocar mais grana em seu bolso… você está certo.

E se você acredita que ela também pode ajudar a criar ou crescer seu próprio negócio… você está mais certo ainda.

E é por essas e outras que eu acredito que você vai adorar o que estou preparando por aqui 🙂

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Alex Hormozi fez merda e… seguiu meus conselhos?

Não sei se você viu meu email de ontem…

Mas Isabella adoeceu e eu tive uma alergia (provavelmente a formiga) e por isso o novo treinamento não vai sair hoje.

Era isso 🙂

Boa noite… e boa sorte–

Espere!

Acabamos de receber um aviso importante aqui no ponto.

Só um minuto enquanto confirmo com o diretor (que sou eu mesmo).

Sim, isso mesmo.

  • música do plantão da globo *

“Acabamos de receber a notícia de que Alex Hormozi, um dos marketeiros mais badalados do momento… assumiu que fez merda e… vai seguir o caminho do email?”

Que estranho, não?

Embora os livros dele sejam muito bons, eu não sou muito fã do cara.

Pelo menos, até aqui eu nunca soube de nada errado dele (e ele também não tentou se aproveitar da tragédia no sul pra se beneficiar de alguma forma).

O fato é que ele é um dos gurus mais badalados do momento no mundo digital.

Mas há alguns dias ele disse que depois de produzir mais de 35 mil peças de conteúdo em 3 anos, ele está fazendo mudanças.

Que mudanças foram essas?

1- Parar de falar sobre vários temas – o que, segundo ele, trouxe muitos seguidores e curtidas, mas não trouxe as pessoas certas pro negócio dele

2- Fazer apenas conteúdos mais longos, voltado exclusivamente pra empreendedores

3- E vai começar a enviar emails com frequência

Hummmmmmm

Por que você acha que ele tomou essa decisão?

Será que nosso amigo bateu com os halteres na cabeça e ficou louco??

Ou será que as coisas não estavam do jeito que queria, então ele olhou pra trás e percebeu que passou 3 anos trabalhando duro pra trazer as pessoas erradas – sendo que 50% do sucesso de todo e qualquer negócio depende de atrair as pessoas certas?

Será também que ele viu que altas visualizações e curtidas nem sempre se transformam em altas vendas?

E será que ele sentiu que essa galera das redes fossiais e as próprias redes são mais “badalação” do que conversão – e por isso voltou pro email?

Não sei.

Só sei que ele tomou sábias decisões que vão impactar diretamente nos números dele.

Provavelmente ele vai falar sobre isso em breve.

E ele está escrevendo um novo livro, que acredito eu, vai ser ou envolver muito sobre email e comunicação/mensagem/copy.

Enfim.

A boa notícia é que você não precisa trabalhar duro por 3 anos produzindo conteúdo pra depois perceber que o caminho do email era a melhor opção desde o início.

Você pode pular toda essa parte de muito trabalho pra pouco retorno, e ir direto pro caminho oposto, de ter muito retorno com o simples trabalho de escrever alguns emails.

E isso pode ser feito tanto pro seu próprio negócio quanto para o de seus clientes (se você for copywriter).

Estou falando da rara e preciosa habilidade de fazer conversões por email – algo que vou ensinar nesse novo treinamento que sai essa semana (nem me olhe com essa cara, sai essa semana sim).

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O melhor modelo de negócio do mundo

Enquanto a bebê segue melhorando…

Os pais aqui seguem piorando.

Hoje foi difícil sair da cama, e se não fosse por Isabella a gente com certeza ainda estaria lá.

De fato, eu só sentei aqui no computador agora, 12:24, pra escrever meu email e voltar pro sofá.

Mas faz parte.

A parte boa é que hoje eu posso fazer isso.

Posso escolher quando, como, e com quem vou trabalhar.

E não tem sensação melhor que isso.

Porém, eu não sou herdeiro nem nasci em berço de ouro.

O que me permite estar nessa posição hoje foi o modelo de negócio que escolhi seguir.

Pra mim, esse é o melhor modelo do mundo.

E veja: Não importa se você é empreendedor ou freelancer, o modelo de negócio é a base do seu sucesso… ou fracasso.

Inclusive, se você não leu meu email de ontem sobre isso, leia aqui. Ele abriu a mente de muitas pessoas sobre isso.

Imagine se eu fosse influencer digital… e ficasse doente como estou. Eu teria que parar de postar, ou reduzir bastante a quantidade… o que iria prejudicar o algoritmo que já é uma bosta, e isso poderia me atrapalhar muito.

De fato, provavelmente a maioria dos influenciadores no meu lugar não iam parar. Eles iam se entupir de remédios, energéticos e qualquer coisa que os deixassem de pé, maquiar o rosto e correr pra frente das câmeras pra continuar o trabalho que não pode parar nunca.

Ou imagine se eu seguisse a boiada digital brasileira e fizesse lançamentos… e no meio do lançamento eu ficasse doente como estou?

Ferrou.

Ou eu me entupia de remédios (o que no meu caso ia literalmente me matar) ou todo o lançamento ia por água abaixo – e junto com ele 2 meses de trabalho, investimento em tráfego, equipe, enfim. Tem muitos negócios por aí que quebram se um lançamento der errado.

Outro caso:

E se eu ainda trabalhasse como copywriter normal… e tivesse que escrever trocentas copys todos os dias, sob pressão, com tudo pra ontem?

E se eu tivesse várias reuniões pra participar… com cara de zumbi, dormindo na mesa? Seria um bom motivo pra me demitir?

Veja:

Se você gosta desses trabalhos e rotinas, maravilha pra você. Eu acho que a gente tem que fazer o que gosta, independente do que os outros pensem.

Mas eu odeio essas coisas.

Horários fixos, reuniões, chefes, colegas de trabalhos malas, farda… Nãããoo.

Eu já nasci rebelde.

Desde pequeno eu odiava ir pra escola.

Quando cresci, essa rebeldia só piorou.

Eu tive empregos tradicionais, em empresa de vigilância, em agência… e eu sempre cheguei atrasado, sempre questionei tudo, e sempre fiz pequenas revoluções por onde passei (o que irritava muita gente).

E eu carreguei essa rebeldia e insatisfação em meu peito por mais de 30 anos.

Ontem mesmo eu estava conversando com alguns clientes sobre isso, e sobre “quando seu futuro se conecta com seu passado”.

Ou seja: Quando você trilha um longo caminho tortuoso e aparentemente sem sentido nenhum… até chegar a um ponto onde tudo se conecta, e você “se descobre” na vida.

No meu caso, eu me “descobri” com esse modelo de vender por email.

Principalmente por que ele me deu liberdade, flexibilidade e opções em vários sentidos.

Por exemplo:

Eu comecei fazendo emails para clientes. Vendendo meus serviços.

Depois usei esse modelo/habilidade pra me tornar sócio de empresas, e passei a ser pago por porcentagem ao invés de ser contratado a valores fixos.

Depois usei o mesmo modelo pra criar minha lista e vender meus próprios produtos.

Se quisesse, eu poderia também criar uma newsletter, colocar pessoas pra criar o conteúdo e eu só gerenciar a coisa. (ou eu mesmo poderia escrever também)

Eu poderia também criar lista e vender produtos de outras empresas ou experts.

Enfim, existem muitas opções.

E eu não estou dizendo isso pra me gabar, mas apenas pra lhe mostar que existem opções na vida, e você não precisa seguir os caminhos que tentam lhe empurrar por aí.

Você não precisa seguir o conselho dos sábios Flávio Augosto e sua mesa redonda, e passar 2 anos trabalhando todos os dias nas redes fosssiais, sem ganhar 1 centavo, pra virar influenciador e ter sua vida controlada pelo instagram.

Nem viver numa correria louca pra fazer 6 em 7 com lançamentos.

Nem criar um podcast pra ficar todos os dias preso numa mesa entrevistando alguém durante anos.

É tudo uma questão de modelo de negócio.

E se quiser seguir o que, na minha opinião e experiência, é o melhor modelo do mundo… então não perca por nada meu próximo treinamento que sai nos próximos dias.

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É mais fácil crescer 10x do que 2x. Veja por quê

Claaaaro que ia acontecer…

Se a bebê está bem doentinha…

Com alguma gripe/virose braba…

É claaaaaro que o papai e a mamãe iam pegar também…

Pra assim, os 3 passarem a noite espirrando e catarrando juntos 🙂

Mas enfim.

Hoje quero falar sobre um conceito que pode mudar sua vida financeira pra sempre (desde que você coloque em prática, é claro).

Aqui está o conceito:

É mais fácil crescer 10x, do que 2x

Ou seja:

É mais difícil dobrar o que você tem… do que ganhar 10 vezes mais.

Por que?

Porque quando a gente coloca uma meta de dobrar a receita, nosso instinto natural nos leva a pensar em como trabalhar 2 ou 3 vezes mais.

Se hoje eu trabalho X e recebo Y. Se eu trabalhar 2X vou receber 2Y, certo?

Certo.

Na teoria.

Porque na prática isso quase sempre não funciona assim.

Veja:

Todo mundo que pensa em crescimento, tem esse desejo porque já atingiu um “teto”. Ou seja: Porque tem uma rotina estabelecida que gera um resultado médio mensal.

Só que essa rotina normalmente já consome todo seu tempo.

E o problema de pensar em dobrar os resultados, é que a gente só pensa em dobrar os esforços. Mas como dobrar os esforços quando você já está fazendo tudo que consegue no tempo que tem?

Mas calma que ainda fica pior

Porque aí entra o pensamento de gerenciamento de tempo, produtividade, de baixar a qualidade de certas coisas, de terceirizar o que não deveria ser terceirizado, de dormir menos, de abrir mão de coisas preciosas da vida por conta do trabalho, enfim.

Por essas e outras que crescer 2x geralmente é mais difícil que 10x.

Porque quando se trata de 2x, a gente sempre pensa em fazer mais do que já fazemos.

Ok.

Então como crescer 10x é mais fácil? Você pergunta.

Primeiro porque quando pensa em crescer 10x, você já pensa diferente.

Você não pensa em fazer 10x mais o que faz hoje porque você sabe que é impossível. Então você já começa a pensar em soluções diferentes… E é aí que se esconde a magia desse conceito.

Pois pra crescer 10x você precisa fazer algo diferente.

E normalmente isso envolve abandonar pelo menos 80% do que você faz hoje (sim, princípio de Pareto também).

Isso é fato.

Se você olhar pra qualquer empresa que teve um grande crescimento num curto período de tempo, vai ver que eles não aumentaram seus esforços 10x… Mas sim, fizeram algo diferente.

E esse diferente, quase sempre envolve um novo produto, uma nova oferta, ou uma nova maneira de trabalhar (modelo de negócio).

Por exemplo:

Um copywriter tradicional, que escreve todas as copys pra um cliente (lançamentos, landing pages, vídeos, posts e tudo mais) e recebe 5k por isso – mas trabalha o mês inteiro, 8, 10 até 12 horas por dia. Como ele vai chegar aos 10k fazendo o que faz hoje? Não dá.

Ok, ele poderia cobrar o dobro e receber 10k? Poderia. Seria algo raro de acontecer. Mas poderia. Mas logo ele vai querer crescer de novo, e quando ele tentar cobrar 20k qual você acha que será a reação do cliente? Pois é.

Agora…

Se ele abandonar 80% do que faz… e focar apenas em monetizar listas de emails – Ele vai trabalhar menos, vai poder atender mais clientes, e até cobrar mais caro por cada cliente – apenas pra escrever emails (é assim que nós campowriters trabalhamos).

Outro exemplo:

Um expert ou empresa que está preso no no ciclo de seca e fartura de lançamentos e quer crescer seu negócio, o que ele faz?

Produz o dobro de conteúdo, faz o dobro de lives, passa o dobro do tempo em redes fossiais e faz o dobro de lançamentos por ano?

Vamos supor que de alguma maneira ele consiga fazer tudo isso e consiga dobrar seu negócio.

Como ele dobra novamente dessa forma?

Percebe como 2x costuma ser sempre mais difícil?

Por outro lado…

Se ele mudasse o modelo de negócio e focasse apenas em criar lista, converter leads em clientes, e converter os clientes em alto ticket – tudo usando apenas emails – ele teria uma vida mais fácil, faria mais vendas e colocaria bem mais grana no bolso (pois as margens de lançamentos são baixas e as de emails são as mais altas do meio digital).

Em resumo:

Na maioria das vezes, pra você conseguir realizar mais, você não deve fazer mais.

Você deve encontrar maneiras diferentes que produzem maiores resultados com menos esforço envolvido.

E quando se trata de negócios digitais, não existe nada que converta mais, com menos esforço – do que vender por emails.

Essa é uma habilidade rara.

Algo que, como disse no início, pode mudar pra sempre sua vida financeira como já mudou a de centenas de meus clientes.

E é essa habilidade que vou ensinar em meu novo treinamento que sai nos próximos dias.

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Quase virei o Homem-Formiga

Isabela piorou.

Muito.

Ao ponto de precisar ir pra urgência.

Isso significa que os últimos 2 dias (e especialmente noites) foram bem tensos e agitados por aqui.

Primeiro porque a doença evoluiu muito rápido (é algum tipo de gripe ou doença respiratória). Foi a primeira vez que ela teve algo assim.

Segundo porque isso fez ela tomar remédios que nunca tomou antes – e como o papai aqui é alérgico até a anti-alérgicos (não é piada, é verdade) – é sempre uma tensão quando a bebê toma um remédio novo.

Pior ainda quando tem que tomar 2 ou 3 novos remédios, com intervalo de poucas horas.

Mas graças a Deus (e aos médicos, e à medicina moderna, e à mamãe dedicada que ela tem) a sapequinha está começando a melhorar hoje.

E como se não bastase…

Ontem eu acordei, ou melhor, amanheci o dia com uma coceira em 2 lugares na barriga.

Coçava. Coçava. Coçava.

Até que quando fui tomar banho e vi aquele corpo escultural no espelho (também não é piada, é verdade) percebi que tinha umas manchas vermelhas.

Ops…

Meu “sentido de alérgico” disparou logo.

Quando olhei melhor, vi que os lugares que coçavam estavam inchados como se eu tivesse levado 2 picadas de abelha… E… as manchas vermelhas estavam se espalhando por meus braços atléticos, por minhas pernas torneadas, e por todo o corpo (pare de me imaginar nu, . Não pega bem).

Comecei a pensar o que poderia ter sido.

Aparentemente fui picado por algo.

Provavelmente por formigas?? Não vi nenhum outro inseto pelo quarto.

Mas o pior era:

Corpo vermelho… inchando…estava eu me transformando no Homem-Formiga??

Espere… mas o Homem-Formiga não foi picado por uma formiga radioativa.

Sendo assim… eu apenas descobri que também sou oficialmente alérgico a formigas.

Mas uma pra lista.

E embora eu não tenha ganho os poderes do Homem-Formiga, se continuar descobrindo novas alergias assim, em pouco tempo eu terei que andar por aí com um traje de proteção parecido com o do super-heroi.

Enfim.

Tudo isso era apenas pra lhe atualizar…

E dizer que, obviamente, o novo treinamento não vai ao ar amanhã (o que talvez você já esperasse??).

Mas o que realmente importa é que a bebê está melhorando e eu também 🙂

Além disso…

Esse tempo a mais me deu mais insights pra deixar o treinamento ainda melhor.

Então, como sempre, vai valer a pena.

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Como ele cagou o processo de vendas, tomou um “Não” na cara… mas reverteu isso e fechou o cliente a 5k

Chegay 🙂

Estamos de volta.

E se não fosse pelo fato de Isabella ter ficado doentinha… a viagem teria sido perfeita.

Mas a verdade é que nada na vida é perfeito, e precisamos saber lidar e esperar por isso (fica aí a primeira grande lição de hoje).

De qualquer forma, enquanto estava fora eu tive saudade de escrever meus emails…

E de jogar beach tênis, he he.

O que começou sem pretensão nenhuma, virou um compromisso sério semanal do meu bando de amigos.

E é interessante observar nossa evolução.

Na primeira partida foi tudo no instinto.

Mas agora já sai uma jogadas legais, uns saques mais fortes, uns rallys mais emocionantes…

Mas nosso jogo continua bem gay.

Sério.

Não sei por que, mas ainda fazemos uns movimentos meio suspeitos quando batemos na bola… parecendo até o balé de Bolshoi ás vezes.

Agora, uma coisa interessante, é quando alguém acerta uma bola tão incrível e indefensável… que a gente até já comemora o ponto… mas aí o adversário faz um movimento “impossível”, salva a bola, e ainda faz o ponto na gente.

Essas reviravoltas loucas acontecem muito lá no Beach Tênis.

Você acha que está tudo perdido, mas vai lá e mete as caras… e vira a situação ao seu favor.

Mas sabe onde essas reviravoltas não acontecem com fequência?

No mundo do marketcheng.

Aqui, quando a campanha dá ruim, dá ruim mesmo e está tudo perdido.

“Colocamos uma grana nesse lançamento mas o retorno foi muito ruim e não sabemos o que fazer agora.”

Já ouvi essa mesma frase ser dita de centenas de maneiras diferentes.

E quando você vive de lançamentos (e outras super estratégias guruzísticas), esse é o normal.

É sempre: Tudo ou nada.

Bum Bum Ciao (como em La casa de papel)

Não existe amanhã.

Ou converte agora… ou é um fracasso.

Mas aqui no mundo do email a coisa é diferente.

Por aqui é comum salvar campanhas aparentemente “desastrosas”.

Recentemente eu compartilhei 2 casos incríveis sobre isso.

(Você pode ler sobre o primeiro aqui. E sobre o segundo aqui.)

E semana passada mais um caso desses aconteceu.

Um cliente me mandou mensagem dizendo que tinha acabado de fechar um cliente de 5k.

Eu elogiei e perguntei mais detalhes, pra entender melhor o contexto.

Foi então que ele me disse que esse cliente foi de uma prospecção direta que ele fez mês passado… que ele foi lá pessoalmente fazer a reunião… mas aí, nas palavras dele: “Eu caguei todo o processo de vendas e ela não fechou”.

Que merda, hein?

Sem contar que é muito fácil desistir do cliente… depois de levar um NÃO na cara, olhando no olho.

Mas como eu disse, aqui no mundo do email é diferente.

Ele ignorou isso e, como o não-cliente estava na lista de emails dele, ele simplesmente continuou com o processo de enviar emails da maneira que eu recomendo.

Eis que 1 mês depois, aquela mesma pessoa que disse não… disse que estava tão encantada com os emails dele que queria conversar de novo…

E nessa nova conversa ele fechou uma mentoria de 5k.

Bão demais, hein? 🙂

Mas nada disso aconteceu por acaso.

Existe toda uma estratégia por trás… Uma filosofia… e uma maneira diferente de enviar emails.

Enfim.

Sakvar campanhas desastrosas é somente uma das várias estratégias que vou ensinar em meu novo treinamento sobre conversão avançada por email.

Pois é.

Você também vai ver como orquestrar seu processo de vendas… pra evitar ao máximo que suas campanhas sejam um desastre.

Vai ver como converter alto ticket usando apenas emails (de uma maneira tão simples que é até difícil acreditar).

Vai ver como cultivar sua própria plantação de clientes de alto valor.

E outras coisitas más.

Anote aí.

A previsão pra esse novo treinamento ir ao ar é segunda-feira, dia 06 de maio.

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O que realmente importa na vida

Voltaremos de viagem amanhã…

E à nossa programação normal 🙂

Mas como hoje é feriado, e está tudo meio parado por aqui, e só vamos sair de tarde…

Resolvi escrever um pouquinho.

Sinto falta disso.

E por falar em sentir falta…

Estamos viajando em bando.

Eu, Priscilla, Isabella e minha cunhada.

E enquanto nós 3 estamos aproveitando cada momento ao máximo, minha cunhada está sempre sentindo saudade do marido e dos cachorros (que não puderam vir dessa vez).

Não é que ela esteja chorando pelos cantos. Ela está se divertindo muito também.

Mas ela sabe que seria ainda melhor se estivesse com a família toda completa.

(assim como nós também queríamos que nossos cachorrinhos estivessem aqui)

Mas meu ponto é que:

É muito bom viajar, conhecer novos lugares, experimentar novos sabores, comprar coisas… mas tudo isso só nos leva até um certo grau de felicidade… e esse grau é muito baixo.

Todas essas coisas são incríveis… mas nenhuma delas preenche a alma e proporciona felicidade no mesmo nível que estar com as pessoas que você ama.

O problema é que a gente demora pra entender esse lado da vida.

Muita gente só entende na velhice…

Outros vão morrer sem nunca entender (tipo meu pai??).

A verdadeira riqueza não é ter coisas.

Não é ter carros, mansões, iates, jatinhos e roupas caras.

Tudo isso só traz conforto. E conforto pro corpo, nem sequer pra alma.

A verdadeira riqueza é estar com quem você ama.

Estar no momento presente, aproveitando cada segundo que nunca mais se repetirá.

Estar na sala com sua mãe, chupando laranja e assistindo sessão da tarde.

Estar no quarto com seu bebê, enquanto ele tenta ficar em pé todo desajeitado.

Estar com seu avô, ouvindo as histórias antigas dele.

Estar com sua avó, jogando dominó e deixando ela ganhar todas.

Estar com sua esposa, comendo cuscuz e tomando café, enquanto conversa olhando nos olhos.

Estar com os amigos, jogando Catan (um jogo de tabuleiro).

São essas coisas que preenchem a alma e trazem felicidade verdadeira… mas que são tão simples, que é muito fácil esquecer de valoriza-las todos os dias.

E pra mim, precisamos ter um trabalho que nos proporcione isso… e não abrir mão de tudo isso pra poder trabalhar.

Claro que não é fácil.

E é até impossível pra maioria das pessoas “normais”.

Mas pra quem já descobriu esse maravilhoso mundo digital, é só uma questão de seguir o modelo de negócio certo.

Fugir de lançamentos, redes fossiais e outras escravidões modernas, e focar apenas em construir lista de emails, e converte-la em clientes.

2 passos pro paraíso.

No mês passado eu lancei um treinamento monstruoso sobre o primeiro passo (construção de lista).

E segunda-feira (anote aí), dia 06/05, vou lançar outro treinamento “chibata”, dessa vez sobre o passo 2: Conversão por email.

Você não precisa de um pra fazer o outro.

Mas com os 2 juntos, você terá tudo que precisa pra construir o verdadeiro negócio digital dos sonhos, e o estilo de vida “trabalhe 1 email por dia” (ou menos, quando você viajar).

Eu levei cerca de 8 anos pra chegar nesse modelo, entendê-lo à fundo e conseguir colocá-lo em prática.

Principalmente porque você conta nos dedos de uma mão, a quantidade de pessoas que ensinam e vivem isso no mundo.

Então pode até não parecer, mas você é previlegiado por poder ter acesso a todo esse conhecimento de bandeja (e pelo preço que será).

Enfim.

Se você também quer fazer seus 6 ou até 7 dígitos, trabalhando poucas horas por semana, num negócio alinhado com seus valores, que lhe permita estar com quem ama todos os dias…

Então você vai adorar o que estou preparando.

Segunda-feira é o dia.

É isso. Vamos almoçar que a fome bateu e a bebê acordou 🙂