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O perigo de usar swipes de gurus

Ela voltou 🙂

Depois de mais de 1 ano (eu acho) uma de minhas séries favoritas finalmente lançou novos episódios.

Que série é essa?

Malhação Billions

Você gosta?

Se ainda não conhece, dê uma olhada.

Vale muito a pena.

Ela mostra “os bastidores do mundo” e como a grana tem um papel fundamental em tudo que a humanidade faz.

Mostra também que nem tudo é o que parece.

Da mesma forma que acontece com o mundo da copy.

Vejo em alguns grupos muita gente que transcreve, disseca e estuda copys de grandes gurus do mercado.

O que na teoria parece bom…

…mas na prática pode ser perigoso.

Muuuuito perigoso.

Por que?

2 razões.

A primeira delas é porque se o guru que você quer estudar é daqueles que usam as redes sociais como sua principal plataforma… saiba que a copy tem um peso bem leve nos resultados dele.

Verdade.

O que realmente carrega a venda é o “show” diário que ele faz nas redes.

É com isso que as pessoas se conectam (não com gatilhos dementais).

Ou seja,

Quando chegam no lançamento, o público do guru já está praticamente convencido.

Então se você estudar a copy dele e tentar reproduzir aquilo – sem ter a mesma força social por trás – vai ser um fracasso.

Segundo ponto.

Copys baseadas em mentiras.

Se o principal argumento da copy (big idea) foi baseado numa mentira, não adianta você reproduzir ou estudar a copy pois nunca vai dar certo pra você.

Por exemplo:

Se o guru fala que copywriter recebe 40k no mês…

Ou que vai instalar uma tecnologia pra crescer seu insta…

Enfim…

A menos que você também minta, não vai rolar e não tem o que aprender ali – já que toda a copy deve ser pra sustentar o argumento principal.

O que eu recomendo então?

Infinitamente melhor que estudar lançamento de guru é estudar os princípios de marketing direto.

Por exemplo:

Você entende os princípios de frequência, recência e unidade de venda?

Você entende de demanda?

Você sabe como realmente criar uma boa oferta?

Sabe que uma boa oferta é mais forte que uma boa copy?

Sabe como criar um bom front end?

Como criar um bom back end?

Entre outras coisas mais importantes para todo copywriter.

Se respondeu não para apenas uma das perguntas acima, considere aprender sobre isso antes de qualquer coisa.

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Seus emails são um saco?

Ontem comecei com meus alunos o desafio:

3 em 30.

O objetivo (caso não tenha ficado claro) é fazer 3k (mensais) em 30 dias.

Ou seja,

Vou explicar mais uma v–

sacanagem.

Mas a ideia é conseguir pelo menos 1 cliente de email de 3k/mês.

Isso mesmo:

3k/mês pra escrever apenas emails como esse.

A ideia é que as próximas turmas sejam assim também – focada em resultados incríveis e rápidos (diferente das formações de gurus que existem por aí??).

Enfim.

O interessante é que quanto mais o tempo passa, mais a demanda por email aumenta.

Com as redes fossiais (por que só tem merda lá) reduzindo cada vez mais o alcance e engajamento – tem muita gente voltando a usar o bom e velho email.

O problema é que:

Ninguém sabe vender por email.

Veja, por exemplo, esse trecho do email que recebi essa semana.

É de uma especialista que nunca me enviou um email desde que me cadastrei, e do nada mandou um falando sobre sua nova mentoria.

No email ela falou (muito por alto) sobre essa mentoria e depois já mandou essa:

“E mais uma coisa: eu não vou mandar mais nenhum email sobre o lançamento da mentoria para quem só estiver inscrito na newsletter, porque eu não quero encher o saco de quem não está interessado.”

Ok…

Mas você nem enviou emails pra fazer as pessoas se interessarem…

E…

Se você mesma acha seus emails um saco, como esperar que as pessoas se interessem por eles?

Mas eu não a culpo ou critico por agir assim.

É normal.

Por que enviar emails é como fazer amor:

“Se você não está curtindo, provavelmente é porque está fazendo errado.”

E como disse, não tem quase ninguém fazendo certo por aí…

O que abre um oceano azul para quem escreve bons emails.

Se fizer sentido pra você, e você quiser aprender como fazer amor gostoso enviar emails que vendem, me envie um email.

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Ela engenhou meu reverso

Ok… talvez tenha ficado estranho.

Ou “mal colocado”.

Mas prometo que não tem nada a ver com 50 tons de cinza.

Tem a ver apenas com:

E-mail…

E…

Viver de email.

Semana passada recebi essa mensagem da Marcella:

Muuuuuuuito legal, não é?

Principalmente se você levar em conta que:

1- Ela fez isso sozinha apenas observando o que eu estava fazendo.

2- E que ela havia se inscrito em minha lista há apenas 1 semana.

Pois é.

Imagine você conseguir resultados assim todos os dias com apenas 1 email.

Imagine fazer 5 dígitos todo mês com apenas 1 email por dia.

Pra mim, esse é o melhor modelo de negócio que existe.

Não precisa aparecer, fazer stories ou nada do tipo.

A razão pela qual estou lhe dizendo isso?

Por que se você tem uma lista, em breve vou lançar algo pra lhe ajudar a monetiza-la todo dia (ou todo mês).

E acredite, é mais simples do que parece.

É tão simples que tem gente que só de olhar já consegue entender a “mecânica” da coisa e ter resultados (como o caso da Marcella acima).

Mais sobre isso nos próximos emails.

Agora continue com a programação normal – recebendo remkt de gurus chatos nas redes sociais 🙂

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Confissões de um email copywriter

Ontem morreu alguém que eu gostava muito:

Um dos personagens da série Lúcifer que DO NADA morre no último episódio!

(o que?? eu me apego a personagens sim, fazer o que)

Priscilla chorou… entrou cisco no meu olho…

Fui pesquisar o motivo da morte repentina do personagem e os escritores da série disseram que foi pra deixar a história mais intrigante.

Sério??

De fato, eles conseguiram.

A morte deve ter mexido muito com o público.

Mas eu não curti.

Sabe o que eu curti?

Os caras terem confessado que mataram o personagem pra deixar a história mais interessante.

Por isso – inspirado neles – hoje vou confessar o que EU faço pra deixar meus emails mais intrigantes (sem matar ninguém).

Diferente de certos gurus, eu não ameaço meus leitores dizendo que se eles não lerem meus emails – serão excluídos de minha lista.

Urgh…

Eu prefiro me dedicar a escrever os melhores emails que posso – pra que meus leitores QUEIRAM ler minhas loucuras.

Pra mim, isso aqui é relacionamento.

E eu não quero que Priscilla ou meus amigos fiquem comigo pelo medo.

Mas sim pelo amor.

O mesmo vale pra você e cada pessoa inscrita nessa lista.

Quero que você leia por que gosta e percebe o valor do que compartilho aqui.

E não é que isso funciona?

Tenho uma pasta no computador cheia de prints de mensagens que recebo de pessoas elogiando e até agradecendo por meus emails.

S2

E aqui vai um de meus segredos pra fazer isso.

Quando escrevo, eu não penso no meu “avatar” ou “persona”.

Isso é muito impessoal. Frio. Seco.

A boa escrita tem que ser pessoal. Quente. Molhada não. Mas envolvente.

Uma das coisas que mais me ajudam a conseguir isso é:

Pensar especificamente numa pessoa.

Mas não uma pessoa qualquer.

Penso numa das pessoas que mais curtem meus emails, interagem comigo, e que eu gosto.

Então – pode parecer meio gay o que vou dizer aqui mas – eu escrevo pensando no Luiz, no Eros, no Sandro, no Pedro…

(ok, eu também escrevo pensando na Karla, na Dani, na Karen…)

Enfim.

Cada um desses é uma pessoa real, que se inscreveu em minha lista, gostou de meus emails, interagiu comigo, e hoje são alunos e amigos.

Então, quando eu escrevo pensando especificamente neles, eles acabam gostando.

E quanto mais eu escrevo pensando neles, mais eu atraio outras pessoas legais como eles.

Essa é uma prática que funciona como mágica – e não apenas pra emails – mas pra todo e qualquer tipo de copy.

Mas pra isso você precisa literalmente conhecer seu público.

Por falar nisso,

Se ainda não nos conhecemos dessa forma, sinta-se à vontade pra responder esse email e me falar um pouco sobre você.

(ou então vou chutar você pra fora dessa lista??)

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Ping pong copy

Ontem fomos na casa de um casal amigo…

…tomar uma surra no jogo Uno.

Sério.

Ou eu sou muuuuito ruim em Uno ou… talvez… eles jogam roubando??

Não.

Quié isso?

Max e Iara?!?

Não…

Eles são super amigos. São adventistas. Gente boa demais… eles nunca fariam isso.

(Fariam?)

Enfim.

Conversa vai, conversa vem e Max – que está iniciando sua carreira como fotógrafo – estava me contando a visão dele como consumidor de cursos.

É sempre interessante conversar com pessoas que não entendem como esse mundo digital funciona.

Uma coisa que ele me disse (e que resultou nesse email) foi sobre o ping pong que estão fazendo com as pessoas.

Funciona assim:

A pessoa vê um anúncio e é jogado pra uma página, certo?

Certo.

Na página, ela cadastra o email pra receber emails, certo?

Aí começa o ping pong:

Os caras começam a jogar você pro telegram… pro whatsapp… pro insta… pro youtube… e pra tantos lugares diferentes que a pessoa fica sem saber qual o melhor lugar pra acompanhar.

Não estou dizendo que é errado fazer assim.

Ou que não funciona.

Mas pelo relato de Max, esse ping pong parecia que deixava ele mais confuso do que informado.

E não é legal deixar seu público confuso.

Por essa e por outras que eu prefiro a simplicidade.

Quer ouvir o que Bruno tem a dizer?

Se inscreva em minha lista e leia meus emails.

Ponto.

Sim, tenho um blog, um canalzinho no youtóba e até uns podcasts… mas são todos secundários.

Meu principal canal é minha lista.

Todos os outros funcionam para trazer as pessoas ou complementar o que acontece aqui nos emails.

Esse lance de ser onipresente e estar em todos os lugares não funciona pra mim.

Prefiro ser “o cara” do email.

E você?

Esse ping pong lhe incomoda?

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A grande lição dos gurus trambiqueiros

Nem todo guru é mala.

Apenas 99% deles são 🙂

Ah, talvez menos, vai… 96? (80/20 do 80/20?)

Enfim.

Existem gurus bons por aí.

Mas infelizmente parece que a maioria é mala mesmo.

Tem também aqueles que começam no caminho certo… mas depois se alinham a malas e aí a coisa começa a ficar duvidosa.

Como é o caso de Tony Robins se aliando (várias vezes) ao Dean Graziosi.

Mas enfim.

A questão é que existe uma grande lição que todos nós podemos aprender com os gurus malas.

Sim, com os malas.

Com os trambiqueiros golpistas fdp que se aproveitam das pessoas.

Que lição é essa?

Auto-confiança.

(nem sei mais se é assim que escreve, já que algum guru da educação resolveu mudar o jeito de usar o hífen… ou eliminou o hífen?? Que se dane, eu gosto de hífen)

Se tem uma coisa que os malas aprendem a desenvolver é sua auto-confiança.

Eles não tão confiantes que chegam a acreditar em suas próprias mentiras.

Alguns acreditam até que são excelentes copywriters – mesmo quando todos os seus textos são ruins.

(viu que usei o hífen de novo? Do meu jeito?)

Enfim.

Você não precisa chegar a esse ponto.

Mas precisa sim desenvolver a auto-confiança.

SEMPRE.

Por que auto-confiança é o combustível do sucesso.

Ou seja…

Você pode ter o melhor motor do mundo. A melhor pintura. A melhor aerodinâmica… Mas se não tiver o combustível – seu carro não chega a lugar nenhum.

(dessa vez você viu ele, né?)

Por que não dá pra esperar nada do mundo.

As pessoas não vão parar suas vidas pra ficar “empurrando seu carro” em direção dos seus objetivos.

Não mesmo.

Você precisa dar um jeito de fazer a coisa andar.

E auto-confiança é o combustível.

Por que se nem mesmo você acredita em você… como esperar que o clientes acredite, por exemplo?

Auto-confiança é uma energia que move o mundo e faz as coisas acontecerem.

Um exemplo que acho legal disso é no filme Missão Impossível.

Tom Cruise (aquele gato) sempre tem uma missão impossível pela frente. E toda vez que alguém pergunta como ele vai conseguir realizá-la, ele apenas diz:

“Não se preocupe, eu vou conseguir”

E é esse sentimento que faz com que ele encontre soluções pra realizar os objetivos.

Claaaaaaro que ali é um filme.

Mas tenho certeza que você já experimentou esse sentimento na vida real.

Pense comigo.

Alguma vez você queria muito alguma coisa que parecia impossível… mas você queria tanto aquilo… que chegava a sentir que aquilo já era seu (ou que você já havia conquistado)?

…e por causa desse sentimento, “milagrosamente” a coisa aconteceu?

Então. Isso é causado pela auto-confiança.

Enfim.

O recado é:

Não perca tempo buscando todas as respostas. Querendo aprender todas as estratégias. Nem pensando em todas as possibilidades que podem dar certo ou errado.

Apenas confie e FAÇA.

A auto-confiança vai prover tudo que você precisa pra chegar lá.

Confie.

Principalmente quando a coisa tiver feia.

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Copy que nasce torto, e nunca se endireita…

Guru que requebra, mãe, pega na carteira…🎵

É ao som do É o tchan que começamos o email de hoje.

Afinal:

Mas de fato, existe uma grande lição nessa paródia musical.

Existem centenas de copywriters por aí que nasceram tortos (graças aos gurus) e nunca se endireitam na vida.

Como assim?

Pra mim, começar torto é começar da pior maneira possível:

Trabalhando MUITO e ganhando NADA ou quase nada.

E tudo bem começar assim SE esse é o único caminho que você conhece.

Não estou criticando os copywriters.

Mas sim os gurus que os colocaram nessa Highway To Hell.

Por que a maioria dos copywriters começa assim… mas os anos passam… e eles continuam assim?!?

Tem algo errado aí.

Ontem por exemplo, vi um cara num grupo dizendo que é copywriter fixo numa empresa e, além de outras peças de copy, ele escreve pelo menos 7 emails por dia.

  1. Emails. Por dia.

Eu como email copywriter não escrevo tudo isso por dia.

Ou seja, o cara deve dar um pau do cacete todo dia pra ganhar bem menos do que poderia.

Por que isso acontece?

Porque esse copywriter é apenas Another Brick In The Wall.

É mais um entre os trocentos copywriters que existem por aí.

Não sei como você se sente quanto a isso mas…

…Se assim como eu, você é Born To Be Wild, então eu posso lhe mostrar a Stairway To Heaven.

Ou seja,

Logo vou abrir as portas para aqueles que querem trilhar o caminho do Email Copywriter.

Um caminho para quem deseja trabalhar apenas com seus clientes ideais, que lhe respeitam, e pagam bem todo mês pra você escrever apenas emails pra eles.

É para quem quer dar adeus a lançamentos, agências, produtores irritantes… e viver de email.

Enfim.

Se você hoje está Living On a Prayer e sendo tratado como um Hound Dog, então Don’t Stop Believin porque é possível mudar de vida, e é mais simples do que parece.

Jump nessa comigo e com a família de email copywriters, e We Will Rock You.

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Deu adeus a lançamentos e vive de emails

Esses últimos dias foram doentios.

Literalmente.

Primeiro meu cachorro ficou doente.

Depois Priscilla ficou doente. Depois meu irmão. Meu sogro. A mãe de Priscilla. E finalmente (assim espero) eu fiquei doente.

Cada um teve um problema diferente.

Mas graças a Deus (e aos gurus da medicina??) estamos todos melhores.

Ei, mas nem só de histórias ruins é feito esse email.

É que guardei o melhor pro final 🙂

Por isso fique agora com a história de um dos membros da família do email: o Luiz Baca.

Nesse vídeo rápido ele conta como disse adeus a lançamentos e se tornou um email copywriter de alto valor.

Assista aqui:
https://youtu.be/shKNV1qFCwU

Se você também quer ter a chance de entrar pra família (meu grupo fechado de amigos email copywriters) e viver de email (assim como o Luiz), me envie um email e pergunte sobre a próxima turma.

Mas por hoje, se inspire com a história do Luiz acima.

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Caí numa fossa cheia de co… py??

Se você me segue há um tempo sabe que eu acredito que devemos fazer o que amamos.

Eu acredito que a vida é curta demais pra perder tempo preso em coisas chatas.

Por essa razão, devemos nos questionar o tempo todo:

“Estou feliz aqui? Esse caminho vai me levar onde quero?”

Digo isso por que as coisas mudam.

E às vezes a paixão pode se transformar no terror.

Por exemplo:

Vejo muita gente no Shark Tank dizer que começou o negócio seguindo sua paixão… mas aí a coisa cresceu tanto que a pessoa não tem mais vida pessoal… nem está feliz na própria empresa… e muitas vezes nem está ganhando bem!

Ou seja:

Que diabos você está fazendo então??

A vida é muito mais que isso.

Principalmente hoje, onde existem milhares de maneiras de conseguir grana sem vender a alma.

Enfim.

Acontece o mesmo com copy.

Muita gente entra nessa pela paixão de ganhar a vida escrevendo na beira da praia…

Mas em pouco tempo percebe que tem que escrever tanta copy, tanta copy, mas TANTA copy…

…que a paixão vira um terror.

(oh.. e um terror que paga mal)

Eu já passei por essa merda.

É muito fácil cair nessa quando está cheio de gurus na porta de entrada mostrando fotos de motos, guitarras e mansões.

Mas quando você compra seu ticket, passa pela porta e dá os primeiros passos… cai numa fossa.

Você olha pra trás e grita por socorro para os gurus…

…mas é tarde demais.

Eles já fecharam a porta. E agora estão lá fora ocupados, convencendo outras pessoas a entrar.

É triste.

Mas infelizmente, é a verdade.

A boa notícia é que existe uma saída.

Cansado de me afogar na merda, eu nadei até encontrar uma escada.

Quando subi encontrei um “vale perdido” pra viver com dignidade e rodeado por pessoas maravilhosas que me pagam bem pelo que faço.

Por que estou contando isso?

Porque em breve vou abrir vagas pra uma “excursão” pro vale perdido, pra quem quer sair ou evitar a fossa – e viver com dignidade escrevendo simples emails como esse.

Mas reforço que nem todo mundo poderá subir no ônibus.

Quem quiser entrar pra comunidade do vale perdido do email vai precisar conversar comigo antes e ser aprovado.

Tudo isso pra garantir a harmonia da família de alunos que já mora lá.

Enfim.

Se quiser participar, não perca os próximos emails por nada.

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Ele me odiava mas agora quer minha mentoria??

Olha que interessante:

Esse será um email grande.

Maaaasss

Vou usar parágrafos curtos.

Como esse.

Pra seduzir você.

E…

Quando menos esperar…

Você vai estar no km 3 de rolagem da tela.

he he

Veja:

Eu costumava ser mais ativo em grupos de copy das interwebs.

Mas parei.

Por que?

Porque a maioria dos meus preciosos conselhos e insights dados gratuitamente… iam parar no limbo. No vácuo.

Ou seja: Eu perdia meu tempo e meus preciosos neurônios pra nada.

Então, mesmo com essa imensa vontade de ajudar os outros…

Eu parei.

E decidi me dedicar ainda mais a ajudar quem realmente está comprometido:

Meus alunos.

Porém, meu instinto é mais forte e esses dias resolvi responder a seguinte dúvida que postaram num grupo:

Repare que o sujeito estava com o mesmo problema que a maioria dos copywriters:

Conseguir clientes.

Repare que tem 15 respostas no post mas, como sempre, ninguém traz nada prático que realmente ajude o sujeito.

Então eu fui lá e trouxe sabedoria pro cara:

Mas ele provavelmente estava em busca de um script mágico…

Por que ele não interagiu e muito menos me perguntou nada.

(mais um pro vácuo)

E pra garantir que eu não caísse mais nessa armadilha, recebi o seguinte comentário de um hater:

Um verdadeiro poço de sabedoria…

…Que foi respondido à altura:

E de repente o cara queria entrar pra minha mentoria??

E isso me fez refletir profundamente:

“Já pensou se um cara desse ENTRA na minha mentoria?!?”

Ele teria que ser chutado pra fora e todo um mal estar seria causado desnecessariamente.

É por isso que tomei uma decisão.

A partir de agora, ninguém entrará em meu programa de acompanhamento sem antes ser APROVADO por mim.

Tanto pela razão acima mas também pelo seguinte:

Meus alunos estão todos num grupo do whatsapp.

E ESSE GRUPO VALE OURO.

Primeiro pelas pessoas que estão lá, que fazem daquilo muito mais que um simples grupo.

Somos uma família.

Onde as pessoas se gostam, se respeitam, se divertem e se ajudam ao máximo.

(parece até uma propaganda de margarina)

Além disso, eu estou lá diariamente, trazendo soluções, ferramentas, respostas e até mesmo possíveis clientes pra eles entrarem em contato…

E eu não quero que nada nem ninguém no mundo estrague isso.

Pelo contrário.

Quero que a família cresça.

Mas cresça APENAS com as pessoas certas.

E pra garantir isso, ninguém mais vai poder ver a página de vendas, acessar o link e se inscrever sozinho.

Não no meu programa de acompanhamento.

E não no único grupo da família de whatsapp que as pessoas realmente gostar de estar lá.

Outra coisa.

Devido ao nível de acompanhamento que forneço, eu também terei que aumentar o preço.

Enfim.

Se quiser minha ajuda pra seguir o caminho do email copywriter, esse será o melhor momento.