Esses dias apareceu esse artigo pra mim.
Sobre influenciadores que abandonaram as redes fossiais pra arrumar um emprego tradicional.
E não foram só os pequenos e aspirantes não.
Teve influenciador que chagou a fechar contratos com Globoplay e Mercado Livre no passado…
Mas agora está num emprego formal.
Pois é.
Mas esse movimento não está acontecendo só com influenciadores.
Experts também estão abandonando seus negócios digitais.
Por que?
Pela mesma razão.
Nenhum dos dois grupos criou um negócio sólido.
Os influenciadores é o pior caso, pois não possuem produto nem nada pra comercializar.
O produto deles é: visualizações.
E como as redes fossiais não entregam mais views a ninguém…
Fica difícil se manter.
(o que está salvando muitos são os tigrinhos da vida)
Já os experts, constroem negócios frágeis baseados em redes fossiais (mesma razão) e em lançamentos – e vivem de eventos – sem um processo previsível e escalável.
Por isso que essas são as piores maneiras de começar no digital.
Pense comigo:
Se humilhar e passar 24h por dia lutando contra o algoritmo pra conseguir centenas de milhares de seguidores pra depois correr atrás de algum anunciante??
Qual a segurança disso?
Não por acaso pesquisas mostram que mais de 80% dos influenciadores tem burnout.
E os experts não ficam atrás.
12 horas produzindo conteúdo e interagindo, fazendo vídeos, botando grana em ads, ferramentas e equipe pra no fim o lançamento mal se pagar??
É desesperador.
No fim, essas pessoas vieram pro digital em busca do sonho da liberdade e independência…
Mas são mais presas do que um CLT.
É por isso que não recomendo essas coisas pra maioria das pessoas.
São caminhos muito tortuosos.
O que eu recomendo então?
Atuar com serviços.
Serviços de ticket alto.
E de entrega baixa.
Que você não precise ser expert em nada, nem faça trabalho braçal.
Esses requisitos são fundamentais, caso contrário você cai na mesma armadilha que os influenciadores e experts.
Digo isso por que já atuei com vários serviços na internet.
Comecei com sites, fui pra design, vídeos, ads, faz-tudo-do-marketcheng, copywriter tradicional…
No fim, eu sempre terminava trabalhando 10 horas por dia, domingo a domingo, recebendo bem menos do que merecia, e odiando o que fazia (e meus clientes).
Mas hoje é diferente.
Hoje eu acredito que cheguei no modelo ideal que une negócio e lifestyle.
Claro que estou falando do Copywriter Backend.
E qual a segurança desse modelo? Você pergunta.
Bem, não é um concurso público.
Aqui você é quem constroi sua segurança.
E você faz isso de 2 formas:
1- Sempre prospectando – e mantendo uma lista de interessados em trabalhar com você
(lembrando que prospectar como eu ensino é só enviar alguns emails e DMs)
2- Escolhendo os clientes certos – pra manter a relação por longos meses e até anos
Assim, de um lado você tem clientes sólidos (que pagam muito bem), e do outro você tem demanda de pessoas pra trabalhar com você – caso algum dos clientes encerre por qualquer razão.
Mais do que isso…
Um copywriter de Backend não deixa sua vida depender de um algoritmo…
Nem de um lançamento…
Nem de redes fossiais…
Nem de um anunciante aparece do nada com um contraro…
Nem de um vídeo viralizar…
Você não tem controle de NADA disso.
Um copywriter de Backend desenvolve a habilidade de caçar clientes e fazer negócios.
Veja:
Mesmo que tudo dê errado, mesmo que tirem tudo de mim…
Eu consigo enviar alguns directs e emails e fechar negócios com grandes clientes.
Clientes que vão me pagar 20% de tudo que eu gerar pra eles.
E assim eu conseguiria me reerguer “do nada” rapidamente.
O único requisito?
Coragem.
Não ausência de medo.
Até hoje eu ainda tenho um certo medo de algumas coisas que faço.
Mas coragem é a capacidade de agir, mesmo com medo.
É isso que diferencia os homens dos mininis.
Os bananas, dos ex-bananas e atuais bem-sucedidos na vida.
Os que choram e reclamam, dos que comemoram com a família.
Pense nisso (enquanto preparo novo programa por aqui)