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Pequenas listas grandes negócios

De vez em quando alguns clientes me dizem:

“Olha só esse números Bruno, acho que essa campanha vai dar boa hein?”

Os tais números que eles me mostram geralmente são aberturas dos emails, ou custo de captação das pessoas, CPM, enfim… números iniciais da campanha.

Mas quando chega o dia da abertura do carrinho, as conversões são horríveis e eles vem correndo (quase chorando) me perguntar o que houve, o que podemos fazer, pelo-amor-de-Deus-me-ajuuuudeeeeeeee…

Já aconteceu com você?

Infelizmente é muito comum.

E geralmente isso acontece por causa das 3 coisinhas do amor em marketcheng.

Que coisinhas são essas?

São as métricas que a maioria dos marketeiros focam quando criam suas campanhas:

  • Quantidade de pessoas atingidas (volume)
  • Engajamento
  • Baixo custo

São coisas que na teoria fazem total sentido…

Mas na prática geralmente não trazem os melhores resultados.

Por que?

Porque quando foca em atrair o máximo de pessoas, e em ter o máximo engajamento, e o mínimo custo…

Você tende a criar campanhas engraçadinhas, ou inteligentes, ou impressionantes, ou que de alguma forma geram entretenimento e causam engajamento e “performance” das campanhas.

Então inicialmente os números são lindos, CPM, CPC, aberturas e tudo lá em cima.

Mas no fim da campanha, na hora H…

As conversões são um lixo.

Por que?

Porque você trouxe as pessoas erradas.

Trouxe a galera da curtição, ao invés da ação.

Trouxe curiosos, ao invés de clientes.

Os que buscam informação, ao invés de solução.

Trouxe os que curtem e comentam mas não passam o cartão.

E de que um negócio vive?

Curtidas ou conversão?

“Mas Bruno, eu fiz conteúdo pro meu público certo, falando dos temas que eles mais gostam, mas mesmo assim não converteu bem”.

Certo, mas você caiu de novo na armadilha das 3 coisinhas do amor 🙂

Pois você provavelmente criou ads ou conteúdo baseados nos temas mais comuns, mais curtidos, mais falados, certo?

E adivinha quem é que fala, curte e engaja com esses temas mais populares?

Os curiosos, viciados em informação, a galera do fundão… que não gosta de passar o cartão.

O próprio Alex Hormozzi (que está em alta no momento) recentemente confessou que mudou o conteúdo do seu canal do youtube pois estava sofrendo com as 3 coisinhas do amor (muitas views, engajamento e volume, mas baixa conversão).

O que quero dizer é o seguinte:

É mais difícil vencer no Marketcheng quando você foca em volume e quantidade.

Custos maiores, estrutura maior, suporte maior, equipe maior, produção maior – mas os resultados tendem a ser menores já que a maioria das pessoas são curiosas.

Por outro lado, quando sua mensagem é específica pra os compradores, você atrai menos pessoas – porém – pessoas certas que passam o cartão.

Isso dá uma lucratividade absurda e mantém o negócio enxuto.

Eu já tive clientes com listas de 80 mil, 200 mil pessoas que não convertia praticamente nada. Não dava nem pra bancar a ferramenta de envio de emails.

Por que?

Porque eram 200 mil pessoas curiosas, que buscavam informação, entretenimento e qualquer outra coisa – menos soluções.

Por outro lado, já trabalhei com listas de 5 mil pessoas que fez 6 dígitos com uma única campanha.

5 mil pessoas qualificadas.

Mas ainda fica melhor.

Pois essas pessoas qualificadas tem um potencial lucrativo muuuuito maior do que você (e os donos de negócios) podem imaginar.

Você pode fazer 7 dígitos com essa mesma pequena (mas qualificada) lista – desde que saiba como explorar todo se potencial.

E isso é uma das coisas que vou ensinar em meu novo programa Copywriter Backend que está no forno.